Questões de EFAF Educação Física - Biologia e Saúde
167 Questões
Questão 7 12119373
Pref. de Curitiba 8.º ANO 2ª ETAPA - Matemática 2022Roberta pratica corrida. Nesse esporte, é possível gastar, em média, 66 calorias por 5 minutos.
Se Roberta praticar corrida por 1h15min, quantas calorias, em média, ela gastará?
Questão 12 10775696
COLÉGIO SÓLIDO* 1º Ano 2022Brincar faz bem para o cérebro (inclusive dos adultos!) – e quem garante é a ciência

O que o brincar pode fazer pelo seu cérebro?
Ao longo dos últimos anos, diversas áreas da ciência têm se dedicado ao tema. E têm descoberto o poder da brincadeira, não só para o desenvolvimento das crianças, mas também para melhorar a qualidade de vida dos adultos.
Um desses estudos é conduzido pelo psiquiatra e pesquisador Stuart Brown, fundador do The National Institute for Play (Instituto Nacional para o Brincar, em português). Ele começou a estudar o tema quando percebeu, em suas pesquisas, que os grandes criminosos da história apresentaram uma enorme carência de brincadeiras em sua infância.
O oposto de brincar não é trabalhar. É depressão!
“Uma coisa muito peculiar sobre a nossa espécie é que fomos concebidos para brincar ao longo de todo o nosso curso de vida”, destaca Brown. Segundo o pesquisador, a base da confiança humana é estabelecida a partir dos sinais de brincar: tom de voz, gestos corporais, expressões faciais… E nós começamos a perder esses sinais, culturalmente, à medida que nos tornamos adultos. “Isso é uma lástima. Acho que temos muito a aprender.”
Neotenia: você conhece esta palavra?
Stuart Brown acredita que neotenia deveria ser o nome e o sobrenome de cada um de nós. A palavra significa a retenção de qualidades infantis na fase adulta. Segundo diversos estudos antropológicos e de outras áreas, os humanos são as mais “neotênicas” das criaturas: as mais juvenis, flexíveis, plásticas e, portanto, as mais brincalhonas. E isso faz toda a diferença em matéria de adaptabilidade.
Por isso, é importante que cada um de nós analise seu próprio histórico de brincadeiras. Cada um tem um histórico pessoal e único, e que raramente pensamos sobre.
Faça um teste!
Tente resgatar na sua memória a mais antiga, clara e alegre lembrança de brincadeira de sua infância. Seja um brinquedo, um aniversário ou umas férias. E comece a construir, a partir da emoção dessa lembrança, como ela se conecta à sua vida agora. Esse resgate pode levá-lo a tornar a brincadeira uma ferramenta para a vida pessoal e profissional. “Você conseguirá enriquecer sua vida priorizando isso e prestando atenção a isso”, garante Stuart Brown.
“Assim, gostaria de estimular vocês todos a se engajarem não no diferencial trabalhar x brincar — no qual você separa tempo para brincar —, mas que sua vida se infunda minuto a minuto, hora a hora, com corpo, objeto, social, fantasia, em tipos transformacionais de brincadeiras. E creio que vocês terão uma vida melhor e mais realizadora”, completa.
Fonte: https://thegreenestpost.com/brincar-faz-bem-para-o-cerebro-inclusive-dos-adultos-e-quem-garante-e-ciencia
De acordo com o texto, é INCORRETO afirmar que
Questão 22 10731652
CMC 1° Ano 2021Texto
Os benefícios da atividade física para a saúde mental
É de conhecimento geral que a prática de exercícios físicos auxilia na prevenção de doenças como obesidade e problemas cardíacos. O que poucas pessoas sabem, ou pouco acreditam, é que a prática constante de atividades físicas também é muito importante para a saúde mental. Principalmente durante o período de distanciamento social, em que ficamos mais parados devido à necessidade de ficar em casa no maior tempo possível, torna-se uma grande aliada. Ou seja, contribui tanto para o bem-estar físico quanto para a disposição na realização de tarefas e na diminuição do estresse e ansiedade.
Devido à quarentena não é aconselhável sair ou ir às academias, já que a possibilidade de transmissão e contaminação por coronavírus existe e é grande. Então, mesmo em casa, é possível realizar as atividades, sempre praticando com cuidado para evitar problemas posturais, por exemplo.
Porém, é preciso que se mantenha uma rotina de cuidados pessoais para que a atividade física ganhe ainda mais valor e sensação de bem-estar. Para isso, além da rotina de exercícios, mantenha uma alimentação adequada, um sono regulado e dedique um tempo para ficar com a família.
As práticas de exercício físico, dar risada e relembrar bons momentos produzem a endorfina, conhecida como hormônio da alegria. Essa substância natural, quando liberada, reduz o estresse e a ansiedade, melhora o humor e relaxa a mente e o corpo.
