Questões de EFAF Educação Física - Esporte e Sociedade
325 Questões
Questão 27 10736258
IFSP Prova A 2024A violência nas escolas é uma questão atual e um problema complexo que demanda de educadores, estudantes, responsáveis, governo e sociedade medidas para que se busque e se promova a Cultura de Paz, que tem no diálogo e na mediação seus focos para a resolução de conflitos. A pesquisa “Juventudes na escola, sentidos e buscas: Por que frequentam?” escutou as juventudes brasileiras para entender seus olhares sobre o contexto escolar e uma das perguntas feitas aos 8.283 participantes e que ajuda a compreender fatores que incitam violências foi: Qual das pessoas você não queria ter como colega de classe? A tabela abaixo indica as respostas à pergunta:
Tabela: Indicação das pessoas que não se queria ter como colega de classe, segundo modalidade de ensino dos alunos

ABRAMOVAY, Miriam. Coord. Juventudes na escola, sentidos e buscas: Por que frequentam? / Miriam Abramovay, Mary Garcia Castro, Júlio Jacobo Waiselfisz. Brasília-DF: Flacso - Brasil, OEI, MEC, 2015. Siglas: EJA: Educação de Jovens e Adultos. EM: Ensino Médio Regular. PJU: Projovem Urbano.
Um professor do IFSP que atua na modalidade do Ensino Médio Regular (EM), preocupado com os dados presentes na tabela referentes à população LGBTQIA+, desenvolverá um projeto para dialogar sobre o respeito às diversidades e sobre o cultivo da Cultura de Paz. Ele observou a tabela e, para iniciar o debate sobre os preconceitos e violências, buscou saber a quantidade de participantes da pesquisa, na modalidade de ensino em que atua, que responderam que não queriam ter como colega de classe uma pessoa travesti, homossexual, transexual ou transgênero.
Sabe-se que o professor utilizou uma calculadora para saber tal quantidade, que cada participante respondeu à pergunta indicando apenas um aspecto e que aproximadamente 69,4% dos participantes são do EM.
O visor da calculadora, que mostra o possível cálculo feito pelo professor e a quantidade aproximada encontrada, estão representados em qual das alternativas abaixo?
Questão 15 11092177
IFTO Integrados 2023/1O número de partidas 𝑃(𝑥) disputadas por 𝑥 equipes de futebol que jogam entre si (apenas partida de ida) é dada pela fórmula %3D%5Cfrac%7Bx%5E2-x%7D%7B2%7D.)
Sabendo que na primeira fase do Campeonato Tocantinense Profissional foram disputadas
partidas (somente partidas de ida), podemos afirmar que o número de equipes que participaram da primeira fase do Campeonato Tocantinense é igual a:
Questão 6 10777754
COLÉGIO SÓLIDO* 1º Ano 2023TEXTO

Fonte: http://jboscocartuns.blogspot.com/2018/04/clima-de-copa-do-mundo.html
Levando em consideração todos os elementos presentes no texto, é CORRETO afirmar que
Questão 1 10777741
COLÉGIO SÓLIDO* 1º Ano 2023Leia o texto a seguir para responder.
TEXTO
O torcedor

