Questões de EFAF Educação Física - Esporte e Sociedade
325 Questões
Questão 17 15413509
CBNB 1 ano Ensino Médio 2022TEXTO IV
É a fé das mães que faz filhos campeões
Onde há vitória, há uma mãe que acredita no potencial de seu filho
Cristiane Gercina
Felizes, os medalhistas lembram o quanto suas mães são importantes para a vitória.
Rebeca Andrade conquista medalha de ouro no salto. A história de Rebeca Andrade, que obteve duas medalhas inéditas a brasileiros em uma Olimpíada: prata e ouro na ginástica artística feminina, tem muito de sua mãe. Dona Rosa criou a filha sozinha. E a entrevista da jovem na segunda-feira (2 de agosto de 2021) foi uma homenagem a ela. De chorar.
Mayra Aguiar, medalha de bronze no judô e a maior medalhista individual do Brasil, com três medalhas em jogos olímpicos, relatou o quanto as palavras de sua mãe, o companheirismo e até a comida foram importantes para que ela chegasse em Tóquio e saísse de lá campeã.
Segundo a atleta, a mãe sempre envia um bilhete escondido quando ela vai competir. No Japão, o bilhete não falhou. Estava lá, na mochila, e Mayra nem sabe como foi colocado, pois as duas passaram os últimos tempos, em que ela se recuperava de cirurgias, juntas.
Daniel Cargnin, bronze no judô masculino, também lembrou de histórias de sua mãe, de seu incentivo e de como ele a considera guerreira. A entrevista da mãe de Italo Ferreira, nosso surfista de ouro, foi emocionante.
E a revelação feita pela mãe do “menino maluquinho” do litoral paulista, o medalhista de prata Kelvin Hoefler, de que o skate foi dado ao filho para que ele gastasse energia revela que, sim, as mães sabem de tudo.
Rayssa, a nossa fadinha do skate, medalha de prata, declarou: “ter a minha mãe aqui foi a melhor coisa que me aconteceu”.
São diversas histórias de reconhecimento do esforço materno por parte dos filhos que se tornam fenômenos, o que emociona a todas nós. O esporte — e a vida — nos deixam exemplos do quanto podemos contribuir para o sucesso de um filho ou passar a representar um papel no fracasso.
Se o orgulho materno em momentos de sucesso é grande, a responsabilidade também. Não falo aqui de ser apenas fã incondicional. Falo do amor consciente, do incentivo constante, do acreditar no seu filho, falo de ter fé.
E acreditar em um filho não é achar que ele é melhor que todos os outros seres humanos da Terra — isso a gente deixa para as “chatas” mães de miss —, é corrigir os erros, acertar a rota e manter no caminho. É conhecer a potencialidade humana daquele a quem você deu a vida e fazer com que ele não desista dos próprios sonhos.
Incentive o seu filho a ser hoje melhor do que ontem. Talvez, com isso, ele seja o futuro campeão de amanhã. Mas não espere apenas a medalha olímpica, o gol de placa ou o primeiro lugar no vestibular para parabenizá-lo.
Trate-o como campeão ainda hoje. Assim como eu e você, nossos filhos também têm lutado batalhas diárias. Além disso, são ouro em nossos corações sempre.
Disponível em: https://f5.folha.uol.com.br/colunistas/colo-de-mae/2021/08/e-a-fe-das-maes-que-faz-filhoscampeoes.shtml Acessado em 09/11/21, com adaptações.
Assinale V para as proposições verdadeiras e F para as falsas em relação ao texto IV. A seguir, marque a sequência correta entre as alternativas subsequentes.
( ) O texto homenageia mães apoiadoras incansáveis de cinco atletas, ao citar as conquistas de seus filhos durante os jogos olímpicos de 2020.
( ) A autora incentiva as mães a estimularem seus filhos na busca pela superação, reconhecendo a potencialidade deles e contribuindo para que não desistam de seus sonhos.
( ) No texto, percebe-se a defesa de que, se é grande o orgulho materno, em momentos de sucesso, ele também é acompanhado de responsabilidade.
( ) De acordo com a autora, as mães precisam encorajar seus filhos, acreditando que eles são os melhores seres da terra.
