Estuda.com Estuda.com
  • Meu painel
  • Treinar
      Questões
    • Questões
    • Lista de exercícios
    • Provas
    • Simulados TRI
    • Simulados
    • Redações
    • Temas de redações
  • Estudar
      Plano de estudo
    • Cronograma de Estudos
    • Trilha de Estudo
    • Aulas
    • Videoaulas
    • Aulas ao vivo
    • Inteligência Artificial
    • Plano Adaptativo (via IA)
    • Duda IA
    • Conteúdos Gratuitos
    • Blogs e Ebooks
    • Resumos
  • Desempenho
      Desempenho
    • Meu Desempenho
    • Raio-X ENEM
    • Simulador SISU
  • Desafios
      Desafios
    • Ranking
    • Medalhas
    • Desafios da Duda
  • Login Criar conta grátis
    Estuda.com
  • Login Criar conta grátis

  • Meu painel
  • Treinar
      Questões
    • Questões
    • Lista de exercícios
    • Provas
    • Simulados TRI
    • Simulados
    • Redações
    • Temas de redações
  • Estudar
      Plano de estudo
    • Cronograma de Estudos
    • Trilha de Estudo
    • Aulas
    • Videoaulas
    • Aulas ao vivo
    • Inteligência Artificial
    • Plano Adaptativo (via IA)
    • Duda IA
    • Conteúdos Gratuitos
    • Blogs e Ebooks
    • Resumos
  • Desempenho
      Desempenho
    • Meu Desempenho
    • Raio-X ENEM
    • Simulador SISU
  • Desafios
      Desafios
    • Ranking
    • Medalhas
    • Desafios da Duda

  • Notificações 20
    • ⚠️⚠️⚠️ EI, VOCÊ JÁ COMEÇOU O SIMULADO?
      É sua chance de descobrir sua nota no modelo TRI e concorrer a uma bolsa 100% da Estuda.
    • 🚨🚨🚨 NOTÍCIA URGENTE!
      Assine hoje com 30% OFF e ganhe a Apostila Assuntos que mais caem no Enem. Use cupom ENEM!
    • 🚨 2º SIMULADO ENEM DISPONÍVEL, VEMMMM
      Realize as provas do 2º Simulado Enem 2026 e teste seu desempenho para a prova oficial.
    • 🤔 Se o Enem fosse hoje...
      Qual seria sua nota? Participe do 2º Simulado Enem 2026, receba seu diagnóstico e descubra
    • 🎁 R$ 263 OFF LIBERADO SÓ PARA VOCÊ!
      Resgate HOJE e LEVE DE GRAÇA a Apostila Assuntos que mais caem no Enem. ÚLTIMOS DIAS!
    • 🚨 PRESENTÃO EXCLUSIVO PRA VOCÊ!
      R$ 307 DE DESCONTO nos nossos planos + ALMANAQUE ENEM DE GRAÇA. Válido só HOJE. Corre!
    • 🚨 URGENTE!!!
      Você GANHOU R$ 281 OFF + Manual de Redação Enem 2026. Últimos dias para resgatar, corre!
    • ⚠️ ÚLTIMO DIAAAA DO 08.08 ESTENDIDO
      Você só tem até às 23h59 de HOJE pra resgatar 50% OFF no seu plano preferido. Vai ignorar?
    • 🚨🚨🚨 ACABANDO EM BREVE...
      Correeee que tá acabando sua chance de assinar um dos nossos planos com 50% DE DESCONTO!
    • 😱 APROVAÇÃO NO ENEM = 50% DE DESCONTO!
      É quase uma Black Friday antecipada. Corre pra assinar seu plano com 50% DE DESCONTO!
    • 😱 DESCONTAÇO DO 08.08!
      Por tempo limitado, você tem 50% OFF para assinar o PLANO da sua APROVAÇÃO no Enem. Corre!
    • 👀 Coloque alarme pra amanhã!
      Nosso 08.08 vem com uma condição ANTECIPADA, IMPERDÍVEL e EXCLUSIVA pra você. Não perde!
    • 🎁 PRESENTE PRA VOCÊ!
      35% OFF + Manual de Redação Enem 2026 no plano Aprovado com acesso até o fim do ano!
    • 🟢 A SEGUNDA AULA DO DIA COMEÇOU!
      O prof. Fernando está AO VIVO ensinando como passar no Enem em 100 dias, vem!
    • 🚨🚨🚨 O PROFINHO ESTÁ AO VIVO!
      Corre no YouTube pra conferir os 7 repertórios para TODOS os temas da redação do Enem 2026
    • 🟢 ESTAMOS AO VIVO, VEM!
      Clique no link e participe da aula de Mindfulness e Meditação Guiada antes do aulão!
    • ⚠️ AO VIVO EM 15 MINUTOS!
      17h30 entramos ao vivo no YouTube com Mindfulness + 7 repertórios de Redação, não perde!
    • 😔 Acho que você tá esquecendo algo...
      Seu desconto de 35% OFF + 3 APOSTILAS DE PRESENTE acaba às 23h59 e você vai MESMO perder?
    • 👀 VAI IGNORAR MESMO R$ 307 DE DESCONTO?
      Use o cupom FERIAS e desbloqueie TRÊS BENEFÍCIOS EXTRAS AGORA! Último dia!!!
    • 🚨 OFERTA RELÂMPAGO VÁLIDA ATÉ AMANHÃ!
      Assine seu plano preferido com 35% OFF e GANHE uma apostila com TOP Temas de Redação!
    • Marcar tudo como lido
Cadastre-se grátis e treine com questões, provas, exercícios e muito mais → CADASTRAR AGORA
Descubra um novo jeito de estudar com a Estuda.com
Já tenho conta Criar conta
Google
- A senha deve conter no mínimo 5 caracteres.
*Usaremos o número de WhatsApp fornecido para contatos referentes a sua compra e/ou comunicações sobre o plano adquirido.
Ao fazer seu cadastro você concorda com nossos Termos de uso e Políticas da Estuda.com
Google
*Usaremos o número de WhatsApp fornecido para contatos referentes a sua compra e/ou comunicações sobre o plano adquirido.
Esqueceu a senha?
[Marketing] Questao Topo - deslogado

