Questões de Sociologia
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Questão 33 1589431
FCMMG Demais Cursos 2018/1Desde que a figurinista Susllem Tonani, 28 anos, acusou o ator José Mayer, 57 anos, de assédio sexual, o assunto dominou a mídia e as redes sociais. No mesmo dia, o ator se defendeu dizendo que ela havia confundido as “atitudes machistas do personagem Tião Bezerra” com as dele. Porém, com a pressão popular nas redes, ampliada ainda mais após campanha feita por atrizes e outras profissionais da TV Globo contra o assédio, o ator assumiu suas atitudes e pediu perdão. Se em um local de trabalho os funcionários observam esse tipo de comportamento e não fazem nada a respeito, temos uma cultura de assédio. E isso é prejudicial às pessoas que têm que trabalhar nesse ambiente e não estão à vontade para fazer denúncias.
Sobre essa prática perversa e comum nos ambientes de trabalho, poucas vezes denunciada e punida, é correto afirmar que, EXCETO:
Questão 32 1589429
FCMMG Demais Cursos 2018/1.“Sua comida não é lixo.” O alerta é do Wasteand Resources Action Programme, mais conhecido como Wrap, criado na Grã-Bretanha há 17 anos para combater o desperdício de alimentos. Mas vale também para o Brasil, onde uma carga equivalente a 625 mil caminhões cheios de verduras, frutas, e legumes bons para o consumo vai parar no lixo a cada ano. Este é o tamanho do desperdício de comida no país: 41 mil toneladas anuais.Uma estimativa do Instituto Akatu, que trabalha há 16 anos com ações de incentivo ao consumo consciente, indica que o brasileiro desperdiça, em média, 205 gramas de alimento por dia e que cada família - de três integrantes, de acordo com o padrão do IBGE - joga no lixo mensalmente R$ 171 em alimentos. No que diz respeito ao desafio de reduzir os prejuízos causados pelo desperdício de alimentos, há várias soluções possíveis a serem desenvolvidas com o esforço das famílias brasileiras.
Entre as alternativas abaixo, assinale a que estiver INCORRETA:
Questão 2 1373498
UESB 1° Dia 2018TEXTO:
"Eu me amo, eu me amo, não posso mais viver sem mim": narcisismo, ciberespaço e capitalismo
Caetano Veloso, em tom poético, cantou que
"Narciso acha feio o que não é espelho". O Mito de
Narciso é uma história que nos remete à mitologia
grega, uma história que fala sobre um jovem que, ao
[5] se deparar com sua imagem na lâmina d'água de um
lago, apaixona-se por si mesmo. O mito é utilizado
para fazer referência ao apego de muitas pessoas a si
mesmas. Essas pessoas são geralmente chamadas de
narcisistas ou até mesmo de egocêntricas.
[10] Narcisismo e egocentrismo são dois termos de
grande difusão social, o que se deve à Psicanálise, que
utilizou o mito de Narciso para explicar a dificuldade
de muitas pessoas em adiar suas satisfações, guiadas
por um sentimento de urgência. Daí surgiu o termo
[15] narcisismo, que consiste numa fixação presente nos
primeiros estágios do desenvolvimento humano,
quando somos guiados pela urgência de satisfazer
nossas necessidades. A criança chora e a mãe dá-lhe
o peito. A satisfação quase sempre é imediata. Disso
[20] podem resultar registros mentais que levam à busca
de satisfação imediata, e, no futuro, a pessoa pode se
tornar um adulto que toma a si mesmo como medida
de todas as coisas, ou seja, coloca seu "eu" (ego) como
centro do universo.
[25] Ego é outro termo psicanalítico. Quase um sinônimo
de "eu", o ego seria a estrutura mental responsável por
negociar com o id (inconsciente) quando a satisfação de
nossos desejos ocorrerá. O ego é regido pelo princípio
de realidade, dominado pela razão; já o id é regido pelo
[30] princípio do prazer, da busca de satisfação de desejos
reprimidos. Um ego frágil vai ceder aos impulsos do
id, tendo, portanto, dificuldades de adiar a satisfação
dos desejos e de lidar com frustrações. Deriva dessa
dificuldade o egocentrismo. Daí a aproximação entre os
[35] conceitos de narcisismo e egocentrismo.