Questão 16 15413505
CBNB 1 ano Ensino Médio 2022TEXTO IV
É a fé das mães que faz filhos campeões
Onde há vitória, há uma mãe que acredita no potencial de seu filho
Cristiane Gercina
Felizes, os medalhistas lembram o quanto suas mães são importantes para a vitória.
Rebeca Andrade conquista medalha de ouro no salto. A história de Rebeca Andrade, que obteve duas medalhas inéditas a brasileiros em uma Olimpíada: prata e ouro na ginástica artística feminina, tem muito de sua mãe. Dona Rosa criou a filha sozinha. E a entrevista da jovem na segunda-feira (2 de agosto de 2021) foi uma homenagem a ela. De chorar.
Mayra Aguiar, medalha de bronze no judô e a maior medalhista individual do Brasil, com três medalhas em jogos olímpicos, relatou o quanto as palavras de sua mãe, o companheirismo e até a comida foram importantes para que ela chegasse em Tóquio e saísse de lá campeã.
Segundo a atleta, a mãe sempre envia um bilhete escondido quando ela vai competir. No Japão, o bilhete não falhou. Estava lá, na mochila, e Mayra nem sabe como foi colocado, pois as duas passaram os últimos tempos, em que ela se recuperava de cirurgias, juntas.
Daniel Cargnin, bronze no judô masculino, também lembrou de histórias de sua mãe, de seu incentivo e de como ele a considera guerreira. A entrevista da mãe de Italo Ferreira, nosso surfista de ouro, foi emocionante.
E a revelação feita pela mãe do “menino maluquinho” do litoral paulista, o medalhista de prata Kelvin Hoefler, de que o skate foi dado ao filho para que ele gastasse energia revela que, sim, as mães sabem de tudo.
Rayssa, a nossa fadinha do skate, medalha de prata, declarou: “ter a minha mãe aqui foi a melhor coisa que me aconteceu”.
São diversas histórias de reconhecimento do esforço materno por parte dos filhos que se tornam fenômenos, o que emociona a todas nós. O esporte — e a vida — nos deixam exemplos do quanto podemos contribuir para o sucesso de um filho ou passar a representar um papel no fracasso.
Se o orgulho materno em momentos de sucesso é grande, a responsabilidade também. Não falo aqui de ser apenas fã incondicional. Falo do amor consciente, do incentivo constante, do acreditar no seu filho, falo de ter fé.
E acreditar em um filho não é achar que ele é melhor que todos os outros seres humanos da Terra — isso a gente deixa para as “chatas” mães de miss —, é corrigir os erros, acertar a rota e manter no caminho. É conhecer a potencialidade humana daquele a quem você deu a vida e fazer com que ele não desista dos próprios sonhos.
Incentive o seu filho a ser hoje melhor do que ontem. Talvez, com isso, ele seja o futuro campeão de amanhã. Mas não espere apenas a medalha olímpica, o gol de placa ou o primeiro lugar no vestibular para parabenizá-lo.
Trate-o como campeão ainda hoje. Assim como eu e você, nossos filhos também têm lutado batalhas diárias. Além disso, são ouro em nossos corações sempre.
Disponível em: https://f5.folha.uol.com.br/colunistas/colo-de-mae/2021/08/e-a-fe-das-maes-que-faz-filhoscampeoes.shtml Acessado em 09/11/21, com adaptações.
O texto IV organiza-se em torno de um objetivo, que tem como principal propósito:
Questão 13 15395955
IFRJ 2022Texto III

Disponível em: https://notaterapia.com.br/2017/06/12/10-tirinhas-de-armandinho-sobre-o-fascinante-mundo-dos-livros/. Acesso em: 25 out. 2021.
A resposta do menino Armandinho no último quadro dessa tirinha transmite a ideia de que o corpo perfeito está ligado:
Questão 4 14945333
ONHB Fase 2 2022
Ficha técnica
TIPO DE DOCUMENTO: Revista ORIGEM: Regina Echeverria. Placar, n.738, 13 de julho de 1984, pp. 24. Disponível em: https://books.google.com.br/books?id=3VxTL4P3bV4C&printsec=frontcover&dq=Placar+Magazine+1984&hl=ptBR&sa=X&ved=2ahUKEwjE04bmk-L1AhVdErkGHblgD9E4ChDrAXoECAQQAQ#v=onepage&q&f=false CRÉDITOS: Regina Echeverria; Placar. PALAVRAS-CHAVE: imprensa, história do esporte, história das mulheres
Por que o futebol feminino deve ser um local sem preconceitos
A modalidade já enfrenta obstáculos que vêm de décadas – e sempre dificultaram o acesso de diversas mulheres à prática do esporte

Seleção brasileira de futebol feminino – Sam Robles
O crescimento do futebol feminino no Brasil nos últimos anos – ajudado pela entrada de clubes de tradição no masculino – trouxe novos torcedores, seja pelo fato de poder também ver o seu time sendo representado na modalidade ou simplesmente para conhecer mais sobre o esporte.
