Questões de EFAF Educação Física - Esporte e Sociedade
325 Questões
Questão 12 10141564
CMBH 1° ano prova de matemática 2008Um judoca precisava emagrecer em um mês para se manter na categoria dos pesos leves. Nessas quatro semanas, seu peso passou por sucessivas mudanças. Na 1ª semana, ele perdeu 20% de seu peso, mas na 2ª semana, devido a uma viagem a lazer, ganhou 20% de peso. Na 3ª semana, emagreceu, novamente, perdendo 25% de seu peso, mas na 4ª e última semana relaxou e teve um ganho de peso de 25%.
O peso final do judoca, após essas quatro semanas, com relação ao peso imediatamente anterior ao início desse mês, ficou:
Questão 16 10630369
CMSM 5ª Série 2007Em um jogo de basquete, um dos jogadores acertou 4 arremessos de 3 pontos, 7 arremessos de 2 pontos e 10 lances livres (cada lance livre vale 1 ponto).
Então, podemos afirmar que este jogador marcou nessa partida:
Questão 26 10519449
ENCCEJA* Encceja 2007Hoje a participação feminina nas competições esportivas é incontestável, mas nem sempre foi assim. O barão de Coubertin – idealizador das olimpíadas da era moderna e presidente do Comitê Olimpico Internacional (COI) de 1826 a 1925 – defendia, de forma contundente, a exclusão das mulheres da competição. Ele afirmava: “não aprovo a participação das mulheres em competições públicas. Isto não significa que elas devam se abster de praticar esportes, mas não devem dar espetáculo”.
Claudia Maria de Farias. Cem anos com barreiras. Revista de História, julho/2007, p. 34-35.
Levando em consideração as afirmações acima, é correto afirmar, sobre a participação das mulheres em competições esportivas, que
Questão 19 10130748
CMBH 1º Ano - Prova de português 2007ESCANCARADA: ASSIM É A SUA CASA
Para muitos pais e mães que passaram a infância na pré-história eletrônica, ver o filho de seis anos manusear mouse e teclado com a desenvoltura de quem nasceu para isso – e nasceu mesmo – é de encher o coração de orgulho. Um pequeno empurrão, que nem precisa vir de casa (um colega esperto ou um primo um pouco mais velho fazem o mesmo efeito), e em dois tempos o pequeno gênio domina o vocabulário da rede, baixa música e vídeo, descobre sites, joga on-line, troca mensagens com os amigos. É bom que assim seja? É espetacular. O acesso ao conhecimento e ao infinito mundo de conexões propiciado pela internet é talvez o mais transformador fenômeno do mundo contemporâneo. Nunca é demais exaltar as maravilhas que essa janela virtual para o mundo propicia. Nesta reportagem, porém, vamos falar do lado escuro da força da rede, realidade que nenhum adulto responsável por uma criança conectada pode se permitir ignorar. A internet é um espaço aberto e ingovernável, no qual circula todo tipo de boas e más intenções. Nele, qualquer ser humano que saiba ler está sujeito a encontrar o que quer, o que não quer e o que nem sabe que não quer. Se adultos escorregam na rede, risco muito maior correm as crianças, inexperientes e influenciáveis – situação que demanda dos pais supervisão constante e preocupação permanente, visto que controle total e absoluto eles nunca vão ter. "A gente cresceu ouvindo os pais dizer para não abrir a porta para estranhos, não aceitar carona de desconhecidos, não falar com qualquer um na rua. Pois na internet a criança abre a porta para o mundo. Muitos pais ainda acham que ela está segura dentro do quarto, brincando no computador", espanta-se a gerente da área de segurança da Microsoft no Brasil, Marinês Gomes.
Qualquer especialista que se consulte vai dizer que todo pai e toda mãe de filho pequeno têm a obrigação de se informar e acompanhar suas atividades virtuais. "Ninguém pode dar orientação sobre o que não conhece", diz a psicóloga Ceres Alves de Araújo, de São Paulo. Ceres recomenda que, quando os filhos começam a acessar a internet, os pais estejam do lado, indicando os melhores caminhos, cortando excessos e alertando para os riscos. Tudo isso, evidentemente, com boa dose de sabedoria parental – desde muito antes de a web nascer, a forma de apresentar um conteúdo proibido pode acabar atiçando a curiosidade sobre ele. Não é só para orientar que os adultos responsáveis têm de saber mexer no computador. É para fiscalizar também, vigiar mesmo, clara e abertamente, com a maior naturalidade, sem autoritarismo e sem medo de exercer a obrigação da autoridade. "O pai e a mãe não podem se sentir constrangidos de estar ao lado do filho, cumprindo seu dever de protegê-lo. Se isso começar cedo, vai ser natural, e o filho se sentirá à vontade para chamá-los quando vir algo estranho na internet", afirma a advogada Patrícia Peck, especialista em direito digital.
