Questões de EFAF Educação Física
1.033 Questões
Questão 3 10196449
CMB 1º Ano - Língua Portuguesa 2014Texto
Diversidade cultural traz qualidade ao ensino
O respeito à diversidade cultural do Brasil e as políticas de Estado para agregar as
diferenças da sociedade brasileira, como a educação inclusiva,
podem aumentar a qualidade do ensino no País. “Nós perdemos muito com a supremacia
do conhecimento erudito, pois a cultura popular da vivência das minorias é, muitas vezes,
[5] mais útil e rica”, disse o secretário especial de Direitos Humanos, Perly Cipriano, durante a
mesa-redonda A Educação em Direitos Humanos numa Perspectiva de Estado. A
discussão fez parte do seminário Diferentes Diferenças, promovido pela Secretaria de
Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad/MEC).
Cipriano apresentou uma perspectiva histórica do uso das diferenças como
[10] justificativa à opressão das minorias. “Os índios e os negros foram colonizados sob a
justificativa de que eram primitivos se comparados ao povo europeu. Entretanto, eles
respeitavam suas mulheres”, destacou. Cipriano ressaltou, também, a necessidade do
reconhecimento das diferenças para que exista uma contribuição educacional das diversas
camadas da sociedade.
[15] Ana Maria Roudino, presidente do Instituto Interamericano de Direitos Humanos,
destacou a educação como um mecanismo preventivo às violações dos direitos humanos.
“O indivíduo que teve acesso à educação tem mais condições de reconhecer seus direitos
e os direitos alheios”, afirmou. Ana Maria ressaltou o desafio futuro de se construírem
sociedades onde a dignidade humana não seja atropelada.
[20] O titular da Secad, Ricardo Henriques, explicitou as dificuldades encontradas para
integrar a diversidade na educação. “Não se trata de colocar os direitos humanos como
uma matéria a mais no currículo escolar e, sim, de promover uma radical mudança
cultural”, explicou.
Fonte: Portal MEC, http://www.historianet.com.br/conteudo/default.aspx?codigo=885–acesso em 08 ago 2014. Com adaptação.
Observe os fragmentos retirados do texto:
I. “O respeito à diversidade cultural do Brasil...” (linha 1)
II. “...da vivência das minorias...” (linha 4)
III. “...uso das diferenças como justificativa...” (linhas 9 e 10)
IV. “...como justificativa à opressão das minorias.” (linhas 9 e 10)
V. “...à opressão das minorias...” (linha 10)
Os fragmentos acima foram transformados, com a mudança dos itens sublinhados para verbos, criando-se novas frases.
Considerando que todos os verbos a seguir possuem complementos, marque o item cuja frase não transmite o sentido equivalente em relação ao proposto no texto.
Questão 2 10196441
CMB 1º Ano - Língua Portuguesa 2014Texto
Diversidade cultural traz qualidade ao ensino
O respeito à diversidade cultural do Brasil e as políticas de Estado para agregar as
diferenças da sociedade brasileira, como a educação inclusiva,
podem aumentar a qualidade do ensino no País. “Nós perdemos muito com a supremacia
do conhecimento erudito, pois a cultura popular da vivência das minorias é, muitas vezes,
[5] mais útil e rica”, disse o secretário especial de Direitos Humanos, Perly Cipriano, durante a
mesa-redonda A Educação em Direitos Humanos numa Perspectiva de Estado. A
discussão fez parte do seminário Diferentes Diferenças, promovido pela Secretaria de
Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad/MEC).
Cipriano apresentou uma perspectiva histórica do uso das diferenças como
[10] justificativa à opressão das minorias. “Os índios e os negros foram colonizados sob a
justificativa de que eram primitivos se comparados ao povo europeu. Entretanto, eles
respeitavam suas mulheres”, destacou. Cipriano ressaltou, também, a necessidade do
reconhecimento das diferenças para que exista uma contribuição educacional das diversas
camadas da sociedade.