Contudo, diversos ataques de ódio, propagados por torcedores e até por comentaristas, narradores e jornalistas que começaram a acompanhar mais de perto a modalidade acabam agredindo as protagonistas do espetáculo – às vezes isso vem de algumas jogadoras, que acabam cometendo um deslize e expressando intolerância religiosa e homofobia.
Os comportamentos inadequados podem aparecer até de forma inesperada. Em fevereiro deste ano, o narrador de uma partida do Brasileirão feminino sub-18 elogiou uma jogadorade 16 anos pela sua beleza, e não seu futebol. Além da questão da sexualização de uma menor de idade, quem acompanha o futebol feminino sabe que não é a beleza da atleta que importa, e sim para o futebol que ela apresenta nos gramados.
O futebol é um reflexo da nossa sociedade. E o esporte evolui de acordo com esta sociedade. Sobretudo quando conta com a presença de torcedores mais conscientes e jogadoras que não têm medo de se posicionar em temas considerados ainda hoje como tabus – pela própria imprensa inclusive –, como pautas da comunidade LGBTQI+.
Se você começou a acompanhar o futebol há pouco tempo e acredita que protestos nas redes sociais são “mimimi”, tenho um conselho: apenas pare com esse seu preconceito que nada acrescenta na modalidade. O que você considera “mimimi” é algo que o João da última edição do Big Brother Brasil explicou bem. É a dor do outro. Antes de falar algo, simplesmente pense: isso pode ser ruim para mim? Isso pode me ofender ou ofender alguém que eu amo?
Evite comparações desnecessárias entre jogadores e jogadoras, isso não agrega em nada para o desempenho dentro de campo. Apesar de ser o mesmo esporte, o futebol feminino enfrentou 40 anos de proibição e, ainda em 2021, têm mulheres, garotas e jogadoras que encontram dificuldades de jogar ou não encontram o espaço adequado para a prática do esporte. Muitas profissionais ainda não têm a estrutura mínima para atuar.
Além dessa luta de espaços que ainda temos de ter até hoje, em um mundo que se considera evoluído, encontramos problemas inclusive dentro do esporte, com algumas jogadoras que com o seu modo de pensar acabam ferindo o próximo em sua essência. No dia 9 de maio, a atacante Chú Santos comentou em suas redes sociais palavras de cunho homofóbico e de intolerância religiosa contra o recém-falecido ator Paulo Gustavo, mais uma das quase 500 mil vítimas de Covid-19 no Brasil.
Já não basta os comentários e os desafios que somos obrigadas a ouvir todos os dias pelo simples fato de ser mulher, enfrentamos dificuldades, preconceitos e a falta de representatividade em alguns espaços que lutamos para ocupar. Vemos cartolas que não dizem que não se deve investir no futebol feminino e que o dinheiro deve ser utilizado com os homens, outros que usam a pandemia como muleta para não realizar competições estaduais, que na maioria das vezes é o único torneio de uma equipe no ano e não dura mais do que um mês.
Sabemos que a paixão pelo futebol move a todos que acompanham o esporte, mas a sua paixão não pode machucar a essência de alguém. Esperamos que o futebol feminino se torne algo plural e democrático, algo que agregue a todos que acompanham a modalidade para que se sintam representados. Afinal, o futebol foi feito pelo povo. E é para o povo.
Ficha técnica
TIPO DE DOCUMENTO: Revista ORIGEM: Raffaela Carolina. “Por que o futebol feminino deve ser um local sem preconceitos”. Planeta futebol feminino na Placar. Placar, 10 jun 2021. CRÉDITOS: Raffaela Carolina; Placar. PALAVRAS-CHAVE: história das mulheres, história do esporte, imprensa
Compare o conteúdo das reportagens e escolha a alternativa mais pertinente. Os documentos
Questão 22 10828450
COLUNI/UFV 1° dia 2022/1Becky Redfern: The 'tough ride' to becoming a Paralympic silver medallistFrom the section Disability Sport Becky Redfern said it was "an incredible feeling" to win Paralympic silver in the SB13 100m breaststroke, just over a year after giving birth to her first child.

