Questões de EFAF Educação Física - Biologia e Saúde
167 Questões
Questão 2 10728497
CMC 6º Ano - Português 2018TEXTO
Exposição da criança à tecnologia deve ser orientada e supervisionada pelos pais
Muito se fala sobre os riscos da exposição precoce da criança à tecnologia. A Academia
Americana de Pediatria revisou recentemente sua recomendação sobre o tema, reduzindo de 24
para 18 meses a idade em que a criança não deve ter nenhum contato com dispositivos
eletrônicos.
[05] Mas, os pais sabem o quanto é difícil evitar essa exposição. Muitos bebês são
introduzidos no universo musical por meio dos clipes da “Galinha Pintadinha”. Começam
assistindo em casa. Mas logo os pais descobrem o efeito calmante da “Galinha” e recorrem a
ela, no celular ou no tablet, principalmente em locais onde gostariam que a criança ficasse
quieta, como salas de espera e restaurantes.
[10] Para Glaucia Miyazaki, diretora de produtos/learning da FS (empresa desenvolvedora de
aplicativos para crianças de 6 a 11 anos), a introdução da criança no mundo da tecnologia tem
de ser “feita sempre de forma orientada, supervisionada e natural. Deixe a criança mostrar
curiosidade e se interessar pelo equipamento e, a partir daí, escolha qual conteúdo será
apresentado. Esteja próximo para conversar, ensinar, comentar, interagir e brincar junto.
[15]Quando a criança vai crescendo, a tecnologia precisa ser introduzida como mais um elemento
sem tomar lugar dos brinquedos e das relações pessoais”.
Sobre a idade mínima para o contato com a tecnologia começar, a especialista afirma que
não existe uma regra para isso, mas sim, que é preciso ter bom senso, pois bebês pequenos
ainda estão desenvolvendo a capacidade de sentar, a coordenação motora para segurar, além da
[20]própria visão e, por isso, não faz muito sentido dar a eles um tablet. Em vez disso, deve-se
estimulá-los com música, brinquedos ou móbiles, que são mais indicados.
Mas Glaucia afirma que a tecnologia faz parte da nossa vida e que a criança uma hora
terá de ser apresentada a ela. “É necessário inserir a criança nesse contexto, permitindo o
acesso às possibilidades geradas. Existem diversos aplicativos cuidadosamente pensados e
[25]criados para estimular e desenvolver algumas habilidades conforme sua idade, podendo ajudar
no desenvolvimento das crianças de diversas formas. Esses aplicativos podem contribuir para o
exercício do raciocínio e da concentração, estimulando a análise e a observação para resolução
de problemas, provocando a criatividade e apresentando conceitos desde os mais estruturais,
como os números, as operações, as letras, as palavras, as cores, as formas, até os mais sociais,
[30]como cuidado com meio ambiente. Alguns atuam na coordenação motora, outros têm cunho
mais pedagógico”.
Se a tecnologia for introduzida de forma adequada, torna-se natural para a criança,
estimulando sua curiosidade e permitindo a interação, além de fornecer possibilidades de
conhecimento.
[35] Exemplo deve vir dos pais
Vale lembrar sempre que os pais devem supervisionar o conteúdo a que a criança tem
acesso, além de servir de exemplo para ela. “De nada adianta questionar a criança que deixa de
fazer algo porque está no computador se os pais não deixam o celular de lado nem na hora da
refeição”, afirma Glaucia.
[40] Segundo a especialista, a educação digital é um item muito importante que não deve ser
delegado às escolas ou a qualquer outra entidade: “São os pais que precisam dar os limites e
acompanhar essa interação e esse aprendizado. As regras estabelecidas devem ser cumpridas.
Os pais precisam estar atentos, devem ver os aplicativos antes para garantir que são adequados ao que esperam”.
[45] Para evitar que a criança se meta em situações perigosas no mundo virtual, ela lembra
que existem soluções tecnológicas para monitorar o que é feito nos tablets, computadores e
celulares, além da possibilidade de determinar tempo de acesso e conteúdo permitido: “Existe
ainda a parte de configurações dos aparelhos que também permite limitar o tipo de acesso e
ações que podem ser realizadas. Tudo isso ajuda a determinar os limites e também a interagir,
[50]atuando na orientação e na educação digital das crianças.”.