Questões de Sociologia

Filtro rápido

6.493 Questões

Marca Texto
Modo Escuro
Fonte

Questão 34 15035611
Fácil 00:00

UNITINS Prova 2 2025/2
  • Sociologia
  • Sugira
  • Cultura Trabalho e Estratificação Social
  • Cultura e Sociedade Emprego e Desemprego
  • Internet (Redes e Fakenews)
  • Exibir tags
Resolução comentada

Humanidade x máquinas

Cyntia Silva

 

    A relação entre humanidade e máquinas sempre foi cercada de esperança e assombro. Instrumentos, ferramentas, robôs e sistemas, ao mesmo que têm sido criados para nos libertar de trabalho pesado e superar nossos limites físicos - trazendo esperança de mais tempo livre para o “ócio criativo” -, provocam pavor e ira quando nos tiram o trabalho e ampliam o desemprego. Não à toa, os ludistas no início da Revolução Industrial movimentavam-se para quebrar as máquinas que “roubavam” seus empregos.

    O fetiche sobre essa relação com as máquinas encontra registro em narrativas na literatura e no cinema, nas quais robôs substituem os humanos para o bem e para o mal. Como exemplo de histórias que têm nos fascinado, cito: Eu, robô; O homem bicentenário; Ela; Blade Runner - o caçador de androides; O exterminador do futuro; Inteligência Artificial; Black Mirror, entre tantas outras.

    Minha geração está nessa transição entre o analógico e o digital (nasci em 1966). Adoro um livro impresso e escrever à mão; mas consigo ler no Kindle, crio vídeos e podcasts e acompanho as novidades digitais.

    De forma empírica, já percebemos os reflexos da vida digital em nossa capacidade de concentração; e pesquisas em áreas como neurociência, psicologia e sociologia já apontam os impactos biológicos das gerações expostas à intensidade tecnológica, como a dificuldade de desenvolver o foco e o senso crítico e de aprofundar as habilidades de leitura e escrita.

A quantidade de pessoas conectadas em seus dispositivos eletrônicos acreditando em notícias falsas e as repassando sem qualquer critério alastra-se, inclusive, no meio de pessoas que tiveram acesso à educação formal de nível superior. A extrema-direita cresce em diversas partes do mundo surfando nessa desconexão e alienação a que muitos estão expostos.

Outro elemento para o qual precisamos estar atentos é para o uso inadequado dessas plataformas de Inteligência Artificial. Já que o texto imita as características humanas, como diferenciar a autoria? Como evitar a cola no ambiente escolar? Proibir? Adaptar o ensino para essa realidade? Utilizar outras formas de desenvolver o senso crítico nos alunos? Trazer a plataforma para a sala de aula? Como fazer para que os alunos aprendam os conteúdos e não apenas gerem trabalhos de forma automática para cumprir tarefas de forma mecânica?

    Além dessas questões, existem outras tantas de natureza ética e política. Uma vez que as informações disponíveis em tal sistema são alimentadas por programações de funcionários e algoritmos dos usuários, elas não são neutras. Como diferenciar autoria e plágio?

    Outro risco grave é o aumento da desinformação e acesso a conteúdos inapropriados, já que o sistema baseia-se em conteúdos produzidos na rede. Como distinguir a veracidade das informações? Como fazer a checagem delas? A quem cabe dizer o que é ou não fake news? Debater de forma ampla sobre essas questões é fundamental, nesses tempos em que a extrema-direita tem usado e abusado da crescente desinformação social para manipulação política.

    Enquanto para uns, o ChatGPT é saudado como uma forma de diminuir a quantidade de trabalho; outros já sentem o efeito delas com a perda de seus trabalhos. Uma vez que a ferramenta produz textos adequados para alguns contextos, ela pode tornar descartáveis as pessoas adeptas do “copia e cola”, pois, afinal, a qualidade do texto da máquina, nesses casos, seria superior; inclusive sem incorreções gramaticais.

