Questões de Sociologia
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Questão 35 15029252
UNITINS Prova 2 2025/1Feed zero é um fenômeno da Geração Z que aponta para rejeição à ampla exposição, permanência online e excesso de rastros digitais de jovens no Instagram, no Facebook e X (antigo Twitter). Na prática, esse movimento indica que pessoas nascidas entre 1997 e 2012 estão postando cada vez menos conteúdos nos próprios feeds das redes sociais. Embora continuem presentes e interajam ativamente nessas plataformas com frequência, muitos deles publicam pouco ou quase nada em seus perfis, dando preferência a conteúdos temporários, como os stories. [...]
É importante lembrar que muitos desses jovens cresceram com acesso ilimitado à internet, em um período no qual a interação social e a presença online se tornaram centrais em seu cotidiano desde a infância ou adolescência. Essa dinâmica impacta diretamente suas experiências online, resultando, em muitos casos, na desilusão com as redes sociais. A frustração está ligada a diversos fatores, como, por exemplo, a cultura das hierarquias tóxicas, que se baseiam no número de curtidas, seguidores e outras métricas de validação social. Além disso, a exposição frequente a conteúdos como clickbaits e postagens superficiais, que continuam a atrair a curiosidade de públicos mais velhos, também são rejeitados pela juventude, mais interessada em interações e conteúdos considerados autênticos.
Uma das principais características da Gen Z na internet é o uso intenso de ferramentas como stories, no Instagram ou publicações efêmeras no Snapchat, onde o conteúdo desaparece após 24 horas. As interações temporárias se tornam mais comuns do que as postagens fixas, que ficam no feed para visualização permanente. Esse padrão está associado ao desejo de controlar a exposição online, evitando o acúmulo de rastros digitais que possam ser revistos ou julgados no futuro. Isso cria uma sensação de maior liberdade e privacidade, permitindo que compartilhem momentos de forma espontânea.
Outra tendência da Geração Z é o fenômeno “feed zero”, ou seja, o hábito de não publicar muitos conteúdos permanentes em seus perfis. Grande parte desses jovens prefere uma presença online mais sutil, compartilhando fragmentos de suas vidas que logo desaparecem, sem criar registros permanentes. Em vez de publicar no feed principal, costumam interagir por comentários, mensagens diretas e conteúdos efêmeros.
O padrão é o oposto do comportamento dos Millennials, geração anterior que tende a usar as plataformas sociais como vitrines de seus melhores momentos ou portfólios pessoais. A Geração Z, por outro lado, parece menos preocupada com a validação social e mais consciente dos efeitos de longo prazo da superexposição. Isso se traduz em uma tendência a compartilhar menos momentos pessoais de forma duradoura, preferindo interações espontâneas e informais, como o uso de memes, publicações instantâneas em plataformas como o TikTok e conteúdo que se esgota rapidamente.
O foco dos mais novos está na autenticidade e na fluidez, ao contrário do estilo de vida mais “curado” e editado da geração anterior. A pressão por perfeição e o medo de exposição excessiva também podem explicar em parte essa mudança, já que a Gen Z cresceu em uma era de vigilância constante, na qual erros e momentos embaraçosos podem ser capturados e compartilhados instantaneamente com milhares de pessoas. Essa diferença na forma de se relacionar com as redes sociais também pode ser vista como uma resposta à saturação de conteúdo, que modifica os hábitos de consumo de conteúdo e até mesmo as expectativas em relação às redes sociais.
Disponível em: https://epocanegocios.globo.com/. Acesso em: 25 out. 2024.
No trecho “Essa diferença na forma de se relacionar com as redes sociais também pode ser vista como uma resposta à saturação de conteúdo”, a expressão “saturação de conteúdo” se refere ao
Questão 32 15029169
UNITINS Prova 2 2025/1Feed zero é um fenômeno da Geração Z que aponta para rejeição à ampla exposição, permanência online e excesso de rastros digitais de jovens no Instagram, no Facebook e X (antigo Twitter). Na prática, esse movimento indica que pessoas nascidas entre 1997 e 2012 estão postando cada vez menos conteúdos nos próprios feeds das redes sociais. Embora continuem presentes e interajam ativamente nessas plataformas com frequência, muitos deles publicam pouco ou quase nada em seus perfis, dando preferência a conteúdos temporários, como os stories. [...]
