Questões de EFAF Educação Física - Esporte e Sociedade
325 Questões
Questão 5 10183973
CMM 1° Ano - Prova de Português 2020TEXTO
Jogo Eletrônico: amigo ou vilão?
- Meu filho, há quanto tempo você está na frente desse joguinho? Vamos desligar, rápido! E não joga mais até o fim de semana, escutou??
Quem de vocês nunca ouviu essas palavras da mamãe ou do papai? Os jogos eletrônicos são uma febre nos dias de hoje, quase todas as crianças tiveram ou têm acesso a jogos de videogame ou de computador. E, cá entre nós, quase todas gostam muito, não é mesmo?
Os pais é que costumam ficar muito apreensivos com esse tipo de diversão de seus pequenos, porque acham que jogar videogame não ensina nada de bom a seus filhos. Mas você sabia que especialistas enxergam muitos pontos positivos na cultura digital?
O professor da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília, na área de Tecnologias na Educação, Gilberto Lacerda, diz que não dá para negar que os jogos eletrônicos fazem parte da cultura do jovem hoje em dia, lembrando que cada vez crianças mais novas, de 4, 5 anos, já se dão muito bem nos joguinhos, deixando muitos adultos no chinelo.
Longe de ser contrário a essa cultura, Gilberto Lacerda diz que os jogos eletrônicos contribuem para que os jovens desenvolvam várias habilidades, como raciocínio lógico e resolução rápida de problemas.
Quando os jogos são online, Lacerda diz que os jovens vivenciam um momento da capacidade de comunicação. Henry Jenkins, especialista em jogos de aprendizado, diz que os jogos eletrônicos encorajam as crianças a adquirirem riscos intelectuais sem grandes medos de fracasso.
“Unir o lúdico e o educativo é o grande desafio dos jogos eletrônicos”, destaca o professor Gilberto Lacerda.
Até aí tudo bem. O problema, diz o professor Gilberto, é quando os jogos de computador se tornam a única forma de lazer da criança. Aí, cabe aos pais – ou quem estiver cuidando da criança – estabelecer limites para os jogos eletrônicos. [...]
Mas ainda existem correntes educacionais que não valorizam tanto a associação entre crianças e jogos eletrônicos ou computadores, principalmente nos sete primeiros anos de vida. As escolas que seguem a pedagogia Waldorf têm como proposta pedagógica o foco no desenvolvimento humano e nas atividades manuais, como o preparo do lanche de cada dia. Ela, ainda, considera fundamental a alternância sadia e equilibrada entre atividade intelectual e prática.
O professor Valdemar W. Setzer, da Universidade de São Paulo, é adepto da pedagogia Waldorf. Para ele, crianças deveriam ficar longe dos computadores porque o aparelho forçaria um pensamento matemático próprio dos adultos, o que seria prejudicial a essa fase da vida dos pequenos.
Observe-se uma criança usando um computador: ela está numa atitude infantil ou adulta?, questiona o professor, que decreta: “deixem as crianças serem infantis, não lhes deem acesso a TV, jogos eletrônicos e computador!”. Ele também diz que o ser humano deve pensar antes de fazer algo, avaliando as consequências de seus atos.
E se os joguinhos forem violentos, aí as críticas são maiores. Eles podem trazer aumento de comportamento agressivo, baixa autoestima, vício e introversão.
Fonte: http://www.plenarinho.gov.br/noticias/reportagem-especial/jogo-eletronico-amigo-ou-vilao. Adaptado.
“Os pais é que costumam ficar muito apreensivos com esse tipo de diversão de seus pequenos, porque acham que jogar videogame não ensina nada de bom a seus filhos” (3° Parágrafo).
A segunda oração, em relação à primeira, apresenta ideia de:
Questão 1 10172724
CMC 1° Ano Prova de Portugues 2020Os riscos da infância na rede
Livro discute o uso da tecnologia pelas crianças e alerta para os perigos da dependência virtual
Especialistas em comportamento digital apontam que as crianças brasileiras são mais ativas do que a
média mundial na internet, o que as tornam perigosamente dependentes dos ambientes virtuais. Celulares e tablets são cada vez mais usados para entreter os pequenos em situações de estresse, como refeições em
restaurantes, por exemplo. Perfis em redes sociais também são criados muito precocemente. Diante deste cenário, já imaginou o que aconteceria se, de um dia para outro, todos os aparelhos eletrônicos deixassem de funcionar? Essa é a proposta de Juliana Grasso, no recém-lançado livro “Amanhã, como será?”, da Tempo Editora.
Com foco no público infanto-juvenil, a publicação conta a história de Gabriel, um garoto de 11 anos
dependente de computadores, tablets e smartphones que se vê completamente perdido após uma tempestade
destruir todos os seus aparelhos eletrônicos. Com o acidente, o menino, que usava os dispositivos para estudar, se comunicar e brincar, precisa redescobrir as brincadeiras e alegrias de uma infância sem tecnologia. A autora se inspirou nas experiências cotidianas para escrever o livro,
“A tecnologia está super disponível, tanto para adultos, quanto para crianças. Hoje, mesmo muito
novinhas, elas assistem a vídeos pelo celular na hora de comer, o que faz muito mal”, diz Juliana. “É possível
retomar as formas antigas de contato, aprendizado e recreação.” Para ela, essa overdose de tecnologia na
infância pode transformar meninas e meninos em adultos antissociais e dependentes. Pesquisa “Kids of Today
and Tomorrow — Um olhar Bem Próximo Sobre Essa Geração”, da Viacom Internacional Media Networks,
valida essa afirmação. Ela indicou que, apesar de o cenário ser sombrio em praticamente todos os países
desenvolvidos, as crianças brasileiras têm uma predisposição maior ao vício virtual.