    Leio textos de alunos(as) de vários meios, formações e idades e tenho percebido a dificuldade crescente das pessoas em se comunicar por escrito. Um exemplo relatado por jovens da cidade onde vivo (Florianópolis SC) aconteceu no vestibular aplicado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), no final do ano passado. Como a instituição tem percebido uma crescente produção de redações pré-formatadas e engessadas, com reflexo imediato na queda da qualidade da escrita dos estudantes que ingressam na universidade, excluiu da última prova de redação a possibilidade de os candidatos escreverem uma dissertação. A partir do tema proposto, eles deveriam escolher entre carta, manifesto ou crônica, o que exigiu mais flexibilidade linguística. Pelo que se soube, o objetivo da banca era selecionar os alunos que não se prendiam a modelos-padrão de texto.

    Com certeza, tais ferramentas de inteligência artificial são bastante sedutoras. Contudo defendo que “pensar fora da caixa” e desenvolver muito o senso crítico ainda são o caminho para lidar com as mudanças. Em alguma medida, sabemos que essas são inevitáveis, mas temos de resistir e espernear para manter viva a nossa humanidade, mantendo tais plataformas e soluções apenas na função de meios e ferramentas; não enxergando nelas o objetivo final.

     [...]

    A leitura e a escrita, bem como e o ensino delas ficaria, então, a cargo de robôs? O que sobraria para o ser humano? O que permanece inalterado? Como nos ensina a Filosofia, fazer perguntas é uma habilidade que temos que exercitar diariamente. Portanto, precisamos ligar todos os alertas ao máximo! Caso contrário, iremos alegres e saltitantes rumo ao abismo da barbárie.

O que você acha? Isso é papo de uma professora velha e analógica?

Disponível em: http://ofpalavra.com.br. Acesso em: 14 maio 2025.

Quando a autora afirma que “a extrema-direita cresce em diversas partes do mundo surfando nessa desconexão e alienação”, ela está

Vídeos associados (8) Ver comentários

Questão 33 15035609
Fácil 00:00

UNITINS Prova 2 2025/2
  • Sociologia
  • Sugira
  • Cultura Trabalho e Estratificação Social
  • Cultura e Sociedade Emprego e Desemprego
  • Internet (Redes e Fakenews)
  • Exibir tags
Resolução comentada

Humanidade x máquinas

Cyntia Silva

 

    A relação entre humanidade e máquinas sempre foi cercada de esperança e assombro. Instrumentos, ferramentas, robôs e sistemas, ao mesmo que têm sido criados para nos libertar de trabalho pesado e superar nossos limites físicos - trazendo esperança de mais tempo livre para o “ócio criativo” -, provocam pavor e ira quando nos tiram o trabalho e ampliam o desemprego. Não à toa, os ludistas no início da Revolução Industrial movimentavam-se para quebrar as máquinas que “roubavam” seus empregos.

    O fetiche sobre essa relação com as máquinas encontra registro em narrativas na literatura e no cinema, nas quais robôs substituem os humanos para o bem e para o mal. Como exemplo de histórias que têm nos fascinado, cito: Eu, robô; O homem bicentenário; Ela; Blade Runner - o caçador de androides; O exterminador do futuro; Inteligência Artificial; Black Mirror, entre tantas outras.

    Minha geração está nessa transição entre o analógico e o digital (nasci em 1966). Adoro um livro impresso e escrever à mão; mas consigo ler no Kindle, crio vídeos e podcasts e acompanho as novidades digitais.

    De forma empírica, já percebemos os reflexos da vida digital em nossa capacidade de concentração; e pesquisas em áreas como neurociência, psicologia e sociologia já apontam os impactos biológicos das gerações expostas à intensidade tecnológica, como a dificuldade de desenvolver o foco e o senso crítico e de aprofundar as habilidades de leitura e escrita.

A quantidade de pessoas conectadas em seus dispositivos eletrônicos acreditando em notícias falsas e as repassando sem qualquer critério alastra-se, inclusive, no meio de pessoas que tiveram acesso à educação formal de nível superior. A extrema-direita cresce em diversas partes do mundo surfando nessa desconexão e alienação a que muitos estão expostos.

Outro elemento para o qual precisamos estar atentos é para o uso inadequado dessas plataformas de Inteligência Artificial. Já que o texto imita as características humanas, como diferenciar a autoria? Como evitar a cola no ambiente escolar? Proibir? Adaptar o ensino para essa realidade? Utilizar outras formas de desenvolver o senso crítico nos alunos? Trazer a plataforma para a sala de aula? Como fazer para que os alunos aprendam os conteúdos e não apenas gerem trabalhos de forma automática para cumprir tarefas de forma mecânica?

    Além dessas questões, existem outras tantas de natureza ética e política. Uma vez que as informações disponíveis em tal sistema são alimentadas por programações de funcionários e algoritmos dos usuários, elas não são neutras. Como diferenciar autoria e plágio?

    Outro risco grave é o aumento da desinformação e acesso a conteúdos inapropriados, já que o sistema baseia-se em conteúdos produzidos na rede. Como distinguir a veracidade das informações? Como fazer a checagem delas? A quem cabe dizer o que é ou não fake news? Debater de forma ampla sobre essas questões é fundamental, nesses tempos em que a extrema-direita tem usado e abusado da crescente desinformação social para manipulação política.

