Questões de EFAF Educação Física - Esporte e Sociedade -
45 Questões
Questão 18 15440324
CBNB 1 ano Ensino Médio 2025TEXTO
Os recordes de Phelps, as proezas soviéticas: o que dizem os números das Olimpíadas
O nadador americano tem mais medalhas de ouro que a Argentina
Gabriel Gama, Amanda Gorziza e Renata Buono
A primeira edição dos Jogos Olímpicos da era moderna foi realizada em 1896, em Atenas. Participaram 241 atletas, todos homens, representando catorze países. De lá para cá, tudo mudou. A Olimpíada deste ano, em Paris, receberá em torno de 10 mil atletas de mais de duzentos países – e com a maior participação feminina da história, estima-se. Na liderança do quadro de medalhas estão os Estados Unidos, que subiram ao pódio 2.655 vezes. A União Soviética, que deixou de existir há mais de trinta anos, continua na segunda posição, com 1.010 medalhas. O Brasil tem 150. Confira os dados do =igualdades.

O Brasil ocupa a 28ª posição no ranking geral de medalhas olímpicas. Tem o equivalente a 5,6% das medalhas dos Estados Unidos, que encabeçam a lista com folga desde a extinção da União Soviética. O top 10, como se vê, ainda é dominado por países europeus. […]
Michael Phelps, hoje com 38 anos, participou de cinco edições das Olimpíadas, entre 2000 e 2016. No seu auge, em Pequim, em 2008, conquistou 8 medalhas de ouro – maior marca registrada para um atleta numa única edição. A soviética Larissa Latynina, hoje com 89 anos de idade, participou de três edições entre 1956 e 1964 e obteve 18 medalhas. […]

O Brasil tem acompanhado essa evolução. Na última edição das Olimpíadas, em Tóquio, a delegação brasileira teve o maior percentual de mulheres da história: 49%. Das 21 medalhas que o país obteve naquele ano, 9 foram conquistadas por mulheres. [...]
Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/igualdades-olimpiadas-phelps-medalhas-brasil/. Acesso em: 12 jun. 2024.
Na reportagem “Os recordes de Phelps, as proezas soviéticas: o que dizem os números das Olimpíadas”, texto, o segundo infográfico revela a crescente participação das mulheres nos Jogos Olímpicos ao longo do tempo.
A percepção dos obstáculos enfrentados por elas, durante essa jornada, fica ainda mais evidente no seguinte fragmento:
Questão 22 10828450
COLUNI/UFV 1° dia 2022/1Becky Redfern: The 'tough ride' to becoming a Paralympic silver medallistFrom the section Disability Sport Becky Redfern said it was "an incredible feeling" to win Paralympic silver in the SB13 100m breaststroke, just over a year after giving birth to her first child.

The 21-year-old Briton thought her swimming career "was over" when she discovered she was pregnant.
Redfern was able to compete in Tokyo because the Games were postponed for 12 months.
"It has been a tough ride but I am just so happy right now," she said.
"I am so proud of myself for everything that I have put myself through in the last couple of years and everything I've achieved today."
The Rio 2016 silver medallist and 2019 world champion led at halfway on Wednesday but was overhauled by Germany's Elena
Krawzow, who won by 0.64 seconds as Redfern clocked one minute 14.10secs.
Redfern, who is visually impaired, gave birth to son Patrick in July 2020.
"When I found out I was pregnant, I thought that my swimming career was done, it was over," she said.
But for Redfern, the 12-month delay to the Paralympics because of Covid-19 "felt like fate, like they'd been postponed for me - I need
to go and prove myself, they're waiting for me".
Although swimming pools were forced to close, British Swimming hired a hot tub for her to train in at home during lockdown.
However, preparing for Tokyo hasn't been her biggest challenge of the past year.
"Being a mum is so hard, it's the hardest thing I've ever had to do," she told BBC Radio 5 Live.
"To top it off with having to race and train - my son's just turned one and isn't sleeping through the night so I'm not getting the
recovery time."
Redfern said she could not wait to be reunited with Patrick so she could "give him a massive cuddle".
She added: "He won't remember it, he's only one, but he will have all these memories to look back on and I know that he'll be proud
of his mummy.
Disponível em: https://www.bbc.com/sport/disability-sport/58411534. Acesso em: 01 set. 2021. (Adaptado).
De acordo com o texto, é CORRETO afirmar que:
Questão 21 10828446
COLUNI/UFV 1° dia 2022/1Becky Redfern: The 'tough ride' to becoming a Paralympic silver medallistFrom the section Disability Sport Becky Redfern said it was "an incredible feeling" to win Paralympic silver in the SB13 100m breaststroke, just over a year after giving birth to her first child.

