Questões de EFAF Educação Física - Esporte e Sociedade
325 Questões
Questão 16 10731626
CMC 1° Ano 2021Leia o texto e responda a questão
Texto
Saúde mental, a convidada surpresa nas Olimpíadas de Tóquio

Ginasta: Simone Biles nas Olimpíadas de Tóquio (AFP/AFP)
Simone Biles, ginasta norte-americana, abriu mão das competições e abriu discussões
Simone Biles deveria deixar uma marca na história com uma safra impressionante de medalhas nas Olimpíadas de Tóquio, mas a estrela da ginástica artística foi protagonista por outra razão: que sua cabeça estava em conflito com o resto do seu corpo e a questão da saúde mental foi a convidada inesperada dessas Olimpíadas.
"Colocar a questão da saúde mental em cima da mesa significa muito para mim porque as pessoas precisam entender que somos seres humanos", disse a americana na noite em que retornou para conquistar um bronze na trave de equilíbrio, depois de uma prata com a seleção de seu país na final por equipes e de desistir de participar de quatro finais por conta de seus problemas de confiança e de falta de referências no ar.
O assunto ganhou grande repercussão na mídia, em plena Olimpíada e com uma estrela diretamente afetada, mas ela não é a primeira atleta a passar por um momento psicológico difícil em pleno evento olímpico.
Há mais de duas décadas, a francesa Marie-José Pérec, que era campeã dos 200 e 400 m, desistiu da competição nos Jogos de Sydney-2000, incapaz de suportar a pressão.
A saúde mental está se tornando menos tabu e os atletas estão começando a falar com mais frequência sobre seu sofrimento ou os problemas pelos quais estão passando.
"Acho que é um gesto de coragem falar sobre o sofrimento. Vimos isso com Naomi Osaka recentemente", explicou à AFP Anaëlle Malberbe, psicóloga do Instituto Nacional do Esporte da França (INSEP), que assiste vários atletas da delegação olímpica francesa.
No dia em que Simone Biles decidiu parar no meio de uma final, pensou-se inicialmente que poderia se tratar de um problema físico, mas ela mesma explicou que sua saúde mental estava afetando o seu desempenho.
Perda de confiança, falta de referências no ar, estresse, tudo era um perigo para ela no meio das acrobacias.
"Não é um trabalho normal"
Ainda mais do que sobre a saúde mental, o caso de Simone Biles capta a relação entre a cabeça e seu efeito no corpo.
"Alguns achavam que Naomi Osaka estava maluca ou tinha um comportamento de diva. Finalmente, ver outra grande campeã como Simone Biles ter a mesma atitude, desistir por motivos semelhantes, dá o que pensar. Espero que as pessoas entendam melhor o quão complexo é", estima a jogadora de handebol francesa Allison Pineau.
Reflexão partilhada pelo nadador britânico Adam Peaty que anunciou uma pausa devido ao cansaço mental.
"Não é um trabalho normal", disse ele. "Você vê isso em todos os esportes. Viu com Simone Biles. Viu isso com Ben Stokes (campeão inglês de críquete que acaba de anunciar um hiato para preservar sua sanidade). A saúde mental é que deve ser tratada para que se obtenha um bom equilíbrio nesse ponto", comentou o nadador.
"A pressão sobre os atletas de elite, sobre os atletas de alto nível, é muito forte", aponta Anaëlle Malhberbe. "Um atleta que dura com o tempo e com rendimento é também um atleta que se sente bem nas diferentes vertentes da sua vida", explica.
Simone Biles deixou Tóquio-2020 com uma prata e um bronze, elevando seu balanço pessoal de medalhas olímpicas para sete, somando as do Rio-2016, mas acima de tudo triunfou na hora de passar uma mensagem: "Minha saúde física e mental conta mais do que todas as medalhas que posso ganhar".
Fonte: Adaptada de https://exame.com/casual/saude-mental-a-convidada-surpresa-nas-olimpiadas-de-toquio/ - Acesso em 09.08.2021
Nos trechos "Há mais de duas décadas, a francesa Marie-José Pérec, que era campeã dos 200 e 400 m, desistiu da competição nos Jogos de Sydney [...]" e "Reflexão partilhada pelo nadador britânico Adam Peaty que anunciou uma pausa devido ao cansaço mental.".
