Questões de Sociologia
6.493 Questões
Questão 15 6309418
UVA 2018/2Sobre a escravidão no Brasil do século XIX, não é correto afirmar:
Questão 19 6108483
UEA - Geral 2018A condição essencial da existência e da supremacia da classe burguesa é a acumulação de riquezas nas mãos dos particulares. O progresso da indústria substitui o isolamento dos operários por sua união revolucionária mediante a associação. A burguesia produz, sobretudo, seus próprios coveiros.
(Karl Marx e Friedrich Engels. “O manifesto do Partido Comunista”. In: Textos, vol. III, 1977. Adaptado.)
O Manifesto foi publicado em 1848, período de agitações populares em vários países europeus.
Os autores argumentam que, com a Revolução Industrial,
Questão 43 5832497
PUC- RJ Verão 2018A Austrália, assim como outros 53 países, faz parte do Commonwealth of Nations, uma comunidade de nações que têm em comum uma série de ações e objetivos defendidos pelos desígnios do Reino Unido.
Dos objetivos dessa comunidade, aquele que NÃO deve ser valorizado pelos seus países-membros é a(o)
Questão 7 5709984
UNIEVA Demais Cursos 2018/1Leia o texto a seguir para responder à questão.
'Festas de conserto' pregam o fim do desperdício e preservação
Movimento incentiva as pessoas a economizar e reduzir lixo eletrônico ao ensiná-las a reparar seus produtos em vez de jogá-los fora
Do “Financial Times”
Tradução de Paulo Migliacci
Quando foi a última vez que você consertou algo”?
A globalização nos propiciou produtos importados baratos, o que resultou em deflação de preços e em um ciclo de substituição curto.
Os produtos novos são tão baratos que em geral não compensa, em termos econômicos, pagar para que alguém os conserte caso quebrem. Com o tempo, perdemos gradualmente as capacidades transmitidas pelas gerações precedentes para o conserto de coisas quebradas. Mas a reação começou, como mostram as chamadas festas de “restart”.
O conceito desse movimento, que está em ascensão, é simples: “reparar o nosso relacionamento com os produtos eletrônicos”.
Pessoas levam impressoras, laptops, ventiladores, toca- discos antigos e outros aparelhos quebrados para “consertadores” voluntários, que mostram que seus objetos ainda poderiam durar anos, por meio de consertos simples. O objetivo das festas, organizadas pela empresa britânica Restart Project, não é só gerar economia de dinheiro como ajudar a salvar o planeta.
Os anfitriões das festas “restar” em todo o mundo já impediram que um total de cinco toneladas em aparelhos eletrônicos fossem jogadas no lixo. Isso impressiona — até que você descubra que a previsão para 2018 é que criemos 50 milhões de toneladas em resíduos, com aparelhos eletrônicos descartados.
Hoje em dia, há legiões de pessoas online ensinando como consertar as coisas, em lugar de jogá-las fora. Há até uma hashtag no Twitter, HSOS-Restart, que as pessoas empregam para publicar fotos de objetos com defeitos complicados, na esperança de obter conselhos da comunidade dos consertadores.
O site estadunidense iFixit.org se define como o manual de reparos grátis da internet, e seu conteúdo, com vídeos e manuais de instrução, ensina como fazer reparos. Os mais de 600 mil membros da comunidade exigem o “direito de consertar” as coisas que compram.
“Quando você paga por um produto, o fabricante não deveria ter o direito de ditar como você deve usá-lo”, o site afirma. “Mas é exatamente isso que alguns fabricantes tentam. É uma prática comum recusar o fornecimento de peças, ferramentas e instruções aos consumidores e pequenas oficinas de consertos.”
O iFixit afirma que isso alimenta a cultura do descarte. Mas reciclagem nem sempre é a resposta, diz o site. O argumento é que o imenso volume de resíduos de aparelhos elétricos torna a reciclagem insustentável em longo prazo “e muito menos ecológica do que alguns fabricantes gostariam de levá-lo a acreditar”.
Folha de S. Paulo, 20 ago. 2017, Mercado, p. A22. (Adaptado)
Segundo o texto, a indústria de aparelhos eletrônicos
Questão 59 5562795
UFMS PASSE - 3ª Etapa 2018-2020Leia o texto a seguir.
“Na percepção social contemporânea, a autonomização entre política e ética conduz ao discurso desqualificador da política, trazendo ao quotidiano geral discussões “contra” a política, não “sobre” política. Considerada lugar próprio para os descalabros do funcionamento dos governos, ou da falta de decoro de governantes e políticos, administradores e funcionários, a política paulatinamente se torna um lugar que poucas “pessoas de bem” frequentam. Na consciência difusa da sociedade, ser ético, agir eticamente, corresponde a bem saber separar interesses individuais de coletivos, gerenciar as instituições públicas longe de amigos e não usar os familiares na partilha de recursos públicos (...)”
MENEZES, Marilde Loiola. Ética na política brasileira. Disponível em: http://www.anpocs.org/portal/index.php? option=com_docman&task=doc_view&gid=4862&Itemid=357. Acesso em: 11 dez. 2020.
O texto é fragmento de um artigo científico sobre os valores éticos na política brasileira.
Nele, é correto afirmar que há:
Questão 35 5332389
UFVJM 2018.2A autora Lilia Schwarcz trata da construção do argumento racial após a abolição da escravidão (1888) e o advento da República (1889).
Interessa compreender como o argumento racial foi política e historicamente construído nesse momento, assim como o conceito de raça, que além de sua definição biológica acabou recebendo uma interpretação, sobretudo social.
[...]
É nesse sentido que o tema racial, apesar de suas implicações negativas, se transforma em um novo argumento de sucesso para o estabelecimento das diferenças sociais.
Fonte: SCHWARCZ, Lilia Moritz. O Espetáculo das Raças: Cientistas, Instituições e Questão Racial no Brasil (1870-1930). SP: Cia das Letras, 1993. p.23-24
Sobre a interpretação social do conceito de raça expresso no fragmento citado, é possível afirmar que:
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