The 21-year-old Briton thought her swimming career "was over" when she discovered she was pregnant.
Redfern was able to compete in Tokyo because the Games were postponed for 12 months.
"It has been a tough ride but I am just so happy right now," she said.
"I am so proud of myself for everything that I have put myself through in the last couple of years and everything I've achieved today."
The Rio 2016 silver medallist and 2019 world champion led at halfway on Wednesday but was overhauled by Germany's Elena
Krawzow, who won by 0.64 seconds as Redfern clocked one minute 14.10secs.
Redfern, who is visually impaired, gave birth to son Patrick in July 2020.
"When I found out I was pregnant, I thought that my swimming career was done, it was over," she said.
But for Redfern, the 12-month delay to the Paralympics because of Covid-19 "felt like fate, like they'd been postponed for me - I need
to go and prove myself, they're waiting for me".
Although swimming pools were forced to close, British Swimming hired a hot tub for her to train in at home during lockdown.
However, preparing for Tokyo hasn't been her biggest challenge of the past year.
"Being a mum is so hard, it's the hardest thing I've ever had to do," she told BBC Radio 5 Live.
"To top it off with having to race and train - my son's just turned one and isn't sleeping through the night so I'm not getting the
recovery time."
Redfern said she could not wait to be reunited with Patrick so she could "give him a massive cuddle".
She added: "He won't remember it, he's only one, but he will have all these memories to look back on and I know that he'll be proud
of his mummy.
Disponível em: https://www.bbc.com/sport/disability-sport/58411534. Acesso em: 01 set. 2021. (Adaptado).
Com base no texto, analise as alternativas a seguir:
I. Becky Redfern pensou que sua carreira havia acabado por causa da gravidez.
II. Se não fosse pela Covid-19, Becky Redfern não teria participado das paraolimpíadas de Tokyo.
III. Becky Redfern foi medalhista nas paraolimpíadas do Rio.
IV. O maior desafio na vida da medalhista foi se preparar para as paraolimpíadas.
Está CORRETO o que se afirma em:
Questão 3 10736846
COTUCA 2022Leia o texto abaixo para responder às questões.
Quando romantizar a vida dura de atletas vira um problema
FOTO: CARLA CARNIEL / REUTERS