(...)
Prevenir riscos é tarefa mais fácil para pais que falam o idioma dos downloads, dos games, do MSN, do Orkut e do YouTube. Fundamental mesmo, porém, é prestar atenção. (...) "Estabelecer horário é a primeira medida que um pai deve adotar quando o filho começa a acessar a rede", prega o psiquiatra Içami Tiba. "Computador é diversão. E diversão a gente larga quando é hora de fazer refeições em família e de ir para a cama."
(...)
Na casa da advogada carioca Adriana Wanderley, 49 anos, ela é "a chefe" do computador, que divide com os filhos gêmeos, Ana Letícia e Victor, 10. "Eu tinha planos de colocar outro micro no quarto deles, mas desisti porque é mais fácil controlar o uso no escritório", diz. "Eles só entram na internet com minha autorização e não permito o uso de fone de ouvido. Toda conversa pela web é por caixa de som." Adriana também contratou um técnico para instalar bloqueios de acesso e tentar evitar o inevitável quando viu Victor e um colega "procurando sites de mulher pelada". O menino, até onde se sabe, ocupa seu tempo de internet com jogos on-line e baixando músicas, ao passo que sua irmã prefere bater papo com as amigas pelo MSN. "No Brasil é cada vez maior o número de usuárias meninas, que buscam principalmente os softwares de comunicação", diz Alexandre Magalhães, coordenador de análise do Ibope, que faz constantes pesquisas sobre o uso da internet e utiliza os dados da americana NetRatings para estudos comparativos. Deles se depreende que cada vez mais crianças brasileiras entre 2 e 11 anos acessam a web e que elas já passam mais tempo conectadas do que americanos da mesma idade – embora aí entrem variáveis como conexão mais lenta e a conhecida disposição nacional para jogar conversa fora. Outra pesquisa, da Millward Brown, também do grupo Ibope, com crianças paulistanas e cariocas de 8 a 12 anos, confirma o que os pais vêem todo dia em casa: 67% preferem a internet à televisão. Aliás, lembram-se dos tempos em que se falava mal da influência da televisão? Dos videogames? Até das histórias em quadrinhos? Pois é, toda geração vê males rondando os filhos. No caso da internet, o princípio é o mesmo, mas a realidade não permite que tolerância se confunda com indiferença. Os portais para o mundo virtual, que escancaram a sua casa, exigem vigilância. Aos pais que se sentem incomodados com o papel, sugere-se trocar a denominação: em lugar de vigias, intitulem-se guardiães, honestos aliados do lado bom da força.
(Revista Veja, 18 jul 07)
Analisando o trecho “... 67% preferem a internet à televisão”, pode-se afirmar que ele está:
Questão 16 10130729
CMBH 1º Ano - Prova de português 2007ESCANCARADA: ASSIM É A SUA CASA
Para muitos pais e mães que passaram a infância na pré-história eletrônica, ver o filho de seis anos manusear mouse e teclado com a desenvoltura de quem nasceu para isso – e nasceu mesmo – é de encher o coração de orgulho. Um pequeno empurrão, que nem precisa vir de casa (um colega esperto ou um primo um pouco mais velho fazem o mesmo efeito), e em dois tempos o pequeno gênio domina o vocabulário da rede, baixa música e vídeo, descobre sites, joga on-line, troca mensagens com os amigos. É bom que assim seja? É espetacular. O acesso ao conhecimento e ao infinito mundo de conexões propiciado pela internet é talvez o mais transformador fenômeno do mundo contemporâneo. Nunca é demais exaltar as maravilhas que essa janela virtual para o mundo propicia. Nesta reportagem, porém, vamos falar do lado escuro da força da rede, realidade que nenhum adulto responsável por uma criança conectada pode se permitir ignorar. A internet é um espaço aberto e ingovernável, no qual circula todo tipo de boas e más intenções. Nele, qualquer ser humano que saiba ler está sujeito a encontrar o que quer, o que não quer e o que nem sabe que não quer. Se adultos escorregam na rede, risco muito maior correm as crianças, inexperientes e influenciáveis – situação que demanda dos pais supervisão constante e preocupação permanente, visto que controle total e absoluto eles nunca vão ter. "A gente cresceu ouvindo os pais dizer para não abrir a porta para estranhos, não aceitar carona de desconhecidos, não falar com qualquer um na rua. Pois na internet a criança abre a porta para o mundo. Muitos pais ainda acham que ela está segura dentro do quarto, brincando no computador", espanta-se a gerente da área de segurança da Microsoft no Brasil, Marinês Gomes.
