Questões de EFAF Educação Física - Esportes e Regras
405 Questões
Questão 39 10682493
SENAI 1º Ano - CGE 2070 2013/2Os 100 metros com barreiras é uma modalidade de atletismo disputada nas Olimpíadas por mulheres. Cada barreira é um obstáculo que deve ser saltado pela atleta, compondo um total de 10 barreiras. A primeira é colocada 13 metros depois da linha de partida. Todas são distribuídas a uma mesma distância umas das outras e a última barreira é disposta a 10,5 metros da linha de chegada.
A distância entre uma barreira e outra é igual a
Questão 16 10650349
CMPA 6° Ano - Prova de Matemática 2013Em 24 de abril de 2013, aconteceu em Porto Alegre a meia maratona do CORPA (Associação dos Corredores de Porto Alegre). A meia maratona é uma prova física onde os corredores devem completar a distância de 21 km. Pietro participou dessa corrida e completou o trajeto em 1 hora, 24 minutos e 58 segundos. No dia 30 de junho de 2013, Pietro voltou a participar de uma meia maratona, desta vez organizada por uma marca de tênis conhecida. Nessa segunda meia maratona, Pietro completou o trajeto da prova em 1 hora, 19 minutos e 09 segundos.
Assim, pode-se afirmar que
Questão 40 10619180
SENAI 1° Ano - CGE 2061 2013/1Em uma escola estudam 600 alunos, sendo 320 meninos e 280 meninas. Para uma apresentação esportiva, o professor de Educação Física deseja formar grupos que tenham apenas meninos e grupos que tenham apenas meninas. Cada grupo precisa ter a mesma quantidade e o maior número possível de alunos.
O número de alunos que o professor de Educação Física vai colocar em cada grupo é de
Questão 34 10610711
CMJF 6° Ano - Prova de Matemática 2013TEXTO I
As Teixeiras e o futebol
Com os Andradas tínhamos feito uma espécie de pacto; a gente não jogava bola na rua
defronte da casa deles, mas um pouco para cima, onde havia um muro que dava para o quintal da
casa; em compensação, eles deixavam a gente pular o muro e apanhar a bola quando ela caía lá.
Mas o muro não era bastante comprido, e assim o nosso campo abrangia, como eu ia dizendo,
[5] algumas janelas das Teixeiras. As quais, eu também já disse, não apreciavam o futebol.
Quando a gritaria na rua era maior, uma das Teixeiras costumava nos passar um pito da
janela, mandando a gente embora. O jogo parava um instante, ficávamos quietos, de cara no chão —
e logo que ela saía da janela a peleja continuava. Às vezes aquela ou outra Teixeira voltava a gritar
conosco — começavam por nos chamar de “meninos desobedientes” e acabavam nos chamando de
[10] “moleques”, o que nos ofendia muito (“Moleque é a senhora!” — gritou Chico uma vez), mas de modo
algum nos impedia de finalizar a pugna.
Uma das Teixeiras era mais cordial, chamava um de nós pelo nome, dizia que éramos uns
meninos inteligentes, filhos de gente boa, portanto poderíamos compreender que a bola poderia
quebrar uma vidraça. “Não quebra não senhora! Não quebra não senhora!” — gritávamos com
[15] absoluta convicção, e tratávamos de tocar o jogo para a frente para não ouvir novas observações.
Um dia ela nos propôs jogar mais para baixo, então o Juquinha foi genial: “Não, senhora, lá
nós não podemos porque tem a Dona Constança doente”, desculpa notável e prova de bom coração
do nosso time.
“Então por que vocês não jogam mais para cima?” — propôs ela com certa astúcia, e falando
[20] um pouco baixo, como se temesse que os vizinhos de cima ouvissem. “Ah, não, lá o campo não
presta!”, argumento, aliás sincero, de ordem técnica, e portanto irrespondível.
“Eu vou falar com papai! Quando ele chegar vocês vão ver — gritou certa vez uma das
Teixeiras mais antipáticas. Pois naquele momento o coronel de bigodes brancos ia chegando, o jogo
parou, ele perguntou à filha o que era, ela disse “esses meninos fazendo algazarra aí, é um inferno,
[25] qualquer hora quebram uma vidraça” — mas o velho ouviu calado e entrou calado, sem sequer nos
olhar, nem dar qualquer importância ao fato. Sentimos que o velho, sim, era uma pessoa realmente
importante e um homem direito, e superior, e continuamos a nossa partida.
As queixas que algumas Teixeiras faziam em nossa casa eram muito bem recebidas por
mamãe, que lhes dava toda razão — “esses meninos estão mesmo impossíveis” —, e uma ou duas
[30] vezes nos transmitiu essas queixas sem convicção. De outra feita, como a conversa lã em casa
versasse sobre as Teixeiras, ouvimo-la dizer que fulana e sicrana (duas das irmãs) eram muito
boazinhas, muito simpáticas, mas beltrana, coitada, era tão enjoada, tão antipática, “ainda ontem
esteve aqui fazendo queixas de meus filhos”.
Mamãe era a favor de nosso time; mamãe, no fundo, e papai também (hoje, que o time e eles
[35] dois morreram, esta súbita certeza, ao meditar no distante passado, tem um poder absurdo,
inesperado de me comover, até sentir um ardor de lágrimas nos olhos) — eles sempre foram a favor
do nosso time!
