Questões de EFAF Educação Física - Lazer e Sociedade
184 Questões
Questão 16 15440310
CBNB 1 ano Ensino Médio 2025TEXTO

Disponível em: https://images.app.goo.gl/bPC9Btd4CecxxkDR7. Acesso em: 04 jun. 2024.
A tirinha, texto, apresenta uma reflexão sobre a importância dos esportes entre os diferentes pensamentos dos personagens.
A fala do menino Calvin, no último quadrinho da tirinha, demonstra que:
Questão 32 15527828
CMRJ 6 Ano 2023TEXTO
01 Correr como um meio de escapar das emoções negativas é muitas vezes percebido como uma
estratégia benéfica para melhorar o bem-estar geral. No entanto, estudos recentes sugerem que essa
abordagem pode ter consequências não intencionais e potencialmente exacerbada da sensação de bem-
estar.
05 O estudo, publicado na revista Frontiers in Psychology, explora o uso da corrida como escapismo
para suprir emoções negativas e como isso pode levar à dependência do exercício e à diminuição da
sensação de bem-estar geral.
À primeira vista, correr parece oferecer uma solução promissora para indivíduos que buscam alívio
para emoções negativas. Engajar-se em atividades físicas, como correr, pode desencadear a liberação
10 de endorfinas, comumente chamadas de hormônios do "bem-estar". Essas endorfinas contribuem para
uma elevação temporária do humor, proporcionando uma sensação de alívio do sofrimento emocional.
Durante o estudo, quase 230 corredores de todos os níveis preencheram questionários relacionados
ao motivo de correrem. Os participantes foram questionados se sentiam que correr os levava a aprender
15 coisas novas sobre si ou se se sentiam mais abertos a novas experiências e perspectivas.
Os pesquisadores descobriram que correr para suprimir emoções negativas estava fortemente
associado à dependência do exercício e a uma diminuição do bem-estar subjetivo.
É crucial reconhecer que somente a corrida não pode resolver as causas profundas do sofrimento
emocional. As emoções negativas geralmente decorrem de problemas psicológicos ou emocionais
20 subjacentes que requerem atenção e resolução.
A confiança excessiva na corrida como uma fuga emocional pode inadvertidamente levar a uma
obsessão doentia pela própria atividade. Essa fixação na corrida pode transformar uma saída positiva em
uma fonte de estresse e pressão, impactando negativamente o bem-estar geral.
"Você faz algo que é bom para sua saúde física, mas, na verdade, destrói sua saúde mental", disse
25 o Dr. Frode Stenseng, autor do estudo e professor de psicologia da Universidade Norueguesa de Ciência e
Tecnologia.
Em estudos futuros, Stenseng espera descobrir de forma mais concreta o quanto a dependência
de exercícios afeta o bem-estar e como mudar a mentalidade ao procurar este escape.
Adaptado de: https://www.tecmundo.com.br/ciencia/264380-cuidado-corrida-excesso-prejudicar.htm, acesso em 08AGO23, às 14:23h)
Assinale a opção em que o autor do texto defende uma ideia de forma impositiva:
Questão 7 12119373
Pref. de Curitiba 8.º ANO 2ª ETAPA - Matemática 2022Roberta pratica corrida. Nesse esporte, é possível gastar, em média, 66 calorias por 5 minutos.
Se Roberta praticar corrida por 1h15min, quantas calorias, em média, ela gastará?
Questão 12 10775696
COLÉGIO SÓLIDO* 1º Ano 2022Brincar faz bem para o cérebro (inclusive dos adultos!) – e quem garante é a ciência

O que o brincar pode fazer pelo seu cérebro?
Ao longo dos últimos anos, diversas áreas da ciência têm se dedicado ao tema. E têm descoberto o poder da brincadeira, não só para o desenvolvimento das crianças, mas também para melhorar a qualidade de vida dos adultos.
Um desses estudos é conduzido pelo psiquiatra e pesquisador Stuart Brown, fundador do The National Institute for Play (Instituto Nacional para o Brincar, em português). Ele começou a estudar o tema quando percebeu, em suas pesquisas, que os grandes criminosos da história apresentaram uma enorme carência de brincadeiras em sua infância.
O oposto de brincar não é trabalhar. É depressão!
“Uma coisa muito peculiar sobre a nossa espécie é que fomos concebidos para brincar ao longo de todo o nosso curso de vida”, destaca Brown. Segundo o pesquisador, a base da confiança humana é estabelecida a partir dos sinais de brincar: tom de voz, gestos corporais, expressões faciais… E nós começamos a perder esses sinais, culturalmente, à medida que nos tornamos adultos. “Isso é uma lástima. Acho que temos muito a aprender.”
Neotenia: você conhece esta palavra?
Stuart Brown acredita que neotenia deveria ser o nome e o sobrenome de cada um de nós. A palavra significa a retenção de qualidades infantis na fase adulta. Segundo diversos estudos antropológicos e de outras áreas, os humanos são as mais “neotênicas” das criaturas: as mais juvenis, flexíveis, plásticas e, portanto, as mais brincalhonas. E isso faz toda a diferença em matéria de adaptabilidade.
Por isso, é importante que cada um de nós analise seu próprio histórico de brincadeiras. Cada um tem um histórico pessoal e único, e que raramente pensamos sobre.
Faça um teste!
Tente resgatar na sua memória a mais antiga, clara e alegre lembrança de brincadeira de sua infância. Seja um brinquedo, um aniversário ou umas férias. E comece a construir, a partir da emoção dessa lembrança, como ela se conecta à sua vida agora. Esse resgate pode levá-lo a tornar a brincadeira uma ferramenta para a vida pessoal e profissional. “Você conseguirá enriquecer sua vida priorizando isso e prestando atenção a isso”, garante Stuart Brown.