[15] Ana Maria Roudino, presidente do Instituto Interamericano de Direitos Humanos,
destacou a educação como um mecanismo preventivo às violações dos direitos humanos.
“O indivíduo que teve acesso à educação tem mais condições de reconhecer seus direitos
e os direitos alheios”, afirmou. Ana Maria ressaltou o desafio futuro de se construírem
sociedades onde a dignidade humana não seja atropelada.
[20] O titular da Secad, Ricardo Henriques, explicitou as dificuldades encontradas para
integrar a diversidade na educação. “Não se trata de colocar os direitos humanos como
uma matéria a mais no currículo escolar e, sim, de promover uma radical mudança
cultural”, explicou.
Fonte: Portal MEC, http://www.historianet.com.br/conteudo/default.aspx?codigo=885–acesso em 08 ago 2014. Com adaptação.
O texto em questão
Questão 9 10190495
CANGURU Benjamin 2014O Marco participou numa corrida da escola que consistia em dar 5 voltas a uma pista. Os tempos registados quando ele passava pelo ponto de partida foram os apresentados na figura ao lado.
Que volta a pista foi a mais rápida?

Questão 7 10156673
CMJF 1° Ano - Prova de Português 2014TEXTO I
Mais que um jogo
Por: Wilma Freitas, Superintendente de Educação do Senac RJ
O que vimos na Bahia, além de ser uma política da Federação Alemã de Futebol, mostra o resultado de uma educação para a responsabilidade e solidária
1 A Alemanha não limitou sua revolução aos campos de futebol para transformar derrotas em. vitórias. O país também usou um resultado ruim em um ranking mundial de educação em 2001 para rever e transformar seu modelo de ensino.
2 Um ano antes, a Alemanha amargava o 21° lugar dentre os 31 participantes do Programme for International Student Assessment (Pisa). A época, apenas 37% dos alunos do país concluíam o ensino médio e se habilitavam a entrar em uma universidade. O desempenho abaixo da média dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) levantou um profundo debate sobre a educação no país e fez a Alemanha revolucionar seu projeto educacional.
3 O modelo alemão é dual, ou seja, a profissão não é isolada do contexto de vida do aluno. O maior diferencial desse processo de formação profissional e acadêmica acontece após o primeiro segmento do ensino fundamental. Aos 10 anos, os alunos passam por dois anos de orientação científica, a fim de identificar em quais áreas têm mais habilidade, ampliando as chances de se destacarem no mercado de trabalho.

4 A reforma levou a Alemanha a subir o ranking educacional no Pisa e chegar a 12° em Ciências, a 16° em Matemática e a 19° em Leitura. O planejamento é facilitado pela autonomia dos estados alemães em relação à educação. Conseguem administrar a formação de acordo com a demanda econômica de cada região. Com o modelo, apenas 6% dos alunos do país estudam em escolas particulares e, em dez estados, as instituições de ensino superior são públicas.
5 A estratégia de superação e inclusão profissional empreendida pela Alemanha provocou uma reviravolta no ensino. O que vimos acontecer na Bahia, além de ser uma política da Federação Alemã de Futebol, demonstra o resultado de uma educação para a responsabilidade e solidária.
6 Em. 2013, uma equipe do Senac RJ realizou uma viagem técnica às alemãs Berlim e Munique para conhecer o que era desenvolvido no país e buscar parcerias acadêmicas. Com as visitas, a instituição observou in loco o método aplicado e avaliou o progresso após maciço investimento educacional. As escolas são equipadas com instalações e laboratórios adequados ao desenvolvimento profissional, voltados para a qualificação dos alunos, além de modernas instalações de ensino base, fundamentais para o sucesso do futuro profissional.