As palavras "que", em negrito, estão introduzindo, respectivamente, orações:
Questão 15 10731619
CMC 1° Ano 2021Leia o texto e responda a questão
Texto
Saúde mental, a convidada surpresa nas Olimpíadas de Tóquio

Ginasta: Simone Biles nas Olimpíadas de Tóquio (AFP/AFP)
Simone Biles, ginasta norte-americana, abriu mão das competições e abriu discussões
Simone Biles deveria deixar uma marca na história com uma safra impressionante de medalhas nas Olimpíadas de Tóquio, mas a estrela da ginástica artística foi protagonista por outra razão: que sua cabeça estava em conflito com o resto do seu corpo e a questão da saúde mental foi a convidada inesperada dessas Olimpíadas.
"Colocar a questão da saúde mental em cima da mesa significa muito para mim porque as pessoas precisam entender que somos seres humanos", disse a americana na noite em que retornou para conquistar um bronze na trave de equilíbrio, depois de uma prata com a seleção de seu país na final por equipes e de desistir de participar de quatro finais por conta de seus problemas de confiança e de falta de referências no ar.
O assunto ganhou grande repercussão na mídia, em plena Olimpíada e com uma estrela diretamente afetada, mas ela não é a primeira atleta a passar por um momento psicológico difícil em pleno evento olímpico.
Há mais de duas décadas, a francesa Marie-José Pérec, que era campeã dos 200 e 400 m, desistiu da competição nos Jogos de Sydney-2000, incapaz de suportar a pressão.
A saúde mental está se tornando menos tabu e os atletas estão começando a falar com mais frequência sobre seu sofrimento ou os problemas pelos quais estão passando.
"Acho que é um gesto de coragem falar sobre o sofrimento. Vimos isso com Naomi Osaka recentemente", explicou à AFP Anaëlle Malberbe, psicóloga do Instituto Nacional do Esporte da França (INSEP), que assiste vários atletas da delegação olímpica francesa.
No dia em que Simone Biles decidiu parar no meio de uma final, pensou-se inicialmente que poderia se tratar de um problema físico, mas ela mesma explicou que sua saúde mental estava afetando o seu desempenho.
Perda de confiança, falta de referências no ar, estresse, tudo era um perigo para ela no meio das acrobacias.
"Não é um trabalho normal"
Ainda mais do que sobre a saúde mental, o caso de Simone Biles capta a relação entre a cabeça e seu efeito no corpo.
"Alguns achavam que Naomi Osaka estava maluca ou tinha um comportamento de diva. Finalmente, ver outra grande campeã como Simone Biles ter a mesma atitude, desistir por motivos semelhantes, dá o que pensar. Espero que as pessoas entendam melhor o quão complexo é", estima a jogadora de handebol francesa Allison Pineau.
Reflexão partilhada pelo nadador britânico Adam Peaty que anunciou uma pausa devido ao cansaço mental.
"Não é um trabalho normal", disse ele. "Você vê isso em todos os esportes. Viu com Simone Biles. Viu isso com Ben Stokes (campeão inglês de críquete que acaba de anunciar um hiato para preservar sua sanidade). A saúde mental é que deve ser tratada para que se obtenha um bom equilíbrio nesse ponto", comentou o nadador.
"A pressão sobre os atletas de elite, sobre os atletas de alto nível, é muito forte", aponta Anaëlle Malhberbe. "Um atleta que dura com o tempo e com rendimento é também um atleta que se sente bem nas diferentes vertentes da sua vida", explica.
Simone Biles deixou Tóquio-2020 com uma prata e um bronze, elevando seu balanço pessoal de medalhas olímpicas para sete, somando as do Rio-2016, mas acima de tudo triunfou na hora de passar uma mensagem: "Minha saúde física e mental conta mais do que todas as medalhas que posso ganhar".
Fonte: Adaptada de https://exame.com/casual/saude-mental-a-convidada-surpresa-nas-olimpiadas-de-toquio/ - Acesso em 09.08.2021
Leia atentamente a oração destacada no período a seguir:
[...] a estrela da ginástica artística foi protagonista por outra razão: que sua cabeça estava em conflito com o resto do seu corpo e a questão da saúde mental [...]
Assinale a alternativa em que a oração abaixo apresenta a mesma classificação sintática da destacada acima.
Questão 13 10731594
CMC 1° Ano 2021Leia o texto e responda a questão
Texto
Saúde mental, a convidada surpresa nas Olimpíadas de Tóquio

Ginasta: Simone Biles nas Olimpíadas de Tóquio (AFP/AFP)
Simone Biles, ginasta norte-americana, abriu mão das competições e abriu discussões
Simone Biles deveria deixar uma marca na história com uma safra impressionante de medalhas nas Olimpíadas de Tóquio, mas a estrela da ginástica artística foi protagonista por outra razão: que sua cabeça estava em conflito com o resto do seu corpo e a questão da saúde mental foi a convidada inesperada dessas Olimpíadas.