Essa propensão à intolerância quase sempre é
produto de esquemas de reforçamento contínuo. Nesse
tipo de esquema, o reforço segue o comportamento
praticamente todas as vezes que ele é emitido e
[40] costuma estar presente em histórias de pessoas
"mimadas", que tiveram de se esforçar muito pouco para
obter a satisfação de suas necessidades e desejos, pois
os pais ou outros membros da família quase sempre
proviam essa satisfação ao menor sinal de alteração
[45] emocional. É sabido que quanto mais imediato um
reforço ocorre depois de um comportamento, maior
a chance de esse comportamento ser fortalecido.
Portanto, a intolerância como padrão comportamental
pode ter relação com o esquema de reforçamento e
[50] com a imediaticidade com a qual os reforços foram
apresentados ao longo da história do indivíduo.
Sendo assim, pessoas podem se tornar reféns do
reforço, tornando-se incapazes de adiar a satisfação
de seus desejos e necessidades. São modeladas não
[55] somente para ser intolerantes às frustrações, como
também para buscar satisfação imediata. Elas se
tornam presas fáceis do ciberespaço, onde a satisfação
pode ser obtida apenas com um clique.
No ciberespaço, tudo parece ser mais fácil. As
[60] amizades são virtuais, sendo assim, os aborrecimentos
podem ser evitados bloqueando ou excluindo alguém
da rede de contatos. O prazer pode ser buscado em
chats e redes sociais.
Talvez seja hora de parar e pensar nos efeitos da
[65] cultura digital sobre o comportamento das pessoas.
Essa cultura não criaria circunstâncias favoráveis para
a modelagem de comportamentos narcisistas? Essa
cultura não favorece o fechamento sobre si mesmo,
de modo que as pessoas passem a entender que se
[70] bastam a si mesmas? Essa cultura não acaba por
favorecer o individualismo? Quais são os efeitos da
obtenção tão facilitada de reforços com apenas um
clique?
Se, na vida real, os reforços podem ser adiados
[75] por causa de uma série de circunstâncias, no
ciberespaço eles são facilmente obtidos. Mas que
tipos de comportamentos estão sendo reforçados?
Comportamentos de não fazer nada, ou de se
empenhar em atividades que concorrem com outras
[80] mais produtivas. Muitas empresas bloqueiam o acesso
a chats e redes sociais, pois navegar em tais redes e
chats afeta o trabalho e a produtividade, acarretando
prejuízos.
Não estaria o mundo digital contribuindo para a
[85] criação de uma cultura do imediatismo? Creio que
não. Talvez esteja apenas fortalecendo contingências
que já operavam no mundo antes de sua existência,
contingências que fazem parte de um mundo capitalista
em que "tempo é dinheiro", um mundo do "just in time",
[90] um mundo regido pela urgência em produzir, pois
existe, de outra parte, a urgência em consumir. Um
mundo, pois, regido por produção versus consumo.
Se produzir com urgência é preciso, pois existe
premência de consumir o que se produz, cria-se um
[95] círculo vicioso em que o consumo é uma satisfação
inadiável e é realizado sem que se pense nas
consequências, sem consciência das contingências
que o determinam. Dessa forma, não se questiona
sobre o que está sendo consumido, pois o que importa
[100] é consumir para obter prazer.
O produto desse ciclo é a construção de pessoas
cada vez menos conscientes dos determinantes
de seu comportamento, incapazes de assumir um
posicionamento crítico sobre seu modo de vida e o
[105] mundo em que vivem, inseridas numa teia de consumo
em que elas mesmas são um produto à venda em
stands reais e virtuais. O não pensar nas consequências
produz pessoas alienadas, enamoradas por seu prazer,
como Narciso por sua imagem refletida no espelho
[110] d'água, pessoas que podem ser descritas com o refrão
da música do Ultraje a Rigor: "Eu me amo, eu me amo,
não posso mais viver sem mim".