Tempo para outras atividades
Glaucia destaca que o uso da tecnologia não deve invadir o tempo de outras atividades da
criança, como brincar, comer, dormir, fazer exercícios, tomar banho, conversar e interagir:
“Isso deve ser mais um elemento nessa rotina de vida. E também não deve ser entendida como
[55] uma obrigação. Quando a tecnologia é introduzida de forma orientada e supervisionada, é
natural impor limites de tempo e períodos permitidos, pois assim como as demais atividades,
ela tem seu lugar no dia a dia. Brincar ao ar livre é tão importante quanto ficar um tempo junto
em casa desenhando. Pais e filhos jogarem juntos é tão importante quanto simplesmente
conversarem na mesa de jantar. A questão é que essas pequenas interações estão se perdendo, é
[60]isso que precisamos buscar”.
Exposição da criança à tecnologia deve ser orientada e supervisionada pelos pais.
Disponível em:http://www.focandoanoticia.com.br/exposicao-da-crianca-a-tecnologia-deve-ser-orientada-e-supervisionada-pelos-pais/ . Acesso em: 09 Ago. 2018. Adaptado.
Dentro do contexto em que está inserido, o verbo conversar (linha 14), retirado do Texto, pode ser substituído por vários sinônimos, exceto por
Questão 1 10728471
CMC 6º Ano - Português 2018TEXTO
Exposição da criança à tecnologia deve ser orientada e supervisionada pelos pais
Muito se fala sobre os riscos da exposição precoce da criança à tecnologia. A Academia
Americana de Pediatria revisou recentemente sua recomendação sobre o tema, reduzindo de 24
para 18 meses a idade em que a criança não deve ter nenhum contato com dispositivos
eletrônicos.
[05] Mas, os pais sabem o quanto é difícil evitar essa exposição. Muitos bebês são
introduzidos no universo musical por meio dos clipes da “Galinha Pintadinha”. Começam
assistindo em casa. Mas logo os pais descobrem o efeito calmante da “Galinha” e recorrem a
ela, no celular ou no tablet, principalmente em locais onde gostariam que a criança ficasse
quieta, como salas de espera e restaurantes.
[10] Para Glaucia Miyazaki, diretora de produtos/learning da FS (empresa desenvolvedora de
aplicativos para crianças de 6 a 11 anos), a introdução da criança no mundo da tecnologia tem
de ser “feita sempre de forma orientada, supervisionada e natural. Deixe a criança mostrar
curiosidade e se interessar pelo equipamento e, a partir daí, escolha qual conteúdo será
apresentado. Esteja próximo para conversar, ensinar, comentar, interagir e brincar junto.
[15]Quando a criança vai crescendo, a tecnologia precisa ser introduzida como mais um elemento
sem tomar lugar dos brinquedos e das relações pessoais”.
Sobre a idade mínima para o contato com a tecnologia começar, a especialista afirma que
não existe uma regra para isso, mas sim, que é preciso ter bom senso, pois bebês pequenos
ainda estão desenvolvendo a capacidade de sentar, a coordenação motora para segurar, além da
[20]própria visão e, por isso, não faz muito sentido dar a eles um tablet. Em vez disso, deve-se
estimulá-los com música, brinquedos ou móbiles, que são mais indicados.
Mas Glaucia afirma que a tecnologia faz parte da nossa vida e que a criança uma hora
terá de ser apresentada a ela. “É necessário inserir a criança nesse contexto, permitindo o
acesso às possibilidades geradas. Existem diversos aplicativos cuidadosamente pensados e
[25]criados para estimular e desenvolver algumas habilidades conforme sua idade, podendo ajudar
no desenvolvimento das crianças de diversas formas. Esses aplicativos podem contribuir para o
exercício do raciocínio e da concentração, estimulando a análise e a observação para resolução
de problemas, provocando a criatividade e apresentando conceitos desde os mais estruturais,
como os números, as operações, as letras, as palavras, as cores, as formas, até os mais sociais,
[30]como cuidado com meio ambiente. Alguns atuam na coordenação motora, outros têm cunho
mais pedagógico”.
Se a tecnologia for introduzida de forma adequada, torna-se natural para a criança,
estimulando sua curiosidade e permitindo a interação, além de fornecer possibilidades de
conhecimento.
[35] Exemplo deve vir dos pais
Vale lembrar sempre que os pais devem supervisionar o conteúdo a que a criança tem
acesso, além de servir de exemplo para ela. “De nada adianta questionar a criança que deixa de
fazer algo porque está no computador se os pais não deixam o celular de lado nem na hora da
refeição”, afirma Glaucia.
[40] Segundo a especialista, a educação digital é um item muito importante que não deve ser
delegado às escolas ou a qualquer outra entidade: “São os pais que precisam dar os limites e
acompanhar essa interação e esse aprendizado. As regras estabelecidas devem ser cumpridas.