    Enquanto para uns, o ChatGPT é saudado como uma forma de diminuir a quantidade de trabalho; outros já sentem o efeito delas com a perda de seus trabalhos. Uma vez que a ferramenta produz textos adequados para alguns contextos, ela pode tornar descartáveis as pessoas adeptas do “copia e cola”, pois, afinal, a qualidade do texto da máquina, nesses casos, seria superior; inclusive sem incorreções gramaticais.

    Leio textos de alunos(as) de vários meios, formações e idades e tenho percebido a dificuldade crescente das pessoas em se comunicar por escrito. Um exemplo relatado por jovens da cidade onde vivo (Florianópolis SC) aconteceu no vestibular aplicado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), no final do ano passado. Como a instituição tem percebido uma crescente produção de redações pré-formatadas e engessadas, com reflexo imediato na queda da qualidade da escrita dos estudantes que ingressam na universidade, excluiu da última prova de redação a possibilidade de os candidatos escreverem uma dissertação. A partir do tema proposto, eles deveriam escolher entre carta, manifesto ou crônica, o que exigiu mais flexibilidade linguística. Pelo que se soube, o objetivo da banca era selecionar os alunos que não se prendiam a modelos-padrão de texto.

    Com certeza, tais ferramentas de inteligência artificial são bastante sedutoras. Contudo defendo que “pensar fora da caixa” e desenvolver muito o senso crítico ainda são o caminho para lidar com as mudanças. Em alguma medida, sabemos que essas são inevitáveis, mas temos de resistir e espernear para manter viva a nossa humanidade, mantendo tais plataformas e soluções apenas na função de meios e ferramentas; não enxergando nelas o objetivo final.

     [...]

    A leitura e a escrita, bem como e o ensino delas ficaria, então, a cargo de robôs? O que sobraria para o ser humano? O que permanece inalterado? Como nos ensina a Filosofia, fazer perguntas é uma habilidade que temos que exercitar diariamente. Portanto, precisamos ligar todos os alertas ao máximo! Caso contrário, iremos alegres e saltitantes rumo ao abismo da barbárie.

O que você acha? Isso é papo de uma professora velha e analógica?

Disponível em: http://ofpalavra.com.br. Acesso em: 14 maio 2025.

No trecho “De forma empírica, já percebemos os reflexos da vida digital em nossa capacidade de concentração...” (em destaque no texto), o parágrafo seguinte se conecta com esse trecho ao

Vídeos associados (8) Ver comentários

Questão 32 15035600
Fácil 00:00

UNITINS Prova 2 2025/2
  • Sociologia
  • Sugira
  • Cultura Trabalho e Estratificação Social
  • Cultura e Sociedade Emprego e Desemprego
  • Internet (Redes e Fakenews)
  • Exibir tags
Resolução comentada

Humanidade x máquinas

Cyntia Silva

 

    A relação entre humanidade e máquinas sempre foi cercada de esperança e assombro. Instrumentos, ferramentas, robôs e sistemas, ao mesmo que têm sido criados para nos libertar de trabalho pesado e superar nossos limites físicos - trazendo esperança de mais tempo livre para o “ócio criativo” -, provocam pavor e ira quando nos tiram o trabalho e ampliam o desemprego. Não à toa, os ludistas no início da Revolução Industrial movimentavam-se para quebrar as máquinas que “roubavam” seus empregos.

    O fetiche sobre essa relação com as máquinas encontra registro em narrativas na literatura e no cinema, nas quais robôs substituem os humanos para o bem e para o mal. Como exemplo de histórias que têm nos fascinado, cito: Eu, robô; O homem bicentenário; Ela; Blade Runner - o caçador de androides; O exterminador do futuro; Inteligência Artificial; Black Mirror, entre tantas outras.

    Minha geração está nessa transição entre o analógico e o digital (nasci em 1966). Adoro um livro impresso e escrever à mão; mas consigo ler no Kindle, crio vídeos e podcasts e acompanho as novidades digitais.

    De forma empírica, já percebemos os reflexos da vida digital em nossa capacidade de concentração; e pesquisas em áreas como neurociência, psicologia e sociologia já apontam os impactos biológicos das gerações expostas à intensidade tecnológica, como a dificuldade de desenvolver o foco e o senso crítico e de aprofundar as habilidades de leitura e escrita.

A quantidade de pessoas conectadas em seus dispositivos eletrônicos acreditando em notícias falsas e as repassando sem qualquer critério alastra-se, inclusive, no meio de pessoas que tiveram acesso à educação formal de nível superior. A extrema-direita cresce em diversas partes do mundo surfando nessa desconexão e alienação a que muitos estão expostos.

Outro elemento para o qual precisamos estar atentos é para o uso inadequado dessas plataformas de Inteligência Artificial. Já que o texto imita as características humanas, como diferenciar a autoria? Como evitar a cola no ambiente escolar? Proibir? Adaptar o ensino para essa realidade? Utilizar outras formas de desenvolver o senso crítico nos alunos? Trazer a plataforma para a sala de aula? Como fazer para que os alunos aprendam os conteúdos e não apenas gerem trabalhos de forma automática para cumprir tarefas de forma mecânica?

