Questões de EFAF Educação Física - Esporte e Sociedade
325 Questões
Questão 13 10777761
COLÉGIO SÓLIDO* 1º Ano 2023Leia o texto a seguir para responder à questão.
TEXTO
A Copa do Mundo é a melhor desculpa para conhecer de perto um país
A primeira lembrança que tenho de uma Copa do Mundo data de 1994.
Eu tinha 7 anos. Me recordo do gol de biquinho do Romário, do Bebeto balançando um bebê imaginário na comemoração e do pênalti para fora do Roberto Baggio, é claro, mas o que me lembro mesmo é das coisas que cercavam as partidas na televisão.
Minha família alugou uma casa na praia, e parentes e amigos de tudo quanto é canto se aboletaram por lá. A cada partida, era uma festa. Comida aos montes, primos disparando fogos de artifício e, no segundo seguinte ao chute que nos deu o tetracampeonato, eu e meu pai saímos correndo desembestados e pulamos na piscina com roupa e tudo.
Eu adoro futebol. Mas amo ainda mais as energias que ele é capaz de mobilizar.
[...]
Quando uma Copa do Mundo acontece, não são apenas os 32 times que entram em campo. As atmosferas são muitas, e existem muito além de quem tem ingresso na mão. Enquanto um país inteiro se faz de anfitrião, milhares de pessoas com origens, idiomas e vestimentas diferentes caminham e sonham juntas.
Há gente que participa pintando as ruas, estendendo bandeiras, recebendo os amigos, fazendo festa ou protestando contra gastos ou políticas absurdas. Entender como todas essas histórias coexistem e se desenrolam – às vezes dentro de uma só pessoa –, é o que, para mim, o maior evento esportivo do planeta tem de melhor a oferecer.
[...]
Fonte: https://www.360meridianos.com/2018/02/copa-do-mundo-conhecer-pais.html
Com a leitura do texto, é possível identificar várias concepções formadas pelo autor acerca da Copa do Mundo.
Identifique a alternativa que apresenta um pensamento INCORRETO em relação ao que ele expôs.
Questão 7 10777755
COLÉGIO SÓLIDO* 1º Ano 2023Leia os textos a seguir para responder à questão
TEXTO l
“Não se pode pensar a violência no futebol desvinculada da sociedade brasileira. Vivemos em uma sociedade cada vez mais violenta, tanto da parte da dinâmica social como da parte das autoridades policiais, que deveriam zelar pela segurança dos cidadãos”, resume Flávio de Campos, coordenador do Ludens (Núcleo Interdisciplinar de Estudos sobre Futebol e Modalidades Lúdicas), da USP (Universidade de São Paulo). [...] A reincidência dos casos de violência no futebol, claro, também tem muito a ver com a impunidade. É muito raro que haja, de fato, punições firmes às pessoas envolvidas nos casos. O cenário se mostra bem diferente do observado, por exemplo, na Inglaterra, que sofria com os chamados hooligans nos anos 1980 e resolveu a questão com penas severas e prisões.
Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/esporte/2022/07/escalada-de-violencia-no-futebol-acompanha-brutalidade-foradele.shtml
TEXTO II

Fonte: http://jboscocartuns.blogspot.com/2018/04/clima-de-copa-do-mundo.html
Comparando os textos l e II, pode-se afirmar que
Questão 2 10777746
COLÉGIO SÓLIDO* 1º Ano 2023Leia o texto a seguir para responder.
TEXTO
O torcedor

Uma vez por semana, o torcedor foge de casa e vai ao estádio.
Ondulam as bandeiras, soam as matracas, os foguetes, os tambores, chovem serpentinas e papel picado: a cidade desaparece, a rotina se esquece, só existe o templo. Neste espaço sagrado, a única religião que não tem ateus exibe suas divindades. Embora o torcedor possa contemplar o milagre, mais comodamente, na tela de sua televisão, prefere cumprir a peregrinação até o lugar onde possa ver em carne e osso seus anjos lutando em duelo contra os demônios da rodada.