É importante lembrar que muitos desses jovens cresceram com acesso ilimitado à internet, em um período no qual a interação social e a presença online se tornaram centrais em seu cotidiano desde a infância ou adolescência. Essa dinâmica impacta diretamente suas experiências online, resultando, em muitos casos, na desilusão com as redes sociais. A frustração está ligada a diversos fatores, como, por exemplo, a cultura das hierarquias tóxicas, que se baseiam no número de curtidas, seguidores e outras métricas de validação social. Além disso, a exposição frequente a conteúdos como clickbaits e postagens superficiais, que continuam a atrair a curiosidade de públicos mais velhos, também são rejeitados pela juventude, mais interessada em interações e conteúdos considerados autênticos.
Uma das principais características da Gen Z na internet é o uso intenso de ferramentas como stories, no Instagram ou publicações efêmeras no Snapchat, onde o conteúdo desaparece após 24 horas. As interações temporárias se tornam mais comuns do que as postagens fixas, que ficam no feed para visualização permanente. Esse padrão está associado ao desejo de controlar a exposição online, evitando o acúmulo de rastros digitais que possam ser revistos ou julgados no futuro. Isso cria uma sensação de maior liberdade e privacidade, permitindo que compartilhem momentos de forma espontânea.
Outra tendência da Geração Z é o fenômeno “feed zero”, ou seja, o hábito de não publicar muitos conteúdos permanentes em seus perfis. Grande parte desses jovens prefere uma presença online mais sutil, compartilhando fragmentos de suas vidas que logo desaparecem, sem criar registros permanentes. Em vez de publicar no feed principal, costumam interagir por comentários, mensagens diretas e conteúdos efêmeros.
O padrão é o oposto do comportamento dos Millennials, geração anterior que tende a usar as plataformas sociais como vitrines de seus melhores momentos ou portfólios pessoais. A Geração Z, por outro lado, parece menos preocupada com a validação social e mais consciente dos efeitos de longo prazo da superexposição. Isso se traduz em uma tendência a compartilhar menos momentos pessoais de forma duradoura, preferindo interações espontâneas e informais, como o uso de memes, publicações instantâneas em plataformas como o TikTok e conteúdo que se esgota rapidamente.
O foco dos mais novos está na autenticidade e na fluidez, ao contrário do estilo de vida mais “curado” e editado da geração anterior. A pressão por perfeição e o medo de exposição excessiva também podem explicar em parte essa mudança, já que a Gen Z cresceu em uma era de vigilância constante, na qual erros e momentos embaraçosos podem ser capturados e compartilhados instantaneamente com milhares de pessoas. Essa diferença na forma de se relacionar com as redes sociais também pode ser vista como uma resposta à saturação de conteúdo, que modifica os hábitos de consumo de conteúdo e até mesmo as expectativas em relação às redes sociais.
Disponível em: https://epocanegocios.globo.com/. Acesso em: 25 out. 2024.
O fenômeno do “feed zero” reflete uma mudança nos padrões de uso das redes sociais entre a geração Z. Esse comportamento, segundo o texto, contrasta com o dos Millennials, que
Questão 31 15029147
UNITINS Prova 2 2025/1Feed zero é um fenômeno da Geração Z que aponta para rejeição à ampla exposição, permanência online e excesso de rastros digitais de jovens no Instagram, no Facebook e X (antigo Twitter). Na prática, esse movimento indica que pessoas nascidas entre 1997 e 2012 estão postando cada vez menos conteúdos nos próprios feeds das redes sociais. Embora continuem presentes e interajam ativamente nessas plataformas com frequência, muitos deles publicam pouco ou quase nada em seus perfis, dando preferência a conteúdos temporários, como os stories. [...]