    Além dessas questões, existem outras tantas de natureza ética e política. Uma vez que as informações disponíveis em tal sistema são alimentadas por programações de funcionários e algoritmos dos usuários, elas não são neutras. Como diferenciar autoria e plágio?

    Outro risco grave é o aumento da desinformação e acesso a conteúdos inapropriados, já que o sistema baseia-se em conteúdos produzidos na rede. Como distinguir a veracidade das informações? Como fazer a checagem delas? A quem cabe dizer o que é ou não fake news? Debater de forma ampla sobre essas questões é fundamental, nesses tempos em que a extrema-direita tem usado e abusado da crescente desinformação social para manipulação política.

    Enquanto para uns, o ChatGPT é saudado como uma forma de diminuir a quantidade de trabalho; outros já sentem o efeito delas com a perda de seus trabalhos. Uma vez que a ferramenta produz textos adequados para alguns contextos, ela pode tornar descartáveis as pessoas adeptas do “copia e cola”, pois, afinal, a qualidade do texto da máquina, nesses casos, seria superior; inclusive sem incorreções gramaticais.

    Leio textos de alunos(as) de vários meios, formações e idades e tenho percebido a dificuldade crescente das pessoas em se comunicar por escrito. Um exemplo relatado por jovens da cidade onde vivo (Florianópolis SC) aconteceu no vestibular aplicado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), no final do ano passado. Como a instituição tem percebido uma crescente produção de redações pré-formatadas e engessadas, com reflexo imediato na queda da qualidade da escrita dos estudantes que ingressam na universidade, excluiu da última prova de redação a possibilidade de os candidatos escreverem uma dissertação. A partir do tema proposto, eles deveriam escolher entre carta, manifesto ou crônica, o que exigiu mais flexibilidade linguística. Pelo que se soube, o objetivo da banca era selecionar os alunos que não se prendiam a modelos-padrão de texto.

    Com certeza, tais ferramentas de inteligência artificial são bastante sedutoras. Contudo defendo que “pensar fora da caixa” e desenvolver muito o senso crítico ainda são o caminho para lidar com as mudanças. Em alguma medida, sabemos que essas são inevitáveis, mas temos de resistir e espernear para manter viva a nossa humanidade, mantendo tais plataformas e soluções apenas na função de meios e ferramentas; não enxergando nelas o objetivo final.

     [...]

    A leitura e a escrita, bem como e o ensino delas ficaria, então, a cargo de robôs? O que sobraria para o ser humano? O que permanece inalterado? Como nos ensina a Filosofia, fazer perguntas é uma habilidade que temos que exercitar diariamente. Portanto, precisamos ligar todos os alertas ao máximo! Caso contrário, iremos alegres e saltitantes rumo ao abismo da barbárie.

O que você acha? Isso é papo de uma professora velha e analógica?

Disponível em: http://ofpalavra.com.br. Acesso em: 14 maio 2025.

Ao mencionar obras como Eu, Robô, Blade Runner e Black Mirror, a autora

Vídeos associados (8) Ver comentários

Questão 31 15035539
Fácil 00:00

UNITINS Prova 2 2025/2
  • Sociologia
  • Sugira
  • Cultura Temática
  • Cultura e Sociedade Sociologia da Ciência e do Conhecimento
  • Internet (Redes e Fakenews)
  • Exibir tags
Resolução comentada

Humanidade x máquinas

Cyntia Silva

 

    A relação entre humanidade e máquinas sempre foi cercada de esperança e assombro. Instrumentos, ferramentas, robôs e sistemas, ao mesmo que têm sido criados para nos libertar de trabalho pesado e superar nossos limites físicos - trazendo esperança de mais tempo livre para o “ócio criativo” -, provocam pavor e ira quando nos tiram o trabalho e ampliam o desemprego. Não à toa, os ludistas no início da Revolução Industrial movimentavam-se para quebrar as máquinas que “roubavam” seus empregos.

    O fetiche sobre essa relação com as máquinas encontra registro em narrativas na literatura e no cinema, nas quais robôs substituem os humanos para o bem e para o mal. Como exemplo de histórias que têm nos fascinado, cito: Eu, robô; O homem bicentenário; Ela; Blade Runner - o caçador de androides; O exterminador do futuro; Inteligência Artificial; Black Mirror, entre tantas outras.

    Minha geração está nessa transição entre o analógico e o digital (nasci em 1966). Adoro um livro impresso e escrever à mão; mas consigo ler no Kindle, crio vídeos e podcasts e acompanho as novidades digitais.

    De forma empírica, já percebemos os reflexos da vida digital em nossa capacidade de concentração; e pesquisas em áreas como neurociência, psicologia e sociologia já apontam os impactos biológicos das gerações expostas à intensidade tecnológica, como a dificuldade de desenvolver o foco e o senso crítico e de aprofundar as habilidades de leitura e escrita.

A quantidade de pessoas conectadas em seus dispositivos eletrônicos acreditando em notícias falsas e as repassando sem qualquer critério alastra-se, inclusive, no meio de pessoas que tiveram acesso à educação formal de nível superior. A extrema-direita cresce em diversas partes do mundo surfando nessa desconexão e alienação a que muitos estão expostos.

