Questões de EFAF Educação Física
1.033 Questões
Questão 37 10739449
IFF 2023/2A roda de capoeira é uma manifestação cultural brasileira e é reconhecida pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e a Cultura (UNESCO) como Patrimônio da Humanidade.
Imagem: Roda de Capoeira na sede da Fundação Municipal de Esportes em Campos dos Goytacazes

Disponível em: https://www.campos.rj.gov.br/exibirNoticia.php?id_noticia=8516. Acesso em: 27 mar. 2023.
De acordo com a UNESCO (2014, p.2), “a Capoeira expressa a resistência negra no Brasil durante a escravidão e seu reconhecimento como patrimônio reforça o valor desta herança cultural afro-brasileira”.
Diante do exposto, a capoeira é considerada, pela UNESCO, como um
Questão 25 10735080
IFSP Prova B 2023O popular tênis de praia (Beach Tennis) é uma modalidade esportiva que virou tendência nas cidades, principalmente em São Paulo, onde o jogo atrai cada vez mais simpatizantes. O gerente de uma academia deseja construir uma quadra de tênis de praia e oferecer aulas para seus alunos. Para decidir os melhores dias e turnos, realizou-se uma pesquisa com 115 alunos. O quadro a seguir apresenta o resultado dessa pesquisa.

Fonte: IFSP, 2021.
Inicialmente, serão ofertadas três aulas na semana, sendo que o objetivo é atingir o maior número de alunos.
Com base nos dados do quadro anterior, os dias e os turnos das aulas serão:
Questão 23 10613471
CMJF 6° Ano - Prova de Matemática 2023TEXTO
Jovem paratleta conta como o esporte ajudou na sua inclusão
Dia do Portador de Deficiência: Rafael Vitorino, de 15 anos, nada desde os dois meses de vida e disputará os Jogos Estudantis do Rio de Janeiro na natação e e-sports
Por Matheus Wenna, 03/12/2020
No dia 3 de dezembro, celebra-se o Dia Internacional do Portador de Deficiência. Para muitos, o esporte é uma potente ferramenta de superação e inclusão social. Foi assim com Rafael Vitorino, o Rafinha, que nasceu com acondroplasia, um dos tipos mais comuns de nanismo. Sua deficiência afeta seus membros, fazendo com que os ossos dos braços e pernas sejam mais curtos que o habitual e causando baixa estatura. Devido a esta condição, começou a nadar ainda bebê e, o que antes era uma recomendação médica e depois virou diversão é, agora aos 15 anos, também uma meta de vida.
“Por conta da minha deficiência, eu tinha uma fragilidade nos ossos, então eu precisava fazer uma atividade física. A mais recomendada pelos médicos foi a natação para trabalhar meus músculos e meus ossos. Eu comecei com dois meses de idade, fui gostando da água, fiquei e com cinco anos já nadava em piscina grande”, conta Rafinha, que sempre se interessou por esportes e também praticou futebol, judô e jiujitsu, mas parou por recomendação pediátrica devido ao impacto destas modalidades.
Em 13 de dezembro, o jovem paratleta entrará mais uma vez na piscina, agora para disputar os Jogos Estudantis do Estado do Rio de Janeiro. Rafinha integra o ranking nacional da modalidade, já disputou outras competições importantes como as Paralimpíadas Escolares, na qual ganhou quatro medalhas no ano passado, e fará sua estreia na competição estadual. Ainda que seu estilo preferido, o borboleta, não esteja contemplado no cronograma do evento, ele quer conquistar medalhas nas provas de nado livre e peito.
Mais do que o sabor da vitória, ele conta como o esporte lhe ajudou não só a vencer desafios dentro da piscina, mas também fora dela. Graças à natação, Rafinha conseguiu mudar a forma como as outras pessoas o enxergam.
“Todo deficiente passa por bullying e o esporte nos ajuda a superar esta barreira. Eu passo a ser identificado não mais como uma pessoa com nanismo, mas sim como um atleta, alguém que nada bem. Quando eu comecei a competir na natação, eu sempre sentia força com meus amigos me dando parabéns pelas minhas medalhas. É um apoio que traz muitos benefícios para qualquer pessoa. Também sinto que no esporte é um ambiente onde sofremos menos preconceito”, destaca o paratleta.