E nosso caso com as Teixeiras foi se agravando, como se verá.
Abril, 1953.
(BRAGA, Rubem. 200 Crônicas Escolhidas. 21 ed. Rio de Janeiro: Editora Record, 2004.)
TEXTO IV

ZIRALDO. Maluquinho por Futebol. 2 ed. São Paulo: Globo Livros, 2010.
Em relação aos textos I, As Teixeiras e o futebol, e IV, é correto afirmar que:
Questão 25 10610550
CMJF 6° Ano - Prova de Matemática 2013O texto abaixo faz parte de uma sequência de crônicas de Rubem Braga.
TEXTO
As Teixeiras e o futebol
Com os Andradas tínhamos feito uma espécie de pacto; a gente não jogava bola na rua
defronte da casa deles, mas um pouco para cima, onde havia um muro que dava para o quintal da
casa; em compensação, eles deixavam a gente pular o muro e apanhar a bola quando ela caía lá.
Mas o muro não era bastante comprido, e assim o nosso campo abrangia, como eu ia dizendo,
[5] algumas janelas das Teixeiras. As quais, eu também já disse, não apreciavam o futebol.
Quando a gritaria na rua era maior, uma das Teixeiras costumava nos passar um pito da
janela, mandando a gente embora. O jogo parava um instante, ficávamos quietos, de cara no chão —
e logo que ela saía da janela a peleja continuava. Às vezes aquela ou outra Teixeira voltava a gritar
conosco — começavam por nos chamar de “meninos desobedientes” e acabavam nos chamando de
[10] “moleques”, o que nos ofendia muito (“Moleque é a senhora!” — gritou Chico uma vez), mas de modo
algum nos impedia de finalizar a pugna.
Uma das Teixeiras era mais cordial, chamava um de nós pelo nome, dizia que éramos uns
meninos inteligentes, filhos de gente boa, portanto poderíamos compreender que a bola poderia
quebrar uma vidraça. “Não quebra não senhora! Não quebra não senhora!” — gritávamos com
[15] absoluta convicção, e tratávamos de tocar o jogo para a frente para não ouvir novas observações.
Um dia ela nos propôs jogar mais para baixo, então o Juquinha foi genial: “Não, senhora, lá
nós não podemos porque tem a Dona Constança doente”, desculpa notável e prova de bom coração
do nosso time.
“Então por que vocês não jogam mais para cima?” — propôs ela com certa astúcia, e falando
[20] um pouco baixo, como se temesse que os vizinhos de cima ouvissem. “Ah, não, lá o campo não
presta!”, argumento, aliás sincero, de ordem técnica, e portanto irrespondível.
“Eu vou falar com papai! Quando ele chegar vocês vão ver — gritou certa vez uma das
Teixeiras mais antipáticas. Pois naquele momento o coronel de bigodes brancos ia chegando, o jogo
parou, ele perguntou à filha o que era, ela disse “esses meninos fazendo algazarra aí, é um inferno,
[25] qualquer hora quebram uma vidraça” — mas o velho ouviu calado e entrou calado, sem sequer nos
olhar, nem dar qualquer importância ao fato. Sentimos que o velho, sim, era uma pessoa realmente
importante e um homem direito, e superior, e continuamos a nossa partida.
As queixas que algumas Teixeiras faziam em nossa casa eram muito bem recebidas por
mamãe, que lhes dava toda razão — “esses meninos estão mesmo impossíveis” —, e uma ou duas
[30] vezes nos transmitiu essas queixas sem convicção. De outra feita, como a conversa lã em casa
versasse sobre as Teixeiras, ouvimo-la dizer que fulana e sicrana (duas das irmãs) eram muito
boazinhas, muito simpáticas, mas beltrana, coitada, era tão enjoada, tão antipática, “ainda ontem
esteve aqui fazendo queixas de meus filhos”.
Mamãe era a favor de nosso time; mamãe, no fundo, e papai também (hoje, que o time e eles
[35] dois morreram, esta súbita certeza, ao meditar no distante passado, tem um poder absurdo,
inesperado de me comover, até sentir um ardor de lágrimas nos olhos) — eles sempre foram a favor
do nosso time!
E nosso caso com as Teixeiras foi se agravando, como se verá.
Abril, 1953.
(BRAGA, Rubem. 200 Crônicas Escolhidas. 21 ed. Rio de Janeiro: Editora Record, 2004.)
Pugna: luta; combate (futebol).
Leia o fragmento: “Não, senhora, lá nós não podemos porque tem a Dona Constança doente” (linhas 16 e 17), texto.
Das alternativas abaixo, assinale aquela que expressa a ideia do termo sublinhado.
Questão 19 10359344
OBM 6° Ano 2013O gráfico ao lado refere-se à prática esportiva dos alunos do 6° ano de uma escola. Nenhum dos meninos que jogam futebol ou vôlei joga basquete e nenhuma menina que joga basquete ou vôlei joga futebol. Há cinco meninos e três meninas que não praticam nenhum dos três esportes.

Pelo menos quantos alunos há no 6° ano?
06
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