7 "Método semelhante ao processo educacional alemão, qualificando jovens para o mercado de trabalho utilizando a experiência in loco como ponto principal, é desenvolvido também pelo Senac RJ há mais de uma década. As estratégias pressupõem o desenvolvimento profissional como resultado do engajamento do estudante em seu processo de aprendizagem. E a relação entre prática e teoria Se dá por meio de problemas e desafios enfrentados em situações reais ou em casos que simulem a realidade do contexto de trabalho.
8 Esse é um modelo viável. E comprova que, muito além das linhas do campo, o Brasil também pode fazer seu golaço na educação.
Disponível em http://oglobo;globo.com/opiniao/mais-que-um-jogo-13399594
Acesso em 29/07/2014.
Texto adaptado.
Vocabulário:
Dual: composto de duas partes (3° parágrafo)
Senac: Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (6° parágrafo)
In loco: expressão latina significando “no local” (6° parágrafo)
TEXTO II
Pisa: desempenho do Brasil piora em leitura e 'empaca' em ciências
Do Uol, em São Paulo
1 Em 2012, o desempenho dos estudantes brasileiros em leitura piorou em relação a 2009. De acordo com dados do Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Alunos), o país somou 410 pontos em leitura, dois a menos do que a sua pontuação na última avaliação e 86 pontos abaixo da média dos países da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico).
2 Com isso, o pais ficou com a 55a posição do ranking de leitura, abaixo de países como Chile, Uruguai, Romênia e Tailândia. Segundo o relatório da OCDE, parte do mau desempenho do pais pode ser explicado pela expansão de alunos de 15 anos na rede em séries defasadas.
3 Quase metade (49,2%) dos alunos brasileiros não alcança o nível 2 de desempenho na avaliação que tem o nível 6 como teto. Isso significa que eles não são capazes de deduzir informações do texto, de estabelecer relações entre diferentes partes do texto e não conseguem compreender nuances da linguagem.
Disponível em: http://educacao.uol. com.br/noticias/2013/12/03/pisa-desempenho-do-brasil-piora-em-leitura-e-empaca-em-ciencias.htm
Acesso em 04/08/2014.
Texto adaptado.
Vocabulário:
Defasadas: discrepantes, fora do nível (2° parágrafo)
TEXTO III
A ÁGUIA QUE (QUASE) VIROU GALINHA
Por: Rubem Alves
1 Era uma vez uma águia que foi criada num galinheiro. Cresceu pensando que era galinha.
Era uma galinha estranha (o que a fazia sofrer). Que tristeza quando se via refletida nos espelhos das
poças d'água tão diferente! O bico era grande demais, adunco, impróprio para catar milho, como todas as
outras faziam. Seus olhos tinham um ar feroz, diferente do olhar amedrontado das galinhas, tão ao sabor
do amor do galo.
2 Era muito grande em relação as outras, era atlética. Com certeza sofria de alguma doença. E ela queria uma coisa só: ser uma galinha comum, como todas as outras.
3 Fazia um esforço enorme para isso. Treinava ciscar com bamboleio próprio. Andava meio agachada, para não se destacar pela altura. Tomava lições de cacarejo.
4 O que mais queria: que seu cocô tivesse o mesmo “cheiro familiar e acolhedor do cocô das galinhas. O seu era “diferente, inconfundível. Todos sabiam onde ela tinha estado e riam.
5 Sua luta para ser igual a levava a extremos de dedicação política. Participava de todas as causas. Quando havia greve por rações de milho mais abundantes, ela estava sempre na frente. Fazia discursos inflamados contra as péssimas condições de segurança do galinheiro, pois a tela precisava ser arrumada, estava cheia de buracos (nunca lhe passava pela cabeça aproveitar-se dos furos para fugir, porque o que ela queria não era a liberdade, era ser igual às outras, mesmo dentro do galinheiro).
6 Pregava a necessidade de uma revolução no galinheiro. Acabar com o dono que se apossava do trabalho das galinhas. O galinheiro precisava de uma nova administração galinácea. (Acabar com o galinheiro, derrubar as cercas, isso era coisa impensável. O que se desejava era um galinheiro que fosse bom, protegido, onde ninguém pudesse entrar — muito embora o reverso fosse “de onde ninguém pudesse sair”).