Tatuagem do surfista brasileiro Ítalo Ferreira, medalha de ouro nos jogos de Tóquio
Medalha de prata na ginástica artística, Rebeca Andrade caminhava duas horas com os irmãos para poder treinar em Guarulhos, região metropolitana de São Paulo, quando sua mãe não tinha dinheiro para a condução dos filhos. Medalha de ouro no surf, Ítalo Ferreira usava tampas da caixa de isopor do pai, pescador, para pegar ondas em Baía Formosa, no Rio Grande do Norte.
As histórias de superação dos atletas brasileiros em Olimpíadas são recorrentes. E têm aparecido nos Jogos de Tóquio. Apesar de inspiradoras, elas trazem um problema: podem esconder a falta de investimento no esporte de base e também propagar a ideia de que basta esforço pessoal para subir ao pódio.
Neste texto, o Nexo debate o tema com Christian Dunker, psicanalista, professor do departamento de Psicologia Clínica do Instituto de Psicologia da USP e autor de livros como “Mal-estar, sofrimento e sintoma”, e com Marco Antonio Bortoleto, ex-atleta, professor da Faculdade de Educação Física da Unicamp e presidente da Comissão de Educação da Confederação Brasileira de Ginástica.
Na análise de Dunker, casos como os de Rebeca e Ítalo podem levar a uma percepção bivalente de que, por terem enfrentado dificuldades maiores, a vitória se torna ainda mais “maiúscula”.
“Eles tiveram que enfrentar os adversários externos, a realidade da competição. E os internos, da sua condição de origem, eventualmente a sua condição de gênero, de raça ou de classe. E aí você pode enaltecer que: basta o seu esforço. Qualquer um poderia também, certo? Não. A gente tem que ver que, para as grandes qualidades dela e dele, a gente tem uma quantidade grande de pessoas que tentam e não chegam lá. E não é por falta de esforço”, disse o psicanalista.
“Quando uma pessoa enriquece, logo se diz que ela saiu de uma família humilde. Por estarmos numa sociedade extremamente desigual, há buscas por mecanismos de ascensão social, e o esporte é um deles. E aí quem se torna um ídolo acaba disparador dessa vontade. E não é verdade. Medalha olímpica e ídolos não são para sempre”, disse.
Essa romantização é dura com os atletas que chegam ao topo e com os que traçam um caminho sem atingir o ápice, segundo Bortoleto. “O nosso romance com a sociedade pode ser curto. Tem ídolos que venderam medalha para sobreviver. Tem gente descartada a cada ciclo olímpico. Temos que celebrar, mas ter cuidado com as centenas de Rebecas que tentaram, mas não chegaram lá”, afirmou o ex-ginasta.
Adaptado de Isadora Rupp, 29 de jul de 2021, Nexo Jornal. Disponível em https://www.nexojornal.com.br/ expresso/2021/07/29/Quando-romantizar-a-vida-dura-de-atletas-vira-um-problema. Acesso em 30 jul. 2021.
Após a compreensão do texto, releia o título: “Quando romantizar a vida dura de atletas vira um problema”.
Qual das alternativas a seguir melhor apresenta o sentido com que a palavra romantizar é usada nesse contexto?
Questão 5 10655801
CMB Matemática 6º ano 2021Utilize o texto e as informações do gráfico e tabela abaixo para responder à QUESTÃO
Atualmente, a participação feminina nas Olimpíadas é algo bastante comum, mas nem sempre foi assim. Os Jogos Olímpicos, que datam de 776 a.C., só vieram a ter participação feminina mais de 2000 anos depois, nos jogos de 1900, em Paris. Ainda assim, essas atletas não ganhavam medalhas como os homens, recebiam apenas um certificado de participação.
Desde então, os Jogos Olímpicos contam com a participação das mulheres que, ao longo de suas edições, foram sendo incluídas em outras modalidades e conquistando seu espaço nesse importante evento mundial. A primeira participação feminina do Brasil ocorreu em 1932, com a nadadora Maria Lenk, três décadas depois da estreia das mulheres em Olimpíadas.
Veja abaixo a quantidade de atletas brasileiros do sexo feminino e masculino dos últimos jogos:

A conquista de medalhas também vem aumentando nos últimos jogos. E nos Jogos Olímpicos de Tóquio, que acabaram de ocorrer, o Brasil trouxe um número expressivo de medalhas, finalizando a competição em 12° lugar, uma marca histórica. No gráfico abaixo, pode-se observar o crescimento feminino nos últimos Jogos Olímpicos.

Com base nas informações do texto e do gráfico apresentados anteriormente, podemos afirmar que
Questão 8 10737227
COLÉGIO SÓLIDO* 1º Ano 2020CAMPANHA DA CAMISA 33 COMBATE O ASSÉDIO CONTRA AS MULHERES NOS ESTÁDIOS

Campanha da Camisa 33 combate o assédio contra as mulheres nos estádios. Disponível em: https://glo.bo/2DMq1hX.
Acerca da peça publicitária apresentada sobre mulheres torcedoras assediadas nos estádios de futebol, observa-se o uso
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