“Assim, gostaria de estimular vocês todos a se engajarem não no diferencial trabalhar x brincar — no qual você separa tempo para brincar —, mas que sua vida se infunda minuto a minuto, hora a hora, com corpo, objeto, social, fantasia, em tipos transformacionais de brincadeiras. E creio que vocês terão uma vida melhor e mais realizadora”, completa.
Fonte: https://thegreenestpost.com/brincar-faz-bem-para-o-cerebro-inclusive-dos-adultos-e-quem-garante-e-ciencia
De acordo com o texto, é INCORRETO afirmar que
Questão 22 10731652
CMC 1° Ano 2021Texto
Os benefícios da atividade física para a saúde mental
É de conhecimento geral que a prática de exercícios físicos auxilia na prevenção de doenças como obesidade e problemas cardíacos. O que poucas pessoas sabem, ou pouco acreditam, é que a prática constante de atividades físicas também é muito importante para a saúde mental. Principalmente durante o período de distanciamento social, em que ficamos mais parados devido à necessidade de ficar em casa no maior tempo possível, torna-se uma grande aliada. Ou seja, contribui tanto para o bem-estar físico quanto para a disposição na realização de tarefas e na diminuição do estresse e ansiedade.
Devido à quarentena não é aconselhável sair ou ir às academias, já que a possibilidade de transmissão e contaminação por coronavírus existe e é grande. Então, mesmo em casa, é possível realizar as atividades, sempre praticando com cuidado para evitar problemas posturais, por exemplo.
Porém, é preciso que se mantenha uma rotina de cuidados pessoais para que a atividade física ganhe ainda mais valor e sensação de bem-estar. Para isso, além da rotina de exercícios, mantenha uma alimentação adequada, um sono regulado e dedique um tempo para ficar com a família.
As práticas de exercício físico, dar risada e relembrar bons momentos produzem a endorfina, conhecida como hormônio da alegria. Essa substância natural, quando liberada, reduz o estresse e a ansiedade, melhora o humor e relaxa a mente e o corpo.
Fonte: Adaptada de https://www.colegioicj.com.br/os-beneficios-da-atividade-fisica-para-a-saude-mental/ - Acesso em 10.08.2021
Na oração “[...] Devido à quarentena não é aconselhável sair ou ir às academias [...], o emprego do acento grave no termo em destaque ocorre pelo mesmo motivo ou regra que na alternativa:
Questão 14 10655422
CMPA 6° Ano - Provas de Matemática e Língua Portuguesa 2021Leia com atenção o texto, observando as informações apresentadas em, para, a partir delas, responder à questão proposta, assinalando a única opção correta, de acordo com o que for solicitado.
Texto
Olá, Caderno!
Atenção, senhoras e senhores! A Agatha aprontou mais uma!
No momento em que entramos no estádio do Corinthians, com vaga VIP no
[05] estacionamento e seguranças nos levando até os lugares megaexclusivos, eu soube que
tinha caído em mais uma cilada daquelas que só a minha irmã Agatha poderia proporcionar.
(...)
No lugar VIP, todo mundo parecia importante ou famoso ou rico ou importante,
famoso e rico. E deviam ser mesmo.
[10] Já que a comida era de graça, peguei logo tudo de uma vez. Aproveitei que não tinha
a menor chance de encontrar alguém conhecido. Mandei uma selfie com cachorro-quente,
pipoca, refri e uma carinha de beijo pro Cadu e sentei no meu lugar. A Agatha fez o sinal
da cruz antes do jogo começar.
Agora, além de torcedora da Gaviões, tinha virado religiosa. Alguém segura essa
[15] menina, porque senti cheiro de problema.
O jogo começou e fiquei olhando para os lados, vendo todos aqueles marmanjos,
moleques, pais de família, senhores com a camiseta do time chorando, vibrando, vestidos
da cabeça aos pés com uniformes megacaros e até bichinhos de pelúcia. Sim, bichinhos de
pelúcia.
[20] E depois falam mal da gente que é fã de boy bands e Justin Bieber.
Pelo menos nós temos 17 anos e não 47.
Nossa desculpa é que somos adolescentes com o cérebro em formação e cheios de
hormônios e frequentemente manipulados pela mídia. E que eles são extremamente gatos.
E qual é a desculpa desse povo fã de futebol?
[25] Adultos são realmente uma piada.
Teve um momento que percebi uma tensão na arquibancada e, pelos meus
conhecimentos vagos de futebol, algo estava prestes a acontecer. A Agatha levantou do
meu lado olhando fixamente pro campo, seguida de todas as pessoas em volta. Foi quando
o Gladiador chutou a bola direto pro gol sem dificuldade nenhuma. Com todo mundo
[30] gritando e comemorando, admito que até eu fiquei meio emocionada, a energia foi
contagiante. Dei uma puladinha tímida, de leve, e vi a minha irmã chorando. Quando olhei
pro campo, o Gladiador fazia um sinal de “A” com as mãos e apontava pro lugar que a
gente estava sentada. Oi?
Sim, aparentemente um jogador de futebol extremamente famoso e bem-sucedido
[35] estava dedicando o gol pra minha irmã Agatha.
Seria esse o começo de um desastre?
GAVASSI, Manu. Olá, Caderno!. Rio de Janeiro: Rocco Jovens Leitores, 2017. 0.227-229. Adaptado.
Nos registros de seu caderno, Nina descreve a personalidade da sua irmã a partir das mais diversas histórias.
Considerando isso, como a ida ao jogo contribui para conhecermos um pouco mais sobre Agatha?
06
![[Marketing] Questao Topo - deslogado](https://storage.estuda.com.br/banners/0_6b7ebee90b03af1c560c73bb8bcce34a_banner_deslogado_70_dias.png)