Outro elemento para o qual precisamos estar atentos é para o uso inadequado dessas plataformas de Inteligência Artificial. Já que o texto imita as características humanas, como diferenciar a autoria? Como evitar a cola no ambiente escolar? Proibir? Adaptar o ensino para essa realidade? Utilizar outras formas de desenvolver o senso crítico nos alunos? Trazer a plataforma para a sala de aula? Como fazer para que os alunos aprendam os conteúdos e não apenas gerem trabalhos de forma automática para cumprir tarefas de forma mecânica?

    Além dessas questões, existem outras tantas de natureza ética e política. Uma vez que as informações disponíveis em tal sistema são alimentadas por programações de funcionários e algoritmos dos usuários, elas não são neutras. Como diferenciar autoria e plágio?

    Outro risco grave é o aumento da desinformação e acesso a conteúdos inapropriados, já que o sistema baseia-se em conteúdos produzidos na rede. Como distinguir a veracidade das informações? Como fazer a checagem delas? A quem cabe dizer o que é ou não fake news? Debater de forma ampla sobre essas questões é fundamental, nesses tempos em que a extrema-direita tem usado e abusado da crescente desinformação social para manipulação política.

    Enquanto para uns, o ChatGPT é saudado como uma forma de diminuir a quantidade de trabalho; outros já sentem o efeito delas com a perda de seus trabalhos. Uma vez que a ferramenta produz textos adequados para alguns contextos, ela pode tornar descartáveis as pessoas adeptas do “copia e cola”, pois, afinal, a qualidade do texto da máquina, nesses casos, seria superior; inclusive sem incorreções gramaticais.

    Leio textos de alunos(as) de vários meios, formações e idades e tenho percebido a dificuldade crescente das pessoas em se comunicar por escrito. Um exemplo relatado por jovens da cidade onde vivo (Florianópolis SC) aconteceu no vestibular aplicado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), no final do ano passado. Como a instituição tem percebido uma crescente produção de redações pré-formatadas e engessadas, com reflexo imediato na queda da qualidade da escrita dos estudantes que ingressam na universidade, excluiu da última prova de redação a possibilidade de os candidatos escreverem uma dissertação. A partir do tema proposto, eles deveriam escolher entre carta, manifesto ou crônica, o que exigiu mais flexibilidade linguística. Pelo que se soube, o objetivo da banca era selecionar os alunos que não se prendiam a modelos-padrão de texto.

    Com certeza, tais ferramentas de inteligência artificial são bastante sedutoras. Contudo defendo que “pensar fora da caixa” e desenvolver muito o senso crítico ainda são o caminho para lidar com as mudanças. Em alguma medida, sabemos que essas são inevitáveis, mas temos de resistir e espernear para manter viva a nossa humanidade, mantendo tais plataformas e soluções apenas na função de meios e ferramentas; não enxergando nelas o objetivo final.

     [...]

    A leitura e a escrita, bem como e o ensino delas ficaria, então, a cargo de robôs? O que sobraria para o ser humano? O que permanece inalterado? Como nos ensina a Filosofia, fazer perguntas é uma habilidade que temos que exercitar diariamente. Portanto, precisamos ligar todos os alertas ao máximo! Caso contrário, iremos alegres e saltitantes rumo ao abismo da barbárie.

O que você acha? Isso é papo de uma professora velha e analógica?

Disponível em: http://ofpalavra.com.br. Acesso em: 14 maio 2025.

Qual das frases abaixo melhor expressa a tese defendida pela autora no texto em análise?

Vídeos associados (2) Ver comentários

Questão 35 15029252
Fácil 00:00

UNITINS Prova 2 2025/1
  • Sociologia
  • Sugira
  • Cultura
  • Cultura e Sociedade
  • Gerações X, Y e Z Internet (Redes e Fakenews)
  • Exibir tags
Resolução comentada

    Feed zero é um fenômeno da Geração Z que aponta para rejeição à ampla exposição, permanência online e excesso de rastros digitais de jovens no Instagram, no Facebook e X (antigo Twitter). Na prática, esse movimento indica que pessoas nascidas entre 1997 e 2012 estão postando cada vez menos conteúdos nos próprios feeds das redes sociais. Embora continuem presentes e interajam ativamente nessas plataformas com frequência, muitos deles publicam pouco ou quase nada em seus perfis, dando preferência a conteúdos temporários, como os stories. [...]

    É importante lembrar que muitos desses jovens cresceram com acesso ilimitado à internet, em um período no qual a interação social e a presença online se tornaram centrais em seu cotidiano desde a infância ou adolescência. Essa dinâmica impacta diretamente suas experiências online, resultando, em muitos casos, na desilusão com as redes sociais. A frustração está ligada a diversos fatores, como, por exemplo, a cultura das hierarquias tóxicas, que se baseiam no número de curtidas, seguidores e outras métricas de validação social. Além disso, a exposição frequente a conteúdos como clickbaits e postagens superficiais, que continuam a atrair a curiosidade de públicos mais velhos, também são rejeitados pela juventude, mais interessada em interações e conteúdos considerados autênticos.