É importante lembrar que muitos desses jovens cresceram com acesso ilimitado à internet, em um período no qual a interação social e a presença online se tornaram centrais em seu cotidiano desde a infância ou adolescência. Essa dinâmica impacta diretamente suas experiências online, resultando, em muitos casos, na desilusão com as redes sociais. A frustração está ligada a diversos fatores, como, por exemplo, a cultura das hierarquias tóxicas, que se baseiam no número de curtidas, seguidores e outras métricas de validação social. Além disso, a exposição frequente a conteúdos como clickbaits e postagens superficiais, que continuam a atrair a curiosidade de públicos mais velhos, também são rejeitados pela juventude, mais interessada em interações e conteúdos considerados autênticos.
Uma das principais características da Gen Z na internet é o uso intenso de ferramentas como stories, no Instagram ou publicações efêmeras no Snapchat, onde o conteúdo desaparece após 24 horas. As interações temporárias se tornam mais comuns do que as postagens fixas, que ficam no feed para visualização permanente. Esse padrão está associado ao desejo de controlar a exposição online, evitando o acúmulo de rastros digitais que possam ser revistos ou julgados no futuro. Isso cria uma sensação de maior liberdade e privacidade, permitindo que compartilhem momentos de forma espontânea.
Outra tendência da Geração Z é o fenômeno “feed zero”, ou seja, o hábito de não publicar muitos conteúdos permanentes em seus perfis. Grande parte desses jovens prefere uma presença online mais sutil, compartilhando fragmentos de suas vidas que logo desaparecem, sem criar registros permanentes. Em vez de publicar no feed principal, costumam interagir por comentários, mensagens diretas e conteúdos efêmeros.
O padrão é o oposto do comportamento dos Millennials, geração anterior que tende a usar as plataformas sociais como vitrines de seus melhores momentos ou portfólios pessoais. A Geração Z, por outro lado, parece menos preocupada com a validação social e mais consciente dos efeitos de longo prazo da superexposição. Isso se traduz em uma tendência a compartilhar menos momentos pessoais de forma duradoura, preferindo interações espontâneas e informais, como o uso de memes, publicações instantâneas em plataformas como o TikTok e conteúdo que se esgota rapidamente.
O foco dos mais novos está na autenticidade e na fluidez, ao contrário do estilo de vida mais “curado” e editado da geração anterior. A pressão por perfeição e o medo de exposição excessiva também podem explicar em parte essa mudança, já que a Gen Z cresceu em uma era de vigilância constante, na qual erros e momentos embaraçosos podem ser capturados e compartilhados instantaneamente com milhares de pessoas. Essa diferença na forma de se relacionar com as redes sociais também pode ser vista como uma resposta à saturação de conteúdo, que modifica os hábitos de consumo de conteúdo e até mesmo as expectativas em relação às redes sociais.
Disponível em: https://epocanegocios.globo.com/. Acesso em: 25 out. 2024.
De acordo com o texto, o fenômeno do “feed zero” se caracteriza por
Questão 40 15018528
UNITINS Prova 1 2025/1Cansados do ‘Instagramável’?
A movimentação da gen z pode estar atrelada ao fim do conceito de “Instagramável”, ou seja, do desejo de querer mostrar uma vida perfeita, e, muitas vezes, falsa, o que seria um passo positivo ao combate aos danos à saúde mental.
Inagaki observou a tendência do feed zero como uma busca pela volta da autenticidade perdida quando todos são ‘iguais’ nas redes sociais.
“Representa uma reação à fadiga catalisada por timelines repletas de fotos ‘perfeitas’ retratando momentos ‘perfeitos’ que todos já intuem que não existem. Tendências recentes como a onda das ‘ugly selfies’ refletiram nas redes a vontade de resgatar uma autenticidade que se perdeu. Nada soa mais legal do que só atualizar as redes sociais se e quando desejar”, explica ele.
Se não no feed, onde?
Claro, a geração Z continua conectada, mas de uma forma diferente.