Aqui o torcedor agita o lenço, engole saliva, engole veneno, come o boné, sussurra preces e maldições, e de repente arrebenta a garganta numa ovação e salta feito pulga abraçando o desconhecido que grita gol ao seu lado. Enquanto dura a missa pagã, o torcedor é muitos. Compartilha com milhares de devotos a certeza de que somos os melhores, todos os juízes estão vendidos, todos os rivais são trapaceiros.
É raro o torcedor que diz: “Meu time joga hoje”. Sempre diz: “Nós jogamos hoje”. Este jogador número doze sabe muito bem que é ele quem sopra os ventos de fervor que empurram a bola quando ela dorme, do mesmo jeito que os outros onze jogadores sabem que jogar sem torcida é como dançar sem música.
Quando termina a partida, o torcedor, que não saiu da arquibancada, celebra sua vitória, que goleada fizemos, que surra a gente deu neles, ou chora sua derrota, nos roubaram outra vez, juiz ladrão. E então o sol vai embora, e o torcedor se vai. Caem as sombras sobre o estádio que se esvazia. Nos degraus de cimento ardem, aqui e ali, algumas fogueiras de fogo fugaz, enquanto vão se apagando as luzes e as vozes. O estádio fica sozinho e o torcedor também volta à sua solidão, um eu que foi nós; o torcedor se afasta, se dispersa, se perde, e o domingo é melancólico feito uma quarta-feira de cinzas depois da morte do carnaval.
fonte: https://trivela.com.br/america-do-sul/quatro-textos-nos-quais-eduardo-galeano-traduziu-a-paixao-pelo-futebol-em-forma-deliteratura/
Indique a única alternativa que aponta um trecho do texto I no qual há a presença de um discurso indireto livre.
Questão 21 15413519
CBNB 1 ano Ensino Médio 2022TEXTO IV
É a fé das mães que faz filhos campeões
Onde há vitória, há uma mãe que acredita no potencial de seu filho
Cristiane Gercina
Felizes, os medalhistas lembram o quanto suas mães são importantes para a vitória.
Rebeca Andrade conquista medalha de ouro no salto. A história de Rebeca Andrade, que obteve duas medalhas inéditas a brasileiros em uma Olimpíada: prata e ouro na ginástica artística feminina, tem muito de sua mãe. Dona Rosa criou a filha sozinha. E a entrevista da jovem na segunda-feira (2 de agosto de 2021) foi uma homenagem a ela. De chorar.
Mayra Aguiar, medalha de bronze no judô e a maior medalhista individual do Brasil, com três medalhas em jogos olímpicos, relatou o quanto as palavras de sua mãe, o companheirismo e até a comida foram importantes para que ela chegasse em Tóquio e saísse de lá campeã.
Segundo a atleta, a mãe sempre envia um bilhete escondido quando ela vai competir. No Japão, o bilhete não falhou. Estava lá, na mochila, e Mayra nem sabe como foi colocado, pois as duas passaram os últimos tempos, em que ela se recuperava de cirurgias, juntas.
Daniel Cargnin, bronze no judô masculino, também lembrou de histórias de sua mãe, de seu incentivo e de como ele a considera guerreira. A entrevista da mãe de Italo Ferreira, nosso surfista de ouro, foi emocionante.
E a revelação feita pela mãe do “menino maluquinho” do litoral paulista, o medalhista de prata Kelvin Hoefler, de que o skate foi dado ao filho para que ele gastasse energia revela que, sim, as mães sabem de tudo.
Rayssa, a nossa fadinha do skate, medalha de prata, declarou: “ter a minha mãe aqui foi a melhor coisa que me aconteceu”.
São diversas histórias de reconhecimento do esforço materno por parte dos filhos que se tornam fenômenos, o que emociona a todas nós. O esporte — e a vida — nos deixam exemplos do quanto podemos contribuir para o sucesso de um filho ou passar a representar um papel no fracasso.
Se o orgulho materno em momentos de sucesso é grande, a responsabilidade também. Não falo aqui de ser apenas fã incondicional. Falo do amor consciente, do incentivo constante, do acreditar no seu filho, falo de ter fé.
E acreditar em um filho não é achar que ele é melhor que todos os outros seres humanos da Terra — isso a gente deixa para as “chatas” mães de miss —, é corrigir os erros, acertar a rota e manter no caminho. É conhecer a potencialidade humana daquele a quem você deu a vida e fazer com que ele não desista dos próprios sonhos.
