Questões de Sociologia
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Questão 22 85729
UNIFOR Férias 2015/1O sítio eletrônico do Jornal Zero Hora publicou a seguinte notícia:
“O goleiro Aranha, do Santos, não deseja se encontrar com Patricia Moreira, torcedora do Grêmio flagrada chamando-o de macaco durante partida da Copa do Brasil, semana passada. Em entrevista coletiva nesta sexta-feira, Patricia se desculpou pelas ofensas ao camisa 1 do Peixe. Segundo o advogado dela, Alexandre Rossato, a gremista gostaria de se encontrar com Aranha. No entanto, por meio de nota divulgada pela assessoria de imprensa do Santos, o atleta descartou tal possibilidade (...)”
(Disponível em: http://zh.clicrbs.com.br/rs/esportes/gremio/noticia/2014/09/aranha-recusa-encontro-com-torcedora-que-o-chamou-de-macaco-4591843.html)
No Brasil, chamar pessoa da raça negra de “macaco”, em tom ofensivo ou de deboche:
Questão 14 85625
UNIFOR Executiva 2015/1O sítio eletrônico oficial do Programa Ciência Sem Fronteiras publicou o seguinte:
“Já Hebert Rony Silva, da Faculdade de Tecnologia de São Bernardo do Campo Adib Moisés Dib, tem buscado maneiras de aperfeiçoar seus estudos durante o tempo que está nos EUA. ‘Sempre estou à procura de cursos para aumentar o meu conhecimento da melhor forma que der. Toda semana, aprendo algo novo e muito útil. Aqui, nós podemos trazer nossas próprias ideias e fazer melhorias ou mesmo tentar algo novo. Também estou envolvido em um projeto para o Concurso Nacional Vex Robotics. Estamos atualmente desenvolvendo um robô e esperamos representar Fairfax e NOVA na Califórnia no próximo ano, quando as melhores equipe de cada estado dos EUA concorrem para determinar o vencedor.’ (...)”
(Disponível em: http://www.cienciasemfronteiras.gov.br)
A respeito do programa Ciência sem Fronteiras, julgue as afirmativas abaixo.
I. Ciência sem Fronteiras é um programa que busca a consolidação, expansão e internacionalização da ciência e tecnologia, da inovação e da competitividade brasileira por meio do intercâmbio e da mobilidade internacional.
II. Ciência sem Fronteiras prevê a utilização de milhares de bolsas, em quatro anos, para que alunos de graduação e pós-graduação façam estágio no exterior com a finalidade de manter contato com sistemas educacionais competitivos em relação à tecnologia e inovação.
III. Ciência sem Fronteiras prevê a concessão de descontos nas compras de passagens aéreas e de hospedagem, com objetivo de propiciar a alunos de graduação e pós-graduação façam turismo no exterior.
IV. Ciência sem Fronteiras não prevê concessão de bolsas para atrair pesquisadores do exterior que queiram se fixar no Brasil ou estabelecer parcerias com os pesquisadores brasileiros nas áreas prioritárias definidas no Programa.
É correto apenas o que se afirma em:
Questão 4 14043995
UFPI EAD 2014Leia o texto que se segue e responda à questão.
Analfabetismo: dez anos depois, não saímos do lugar. Pesquisa revela que estamos estacionados no mesmo patamar desde 2002: apenas um em cada quatro brasileiros está plenamente alfabetizado
Nos últimos tempos, o acesso à Educação cresceu, mas, a despeito dessa boa notícia, a qualidade
do ensino não melhorou. Há uma década, a porcentagem de cidadãos considerados plenamente
alfabetizados permanece inalterada: 26%, segundo o Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf), realizado
pelo Instituto Paulo Montenegro e pela ONG Ação Educativa, em São Paulo. O levantamento avalia, por meio
[5] de uma prova, as habilidades de leitura, escrita e Matemática da população entre 15 e 64 anos. A
classificação prevê quatro níveis: analfabetismo, alfabetismo rudimentar, básico e pleno. Os resultados
divulgados em 2012 também revelam boas (embora discretas) notícias, como a queda de 39% para 27% do
número de analfabetos funcionais - categoria que reúne os níveis analfabeto e alfabetismo rudimentar.
Ao analisar a fundo esses dois cenários - a estagnação de uma categoria e o decréscimo de outra -,
[10] é possível afirmar que estamos fazendo a lição de casa pela metade. "Com a ampliação do acesso à escola,
damos às pessoas a possibilidade de sair da condição de analfabetismo e chegar ao nível básico, mas não
garantimos os meios para que elas atinjam o patamar pleno de alfabetização. Só a qualidade do ensino pode
impulsionar esse salto", diz Ana Lúcia Lima, diretora executiva do Instituto Paulo Montenegro.
A previsão para o futuro não é animadora. Os resultados do Inaf indicam que, se continuarmos com
[15] as atuais políticas públicas de Educação, não vamos avançar: não poderemos contar com o boom nas
matrículas de anos atrás, que ajudou a mudar os dados.
Para erradicar o analfabetismo absoluto nos próximos dez anos, reduzir pela metade o número de
analfabetos funcionais (como prevê o Plano Nacional de Educação - PNE, ainda em tramitação no
Congresso Nacional) e garantir que mais gente alcance o nível pleno, é preciso melhorar a qualidade do
[20]ensino regular e dar atenção à Educação de Jovens e Adultos (EJA). Essa modalidade é a chance para
quem não pode estudar e segue puxando o Inaf para baixo. Uma década sem alfabetizar de verdade.

Disponível em: http://revistaescola.abril.com.br/politicas-publicas/analfabetismo-dez-anos-depois-nao-saimos-lugar697865.shtml. Acesso em 27: mar. 2014 (com supressões).
A palavra 'década' (linha 02) é acentuada pela mesma regra da seguinte palavra:
Questão 26 11921517
CFO-BM 2014De acordo com os estudiosos da temática “Direitos Humanos”, o problema da criminalidade praticada por adolescentes e que impacta a segurança pública da sociedade brasileira pode ser solucionado com a adoção da seguinte medida:
Questão 20 11633991
APMBB 2014Quais são as consequências sociais das transformações no mundo do trabalho nas últimas décadas, marcadas pela intensa racionalização, a introdução de novas tecnologias e flexibilização das relações de trabalho?
Questão 17 11633984
APMBB 2014Para responder à questão, leia o texto a seguir.
De acordo com uma pesquisa realizada pela Fundação Perseu Abramo, a cada 15 segundos uma mulher é agredida no Brasil. Estima-se que mais de dois milhões de mulheres são espancadas a cada ano por maridos ou namorados, atuais ou antigos.
(BRYM, R. J. et al. Sexualidade e gênero. In: BRYM, R. J. et al. Sociologia, sua bússola para um novo mundo. São Paulo: Cengage Learning, 2008)
Sob a perspectiva sociológica, quais são as causas da violência de gênero?
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