"Colocar a questão da saúde mental em cima da mesa significa muito para mim porque as pessoas precisam entender que somos seres humanos", disse a americana na noite em que retornou para conquistar um bronze na trave de equilíbrio, depois de uma prata com a seleção de seu país na final por equipes e de desistir de participar de quatro finais por conta de seus problemas de confiança e de falta de referências no ar.
O assunto ganhou grande repercussão na mídia, em plena Olimpíada e com uma estrela diretamente afetada, mas ela não é a primeira atleta a passar por um momento psicológico difícil em pleno evento olímpico.
Há mais de duas décadas, a francesa Marie-José Pérec, que era campeã dos 200 e 400 m, desistiu da competição nos Jogos de Sydney-2000, incapaz de suportar a pressão.
A saúde mental está se tornando menos tabu e os atletas estão começando a falar com mais frequência sobre seu sofrimento ou os problemas pelos quais estão passando.
"Acho que é um gesto de coragem falar sobre o sofrimento. Vimos isso com Naomi Osaka recentemente", explicou à AFP Anaëlle Malberbe, psicóloga do Instituto Nacional do Esporte da França (INSEP), que assiste vários atletas da delegação olímpica francesa.
No dia em que Simone Biles decidiu parar no meio de uma final, pensou-se inicialmente que poderia se tratar de um problema físico, mas ela mesma explicou que sua saúde mental estava afetando o seu desempenho.
Perda de confiança, falta de referências no ar, estresse, tudo era um perigo para ela no meio das acrobacias.
"Não é um trabalho normal"
Ainda mais do que sobre a saúde mental, o caso de Simone Biles capta a relação entre a cabeça e seu efeito no corpo.
"Alguns achavam que Naomi Osaka estava maluca ou tinha um comportamento de diva. Finalmente, ver outra grande campeã como Simone Biles ter a mesma atitude, desistir por motivos semelhantes, dá o que pensar. Espero que as pessoas entendam melhor o quão complexo é", estima a jogadora de handebol francesa Allison Pineau.
Reflexão partilhada pelo nadador britânico Adam Peaty que anunciou uma pausa devido ao cansaço mental.
"Não é um trabalho normal", disse ele. "Você vê isso em todos os esportes. Viu com Simone Biles. Viu isso com Ben Stokes (campeão inglês de críquete que acaba de anunciar um hiato para preservar sua sanidade). A saúde mental é que deve ser tratada para que se obtenha um bom equilíbrio nesse ponto", comentou o nadador.
"A pressão sobre os atletas de elite, sobre os atletas de alto nível, é muito forte", aponta Anaëlle Malhberbe. "Um atleta que dura com o tempo e com rendimento é também um atleta que se sente bem nas diferentes vertentes da sua vida", explica.
Simone Biles deixou Tóquio-2020 com uma prata e um bronze, elevando seu balanço pessoal de medalhas olímpicas para sete, somando as do Rio-2016, mas acima de tudo triunfou na hora de passar uma mensagem: "Minha saúde física e mental conta mais do que todas as medalhas que posso ganhar".
Fonte: Adaptada de https://exame.com/casual/saude-mental-a-convidada-surpresa-nas-olimpiadas-de-toquio/ - Acesso em 09.08.2021
O texto aborda um aspecto que não é habitualmente discutido em épocas de jogos olímpicos.
Assinale a alternativa que melhor define a origem histórica dessa abordagem.
Questão 1 10731458
CMC 1° Ano 2021Os jogos olímpicos iniciaram na antiguidade e a versão moderna das Olimpíadas surgiu em 1896, quando o Barão Pierre de Coubertin (1863–1937) organizou a primeira edição em Atenas, na Grécia. A partir da edição de 1920, o Brasil conquistou medalhas olímpicas, uma de ouro, uma de prata e uma de bronze, na Antuérpia. No gráfico a seguir é mostrado o número de medalhas brasileiras conquistadas nos jogos olímpicos de 1920 a 2020.

Com base nessas informações é incorreto afirmar:
Questão 5 10655801
CMB Matemática 6º ano 2021Utilize o texto e as informações do gráfico e tabela abaixo para responder à QUESTÃO
Atualmente, a participação feminina nas Olimpíadas é algo bastante comum, mas nem sempre foi assim. Os Jogos Olímpicos, que datam de 776 a.C., só vieram a ter participação feminina mais de 2000 anos depois, nos jogos de 1900, em Paris. Ainda assim, essas atletas não ganhavam medalhas como os homens, recebiam apenas um certificado de participação.