Disponível em: http:/istoe.com.br/os-riscos-da-infancia-na-rede Acesso em 23 set.2020.
O texto trata de aspectos relevantes de um tema muito atual, além de citar uma obra que também apresenta uma ficção para abordar o mesmo assunto.
Observando a estrutura do texto e demais elementos, identifique o item que melhor o descreve:
Questão 31 11503425
Pref. de São Paulo 9º Ano Prova Semestral 2019Excesso de atividade física prejudica a hipertrofia muscular
O excesso de exercício faz com que o rendimento do treino diminua, prejudicando a hipertrofia muscular, pois é durante o descanso que o músculo se recupera do treino e cresce. É necessário ir ao médico para avaliar a necessidade de tomar medicamentos ou fazer tratamento que ajudem na recuperação.
O excesso de exercícios físicos provoca alterações na produção de hormônios, aumento da frequência cardíaca mesmo durante o descanso, irritabilidade, insônia e enfraquecimento do sistema imunológico.
Além dos danos ao corpo, a prática intensa de atividade física pode ser prejudicial à mente e virar uma compulsão por exercícios, em que a obsessão por melhorar a aparência do corpo gera estresse e ansiedade intensa.
Disponível em: https://www.tuasaude.com/excesso-de-exercicio-fisico-faz-mal/. Acesso em: 03 mai. 2019 (adaptado)
Uma das consequências do excesso de exercícios físicos se refere
Questão 2 10731581
CMR 6° Ano - Matemática 2018O Mundial da Rússia 2018 foi conquistado pela França, ao vencer na final a Croácia pelo placar de 4x2, consagrando-se assim, Bicampeã Mundial de Futebol. O Brasil, apesar de ter sido eliminado na fase de quartas de final, continua sendo o maior vencedor de mundiais e a única Seleção Penta Campeã de Futebol do mundo. A Seleção Brasileira foi campeã mundial nos seguintes anos: 1958, 1962, 1970, 1994 e 2002.

Escolha corretamente abaixo, a única opção que contém 2(dois) anos escritos em algarismos romanos, nos quais o Brasil foi campeão mundial.
Questão 4 10736073
COLÉGIO SÓLIDO* 6° ano 2016PUBLICITÁRIOS BUSCAM SÍMBOLO POSITIVO PARA A TERCEIRA IDADE

SÃO PAULO – Lucina Ratinho, de 68 anos, ri quando se lembra da discussão que a neta Isabela, de 12, travou na escola, anos atrás. Era Dia da Avó e cada criança tinha de levar uma foto da sua. Isabela foi logo dizendo que a dela era a mais bonita - que, claro, foi contestado pelos coleguinhas. Aí ela disse brava: “A minha é muito mais bonita porque ela corre! A de vocês não corre!”
Pensando em idosos como Lucinda, ultramaratonista, o diretor da agência paulistana Garage IM, Max Petrucci, começou um movimento para dar nova cara à terceira idade brasileira. Ele e outros publicitários querem modernizar o símbolo (ou pictograma, no termo técnico) do bonequinho curvado e apoiado em uma bengala.
[...]
“A forma de retratar o idoso tem de deixar de ser de uma pessoa decadente, porque isso não é verdade. Sim, há perda de vitalidade, mas o idoso hoje vive mais, está mais saudável, ativo e produtivo”, diz Petrucci. “O Brasil está em processo de envelhecimento (da população) e mexer no símbolo é uma forma de conscientização sobre o tema.”
A imagem do homem curvo e de bengala começou a aparecer no país no fim da década de 1990, com o Estatuto do Idoso, e, no início dos anos 2000, com a sanção de leis de atendimento e assentos preferenciais.
[...]
Se depender de Lucina, o pictograma correria. “Bem que podia ser um bonequinho correndo, com um sorrisão na cara. Correr é o melhor remédio para o idoso”, receita. “Eu vou durar 120 anos!”
(Estado de São Paulo, 23 Janeiro 2013)
Na frase “Eu vou durar 120 anos!”, o ponto de exclamação expressa
Questão 2 10563725
Colégio Embraer 2016Leia o texto para responder à questão.
Legado olímpico
Legado é a palavra da vez neste momento olímpico. Ela está ainda mais presente no vocabulário dos que agora se desdobram para que tudo funcione a contento durante a Olimpíada Rio-2016 e foi definitivamente incorporada ao discurso daqueles que aproveitam a oportunidade para lançar programas sociais, esportivos e culturais.
A cidade do Rio de Janeiro transformou-se na principal beneficiária de muitos legados, embora alguns deles sejam extensivos ao país indiretamente, uma vez que algumas competições foram programadas para outras capitais.
Além desses legados, que se traduzem em edifícios, quadras e ginásios esportivos, meios de transporte, revitalização urbana e muitas coisas mais, há outro, muito falado, mas aparentemente imperceptível. O espírito olímpico é legado para se refletir e praticar, inclusive fora das arenas de competição.
A história dos jogos olímpicos e as histórias dos atletas que participam da Olimpíada, em especial aquelas de brasileiros que enfrentaram inúmeras dificuldades para chegar ao nível em que se encontram, são bons exemplos para a formação de crianças e jovens. Pais e educadores têm nesta oportunidade elementos de sobra para despertar o interesse de filhos e alunos para os esportes.
(Lucila Cano. http://educacao.uol.com.br, 05.08.2016. Adaptado)
Conforme o texto, o outro legado da Olimpíada Rio-2016, muito falado, refere-se à
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