The 21-year-old Briton thought her swimming career "was over" when she discovered she was pregnant.
Redfern was able to compete in Tokyo because the Games were postponed for 12 months.
"It has been a tough ride but I am just so happy right now," she said.
"I am so proud of myself for everything that I have put myself through in the last couple of years and everything I've achieved today."
The Rio 2016 silver medallist and 2019 world champion led at halfway on Wednesday but was overhauled by Germany's Elena
Krawzow, who won by 0.64 seconds as Redfern clocked one minute 14.10secs.
Redfern, who is visually impaired, gave birth to son Patrick in July 2020.
"When I found out I was pregnant, I thought that my swimming career was done, it was over," she said.
But for Redfern, the 12-month delay to the Paralympics because of Covid-19 "felt like fate, like they'd been postponed for me - I need
to go and prove myself, they're waiting for me".
Although swimming pools were forced to close, British Swimming hired a hot tub for her to train in at home during lockdown.
However, preparing for Tokyo hasn't been her biggest challenge of the past year.
"Being a mum is so hard, it's the hardest thing I've ever had to do," she told BBC Radio 5 Live.
"To top it off with having to race and train - my son's just turned one and isn't sleeping through the night so I'm not getting the
recovery time."
Redfern said she could not wait to be reunited with Patrick so she could "give him a massive cuddle".
She added: "He won't remember it, he's only one, but he will have all these memories to look back on and I know that he'll be proud
of his mummy.
Disponível em: https://www.bbc.com/sport/disability-sport/58411534. Acesso em: 01 set. 2021. (Adaptado).
De acordo com o texto, é CORRETO afirmar que:
Questão 21 10828446
COLUNI/UFV 1° dia 2022/1Becky Redfern: The 'tough ride' to becoming a Paralympic silver medallistFrom the section Disability Sport Becky Redfern said it was "an incredible feeling" to win Paralympic silver in the SB13 100m breaststroke, just over a year after giving birth to her first child.

The 21-year-old Briton thought her swimming career "was over" when she discovered she was pregnant.
Redfern was able to compete in Tokyo because the Games were postponed for 12 months.
"It has been a tough ride but I am just so happy right now," she said.
"I am so proud of myself for everything that I have put myself through in the last couple of years and everything I've achieved today."
The Rio 2016 silver medallist and 2019 world champion led at halfway on Wednesday but was overhauled by Germany's Elena
Krawzow, who won by 0.64 seconds as Redfern clocked one minute 14.10secs.
Redfern, who is visually impaired, gave birth to son Patrick in July 2020.
"When I found out I was pregnant, I thought that my swimming career was done, it was over," she said.
But for Redfern, the 12-month delay to the Paralympics because of Covid-19 "felt like fate, like they'd been postponed for me - I need
to go and prove myself, they're waiting for me".
Although swimming pools were forced to close, British Swimming hired a hot tub for her to train in at home during lockdown.
However, preparing for Tokyo hasn't been her biggest challenge of the past year.
"Being a mum is so hard, it's the hardest thing I've ever had to do," she told BBC Radio 5 Live.
"To top it off with having to race and train - my son's just turned one and isn't sleeping through the night so I'm not getting the
recovery time."
Redfern said she could not wait to be reunited with Patrick so she could "give him a massive cuddle".
She added: "He won't remember it, he's only one, but he will have all these memories to look back on and I know that he'll be proud
of his mummy.
Disponível em: https://www.bbc.com/sport/disability-sport/58411534. Acesso em: 01 set. 2021. (Adaptado).
Com base no texto, analise as alternativas a seguir:
I. Becky Redfern pensou que sua carreira havia acabado por causa da gravidez.
II. Se não fosse pela Covid-19, Becky Redfern não teria participado das paraolimpíadas de Tokyo.
III. Becky Redfern foi medalhista nas paraolimpíadas do Rio.
IV. O maior desafio na vida da medalhista foi se preparar para as paraolimpíadas.
Está CORRETO o que se afirma em:
06
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