    Uma das principais características da Gen Z na internet é o uso intenso de ferramentas como stories, no Instagram ou publicações efêmeras no Snapchat, onde o conteúdo desaparece após 24 horas. As interações temporárias se tornam mais comuns do que as postagens fixas, que ficam no feed para visualização permanente. Esse padrão está associado ao desejo de controlar a exposição online, evitando o acúmulo de rastros digitais que possam ser revistos ou julgados no futuro. Isso cria uma sensação de maior liberdade e privacidade, permitindo que compartilhem momentos de forma espontânea.

    Outra tendência da Geração Z é o fenômeno “feed zero”, ou seja, o hábito de não publicar muitos conteúdos permanentes em seus perfis. Grande parte desses jovens prefere uma presença online mais sutil, compartilhando fragmentos de suas vidas que logo desaparecem, sem criar registros permanentes. Em vez de publicar no feed principal, costumam interagir por comentários, mensagens diretas e conteúdos efêmeros.

    O padrão é o oposto do comportamento dos Millennials, geração anterior que tende a usar as plataformas sociais como vitrines de seus melhores momentos ou portfólios pessoais. A Geração Z, por outro lado, parece menos preocupada com a validação social e mais consciente dos efeitos de longo prazo da superexposição. Isso se traduz em uma tendência a compartilhar menos momentos pessoais de forma duradoura, preferindo interações espontâneas e informais, como o uso de memes, publicações instantâneas em plataformas como o TikTok e conteúdo que se esgota rapidamente.

    O foco dos mais novos está na autenticidade e na fluidez, ao contrário do estilo de vida mais “curado” e editado da geração anterior. A pressão por perfeição e o medo de exposição excessiva também podem explicar em parte essa mudança, já que a Gen Z cresceu em uma era de vigilância constante, na qual erros e momentos embaraçosos podem ser capturados e compartilhados instantaneamente com milhares de pessoas. Essa diferença na forma de se relacionar com as redes sociais também pode ser vista como uma resposta à saturação de conteúdo, que modifica os hábitos de consumo de conteúdo e até mesmo as expectativas em relação às redes sociais.

Disponível em: https://epocanegocios.globo.com/. Acesso em: 25 out. 2024.

No trecho “Essa diferença na forma de se relacionar com as redes sociais também pode ser vista como uma resposta à saturação de conteúdo”, a expressão “saturação de conteúdo” se refere ao

Vídeos associados (5) Ver comentários

Questão 32 15029169
Fácil 00:00

UNITINS Prova 2 2025/1
  • Sociologia
  • Sugira
  • Cultura
  • Cultura e Sociedade
  • Gerações X, Y e Z Internet (Redes e Fakenews)
  • Exibir tags
Resolução comentada

    Feed zero é um fenômeno da Geração Z que aponta para rejeição à ampla exposição, permanência online e excesso de rastros digitais de jovens no Instagram, no Facebook e X (antigo Twitter). Na prática, esse movimento indica que pessoas nascidas entre 1997 e 2012 estão postando cada vez menos conteúdos nos próprios feeds das redes sociais. Embora continuem presentes e interajam ativamente nessas plataformas com frequência, muitos deles publicam pouco ou quase nada em seus perfis, dando preferência a conteúdos temporários, como os stories. [...]

    É importante lembrar que muitos desses jovens cresceram com acesso ilimitado à internet, em um período no qual a interação social e a presença online se tornaram centrais em seu cotidiano desde a infância ou adolescência. Essa dinâmica impacta diretamente suas experiências online, resultando, em muitos casos, na desilusão com as redes sociais. A frustração está ligada a diversos fatores, como, por exemplo, a cultura das hierarquias tóxicas, que se baseiam no número de curtidas, seguidores e outras métricas de validação social. Além disso, a exposição frequente a conteúdos como clickbaits e postagens superficiais, que continuam a atrair a curiosidade de públicos mais velhos, também são rejeitados pela juventude, mais interessada em interações e conteúdos considerados autênticos.

    Uma das principais características da Gen Z na internet é o uso intenso de ferramentas como stories, no Instagram ou publicações efêmeras no Snapchat, onde o conteúdo desaparece após 24 horas. As interações temporárias se tornam mais comuns do que as postagens fixas, que ficam no feed para visualização permanente. Esse padrão está associado ao desejo de controlar a exposição online, evitando o acúmulo de rastros digitais que possam ser revistos ou julgados no futuro. Isso cria uma sensação de maior liberdade e privacidade, permitindo que compartilhem momentos de forma espontânea.

    Outra tendência da Geração Z é o fenômeno “feed zero”, ou seja, o hábito de não publicar muitos conteúdos permanentes em seus perfis. Grande parte desses jovens prefere uma presença online mais sutil, compartilhando fragmentos de suas vidas que logo desaparecem, sem criar registros permanentes. Em vez de publicar no feed principal, costumam interagir por comentários, mensagens diretas e conteúdos efêmeros.