Incentive o seu filho a ser hoje melhor do que ontem. Talvez, com isso, ele seja o futuro campeão de amanhã. Mas não espere apenas a medalha olímpica, o gol de placa ou o primeiro lugar no vestibular para parabenizá-lo.
Trate-o como campeão ainda hoje. Assim como eu e você, nossos filhos também têm lutado batalhas diárias. Além disso, são ouro em nossos corações sempre.
Disponível em: https://f5.folha.uol.com.br/colunistas/colo-de-mae/2021/08/e-a-fe-das-maes-que-faz-filhoscampeoes.shtml Acessado em 09/11/21, com adaptações.
Com o objetivo de imprimir maior expressividade ao texto, no período “É a fé das mães que faz filhos campeões”, observa-se a figura de linguagem:
Questão 20 15413515
CBNB 1 ano Ensino Médio 2022TEXTO IV
É a fé das mães que faz filhos campeões
Onde há vitória, há uma mãe que acredita no potencial de seu filho
Cristiane Gercina
Felizes, os medalhistas lembram o quanto suas mães são importantes para a vitória.
Rebeca Andrade conquista medalha de ouro no salto. A história de Rebeca Andrade, que obteve duas medalhas inéditas a brasileiros em uma Olimpíada: prata e ouro na ginástica artística feminina, tem muito de sua mãe. Dona Rosa criou a filha sozinha. E a entrevista da jovem na segunda-feira (2 de agosto de 2021) foi uma homenagem a ela. De chorar.
Mayra Aguiar, medalha de bronze no judô e a maior medalhista individual do Brasil, com três medalhas em jogos olímpicos, relatou o quanto as palavras de sua mãe, o companheirismo e até a comida foram importantes para que ela chegasse em Tóquio e saísse de lá campeã.
Segundo a atleta, a mãe sempre envia um bilhete escondido quando ela vai competir. No Japão, o bilhete não falhou. Estava lá, na mochila, e Mayra nem sabe como foi colocado, pois as duas passaram os últimos tempos, em que ela se recuperava de cirurgias, juntas.
Daniel Cargnin, bronze no judô masculino, também lembrou de histórias de sua mãe, de seu incentivo e de como ele a considera guerreira. A entrevista da mãe de Italo Ferreira, nosso surfista de ouro, foi emocionante.
E a revelação feita pela mãe do “menino maluquinho” do litoral paulista, o medalhista de prata Kelvin Hoefler, de que o skate foi dado ao filho para que ele gastasse energia revela que, sim, as mães sabem de tudo.
Rayssa, a nossa fadinha do skate, medalha de prata, declarou: “ter a minha mãe aqui foi a melhor coisa que me aconteceu”.
São diversas histórias de reconhecimento do esforço materno por parte dos filhos que se tornam fenômenos, o que emociona a todas nós. O esporte — e a vida — nos deixam exemplos do quanto podemos contribuir para o sucesso de um filho ou passar a representar um papel no fracasso.
Se o orgulho materno em momentos de sucesso é grande, a responsabilidade também. Não falo aqui de ser apenas fã incondicional. Falo do amor consciente, do incentivo constante, do acreditar no seu filho, falo de ter fé.
E acreditar em um filho não é achar que ele é melhor que todos os outros seres humanos da Terra — isso a gente deixa para as “chatas” mães de miss —, é corrigir os erros, acertar a rota e manter no caminho. É conhecer a potencialidade humana daquele a quem você deu a vida e fazer com que ele não desista dos próprios sonhos.
Incentive o seu filho a ser hoje melhor do que ontem. Talvez, com isso, ele seja o futuro campeão de amanhã. Mas não espere apenas a medalha olímpica, o gol de placa ou o primeiro lugar no vestibular para parabenizá-lo.
Trate-o como campeão ainda hoje. Assim como eu e você, nossos filhos também têm lutado batalhas diárias. Além disso, são ouro em nossos corações sempre.
