Questões de Sociologia
6.493 Questões
Questão 3493955
As opiniões a respeito dos efeitos da internet sobre a interação social dividem-se em duas grandes categorias. Em um lado, estão os observadores que enxergam nesse mundo
on-line a capacidade de promover novas formas de relacionamentos eletrônicos que tanto servem para melhorar quanto para completar as interações face a face existentes [...].
[...] Entretanto, nem todos assumem uma postura tão entusiástica. À medida que as pessoas passam mais tempo se comunicando on-line e lidando com suas tarefas no ciberespaço, é possível que elas estejam dedicando menos tempo à interação com os outros no mundo físico. Alguns sociólogos temem que a difusão da tecnologia da internet acabe levando a um isolamento social e a uma atomização cada vez maiores.
GIDDENS. Anthony. Sociologia. Porto Alegre: Artmed, 2005. p. 382.
As opiniões a respeito dos efeitos da internet sobre a interação social dividem-se em duas grandes categorias. Em um lado, estão os observadores que enxergam nesse mundo
on-line a capacidade de promover novas formas de relacionamentos eletrônicos que tanto servem para melhorar quanto para completar as interações face a face existentes [...].
[...] Entretanto, nem todos assumem uma postura tão entusiástica. À medida que as pessoas passam mais tempo se comunicando on-line e lidando com suas tarefas no ciberespaço, é possível que elas estejam dedicando menos tempo à interação com os outros no mundo físico. Alguns sociólogos temem que a difusão da tecnologia da internet acabe levando a um isolamento social e a uma atomização cada vez maiores.
GIDDENS. Anthony. Sociologia. Porto Alegre: Artmed, 2005. p. 382.
Do excerto acima, pode-se depreender que a comunicação
Questão 3493947
Cuba tem passado por importantes transformações em sua política externa, algo exemplificado na reaproximação das relações diplomáticas com os Estados Unidos. Mas essas
mudanças também vêm ocorrendo internamente. Em 2018, o país passou a organizar a redação de uma nova Constituição.
Entre diversas mudanças do regime, a nova Constituição cubana propunha
Questão 3493900
O início das relações entre o Brasil e a Palestina remonta a 1975, quando a Organização para a Libertação da Palestina (OLP), na qualidade de movimento de libertação nacional, foi autorizada a designar representante em Brasília. Em 1993, o Brasil autorizou a abertura da Delegação Especial palestina em Brasília, cujo status foi equiparado ao de uma Embaixada em 1998. Em 2004, foi aberto o Escritório de Representação do Brasil em Ramalá. A partir do reconhecimento, pelo Brasil, do Estado da Palestina (dezembro de 2010), a Delegação Especial passou a denominar-se Embaixada da Palestina.
Em harmonia com os princípios estabelecidos pela Constituição Federal e pelo Direito Internacional, o Brasil apoia o direito de autodeterminação do povo palestino e uma solução negociada para o conflito com Israel que resulte em dois Estados, coexistindo pacificamente, lado a lado.
Em dezembro de 2010, o Brasil reconheceu o Estado da Palestina nas fronteiras de 1967 " iniciativa que foi seguida por quase todos os países sul-americanos. O Brasil apoiou e co"patrocinou a Resolução 67/19 da ONU, que elevou o status da Palestina a Estado observador não membro das Nações Unidas.
[?]
MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES. ESTADO DA PALESTINA. Disponível em: <www.itamaraty.gov.br/pt-BR/ficha-pais/5629-estado-da-palestina> . Acesso em: 23 out. 2016.
O início das relações entre o Brasil e a Palestina remonta a 1975, quando a Organização para a Libertação da Palestina (OLP), na qualidade de movimento de libertação nacional, foi autorizada a designar representante em Brasília. Em 1993, o Brasil autorizou a abertura da Delegação Especial palestina em Brasília, cujo status foi equiparado ao de uma Embaixada em 1998. Em 2004, foi aberto o Escritório de Representação do Brasil em Ramalá. A partir do reconhecimento, pelo Brasil, do Estado da Palestina (dezembro de 2010), a Delegação Especial passou a denominar-se Embaixada da Palestina.
Em harmonia com os princípios estabelecidos pela Constituição Federal e pelo Direito Internacional, o Brasil apoia o direito de autodeterminação do povo palestino e uma solução negociada para o conflito com Israel que resulte em dois Estados, coexistindo pacificamente, lado a lado.
Em dezembro de 2010, o Brasil reconheceu o Estado da Palestina nas fronteiras de 1967 " iniciativa que foi seguida por quase todos os países sul-americanos. O Brasil apoiou e co"patrocinou a Resolução 67/19 da ONU, que elevou o status da Palestina a Estado observador não membro das Nações Unidas.
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MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES. ESTADO DA PALESTINA. Disponível em: <www.itamaraty.gov.br/pt-BR/ficha-pais/5629-estado-da-palestina> . Acesso em: 23 out. 2016.
O conflito entre Israel e Palestina remonta ao fim do século XIX, antes mesmo da fundação do Estado judeu, e perdura até os dias de hoje. No texto acima podemos observar algumas condições de existência de um Estado nacional, tais como
Questão 3493895
[...] É assim que indivíduos perfeitamente inofensivos na maior parte do tempo podem ser levados a atos de atrocidade quando reunidos em multidão. Ora, o que dizemos dessas explosões passageiras aplica-se identicamente aos movimentos de opinião, mais duráveis, que se produzem a todo instante a nosso redor, seja em toda a extensão da sociedade, seja em círculos mais restritos, sobre assuntos religiosos, políticos, literários, artísticos, etc.