Além de nadar, Rafael também competirá em eSports (jogos eletrônicos) nas modalidades Fortnite e ClashRoyale. Neste caso, as disputas não são separadas para paratletas, uma vez que sua baixa estatura não traz nenhuma desigualdade ou prejuízo de desempenho em relação às pessoas sem deficiência. Mas ele acredita que é da natação que vêm seus maiores reconhecimentos.
Para além do esporte, Rafael exerceu um papel fundamental para a inclusão no ambiente escolar. Após enfrentar dificuldades para utilizar um forno de micro-ondas na escola, desenvolveu um projeto chamado “E se fosse você?”, o qual trabalha a acessibilidade para pessoas com nanismo e busca transformações no espaço para favorecer também cadeirantes e deficientes visuais.
Disponível em: https://ge.globo.com/eu-atleta/noticia/jovem-paratleta-conta-como-o-esporte-ajudou-na-sua-inclusao.ghtml. Acesso em 05 de maio de 2022. Adaptado.
Releia o trecho a seguir
“Após enfrentar dificuldades para utilizar um forno de micro-ondas na escola, desenvolveu um projeto chamado ‘E se fosse você?’ ”
O sinal de interrogação no trecho acima foi utilizado para
Questão 21 15413519
CBNB 1 ano Ensino Médio 2022TEXTO IV
É a fé das mães que faz filhos campeões
Onde há vitória, há uma mãe que acredita no potencial de seu filho
Cristiane Gercina
Felizes, os medalhistas lembram o quanto suas mães são importantes para a vitória.
Rebeca Andrade conquista medalha de ouro no salto. A história de Rebeca Andrade, que obteve duas medalhas inéditas a brasileiros em uma Olimpíada: prata e ouro na ginástica artística feminina, tem muito de sua mãe. Dona Rosa criou a filha sozinha. E a entrevista da jovem na segunda-feira (2 de agosto de 2021) foi uma homenagem a ela. De chorar.
Mayra Aguiar, medalha de bronze no judô e a maior medalhista individual do Brasil, com três medalhas em jogos olímpicos, relatou o quanto as palavras de sua mãe, o companheirismo e até a comida foram importantes para que ela chegasse em Tóquio e saísse de lá campeã.
Segundo a atleta, a mãe sempre envia um bilhete escondido quando ela vai competir. No Japão, o bilhete não falhou. Estava lá, na mochila, e Mayra nem sabe como foi colocado, pois as duas passaram os últimos tempos, em que ela se recuperava de cirurgias, juntas.
Daniel Cargnin, bronze no judô masculino, também lembrou de histórias de sua mãe, de seu incentivo e de como ele a considera guerreira. A entrevista da mãe de Italo Ferreira, nosso surfista de ouro, foi emocionante.
E a revelação feita pela mãe do “menino maluquinho” do litoral paulista, o medalhista de prata Kelvin Hoefler, de que o skate foi dado ao filho para que ele gastasse energia revela que, sim, as mães sabem de tudo.
Rayssa, a nossa fadinha do skate, medalha de prata, declarou: “ter a minha mãe aqui foi a melhor coisa que me aconteceu”.
São diversas histórias de reconhecimento do esforço materno por parte dos filhos que se tornam fenômenos, o que emociona a todas nós. O esporte — e a vida — nos deixam exemplos do quanto podemos contribuir para o sucesso de um filho ou passar a representar um papel no fracasso.
Se o orgulho materno em momentos de sucesso é grande, a responsabilidade também. Não falo aqui de ser apenas fã incondicional. Falo do amor consciente, do incentivo constante, do acreditar no seu filho, falo de ter fé.
E acreditar em um filho não é achar que ele é melhor que todos os outros seres humanos da Terra — isso a gente deixa para as “chatas” mães de miss —, é corrigir os erros, acertar a rota e manter no caminho. É conhecer a potencialidade humana daquele a quem você deu a vida e fazer com que ele não desista dos próprios sonhos.