Contas secundárias, conhecidas como ‘dix’, ‘spam’, ‘zuado’, ‘daily’, ou ‘privado’, são uma forma mais íntima que possuem de estar em contato com sua comunidade. Em geral, nessas contas privadas, eles só aceitam amigos próximos, quem realmente faz parte do dia a dia. Dentro dessa seleção de pessoas, há mais um filtro, o recurso dos melhores amigos do Instagram, que permite publicações nos stories e no feed para seguidores ainda mais selecionados.
“Eu quase não uso meu perfil pessoal, só o ‘privado’ e nem lá eu posto, uso mais os melhores amigos, mesmo”, comentou Fabrizio.
Rafaela também compartilhou a mesma sensação de seletividade.
“Na minha faixa etária esses tipos de contas são bem fortes, e ter uma, apenas com pessoas próximas e escolhidas, cuidadosamente, por mim, me faz querer compartilhar a vida apenas por lá”.
Isso, claro, forçou mudanças também no Instagram. Também à NPR, o CEO do Instagram, Adam Mosseri, admitiu a ‘queda’ do uso do feed e disse que o aplicativo está investindo mais nos recursos das DMs que, juntamente com os stories, foram as áreas da rede social que tiveram mais crescimento.
“Os adolescentes passam muito mais tempo nas DMs do que passam nos stories, e ficam muito mais tempo nos stories do que ficam no feed”, disse Mosseri.
Disponível em: https://www.estadao.com.br. Acesso em: 29 out. 2024.
O texto menciona a reação da geração Z ao conceito de “Instagramável”. Essa mudança é vista como positiva por alguns autores.
Considerando essa afirmação, uma possível consequência dessa mudança de comportamento nas redes sociais seria
Questão 45 15018421
UNESPAR 2025Considerando as perspectivas sociológicas discutidas por Émile Durkeim (1858– 1917) e Max Weber (1864– 1920), assinale a alternativa que melhor representa os pressupostos durkeimiano e weberiano, respectivamente, que tratam da justificação da organização social:
Questão 29 15012174
UNEMAT 2025/1Traição, culpa e o direito ao esquecimento
A rede social é um ambiente fértil para o pior das pessoas. Onde se planta chorume, o que nasce é bate-boca, ranço e ansiedade. Para transitar no umbral digital você precisa ter um preparo emocional muito forte, ou então, vai sair de lá pingando ódio, num peculiar estado de esgotamento.
Fiquei impressionada com o poder dos haters na história da Iza (caso você esteja vivendo em Marte ou não se informe por meios virtuais, Iza é a cantora que foi traída pelo namorado, um jogador do Mirassol, aos 6 meses de gravidez). Já tinha visto movimentos parecidos em outros casos de grande comoção feminina nas redes, e não por acaso, com outro jogador de futebol – neste caso um mundialmente famoso com legiões de seguidores fiéis. Quase uma seita.
Iza, ao saber dos prints das conversas bem íntimas do seu boy desaplaudido com uma moça, veio a público e imediatamente disse que não eram mais um casal. Nada de novo sob o sol, se ela não estivesse grávida, um momento delicado e profundamente sensível na vida de qualquer mulher. Imediatamente, as redes sociais foram inundadas de vídeos de apoio a ela. No dia seguinte, os haters viraram a narrativa: disseram que Iza tinha traído o ex-marido com esse cara, e a traição era, portanto, a “lei do retorno”. De Maria Madalena a Geni, a sociedade sempre terá uma pedra na mão para jogar na mulher, mesmo que ela tenha razão. Traída ou traidora, não importa a posição que você ocupe, a culpa sempre será sua, e o castigo agora vem da rede social.
NAUJORKS, Jaqueline. Disponível em: https://primeirapagina.com.br/comportamento/traicao-culpa-e-o-direito-ao-esquecimento/. Acesso: 12 de out. de 2024. (Fragmento adaptado).
No trecho acima, a responsabilidade feminina ocorre na perspectiva de que
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