    O padrão é o oposto do comportamento dos Millennials, geração anterior que tende a usar as plataformas sociais como vitrines de seus melhores momentos ou portfólios pessoais. A Geração Z, por outro lado, parece menos preocupada com a validação social e mais consciente dos efeitos de longo prazo da superexposição. Isso se traduz em uma tendência a compartilhar menos momentos pessoais de forma duradoura, preferindo interações espontâneas e informais, como o uso de memes, publicações instantâneas em plataformas como o TikTok e conteúdo que se esgota rapidamente.

    O foco dos mais novos está na autenticidade e na fluidez, ao contrário do estilo de vida mais “curado” e editado da geração anterior. A pressão por perfeição e o medo de exposição excessiva também podem explicar em parte essa mudança, já que a Gen Z cresceu em uma era de vigilância constante, na qual erros e momentos embaraçosos podem ser capturados e compartilhados instantaneamente com milhares de pessoas. Essa diferença na forma de se relacionar com as redes sociais também pode ser vista como uma resposta à saturação de conteúdo, que modifica os hábitos de consumo de conteúdo e até mesmo as expectativas em relação às redes sociais.

Disponível em: https://epocanegocios.globo.com/. Acesso em: 25 out. 2024.

O fenômeno do “feed zero” reflete uma mudança nos padrões de uso das redes sociais entre a geração Z. Esse comportamento, segundo o texto, contrasta com o dos Millennials, que

Vídeos associados (5) Ver comentários
Anterior 123456789101112131415161718192021222324252627282930313233343536373839404142434445464748495051525354555657585960616263646566676869707172737475767778798081828384858687888990919293949596979899100101102103104105106107108109110111112113114115116117118119120121122123124125126127128129130131132133134135136137138139140141142143144145146147148149150151152153154155156157158159160161162163164165166167168169170171172173174175176177178179180181182183184185186187188189190191192193194195196197198199200201202203204205206207208209210211212213214215216217218219220221222223224225226227228229230231232233234235236237238239240241242243244245246247248249250251252253254255256257258259260261262263264265266267268269270271272273274275276277278279280281282283284285286287288289290291292293294295296297298299300301302303304305306307308309310311312313314315316317318319320321322323324325326327328329330331332333334335336337338339340341342343344345346347348349350351352353354355356357358359360361362363364365366367368369370371372373374375376377378379380381382383384385386387388389390391392393394395396397398399400401402403404405406407408409410411412413414415416417418419420421422423424425426427428429430431432433434435436437438439440441442443444445446447448449450451452453454455456457458459460461462463464465466467468469470471472473474475476477478479480481482483484485486487488489490491492493494495496497498499500501502503504505506507508509510511512513514515516517518519520521522523524525526527528529530531532533534535536537538539540541542543544545546547548549550551552553554555556557558559560561562563564565566567568569570571572573574575576577578579580581582583584585586587588589590591592593594595596597598599600601602603604605606607608609610611612613614615616617618619620621622623624625626627628629630631632633634635636637638639640641642643644645646647648649650651652653654655656657658659660661662663664665666667668669670671672673674675676677678679680681682683684685686687688689690691692693694695696697698699700701702703704705706707708709710711712713714715716717718719720721722723724725726727728729730731732733734735736737738739740741742743744745746747748749750751752753754755756757758759760761762763764765766767768769770771772773774775776777778779780781782783784785786787788789790791792793794795796797798799800801802803804805806807808809810811812813814815816817818819820821822823824825826827828829830831832833834835836837838839840841842843844845846847848849850851852853854855856857858859860861862863864865866867868869870871872873874875876877878879880881882883884885886887888889890891892893894895896897898899900901902903904905906907908909910911912913914915916917918919920921922923924925926927928929930931932933934935936937938939940941942943944945946947948949950951952953954955956957958959960961962963964965966967968969970971972973974975976977978979980981982983984985986987988989990991992993994995996997998999100010011002100310041005100610071008100910101011101210131014101510161017101810191020102110221023102410251026102710281029103010311032103310341035103610371038103910401041104210431044104510461047104810491050105110521053105410551056105710581059106010611062106310641065106610671068106910701071107210731074107510761077107810791080108110821083 Próximo
Pastas

/

06


Faça seu login GRÁTIS


Compartilhar questão
ENEM estuda.com é um sistema para estudantes que desejam ingressar em um curso de nível superior. Resolva questões através do computador, tablet ou celular. vestibular,enem,questoes,estudar,alunos,simulados,questões enem,simulados enem,simulados vestibular,vestibular,provas,provas enem Estuda.com
logo da estuda.com
  • Quem somos
  • Blog
  • Trabalhe conosco

SEJA TEAM ESTUDA

  • Assine agora
  • Cadastre-se

NOSSAS SOLUÇÕES

  • Planos
  • Estudantes
  • Escolas
  • Professores

NOSSAS MATÉRIAS

  • Questões de Matemática
  • Questões de Português
  • Questões de História
  • Questões de Biologia
  • Questões de Geografia

ENEM E VESTIBULARES

  • Questões de Enem
  • Temas de Redação
  • ITA Vestibular
  • Questões Fuvest
  • Vestibular Unesp

SUPORTE

  • Central de ajuda
  • Ouvidoria

Disponível no Google Play Disponível na App Store
Termos de uso Política de privacidade

Todos os direitos reservados

Estuda Tecnologias LTDA

CNPJ 22951899000160