Questões de Sociologia
6.494 Questões
Questão 23 99907
EBMSP Medicina 2014/2A leitura e análise dos princípios que norteiam o bem-estar social permitem inferir:

Questão 17 99901
EBMSP Medicina 2014/2[1] A felicidade é, e deve ser, um bem público, já que
todos os seres humanos a almejam. Ela não pode ser
deixada exclusivamente a cargo de dispositivos e esforços
privados. Se o planejamento governamental e, portanto,
[5] as condições macroeconômicas do país forem adversos
à felicidade, esse planejamento fracassará como uma
meta coletiva. Os governos precisam criar condições
conducentes à felicidade, na qual os esforços individuais
possam ser bem sucedidos.
[10] A política pública nasce dos anseios da população
e é orquestrada pelo poder Executivo, nas esferas
municipal, estadual e federal, sendo necessária para
educar os cidadãos sobre a felicidade coletiva. As
pessoas podem fazer escolhas erradas que, por sua
[15] vez, podem desviá-las da felicidade. Planejamentos de
política pública corretos podem lidar com tais problemas,
e reduzi-los, impedindo, assim, que ocorram em larga
escala.
LUSTOSA, Alberto Elia; MELO, Lucelena Fátima de. Felicidade Interna Bruta (FIB) – Índice de Desenvolvimento Sustentável. Disponível em: <http://www.seplan.go.gov.br/sepin/pub/conj/conj14/artigo05.pdf>. Acesso em: 24 fev. 2014. Adaptado.
Um dos argumentos apresentados pelos articulistas para defender a importância da participação da política pública na constituição da felicidade, como bem público, está presente em
Questão 49 94722
Mackenzie 2014/2
Nelson Mandela (1918-2013), líder sul-africano, o primeiro presidente da África do Sul livre e ganhador do Prêmio Nobel da Paz de 1993. Sua luta durante mais de 67 anos em prol dos direitos humanos foi marcada por:
I. Oposição ao governo representante de uma minoria branca que, desde o século XIX, governava a África do Sul e, mesmo rompendo com a dominação colonial inglesa, impôs à grande maioria da população negra um severo regime de segregação racial – o apartheid.
II. Resistência à longa permanência do regime racista da África do Sul, oficializado desde 1948. A extensa duração desse regime deveu-se, especialmente, pela grande indiferença por parte da opinião pública internacional à política segregacionista.
III. Luta junto às comunidades internacionais em defesa da liberdade e igualdade do povo sul africano. O governo sul-africano diante das sanções comerciais sofridas começou a revogar o regime segregacionista em 1991, culminando na aprovação do projeto de Constituição que estabeleceu a democracia plena, assim como pôs fim ao apartheid.
Assinale a alternativa correta.
Questão 8 88965
UEFS Caderno 1 2014/1
A análise do cartum, devidamente contextualizada, permite inferir que
Questão 3 88960
UEFS Caderno 1 2014/1TEXTO:
Para avaliarmos o significado contemporâneo da
indústria cultural e dos meios de comunicação de massa
que a produzem, convém lembrarmos, brevemente,
o que se convencionou chamar de a condição
5 pós- moderna, isto é, a existência social e cultural sob
a economia neoliberal.
A dimensão econômica e social da nova forma do
capital é inseparável de uma transformação sem
precedentes na experiência do espaço e do tempo,
10 designada por David Harvey como a “compressão
espaço-temporal”. A fragmentação e a globalização da
produção econômica engendram dois fenômenos
contrários e simultâneos: de um lado, a fragmentação
e dispersão espacial e temporal e, de outro, sob os
15 efeitos das tecnologias eletrônicas e de informação, a
compressão do espaço — tudo se passa aqui, sem
distâncias, diferenças nem fronteiras — e a compressão
do tempo — tudo se passa agora, sem passado e sem
futuro. Em outras palavras, fragmentação e dispersão
20 do espaço e do tempo condicionam sua reunificação
sob um espaço indiferenciado (um espaço plano de
imagens fugazes) e um tempo efêmero desprovido de
profundidade. A profundidade do tempo e seu poder
diferenciador desaparecem sob o poder do instantâneo.