Incentive o seu filho a ser hoje melhor do que ontem. Talvez, com isso, ele seja o futuro campeão de amanhã. Mas não espere apenas a medalha olímpica, o gol de placa ou o primeiro lugar no vestibular para parabenizá-lo.
Trate-o como campeão ainda hoje. Assim como eu e você, nossos filhos também têm lutado batalhas diárias. Além disso, são ouro em nossos corações sempre.
Disponível em: https://f5.folha.uol.com.br/colunistas/colo-de-mae/2021/08/e-a-fe-das-maes-que-faz-filhoscampeoes.shtml Acessado em 09/11/21, com adaptações.
Com o objetivo de imprimir maior expressividade ao texto, no período “É a fé das mães que faz filhos campeões”, observa-se a figura de linguagem:
Questão 20 15413515
CBNB 1 ano Ensino Médio 2022TEXTO IV
É a fé das mães que faz filhos campeões
Onde há vitória, há uma mãe que acredita no potencial de seu filho
Cristiane Gercina
Felizes, os medalhistas lembram o quanto suas mães são importantes para a vitória.
Rebeca Andrade conquista medalha de ouro no salto. A história de Rebeca Andrade, que obteve duas medalhas inéditas a brasileiros em uma Olimpíada: prata e ouro na ginástica artística feminina, tem muito de sua mãe. Dona Rosa criou a filha sozinha. E a entrevista da jovem na segunda-feira (2 de agosto de 2021) foi uma homenagem a ela. De chorar.
Mayra Aguiar, medalha de bronze no judô e a maior medalhista individual do Brasil, com três medalhas em jogos olímpicos, relatou o quanto as palavras de sua mãe, o companheirismo e até a comida foram importantes para que ela chegasse em Tóquio e saísse de lá campeã.
Segundo a atleta, a mãe sempre envia um bilhete escondido quando ela vai competir. No Japão, o bilhete não falhou. Estava lá, na mochila, e Mayra nem sabe como foi colocado, pois as duas passaram os últimos tempos, em que ela se recuperava de cirurgias, juntas.
Daniel Cargnin, bronze no judô masculino, também lembrou de histórias de sua mãe, de seu incentivo e de como ele a considera guerreira. A entrevista da mãe de Italo Ferreira, nosso surfista de ouro, foi emocionante.
E a revelação feita pela mãe do “menino maluquinho” do litoral paulista, o medalhista de prata Kelvin Hoefler, de que o skate foi dado ao filho para que ele gastasse energia revela que, sim, as mães sabem de tudo.
Rayssa, a nossa fadinha do skate, medalha de prata, declarou: “ter a minha mãe aqui foi a melhor coisa que me aconteceu”.
São diversas histórias de reconhecimento do esforço materno por parte dos filhos que se tornam fenômenos, o que emociona a todas nós. O esporte — e a vida — nos deixam exemplos do quanto podemos contribuir para o sucesso de um filho ou passar a representar um papel no fracasso.
Se o orgulho materno em momentos de sucesso é grande, a responsabilidade também. Não falo aqui de ser apenas fã incondicional. Falo do amor consciente, do incentivo constante, do acreditar no seu filho, falo de ter fé.
E acreditar em um filho não é achar que ele é melhor que todos os outros seres humanos da Terra — isso a gente deixa para as “chatas” mães de miss —, é corrigir os erros, acertar a rota e manter no caminho. É conhecer a potencialidade humana daquele a quem você deu a vida e fazer com que ele não desista dos próprios sonhos.
Incentive o seu filho a ser hoje melhor do que ontem. Talvez, com isso, ele seja o futuro campeão de amanhã. Mas não espere apenas a medalha olímpica, o gol de placa ou o primeiro lugar no vestibular para parabenizá-lo.
Trate-o como campeão ainda hoje. Assim como eu e você, nossos filhos também têm lutado batalhas diárias. Além disso, são ouro em nossos corações sempre.
Disponível em: https://f5.folha.uol.com.br/colunistas/colo-de-mae/2021/08/e-a-fe-das-maes-que-faz-filhoscampeoes.shtml Acessado em 09/11/21, com adaptações.