7 Aconteceu que, um dia, um alpinista que se dirigia para o cume das montanhas passou por ali. Alpinistas são pessoas que gostam de ser águias. Não podendo, fazem aquilo que chega mais perto. Sobem a pés e mãos, até as alturas onde elas vivem e voam. E ficam lá, olhando para baixo, imaginando que seria muito bom se fossem águias e pudessem voar.
8 O alpinista viu a águia no galinheiro e se assustou.
9 — O que você, águia, está fazendo no meio das galinhas? Ele perguntou.
10 Ela pensou que estava sendo caçoada e ficou brava.
11 — Não me goza. Águia é a vovozinha. Sou galinha de corpo e alma, embora não pareça.
12 — Galinha coisa nenhuma, replicou o alpinista. Você tem bico de águia, olhar de águia, rabo de águia, cocô de águia. É ÁGUIA! Deveria estar voando... E apontou para minúsculos pontos no céu, muito longe, águias que voam perto dos picos das montanhas.
13 — Deus me livre! Tenho vertigem das alturas. Me dá tonteira. O máximo, para mim, é o segundo degrau do poleiro, ela respondeu.
14 O alpinista percebeu que a discussão não iria a lugar nenhum. Suspeitou que a águia até gostava de ser galinha. Coisa que acontece frequentemente. Voar é excitante, mas dá calafrios. O galinheiro pode ser chato, mas é tranquilo. A segurança atrai mais que a liberdade.
15 Assim, fim de papo. Agarrou a águia e enfiou dentro de um saco. E continuou sua marcha para o alto da montanha.
16 Chegando lá, escolheu o abismo mais fundo, abriu o saco e sacudiu a águia no vazio. Ela caiu. Aterrorizada, debateu-se furiosamente, procurando algo a que se agarrar. Mas não havia nada. Só lhe sobravam as asas.
17 E foi então que algo novo aconteceu. Do fundo de seu corpo galináceo, uma águia, há muito tempo adormecida e esquecida, acordou, se apossou das asas e, de repente, ela voou.
18 “Lá de cima olhou o vale onde vivera. Visto das alturas, ele era muito mais bonito. Que pena que há tantos animais que só podem ver os limites do galinheiro!”
Disponivel em: www .biblipage.com/aquia. html
Acesso em 02/10/2014,
Texto adaptado.
Vocabulário:
Adunco: recurvado, curvo (1° parágrafo)
Considerando o registro linguístico presente nos exemplos abaixo contidos nos textos: I, II e III, assinale a alternativa correta:
Questão 5 10156613
CMJF 1° Ano - Prova de Português 2014TEXTO I
Mais que um jogo
Por: Wilma Freitas, Superintendente de Educação do Senac RJ
O que vimos na Bahia, além de ser uma política da Federação Alemã de Futebol, mostra o resultado de uma educação para a responsabilidade e solidária
1 A Alemanha não limitou sua revolução aos campos de futebol para transformar derrotas em. vitórias. O país também usou um resultado ruim em um ranking mundial de educação em 2001 para rever e transformar seu modelo de ensino.
2 Um ano antes, a Alemanha amargava o 21° lugar dentre os 31 participantes do Programme for International Student Assessment (Pisa). A época, apenas 37% dos alunos do país concluíam o ensino médio e se habilitavam a entrar em uma universidade. O desempenho abaixo da média dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) levantou um profundo debate sobre a educação no país e fez a Alemanha revolucionar seu projeto educacional.
3 O modelo alemão é dual, ou seja, a profissão não é isolada do contexto de vida do aluno. O maior diferencial desse processo de formação profissional e acadêmica acontece após o primeiro segmento do ensino fundamental. Aos 10 anos, os alunos passam por dois anos de orientação científica, a fim de identificar em quais áreas têm mais habilidade, ampliando as chances de se destacarem no mercado de trabalho.