Qualquer especialista que se consulte vai dizer que todo pai e toda mãe de filho pequeno têm a obrigação de se informar e acompanhar suas atividades virtuais. "Ninguém pode dar orientação sobre o que não conhece", diz a psicóloga Ceres Alves de Araújo, de São Paulo. Ceres recomenda que, quando os filhos começam a acessar a internet, os pais estejam do lado, indicando os melhores caminhos, cortando excessos e alertando para os riscos. Tudo isso, evidentemente, com boa dose de sabedoria parental – desde muito antes de a web nascer, a forma de apresentar um conteúdo proibido pode acabar atiçando a curiosidade sobre ele. Não é só para orientar que os adultos responsáveis têm de saber mexer no computador. É para fiscalizar também, vigiar mesmo, clara e abertamente, com a maior naturalidade, sem autoritarismo e sem medo de exercer a obrigação da autoridade. "O pai e a mãe não podem se sentir constrangidos de estar ao lado do filho, cumprindo seu dever de protegê-lo. Se isso começar cedo, vai ser natural, e o filho se sentirá à vontade para chamá-los quando vir algo estranho na internet", afirma a advogada Patrícia Peck, especialista em direito digital.
(...)
Prevenir riscos é tarefa mais fácil para pais que falam o idioma dos downloads, dos games, do MSN, do Orkut e do YouTube. Fundamental mesmo, porém, é prestar atenção. (...) "Estabelecer horário é a primeira medida que um pai deve adotar quando o filho começa a acessar a rede", prega o psiquiatra Içami Tiba. "Computador é diversão. E diversão a gente larga quando é hora de fazer refeições em família e de ir para a cama."
(...)
Na casa da advogada carioca Adriana Wanderley, 49 anos, ela é "a chefe" do computador, que divide com os filhos gêmeos, Ana Letícia e Victor, 10. "Eu tinha planos de colocar outro micro no quarto deles, mas desisti porque é mais fácil controlar o uso no escritório", diz. "Eles só entram na internet com minha autorização e não permito o uso de fone de ouvido. Toda conversa pela web é por caixa de som." Adriana também contratou um técnico para instalar bloqueios de acesso e tentar evitar o inevitável quando viu Victor e um colega "procurando sites de mulher pelada". O menino, até onde se sabe, ocupa seu tempo de internet com jogos on-line e baixando músicas, ao passo que sua irmã prefere bater papo com as amigas pelo MSN. "No Brasil é cada vez maior o número de usuárias meninas, que buscam principalmente os softwares de comunicação", diz Alexandre Magalhães, coordenador de análise do Ibope, que faz constantes pesquisas sobre o uso da internet e utiliza os dados da americana NetRatings para estudos comparativos. Deles se depreende que cada vez mais crianças brasileiras entre 2 e 11 anos acessam a web e que elas já passam mais tempo conectadas do que americanos da mesma idade – embora aí entrem variáveis como conexão mais lenta e a conhecida disposição nacional para jogar conversa fora. Outra pesquisa, da Millward Brown, também do grupo Ibope, com crianças paulistanas e cariocas de 8 a 12 anos, confirma o que os pais vêem todo dia em casa: 67% preferem a internet à televisão. Aliás, lembram-se dos tempos em que se falava mal da influência da televisão? Dos videogames? Até das histórias em quadrinhos? Pois é, toda geração vê males rondando os filhos. No caso da internet, o princípio é o mesmo, mas a realidade não permite que tolerância se confunda com indiferença. Os portais para o mundo virtual, que escancaram a sua casa, exigem vigilância. Aos pais que se sentem incomodados com o papel, sugere-se trocar a denominação: em lugar de vigias, intitulem-se guardiães, honestos aliados do lado bom da força.
(Revista Veja, 18 jul 07)
No trecho “... tempos em que se falava ...”, a forma verbal destacada contém:
Questão 15 10130725
CMBH 1º Ano - Prova de português 2007ESCANCARADA: ASSIM É A SUA CASA
Para muitos pais e mães que passaram a infância na pré-história eletrônica, ver o filho de seis anos manusear mouse e teclado com a desenvoltura de quem nasceu para isso – e nasceu mesmo – é de encher o coração de orgulho. Um pequeno empurrão, que nem precisa vir de casa (um colega esperto ou um primo um pouco mais velho fazem o mesmo efeito), e em dois tempos o pequeno gênio domina o vocabulário da rede, baixa música e vídeo, descobre sites, joga on-line, troca mensagens com os amigos. É bom que assim seja? É espetacular. O acesso ao conhecimento e ao infinito mundo de conexões propiciado pela internet é talvez o mais transformador fenômeno do mundo contemporâneo. Nunca é demais exaltar as maravilhas que essa janela virtual para o mundo propicia. Nesta reportagem, porém, vamos falar do lado escuro da força da rede, realidade que nenhum adulto responsável por uma criança conectada pode se permitir ignorar. A internet é um espaço aberto e ingovernável, no qual circula todo tipo de boas e más intenções. Nele, qualquer ser humano que saiba ler está sujeito a encontrar o que quer, o que não quer e o que nem sabe que não quer. Se adultos escorregam na rede, risco muito maior correm as crianças, inexperientes e influenciáveis – situação que demanda dos pais supervisão constante e preocupação permanente, visto que controle total e absoluto eles nunca vão ter. "A gente cresceu ouvindo os pais dizer para não abrir a porta para estranhos, não aceitar carona de desconhecidos, não falar com qualquer um na rua. Pois na internet a criança abre a porta para o mundo. Muitos pais ainda acham que ela está segura dentro do quarto, brincando no computador", espanta-se a gerente da área de segurança da Microsoft no Brasil, Marinês Gomes.
