Questões de Sociologia
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Questão 31 14762443
UFMG Administração 2023Analise o trecho a seguir sobre a abordagem Clássica da administração.
As principais contribuições da abordagem Clássica da administração foram feitas por Taylor e Fayol. Enquanto Taylor, na denominada _______________, deu ênfase ___________________; Fayol na _______________, deu ênfase na _____________.
assinale a alternativa que completa CORRETAMENTE e RESPECTIVAMENTE as lacunas anteriores.
Questão 7 14708694
UPE SSA 2ª Fase - 1° Dia 2023Texto 4
Nossa feminista viveria um conto de fadas, mas o príncipe era um cancelado
Era uma vez, em um reino não tão distante, na cidade do Rio de Janeiro, uma jovem mulher que não usava tiara nem tinha pais importantes, mas, quando saía de casa, era abordada por homens desconhecidos que a chamavam de princesa. Sim, nossa mocinha era feminista e lutava por um mundo em que mulheres pudessem passear sozinhas no bosque, sem se sentir ameaçadas.
Até que, certa noite, num karaokê, ela se arriscou a cantar uma música da Kate Bush, quase estourou os copos do estabelecimento, e chamou a atenção de um rapaz que em nada parecia um príncipe. Ele não enalteceu seus atributos físicos, não tentou beijá-la nem a perseguiu quando ela decidiu ir embora. Era o início de uma história de amor. Mas nossa antiprincesa estava decidida a vivê-la sem abrir mão de sua individualidade. O que ela não sabia é que estava prestes a protagonizar uma releitura contemporânea do mais abominável dos contos de fada, "A Bela e a Fera".
Ele era avesso a redes sociais, o que parecia extremamente sexy em meio à surra de selfies e superexposição à qual ela estava acostumada. Mas uma simples busca no Google foi suficiente para desconstruir o tal desconstruído. E assim ela descobriu que seu grande amor era... Cancelado. Um desabafo publicado pela ex-namorada dele sobre a relação abusiva que os dois tiveram repercutiu entre mulheres que viveram situações semelhantes.
É possível se desapaixonar? Parte da Ciência diz que é possível se desapaixonar de forma arbitrária.
Ele tentou se justificar. Disse que sua ex sofria de transtornos psicológicos (o famoso conto da "ex louca"). Que não era mais aquele cara de outrora (o famoso conto do "juro que vou mudar"). E implorou para que ela não desistisse de uma relação tão especial (o famoso conto do "você não vai encontrar nada melhor").
Mesmo sem acreditar em contos de fadas, ela sabia que era mais provável reverter a maldição de uma bruxa do que um cancelamento. E eles não foram felizes para sempre.
CANTUÁRIA, Manuela. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/manuela-cantuaria/2022/07/nossa-feminista-viveria-um-contode-fadas-mas-o-principe-era-um-cancelado.shtml Acesso em: 02 jul. 2022. (Adaptado)
No 2º parágrafo do Texto 4, a autora afirma que a personagem “estava prestes a protagonizar uma releitura contemporânea do mais abominável dos contos de fada”.
É CORRETO entender que essa releitura consiste
Questão 55 14703800
UPE SSA 3ª Fase - 2° Dia 2023Observe a imagem a seguir.

Disponível em: https://educacao.sme.prefeitura.sp.gov.br/noticias/rotina-deprevencao-da-covid-19-organizacao-da-salas/ Acesso em 31/03/2022.
O cartaz é utilizado como instrumento de divulgação de informações importantes para as crianças.
O seu conteúdo ajuda a internalizar comportamentos e condiciona as condutas dos membros sociais em momentos de transformações e mudanças ocorridas na sociedade, consolidando-se por meio do processo cultural definido por
Questão 37 14618755
Campo Real Medicina 2023/1O texto a seguir é referência para a questão.
Quando recebeu o convite para se mudar para a Oceania, Larson logo se perguntou o que a Unicef pretendia que ela fizesse lá. “Nos outros lugares onde trabalhei os problemas eram bem mais evidentes”, diz. O problema era que, por trás dos encantadores bangalôs dos resorts de luxo das ilhas, havia uma realidade bem diferente da estampada nas publicidades turísticas. O “ecossistema” formado pelas tradições machistas e patriarcais levava aqueles lugares idílicos a figurar entre os campeões mundiais de suicídios de jovens, violência contra mulheres, emigração e vício em drogas.
A experiência nas ilhas do Sul do Pacífico chamou a atenção da antropóloga para o peso que os rumores passados de boca em boca têm no comportamento das populações com relação ______ doenças e ao temor das vacinas.
Após dedicar vários anos ______ questão, Larson publicou em 2020 o livro Stuck: How Vaccine Rumors Start and Why They Don’t Go Away (Como os rumores contra a vacina começam e porque não vão embora, Oxford University Press). Em inglês, stuck é um dos termos para designar “preso”, “bloqueado”, “travado”. Para ela, a sensação de imobilidade em relação ______ campanha de desinformação sobre ______ vacinas está tomando conta da própria comunidade científica e médica, que não sabe o que fazer para impedir que esses rumores, que podem abrir caminho para a doença e ______ morte, se espalhem na sociedade – sem prazo para ir embora.