Disponível em: https://f5.folha.uol.com.br/colunistas/colo-de-mae/2021/08/e-a-fe-das-maes-que-faz-filhoscampeoes.shtml Acessado em 09/11/21, com adaptações.
No trecho a seguir, percebe-se o uso de um recurso expressivo para descrever a crença em um filho. Leia o fragmento e assinale a alternativa que apresenta esse recurso.
“E acreditar em um filho não é achar que ele é melhor que todos os outros seres humanos da Terra — isso a gente deixa para as “chatas” mães de miss —, é corrigir os erros, acertar a rota e manter no caminho. É conhecer a potencialidade humana daquele a quem você deu a vida e fazer com que ele não desista dos próprios sonhos.”
Questão 19 15413513
CBNB 1 ano Ensino Médio 2022TEXTO IV
É a fé das mães que faz filhos campeões
Onde há vitória, há uma mãe que acredita no potencial de seu filho
Cristiane Gercina
Felizes, os medalhistas lembram o quanto suas mães são importantes para a vitória.
Rebeca Andrade conquista medalha de ouro no salto. A história de Rebeca Andrade, que obteve duas medalhas inéditas a brasileiros em uma Olimpíada: prata e ouro na ginástica artística feminina, tem muito de sua mãe. Dona Rosa criou a filha sozinha. E a entrevista da jovem na segunda-feira (2 de agosto de 2021) foi uma homenagem a ela. De chorar.
Mayra Aguiar, medalha de bronze no judô e a maior medalhista individual do Brasil, com três medalhas em jogos olímpicos, relatou o quanto as palavras de sua mãe, o companheirismo e até a comida foram importantes para que ela chegasse em Tóquio e saísse de lá campeã.
Segundo a atleta, a mãe sempre envia um bilhete escondido quando ela vai competir. No Japão, o bilhete não falhou. Estava lá, na mochila, e Mayra nem sabe como foi colocado, pois as duas passaram os últimos tempos, em que ela se recuperava de cirurgias, juntas.
Daniel Cargnin, bronze no judô masculino, também lembrou de histórias de sua mãe, de seu incentivo e de como ele a considera guerreira. A entrevista da mãe de Italo Ferreira, nosso surfista de ouro, foi emocionante.
E a revelação feita pela mãe do “menino maluquinho” do litoral paulista, o medalhista de prata Kelvin Hoefler, de que o skate foi dado ao filho para que ele gastasse energia revela que, sim, as mães sabem de tudo.
Rayssa, a nossa fadinha do skate, medalha de prata, declarou: “ter a minha mãe aqui foi a melhor coisa que me aconteceu”.
São diversas histórias de reconhecimento do esforço materno por parte dos filhos que se tornam fenômenos, o que emociona a todas nós. O esporte — e a vida — nos deixam exemplos do quanto podemos contribuir para o sucesso de um filho ou passar a representar um papel no fracasso.
Se o orgulho materno em momentos de sucesso é grande, a responsabilidade também. Não falo aqui de ser apenas fã incondicional. Falo do amor consciente, do incentivo constante, do acreditar no seu filho, falo de ter fé.
E acreditar em um filho não é achar que ele é melhor que todos os outros seres humanos da Terra — isso a gente deixa para as “chatas” mães de miss —, é corrigir os erros, acertar a rota e manter no caminho. É conhecer a potencialidade humana daquele a quem você deu a vida e fazer com que ele não desista dos próprios sonhos.
Incentive o seu filho a ser hoje melhor do que ontem. Talvez, com isso, ele seja o futuro campeão de amanhã. Mas não espere apenas a medalha olímpica, o gol de placa ou o primeiro lugar no vestibular para parabenizá-lo.
Trate-o como campeão ainda hoje. Assim como eu e você, nossos filhos também têm lutado batalhas diárias. Além disso, são ouro em nossos corações sempre.
Disponível em: https://f5.folha.uol.com.br/colunistas/colo-de-mae/2021/08/e-a-fe-das-maes-que-faz-filhoscampeoes.shtml Acessado em 09/11/21, com adaptações.
Em alguns momentos do texto IV, a autora se coloca na posição de mãe e fala diretamente a outras mães.
Assinale o trecho que melhor comprova essa afirmação.
06
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