Qualquer especialista que se consulte vai dizer que todo pai e toda mãe de filho pequeno têm a obrigação de se informar e acompanhar suas atividades virtuais. "Ninguém pode dar orientação sobre o que não conhece", diz a psicóloga Ceres Alves de Araújo, de São Paulo. Ceres recomenda que, quando os filhos começam a acessar a internet, os pais estejam do lado, indicando os melhores caminhos, cortando excessos e alertando para os riscos. Tudo isso, evidentemente, com boa dose de sabedoria parental – desde muito antes de a web nascer, a forma de apresentar um conteúdo proibido pode acabar atiçando a curiosidade sobre ele. Não é só para orientar que os adultos responsáveis têm de saber mexer no computador. É para fiscalizar também, vigiar mesmo, clara e abertamente, com a maior naturalidade, sem autoritarismo e sem medo de exercer a obrigação da autoridade. "O pai e a mãe não podem se sentir constrangidos de estar ao lado do filho, cumprindo seu dever de protegê-lo. Se isso começar cedo, vai ser natural, e o filho se sentirá à vontade para chamá-los quando vir algo estranho na internet", afirma a advogada Patrícia Peck, especialista em direito digital.
(...)
Prevenir riscos é tarefa mais fácil para pais que falam o idioma dos downloads, dos games, do MSN, do Orkut e do YouTube. Fundamental mesmo, porém, é prestar atenção. (...) "Estabelecer horário é a primeira medida que um pai deve adotar quando o filho começa a acessar a rede", prega o psiquiatra Içami Tiba. "Computador é diversão. E diversão a gente larga quando é hora de fazer refeições em família e de ir para a cama."
(...)
Na casa da advogada carioca Adriana Wanderley, 49 anos, ela é "a chefe" do computador, que divide com os filhos gêmeos, Ana Letícia e Victor, 10. "Eu tinha planos de colocar outro micro no quarto deles, mas desisti porque é mais fácil controlar o uso no escritório", diz. "Eles só entram na internet com minha autorização e não permito o uso de fone de ouvido. Toda conversa pela web é por caixa de som." Adriana também contratou um técnico para instalar bloqueios de acesso e tentar evitar o inevitável quando viu Victor e um colega "procurando sites de mulher pelada". O menino, até onde se sabe, ocupa seu tempo de internet com jogos on-line e baixando músicas, ao passo que sua irmã prefere bater papo com as amigas pelo MSN. "No Brasil é cada vez maior o número de usuárias meninas, que buscam principalmente os softwares de comunicação", diz Alexandre Magalhães, coordenador de análise do Ibope, que faz constantes pesquisas sobre o uso da internet e utiliza os dados da americana NetRatings para estudos comparativos. Deles se depreende que cada vez mais crianças brasileiras entre 2 e 11 anos acessam a web e que elas já passam mais tempo conectadas do que americanos da mesma idade – embora aí entrem variáveis como conexão mais lenta e a conhecida disposição nacional para jogar conversa fora. Outra pesquisa, da Millward Brown, também do grupo Ibope, com crianças paulistanas e cariocas de 8 a 12 anos, confirma o que os pais vêem todo dia em casa: 67% preferem a internet à televisão. Aliás, lembram-se dos tempos em que se falava mal da influência da televisão? Dos videogames? Até das histórias em quadrinhos? Pois é, toda geração vê males rondando os filhos. No caso da internet, o princípio é o mesmo, mas a realidade não permite que tolerância se confunda com indiferença. Os portais para o mundo virtual, que escancaram a sua casa, exigem vigilância. Aos pais que se sentem incomodados com o papel, sugere-se trocar a denominação: em lugar de vigias, intitulem-se guardiães, honestos aliados do lado bom da força.
(Revista Veja, 18 jul 07)
Considerando-se as palavras GÊNIO, ELETRÔNICA, TAMBÉM, SÓ e AÍ, a única explicação quanto à acentuação que NÃO se refere a uma delas é:
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