Os pais precisam estar atentos, devem ver os aplicativos antes para garantir que são adequados ao que esperam”.
[45] Para evitar que a criança se meta em situações perigosas no mundo virtual, ela lembra
que existem soluções tecnológicas para monitorar o que é feito nos tablets, computadores e
celulares, além da possibilidade de determinar tempo de acesso e conteúdo permitido: “Existe
ainda a parte de configurações dos aparelhos que também permite limitar o tipo de acesso e
ações que podem ser realizadas. Tudo isso ajuda a determinar os limites e também a interagir,
[50]atuando na orientação e na educação digital das crianças.”.
Tempo para outras atividades
Glaucia destaca que o uso da tecnologia não deve invadir o tempo de outras atividades da
criança, como brincar, comer, dormir, fazer exercícios, tomar banho, conversar e interagir:
“Isso deve ser mais um elemento nessa rotina de vida. E também não deve ser entendida como
[55] uma obrigação. Quando a tecnologia é introduzida de forma orientada e supervisionada, é
natural impor limites de tempo e períodos permitidos, pois assim como as demais atividades,
ela tem seu lugar no dia a dia. Brincar ao ar livre é tão importante quanto ficar um tempo junto
em casa desenhando. Pais e filhos jogarem juntos é tão importante quanto simplesmente
conversarem na mesa de jantar. A questão é que essas pequenas interações estão se perdendo, é
[60]isso que precisamos buscar”.
Exposição da criança à tecnologia deve ser orientada e supervisionada pelos pais.
Disponível em:http://www.focandoanoticia.com.br/exposicao-da-crianca-a-tecnologia-deve-ser-orientada-e-supervisionada-pelos-pais/ . Acesso em: 09 Ago. 2018. Adaptado.
A expressão “a partir daí” (linha 13), no Texto, está entre vírgulas a fim de
Questão 47 10531318
ENCCEJA* Ensino Fundamental - I, II, III e IV 2018Um estudo, visando a melhoria da saúde e do desempenho físico de atletas, considerou aspectos nutricionais relacionados ao esporte, o que permitiu avaliar os hábitos alimentares dos atletas. Foram pesquisados cerca de trinta remadores do Clube Náutico Francisco Martinelli, atletas e alunos da escolinha de remo, conforme apresentado no gráfico.

Disponível em: www.periodicos.ufsc.br. Acesso em: 4 jun. 2009 (adaptado).
Pelo gráfico apresentado, alunos e atletas mostraram, pelos seus hábitos alimentares, que a refeição menos consumida é o(a)
Questão 13 10290449
CMR 1°ano - Prova de Português 2018Texto:
INCLUSÃO ESCOLAR: RELEVÂNCIA E POSSIBILIDADES
O princípio fundamental dessa iniciativa está baseado em um direito de todo ser
humano: o acesso à educação.
Além disso, a inclusão escolar, nos espaços de estudo regulares, é importante para o
desenvolvimento socioemocional e psicológico das crianças com necessidades especiais.
[5] A legislação brasileira (LDBEN 9394/96) busca garantir que a inclusão escolar permita
que as crianças, que apresentam algum tipo de necessidade especial, possam se socializar,
desenvolver suas capacidades pessoais e aprimorar sua inteligência emocional.
O acesso à escola não só promove o desenvolvimento pessoal, mas também é uma
ferramenta social importante para os relacionamentos interpessoais.
[10] As escolas que promovem a escolarização de todos de maneira efetiva auxiliam para
que esses alunos sejam capazes de aprender e serem autônomos — algo importante para
melhorar a autoestima e estimular a busca de uma profissão.
Vale ressaltar que a inclusão escolar também promove uma ampla reflexão sobre a
diversidade e o respeito, que são temas importantes para a construção de uma sociedade e
[15] de cidadãos emocionalmente mais saudáveis.
O SUPORTE TECNOLÓGICO
Os benefícios de inserir as crianças com necessidades especiais em ambientes
escolares regulares são enormes, desde que haja recursos para que elas tenham condições
de desenvolver o aprendizado.
[20] Para isso, a tecnologia é a maior aliada das instituições de ensino.
Esse campo é conhecido como “tecnologia assistida”, pois assiste, ou seja, ajuda no
acesso técnico ao conteúdo. Existem softwares de todo tipo, atendendo às necessidades
específicas de cada aluno.
Os tablets e os tradutores simultâneos digitais para os alunos com deficiência auditiva,
[25] bem como, outros aparelhos e softwares para os alunos com deficiência visual são
exemplos que contribuem significativamente para o aprendizado.