DURKHEIM, Émile. As regras do método sociológico.Tradução de Paulo Neves. 3. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2007. p. 5. (Tópicos.)
[...] É assim que indivíduos perfeitamente inofensivos na maior parte do tempo podem ser levados a atos de atrocidade quando reunidos em multidão. Ora, o que dizemos dessas explosões passageiras aplica-se identicamente aos movimentos de opinião, mais duráveis, que se produzem a todo instante a nosso redor, seja em toda a extensão da sociedade, seja em círculos mais restritos, sobre assuntos religiosos, políticos, literários, artísticos, etc.
DURKHEIM, Émile. As regras do método sociológico.Tradução de Paulo Neves. 3. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2007. p. 5. (Tópicos.)
A perspectiva durkheimiana indica que os indivíduos agem
Questão 3493881
Vê-se, imediatamente, que é por intermédio do tempo necessário à aquisição que se estabelece a ligação entre o capital econômico e o capital cultural. Com efeito, as diferenças no capital cultural possuído pela família implicam diferenças: primeiramente, na precocidade do início do empreendimento de transmissão e de acumulação, tendo por limite a plena utilização da totalidade do tempo biologicamente disponível, ficando o tempo livre máximo a serviço do capital cultural máximo; e depois na capacidade assim definida para satisfazer às exigências propriamente culturais de um empreendimento de aquisição prolongado. Além disso, e correlativamente, o tempo durante o qual determinado indivíduo pode prolongar seu empreendimento de aquisição depende do tempo livre que sua família pode lhe assegurar, ou seja, do tempo liberado da necessidade econômica que é a condição de acumulação inicial (tempo que pode ser avaliado como tempo em que se deixa de ganhar).
BOURDIEU, Pierre. Os três estados do capital cultural. In: NOGUEIRA, Maria Alice; CATANI, Afrânio (Org.). Escritos de educação. 9. ed. Petrópolis: Vozes, 2007. p. 76. (Ciências Sociais da Educação).
Vê-se, imediatamente, que é por intermédio do tempo necessário à aquisição que se estabelece a ligação entre o capital econômico e o capital cultural. Com efeito, as diferenças no capital cultural possuído pela família implicam diferenças: primeiramente, na precocidade do início do empreendimento de transmissão e de acumulação, tendo por limite a plena utilização da totalidade do tempo biologicamente disponível, ficando o tempo livre máximo a serviço do capital cultural máximo; e depois na capacidade assim definida para satisfazer às exigências propriamente culturais de um empreendimento de aquisição prolongado. Além disso, e correlativamente, o tempo durante o qual determinado indivíduo pode prolongar seu empreendimento de aquisição depende do tempo livre que sua família pode lhe assegurar, ou seja, do tempo liberado da necessidade econômica que é a condição de acumulação inicial (tempo que pode ser avaliado como tempo em que se deixa de ganhar).
BOURDIEU, Pierre. Os três estados do capital cultural. In: NOGUEIRA, Maria Alice; CATANI, Afrânio (Org.). Escritos de educação. 9. ed. Petrópolis: Vozes, 2007. p. 76. (Ciências Sociais da Educação).
Tomando como base as ideias apresentadas por Bourdieu, o capital cultural
Questão 3493879
[...]
Na América Latina [...], com o incremento populacional das áreas urbanas alimentado pela migração rural-urbana, os anéis periféricos das cidades continuaram se expandindo por meio de uma combinação de loteamentos formais e informais de baixa renda. Locais, na maioria das vezes, carentes de serviços urbanos como transporte. Com exceção de alguns loteamentos informais criados no centro urbano, geralmente em terrenos ilegais ou inapropriados para construção (e sujeitos à remoção), os grupos de baixa renda ficaram impossibilitados de morar nas áreas centrais, e também privados de fácil acesso ao centro urbano e suas oportunidades de emprego e amenidades.
[...]
Barros, Joana; BATTY, Michael. Acessível para quem? Como o transporte divide ricos e pobres na cidade brasileira. BBC Brasil, 14 out. 2016. Disponível em:<www.bbc.com/ portuguese/brasil-37572962>. Acesso em: 30 out. 2017.
[...]
Na América Latina [...], com o incremento populacional das áreas urbanas alimentado pela migração rural-urbana, os anéis periféricos das cidades continuaram se expandindo por meio de uma combinação de loteamentos formais e informais de baixa renda. Locais, na maioria das vezes, carentes de serviços urbanos como transporte. Com exceção de alguns loteamentos informais criados no centro urbano, geralmente em terrenos ilegais ou inapropriados para construção (e sujeitos à remoção), os grupos de baixa renda ficaram impossibilitados de morar nas áreas centrais, e também privados de fácil acesso ao centro urbano e suas oportunidades de emprego e amenidades.
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Barros, Joana; BATTY, Michael. Acessível para quem? Como o transporte divide ricos e pobres na cidade brasileira. BBC Brasil, 14 out. 2016. Disponível em:<www.bbc.com/ portuguese/brasil-37572962>. Acesso em: 30 out. 2017.
O fenômeno que começa a modificar a rígida separação econômica entre centro e periferia nas grandes cidades brasileiras a que se refere o trecho da reportagem é
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