Uma vez por semana, o torcedor foge de casa e vai ao estádio.
Ondulam as bandeiras, soam as matracas, os foguetes, os tambores, chovem serpentinas e papel picado: a cidade desaparece, a rotina se esquece, só existe o templo. Neste espaço sagrado, a única religião que não tem ateus exibe suas divindades. Embora o torcedor possa contemplar o milagre, mais comodamente, na tela de sua televisão, prefere cumprir a peregrinação até o lugar onde possa ver em carne e osso seus anjos lutando em duelo contra os demônios da rodada.
Aqui o torcedor agita o lenço, engole saliva, engole veneno, come o boné, sussurra preces e maldições, e de repente arrebenta a garganta numa ovação e salta feito pulga abraçando o desconhecido que grita gol ao seu lado. Enquanto dura a missa pagã, o torcedor é muitos. Compartilha com milhares de devotos a certeza de que somos os melhores, todos os juízes estão vendidos, todos os rivais são trapaceiros.
É raro o torcedor que diz: “Meu time joga hoje”. Sempre diz: “Nós jogamos hoje”. Este jogador número doze sabe muito bem que é ele quem sopra os ventos de fervor que empurram a bola quando ela dorme, do mesmo jeito que os outros onze jogadores sabem que jogar sem torcida é como dançar sem música.
Quando termina a partida, o torcedor, que não saiu da arquibancada, celebra sua vitória, que goleada fizemos, que surra a gente deu neles, ou chora sua derrota, nos roubaram outra vez, juiz ladrão. E então o sol vai embora, e o torcedor se vai. Caem as sombras sobre o estádio que se esvazia. Nos degraus de cimento ardem, aqui e ali, algumas fogueiras de fogo fugaz, enquanto vão se apagando as luzes e as vozes. O estádio fica sozinho e o torcedor também volta à sua solidão, um eu que foi nós; o torcedor se afasta, se dispersa, se perde, e o domingo é melancólico feito uma quarta-feira de cinzas depois da morte do carnaval.
fonte: https://trivela.com.br/america-do-sul/quatro-textos-nos-quais-eduardo-galeano-traduziu-a-paixao-pelo-futebol-em-forma-deliteratura/
Logo no início do texto, nota-se que o autor faz uma aproximação entre futebol e religião.
Quanto a esse aspecto, é possível afirmar que
Questão 19 10636542
CEFET MG 2023Art. 18. É dever de todos velar pela dignidade da criança e do adolescente, pondo-os a salvo de qualquer tratamento desumano, violento, aterrorizante, vexatório ou constrangedor.
BRASIL. Lei no 8.069, de 13 de julho de 1990. Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e dá outras providências. Disponível em:http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8069.htm. Acesso em: 08 set. 2022.
Os elementos composicionais e a intencionalidade desse texto indicam que o tipo textual predominante é
Questão 4 10736849
COTUCA 2022Leia o texto abaixo para responder às questões.
Quando romantizar a vida dura de atletas vira um problema
FOTO: CARLA CARNIEL / REUTERS

Tatuagem do surfista brasileiro Ítalo Ferreira, medalha de ouro nos jogos de Tóquio
Medalha de prata na ginástica artística, Rebeca Andrade caminhava duas horas com os irmãos para poder treinar em Guarulhos, região metropolitana de São Paulo, quando sua mãe não tinha dinheiro para a condução dos filhos. Medalha de ouro no surf, Ítalo Ferreira usava tampas da caixa de isopor do pai, pescador, para pegar ondas em Baía Formosa, no Rio Grande do Norte.
As histórias de superação dos atletas brasileiros em Olimpíadas são recorrentes. E têm aparecido nos Jogos de Tóquio. Apesar de inspiradoras, elas trazem um problema: podem esconder a falta de investimento no esporte de base e também propagar a ideia de que basta esforço pessoal para subir ao pódio.
Neste texto, o Nexo debate o tema com Christian Dunker, psicanalista, professor do departamento de Psicologia Clínica do Instituto de Psicologia da USP e autor de livros como “Mal-estar, sofrimento e sintoma”, e com Marco Antonio Bortoleto, ex-atleta, professor da Faculdade de Educação Física da Unicamp e presidente da Comissão de Educação da Confederação Brasileira de Ginástica.
Na análise de Dunker, casos como os de Rebeca e Ítalo podem levar a uma percepção bivalente de que, por terem enfrentado dificuldades maiores, a vitória se torna ainda mais “maiúscula”.
“Eles tiveram que enfrentar os adversários externos, a realidade da competição. E os internos, da sua condição de origem, eventualmente a sua condição de gênero, de raça ou de classe. E aí você pode enaltecer que: basta o seu esforço. Qualquer um poderia também, certo? Não. A gente tem que ver que, para as grandes qualidades dela e dele, a gente tem uma quantidade grande de pessoas que tentam e não chegam lá. E não é por falta de esforço”, disse o psicanalista.
“Quando uma pessoa enriquece, logo se diz que ela saiu de uma família humilde. Por estarmos numa sociedade extremamente desigual, há buscas por mecanismos de ascensão social, e o esporte é um deles. E aí quem se torna um ídolo acaba disparador dessa vontade. E não é verdade. Medalha olímpica e ídolos não são para sempre”, disse.
Essa romantização é dura com os atletas que chegam ao topo e com os que traçam um caminho sem atingir o ápice, segundo Bortoleto. “O nosso romance com a sociedade pode ser curto. Tem ídolos que venderam medalha para sobreviver. Tem gente descartada a cada ciclo olímpico. Temos que celebrar, mas ter cuidado com as centenas de Rebecas que tentaram, mas não chegaram lá”, afirmou o ex-ginasta.
Adaptado de Isadora Rupp, 29 de jul de 2021, Nexo Jornal. Disponível em https://www.nexojornal.com.br/ expresso/2021/07/29/Quando-romantizar-a-vida-dura-de-atletas-vira-um-problema. Acesso em 30 jul. 2021.
Textos jornalísticos são frequentemente acompanhados de imagens.
Qual das afirmações a seguir melhor interpreta o papel da imagem que compõe o texto apresentado?
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