Larson parte em seu livro de uma hipótese ousada: ela propõe que se abandone a ideia feita de que o rumor antivacina se espalha por causa da idiotice e da ignorância de alguns, ou das más intenções de outros. Ela explica a diferença entre estes fenômenos muito próximos: fofoca, fake news e rumor.
As fofocas em geral se propagam em âmbito mais restrito, sem causar grandes prejuízos sociais no caso das vacinas. As fake news são produzidas de modo organizado e programático, a fim de que sejam difundidas em larga escala e alcancem resultados políticos. Os rumores, por sua vez, se espalham pela sociedade de modo imprevisível, sem terem sido programados para tanto, causando grave prejuízo à saúde pública e à economia. Em geral, eles se originam de causas não necessariamente ligadas à vacina. “Rumores são peças de informação não verificáveis, mas que podem ser plausíveis”, diz a antropóloga. “Rumores e ciência são igualmente importantes”.
(Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/rumores-que-matam/. Adaptado.)
Segundo o texto, para a antropóloga Larson:
Questão 12 12502427
Barão de Mauá Outubro 2023Leia o texto a seguir:

Crescem casos de violências contra mulheres, crianças e adolescentes no Brasil. Andes Sindicato Nacional. Disponível em: https://www. andes.org.br/conteudos/noticia/crescem-casos-de-violencias-contra-mulheres-criancas-e-adolescentes-no-brasil1. Acesso em: 28 jul. 2023.
Os dados do infográfico apontam que
Questão 3 11015955
IFRN Integrados 2023TEXTO
Dez anos da Lei das Cotas
Rosane Garcia postado em 08/07/2022 | 06:00
A Lei das Cotas (nº 12.711/2012), que reserva 50% das vagas em universidade e institutos federais para negros, completará uma década em 28 de agosto próximo. Ao longo desses 10 anos, ela se tornou mais inclusiva, ao abrir espaço para indígenas e estudantes da rede pública, segmentos da sociedade que, como os negros, foram, historicamente, segregados pelo Estado, pautado pelo racismo estrutural e ambiental, base orientadora da formulação de políticas públicas excludentes.
Vista como uma reparação por danos provocados aos negros, após mais de 300 anos de escravidão, o novo marco legal esbarrou na reação dos abomináveis racistas e escravagistas contemporâneos, indignados com a conquista do movimento negro, que completou 40 anos neste 2022. Congressistas foram ao Supremo Tribunal Federal para tentar derrubar a nova lei.
Entre os argumentos, havia a alegação de que a regra privilegia pretos e pardos em detrimento dos direitos dos brancos, tornando desigual a disputa por uma vaga nas universidades. É puro deboche falar em desigualdade, quando todas as ações do poder público e setor privado sempre mortificaram o artigo da Constituição anterior a de 1988, em que todos "são iguais perante as leis". Escárnio.
Um discurso ridículo, ante os mais de 300 anos de escravidão, tortura e assassinatos de homens, mulheres e crianças sequestrados em terras africanas. Um crime de lesa-humanidade nunca reparado pelo Estado brasileiro. Pelo contrário. Ter muitos escravos e ser dono de grandes extensões de terra — latifúndios — representavam o poder político do explorador. Hoje, a eliminação de negros ainda é fato corriqueiro, protagonizado por integrantes de forças de segurança pública em investidas nas periferias dos centros urbanos.
Em uma década, a Lei das Cotas mudou o perfil das universidades brasileiras. Nesse período, o número de alunos negros cresceu em torno de 400%. Hoje, eles somam mais de 38% dos estudantes, embora o povo preto seja 56% da população brasileira.
O movimento pela diversidade tem mexido com as organizações privadas. Hoje, grandes corporações do setor privado com compromisso social, nos mais diferentes ramos de atividade, criam programas para que profissionais negros ocupem cargos de chefia ou de coordenação dentro das empresas. Uma mudança importante no comportamento do empresariado, cujo olhar passa a enxergar a pluralidade étnica e, também, de gêneros no país.
Mesmo com todos os efeitos positivos, a Lei das Cotas tem sido rechaçada por grupos conservadores e neonazistas, inconformados com a presença dos negros nas universidades ou em postos de mando em algumas empresas. Esses segmentos têm representantes no Congresso e incitam os parlamentares a não revalidarem a Lei das Cotas. As eleições de novembro podem ser um escudo, para evitar o estilhaçamento da legislação. Mas, considerando-se a atual composição do parlamento, é preciso ficar atento, pois o compromisso da maioria não tem sido, em hipótese alguma, com a sociedade. E, menos ainda, com os afrobrasileiros.
Texto adaptado para fins pedagógicos. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2022/07/5020827- artigo-dez-anos-da-lei-das-cotas.html. Acesso em: 28 ago. 2022
De acordo com o Texto, a Lei das Cotas
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