4 A reforma levou a Alemanha a subir o ranking educacional no Pisa e chegar a 12° em Ciências, a 16° em Matemática e a 19° em Leitura. O planejamento é facilitado pela autonomia dos estados alemães em relação à educação. Conseguem administrar a formação de acordo com a demanda econômica de cada região. Com o modelo, apenas 6% dos alunos do país estudam em escolas particulares e, em dez estados, as instituições de ensino superior são públicas.
5 A estratégia de superação e inclusão profissional empreendida pela Alemanha provocou uma reviravolta no ensino. O que vimos acontecer na Bahia, além de ser uma política da Federação Alemã de Futebol, demonstra o resultado de uma educação para a responsabilidade e solidária.
6 Em. 2013, uma equipe do Senac RJ realizou uma viagem técnica às alemãs Berlim e Munique para conhecer o que era desenvolvido no país e buscar parcerias acadêmicas. Com as visitas, a instituição observou in loco o método aplicado e avaliou o progresso após maciço investimento educacional. As escolas são equipadas com instalações e laboratórios adequados ao desenvolvimento profissional, voltados para a qualificação dos alunos, além de modernas instalações de ensino base, fundamentais para o sucesso do futuro profissional.
7 "Método semelhante ao processo educacional alemão, qualificando jovens para o mercado de trabalho utilizando a experiência in loco como ponto principal, é desenvolvido também pelo Senac RJ há mais de uma década. As estratégias pressupõem o desenvolvimento profissional como resultado do engajamento do estudante em seu processo de aprendizagem. E a relação entre prática e teoria Se dá por meio de problemas e desafios enfrentados em situações reais ou em casos que simulem a realidade do contexto de trabalho.
8 Esse é um modelo viável. E comprova que, muito além das linhas do campo, o Brasil também pode fazer seu golaço na educação.
Disponível em http://oglobo;globo.com/opiniao/mais-que-um-jogo-13399594
Acesso em 29/07/2014.
Texto adaptado.
Vocabulário:
Dual: composto de duas partes (3° parágrafo)
Senac: Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (6° parágrafo)
In loco: expressão latina significando “no local” (6° parágrafo)
TEXTO II
Pisa: desempenho do Brasil piora em leitura e 'empaca' em ciências
Do Uol, em São Paulo
1 Em 2012, o desempenho dos estudantes brasileiros em leitura piorou em relação a 2009. De acordo com dados do Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Alunos), o país somou 410 pontos em leitura, dois a menos do que a sua pontuação na última avaliação e 86 pontos abaixo da média dos países da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico).
2 Com isso, o pais ficou com a 55a posição do ranking de leitura, abaixo de países como Chile, Uruguai, Romênia e Tailândia. Segundo o relatório da OCDE, parte do mau desempenho do pais pode ser explicado pela expansão de alunos de 15 anos na rede em séries defasadas.
3 Quase metade (49,2%) dos alunos brasileiros não alcança o nível 2 de desempenho na avaliação que tem o nível 6 como teto. Isso significa que eles não são capazes de deduzir informações do texto, de estabelecer relações entre diferentes partes do texto e não conseguem compreender nuances da linguagem.
Disponível em: http://educacao.uol. com.br/noticias/2013/12/03/pisa-desempenho-do-brasil-piora-em-leitura-e-empaca-em-ciencias.htm
Acesso em 04/08/2014.
Texto adaptado.
Vocabulário:
Defasadas: discrepantes, fora do nível (2° parágrafo)
Assinale a alternativa que contenha o objetivo comunicativo dos textos I e II, respectivamente:
Questão 13 11132878
Concursos P. santana do ipanema 2013O Ossada Futebol Clube na sua última partida contra o Saco de Pancada Futebol Clube teve 52,5 % de posse de bola.
Se a partida teve cinquenta minutos e quarenta segundos de bola rolando, o Ossada ficou com a posse da bola durante
06
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