Adaptado de Ribeiro, Bruno Alvarenga. "Eu me amo, eu me amo, não posso mais viver sem mim": narcisismo, ciberespaço e capitalismo. Em: http://cafe-com-ciencia.blogspot.com.br/2012/08/eu-me-amoeu-me-amo-nao-posso-mais.html. Acesso em 10.01.2018. Passim.
De acordo com o texto, sobre a diferença entre narcisismo e egocentrismo, está correto o que se afirma em
I. O narcisismo é um sentimento de urgência em obter satisfação; o egocentrismo se caracteriza pela focalização exclusiva em si mesmo.
II. O narcisismo é um modo de buscar compensar a falta de beleza; o egocentrismo implica o desejo de superar limitações pessoais.
III. O narcisismo se revela na intolerância e frustração do indivíduo frente à não satisfação de seus desejos; no egocentrismo, o que se destaca é a ausência de consideração do outro como referência de seus atos.
IV. No narcisismo, há uma insatisfação do indivíduo com sua própria aparência; já no egocentrismo, predomina, na mente do indivíduo, uma visão de inferioridade, que é compensada pelo ensimesmamento e rejeição da realidade objetiva.
V. O narcisismo consiste na busca de resolução imediata e urgente de necessidades pessoais; já o egocentrismo se caracteriza pela centralização do indivíduo em si mesmo como definidor de suas ações, concepções e decisões.
A alternativa em que todas as afirmativas indicadas estão corretas é a
Questão 4 1287192
UVV 2018/1Texto,

O cartum faz uma crítica social.
A partir da análise da figura utilizada e em consonância com a parte verbal do texto, pode-se afirmar que representa um(a)
Questão 16 1128159
Unichristus 2018/1O TEATRO DE RUA
Ao se optar pelo espaço da rua como lugar do teatro, já se está assumindo uma atitude de confronto com a cultura institucional dominante. Para entender a especificidade desse teatro, devemos perceber quatro pontos cruciais: a) a existência de múltiplas interferências acidentais próprias da rua como condicionante do tempo teatral que impõem um uso específico das linguagens do espetáculo; b) um espaço cênico que é o próprio âmbito urbano ressignificado; c) a existência de um público flutuante e acidental que é consequência da mesma porosidade que multiplica a significação do espaço cênico; d) o espaço vivo da rua é múltiplo e é penetrado pelo espetáculo e, ao mesmo tempo, penetra o espetáculo.
André Carreira. Universidade do Estado de Santa Catarina. Adaptado.
Com relação ao teatro de rua, é lícito afirmar que ele é uma
Questão 15 1128105
Unichristus 2018/1O HIP-HOP
Hip-Hop é uma cultura de rua, uma forma de arte e de atitude que conquistou o mundo. É um estilo de vida, de se afirmar como sujeito social, de demarcar um território, valorizar uma identidade cultural e ocupar espaços públicos. Esse movimento faz arte como forma de protesto social, mistura o novo e antigo, o popular e o erudito, a poesia e a paródia, e inventou o Rap (Rithm and Poetry).
A performance do Hip-Hop mistura, em níveis sucessivos, gêneros que, para a cultura ocidental, seriam diferentes e separados (música, poesia, dança, pintura). Para compreender a multidimensionalidade da performance, é necessário fazê-lo em seu contexto social. Nesse caso marginal, cheio de problemas sociais, educacionais e de exclusão social. Esse contexto social é o que dá sentido à performance.
Disponível em: http://obviousmag.org/my_cup_of_tea/2015/04/hip-hop-ecultura-arte-e-atitude.html#ixzz4oLUl2FXZ. Follow us: @obvious on Twitter | obviousmagazine on Facebook
O texto aborda o Hip-Hop.
Sobre esse movimento que envolve música, poesia, dança e pintura, é pertinente afirmar que ele
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