Desde então, os Jogos Olímpicos contam com a participação das mulheres que, ao longo de suas edições, foram sendo incluídas em outras modalidades e conquistando seu espaço nesse importante evento mundial. A primeira participação feminina do Brasil ocorreu em 1932, com a nadadora Maria Lenk, três décadas depois da estreia das mulheres em Olimpíadas.
Veja abaixo a quantidade de atletas brasileiros do sexo feminino e masculino dos últimos jogos:

A conquista de medalhas também vem aumentando nos últimos jogos. E nos Jogos Olímpicos de Tóquio, que acabaram de ocorrer, o Brasil trouxe um número expressivo de medalhas, finalizando a competição em 12° lugar, uma marca histórica. No gráfico abaixo, pode-se observar o crescimento feminino nos últimos Jogos Olímpicos.

Com base nas informações do texto e do gráfico apresentados anteriormente, podemos afirmar que
Questão 16 10655442
CMPA 6° Ano - Provas de Matemática e Língua Portuguesa 2021Leia com atenção o texto, observando as informações apresentadas em, para, a partir delas, responder à questão proposta, assinalando a única opção correta, de acordo com o que for solicitado.
Texto
Olá, Caderno!
Atenção, senhoras e senhores! A Agatha aprontou mais uma!
No momento em que entramos no estádio do Corinthians, com vaga VIP no
[05] estacionamento e seguranças nos levando até os lugares megaexclusivos, eu soube que
tinha caído em mais uma cilada daquelas que só a minha irmã Agatha poderia proporcionar.
(...)
No lugar VIP, todo mundo parecia importante ou famoso ou rico ou importante,
famoso e rico. E deviam ser mesmo.
[10] Já que a comida era de graça, peguei logo tudo de uma vez. Aproveitei que não tinha
a menor chance de encontrar alguém conhecido. Mandei uma selfie com cachorro-quente,
pipoca, refri e uma carinha de beijo pro Cadu e sentei no meu lugar. A Agatha fez o sinal
da cruz antes do jogo começar.
Agora, além de torcedora da Gaviões, tinha virado religiosa. Alguém segura essa
[15] menina, porque senti cheiro de problema.
O jogo começou e fiquei olhando para os lados, vendo todos aqueles marmanjos,
moleques, pais de família, senhores com a camiseta do time chorando, vibrando, vestidos
da cabeça aos pés com uniformes megacaros e até bichinhos de pelúcia. Sim, bichinhos de
pelúcia.
[20] E depois falam mal da gente que é fã de boy bands e Justin Bieber.
Pelo menos nós temos 17 anos e não 47.
Nossa desculpa é que somos adolescentes com o cérebro em formação e cheios de
hormônios e frequentemente manipulados pela mídia. E que eles são extremamente gatos.
E qual é a desculpa desse povo fã de futebol?
[25] Adultos são realmente uma piada.
Teve um momento que percebi uma tensão na arquibancada e, pelos meus
conhecimentos vagos de futebol, algo estava prestes a acontecer. A Agatha levantou do
meu lado olhando fixamente pro campo, seguida de todas as pessoas em volta. Foi quando
o Gladiador chutou a bola direto pro gol sem dificuldade nenhuma. Com todo mundo
[30] gritando e comemorando, admito que até eu fiquei meio emocionada, a energia foi
contagiante. Dei uma puladinha tímida, de leve, e vi a minha irmã chorando. Quando olhei
pro campo, o Gladiador fazia um sinal de “A” com as mãos e apontava pro lugar que a
gente estava sentada. Oi?
Sim, aparentemente um jogador de futebol extremamente famoso e bem-sucedido
[35] estava dedicando o gol pra minha irmã Agatha.
Seria esse o começo de um desastre?
GAVASSI, Manu. Olá, Caderno!. Rio de Janeiro: Rocco Jovens Leitores, 2017. 0.227-229. Adaptado.
Releia os trechos abaixo:
I – “No momento em que entramos no estádio do Corinthians, com vaga VIP no estacionamento e seguranças nos levando até os lugares megaexclusivos (...)”
II – “Com todo mundo gritando e comemorando, admito que até eu fiquei meio emocionada, a energia foi contagiante.”
A respeito das palavras em destaque, escolha a alternativa correta:
06
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