Há também os programas que permitem que pessoas tetraplégicas operem o
computador usando comandos de voz.
Para crianças com deficiência intelectual, existem diversos recursos pedagógicos que
[30] auxiliam na aprendizagem como jogos e aplicativos.
Ou seja, a tecnologia é uma ferramenta pedagógica que busca atender às
necessidades de todos os alunos.
(Disponível em: https://escoladainteligencia.com.br/inclusao-escolar/Acesso em 27 out. 18. Fragmento, adaptado e modificado).
Legenda: LDBEN - LEI DE DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO NACIONAL
Entre as sentenças abaixo, marque aquela em que todos os conectivos podem substituir o termo "Além disso” presente no fragmento “Além disso, a inclusão escolar, nos espaços de estudo regulares...” (L. 3/4), mantendo o mesmo valor semântico.
Questão 12 10290435
CMR 1°ano - Prova de Português 2018Texto:
INCLUSÃO ESCOLAR: RELEVÂNCIA E POSSIBILIDADES
O princípio fundamental dessa iniciativa está baseado em um direito de todo ser
humano: o acesso à educação.
Além disso, a inclusão escolar, nos espaços de estudo regulares, é importante para o
desenvolvimento socioemocional e psicológico das crianças com necessidades especiais.
[5] A legislação brasileira (LDBEN 9394/96) busca garantir que a inclusão escolar permita
que as crianças, que apresentam algum tipo de necessidade especial, possam se socializar,
desenvolver suas capacidades pessoais e aprimorar sua inteligência emocional.
O acesso à escola não só promove o desenvolvimento pessoal, mas também é uma
ferramenta social importante para os relacionamentos interpessoais.
[10] As escolas que promovem a escolarização de todos de maneira efetiva auxiliam para
que esses alunos sejam capazes de aprender e serem autônomos — algo importante para
melhorar a autoestima e estimular a busca de uma profissão.
Vale ressaltar que a inclusão escolar também promove uma ampla reflexão sobre a
diversidade e o respeito, que são temas importantes para a construção de uma sociedade e
[15] de cidadãos emocionalmente mais saudáveis.
O SUPORTE TECNOLÓGICO
Os benefícios de inserir as crianças com necessidades especiais em ambientes
escolares regulares são enormes, desde que haja recursos para que elas tenham condições
de desenvolver o aprendizado.
[20] Para isso, a tecnologia é a maior aliada das instituições de ensino.
Esse campo é conhecido como “tecnologia assistida”, pois assiste, ou seja, ajuda no
acesso técnico ao conteúdo. Existem softwares de todo tipo, atendendo às necessidades
específicas de cada aluno.
Os tablets e os tradutores simultâneos digitais para os alunos com deficiência auditiva,
[25] bem como, outros aparelhos e softwares para os alunos com deficiência visual são
exemplos que contribuem significativamente para o aprendizado.
Há também os programas que permitem que pessoas tetraplégicas operem o
computador usando comandos de voz.
Para crianças com deficiência intelectual, existem diversos recursos pedagógicos que
[30] auxiliam na aprendizagem como jogos e aplicativos.
Ou seja, a tecnologia é uma ferramenta pedagógica que busca atender às
necessidades de todos os alunos.
(Disponível em: https://escoladainteligencia.com.br/inclusao-escolar/Acesso em 27 out. 18. Fragmento, adaptado e modificado).
Legenda: LDBEN - LEI DE DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO NACIONAL
Assinale a alternativa que apresenta uma explicação INCORRETA.
Questão 12 10177411
IFPR Médio Integrado 2018Texto base para a questão.
Geralmente, há mais homens que mulheres na academia, cada um “sabendo” mais do que o outro sobre como cuidar melhor do corpo, ficar mais definido, conseguir um tanquinho permanente. (..) Nessa disputa cega, os homens começam a aumentar o tempo de academia. Junto a isso, fazem dietas para ganhar massa muscular sem acompanhamento profissional. Por fim, acabam to- mando anabolizantes. Tudo isso, no curto prazo, tem resultados excelentes para o corpo. No longo prazo, a histó- ria é outra: insuficiência renal, câncer, tumores, necrose da pele. Acredite ou não, a não ser que você tenha uma genética muito favorável, só tem tanquinho e corpo definido quem usa anabolizantes ou vive pra isso. Se você estiver fora desses dois exemplos, terá que criar uma autoimagem diferente para não viver frustrado e não ter que apelar para recursos nada saudáveis
(www.belezamasculina.com.br).
Assinale a alternativa que apresenta o melhor título para o texto base.
06
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