25 Por seu turno, a profundidade de campo, que define o
espaço da percepção, desaparece sob o poder de uma
localidade sem lugar e das tecnologias de sobrevoo.
Vivemos sob o signo da telepresença e da
teleobservação, que impossibilitam diferenciar entre a
30 aparência e o sentido, o virtual e o real, pois tudo nos é
imediatamente dado sob a forma da transparência
temporal e espacial das aparências, apresentadas como
evidências.
Volátil e efêmera, hoje nossa experiência
35 desconhece qualquer sentido de continuidade e se
esgota num presente sentido como instante fugaz. Ao
perdermos a diferenciação temporal, não só rumamos
para o que Virilio chama de “memória imediata”, ou
ausência da profundidade do passado, mas também
40 perdemos a profundidade do futuro como possibilidade
inscrita na ação humana enquanto poder para determinar
o indeterminado e para ultrapassar situações dadas,
compreendendo e transformando o sentido delas. Em
outras palavras, perdemos o sentido da cultura como
45 ação histórica.
Chauí, Marilena. Cultura e democracia. Crítica y emancipación: Revista latinoamericana de Ciencias Sociales. Disponível em:. Acesso em: 19 out. 2013. Adaptado.
Sobre o texto, está correta a análise que se faz do fragmento transcrito em
Questão 2 88959
UEFS Caderno 1 2014/1TEXTO:
Para avaliarmos o significado contemporâneo da
indústria cultural e dos meios de comunicação de massa
que a produzem, convém lembrarmos, brevemente,
o que se convencionou chamar de a condição
5 pós- moderna, isto é, a existência social e cultural sob
a economia neoliberal.
A dimensão econômica e social da nova forma do
capital é inseparável de uma transformação sem
precedentes na experiência do espaço e do tempo,
10 designada por David Harvey como a “compressão
espaço-temporal”. A fragmentação e a globalização da
produção econômica engendram dois fenômenos
contrários e simultâneos: de um lado, a fragmentação
e dispersão espacial e temporal e, de outro, sob os
15 efeitos das tecnologias eletrônicas e de informação, a
compressão do espaço — tudo se passa aqui, sem
distâncias, diferenças nem fronteiras — e a compressão
do tempo — tudo se passa agora, sem passado e sem
futuro. Em outras palavras, fragmentação e dispersão
20 do espaço e do tempo condicionam sua reunificação
sob um espaço indiferenciado (um espaço plano de
imagens fugazes) e um tempo efêmero desprovido de
profundidade. A profundidade do tempo e seu poder
diferenciador desaparecem sob o poder do instantâneo.
25 Por seu turno, a profundidade de campo, que define o
espaço da percepção, desaparece sob o poder de uma
localidade sem lugar e das tecnologias de sobrevoo.
Vivemos sob o signo da telepresença e da
teleobservação, que impossibilitam diferenciar entre a
30 aparência e o sentido, o virtual e o real, pois tudo nos é
imediatamente dado sob a forma da transparência
temporal e espacial das aparências, apresentadas como
evidências.
Volátil e efêmera, hoje nossa experiência
35 desconhece qualquer sentido de continuidade e se
esgota num presente sentido como instante fugaz. Ao
perdermos a diferenciação temporal, não só rumamos
para o que Virilio chama de “memória imediata”, ou
ausência da profundidade do passado, mas também
40 perdemos a profundidade do futuro como possibilidade
inscrita na ação humana enquanto poder para determinar
o indeterminado e para ultrapassar situações dadas,
compreendendo e transformando o sentido delas. Em
outras palavras, perdemos o sentido da cultura como
45 ação histórica.
Chauí, Marilena. Cultura e democracia. Crítica y emancipación: Revista latinoamericana de Ciencias Sociales. Disponível em:. Acesso em: 19 out. 2013. Adaptado.
Segundo Marilena Chauí, alicerçando-se na condição pós-moderna, a indústria cultural contemporânea
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