No trecho a seguir, percebe-se o uso de um recurso expressivo para descrever a crença em um filho. Leia o fragmento e assinale a alternativa que apresenta esse recurso.
“E acreditar em um filho não é achar que ele é melhor que todos os outros seres humanos da Terra — isso a gente deixa para as “chatas” mães de miss —, é corrigir os erros, acertar a rota e manter no caminho. É conhecer a potencialidade humana daquele a quem você deu a vida e fazer com que ele não desista dos próprios sonhos.”
Questão 19 15413513
CBNB 1 ano Ensino Médio 2022TEXTO IV
É a fé das mães que faz filhos campeões
Onde há vitória, há uma mãe que acredita no potencial de seu filho
Cristiane Gercina
Felizes, os medalhistas lembram o quanto suas mães são importantes para a vitória.
Rebeca Andrade conquista medalha de ouro no salto. A história de Rebeca Andrade, que obteve duas medalhas inéditas a brasileiros em uma Olimpíada: prata e ouro na ginástica artística feminina, tem muito de sua mãe. Dona Rosa criou a filha sozinha. E a entrevista da jovem na segunda-feira (2 de agosto de 2021) foi uma homenagem a ela. De chorar.
Mayra Aguiar, medalha de bronze no judô e a maior medalhista individual do Brasil, com três medalhas em jogos olímpicos, relatou o quanto as palavras de sua mãe, o companheirismo e até a comida foram importantes para que ela chegasse em Tóquio e saísse de lá campeã.
Segundo a atleta, a mãe sempre envia um bilhete escondido quando ela vai competir. No Japão, o bilhete não falhou. Estava lá, na mochila, e Mayra nem sabe como foi colocado, pois as duas passaram os últimos tempos, em que ela se recuperava de cirurgias, juntas.
Daniel Cargnin, bronze no judô masculino, também lembrou de histórias de sua mãe, de seu incentivo e de como ele a considera guerreira. A entrevista da mãe de Italo Ferreira, nosso surfista de ouro, foi emocionante.
E a revelação feita pela mãe do “menino maluquinho” do litoral paulista, o medalhista de prata Kelvin Hoefler, de que o skate foi dado ao filho para que ele gastasse energia revela que, sim, as mães sabem de tudo.
Rayssa, a nossa fadinha do skate, medalha de prata, declarou: “ter a minha mãe aqui foi a melhor coisa que me aconteceu”.
São diversas histórias de reconhecimento do esforço materno por parte dos filhos que se tornam fenômenos, o que emociona a todas nós. O esporte — e a vida — nos deixam exemplos do quanto podemos contribuir para o sucesso de um filho ou passar a representar um papel no fracasso.
Se o orgulho materno em momentos de sucesso é grande, a responsabilidade também. Não falo aqui de ser apenas fã incondicional. Falo do amor consciente, do incentivo constante, do acreditar no seu filho, falo de ter fé.
E acreditar em um filho não é achar que ele é melhor que todos os outros seres humanos da Terra — isso a gente deixa para as “chatas” mães de miss —, é corrigir os erros, acertar a rota e manter no caminho. É conhecer a potencialidade humana daquele a quem você deu a vida e fazer com que ele não desista dos próprios sonhos.
Incentive o seu filho a ser hoje melhor do que ontem. Talvez, com isso, ele seja o futuro campeão de amanhã. Mas não espere apenas a medalha olímpica, o gol de placa ou o primeiro lugar no vestibular para parabenizá-lo.
Trate-o como campeão ainda hoje. Assim como eu e você, nossos filhos também têm lutado batalhas diárias. Além disso, são ouro em nossos corações sempre.
Disponível em: https://f5.folha.uol.com.br/colunistas/colo-de-mae/2021/08/e-a-fe-das-maes-que-faz-filhoscampeoes.shtml Acessado em 09/11/21, com adaptações.
Em alguns momentos do texto IV, a autora se coloca na posição de mãe e fala diretamente a outras mães.
Assinale o trecho que melhor comprova essa afirmação.
06
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