Fonte: Adaptada de https://www.colegioicj.com.br/os-beneficios-da-atividade-fisica-para-a-saude-mental/ - Acesso em 10.08.2021
Na oração “[...] Devido à quarentena não é aconselhável sair ou ir às academias [...], o emprego do acento grave no termo em destaque ocorre pelo mesmo motivo ou regra que na alternativa:
Questão 15 10731619
CMC 1° Ano 2021Leia o texto e responda a questão
Texto
Saúde mental, a convidada surpresa nas Olimpíadas de Tóquio

Ginasta: Simone Biles nas Olimpíadas de Tóquio (AFP/AFP)
Simone Biles, ginasta norte-americana, abriu mão das competições e abriu discussões
Simone Biles deveria deixar uma marca na história com uma safra impressionante de medalhas nas Olimpíadas de Tóquio, mas a estrela da ginástica artística foi protagonista por outra razão: que sua cabeça estava em conflito com o resto do seu corpo e a questão da saúde mental foi a convidada inesperada dessas Olimpíadas.
"Colocar a questão da saúde mental em cima da mesa significa muito para mim porque as pessoas precisam entender que somos seres humanos", disse a americana na noite em que retornou para conquistar um bronze na trave de equilíbrio, depois de uma prata com a seleção de seu país na final por equipes e de desistir de participar de quatro finais por conta de seus problemas de confiança e de falta de referências no ar.
O assunto ganhou grande repercussão na mídia, em plena Olimpíada e com uma estrela diretamente afetada, mas ela não é a primeira atleta a passar por um momento psicológico difícil em pleno evento olímpico.
Há mais de duas décadas, a francesa Marie-José Pérec, que era campeã dos 200 e 400 m, desistiu da competição nos Jogos de Sydney-2000, incapaz de suportar a pressão.
A saúde mental está se tornando menos tabu e os atletas estão começando a falar com mais frequência sobre seu sofrimento ou os problemas pelos quais estão passando.
"Acho que é um gesto de coragem falar sobre o sofrimento. Vimos isso com Naomi Osaka recentemente", explicou à AFP Anaëlle Malberbe, psicóloga do Instituto Nacional do Esporte da França (INSEP), que assiste vários atletas da delegação olímpica francesa.
No dia em que Simone Biles decidiu parar no meio de uma final, pensou-se inicialmente que poderia se tratar de um problema físico, mas ela mesma explicou que sua saúde mental estava afetando o seu desempenho.
Perda de confiança, falta de referências no ar, estresse, tudo era um perigo para ela no meio das acrobacias.
"Não é um trabalho normal"
Ainda mais do que sobre a saúde mental, o caso de Simone Biles capta a relação entre a cabeça e seu efeito no corpo.
"Alguns achavam que Naomi Osaka estava maluca ou tinha um comportamento de diva. Finalmente, ver outra grande campeã como Simone Biles ter a mesma atitude, desistir por motivos semelhantes, dá o que pensar. Espero que as pessoas entendam melhor o quão complexo é", estima a jogadora de handebol francesa Allison Pineau.
Reflexão partilhada pelo nadador britânico Adam Peaty que anunciou uma pausa devido ao cansaço mental.
"Não é um trabalho normal", disse ele. "Você vê isso em todos os esportes. Viu com Simone Biles. Viu isso com Ben Stokes (campeão inglês de críquete que acaba de anunciar um hiato para preservar sua sanidade). A saúde mental é que deve ser tratada para que se obtenha um bom equilíbrio nesse ponto", comentou o nadador.
"A pressão sobre os atletas de elite, sobre os atletas de alto nível, é muito forte", aponta Anaëlle Malhberbe. "Um atleta que dura com o tempo e com rendimento é também um atleta que se sente bem nas diferentes vertentes da sua vida", explica.
Simone Biles deixou Tóquio-2020 com uma prata e um bronze, elevando seu balanço pessoal de medalhas olímpicas para sete, somando as do Rio-2016, mas acima de tudo triunfou na hora de passar uma mensagem: "Minha saúde física e mental conta mais do que todas as medalhas que posso ganhar".
Fonte: Adaptada de https://exame.com/casual/saude-mental-a-convidada-surpresa-nas-olimpiadas-de-toquio/ - Acesso em 09.08.2021
Leia atentamente a oração destacada no período a seguir:
[...] a estrela da ginástica artística foi protagonista por outra razão: que sua cabeça estava em conflito com o resto do seu corpo e a questão da saúde mental [...]
Assinale a alternativa em que a oração abaixo apresenta a mesma classificação sintática da destacada acima.
Questão 7 12256397
Pref. de Curitiba 6º Ano - Língua Portuguesa 2020TEXTO
USO EXCESSIVO DE JOGOS ELETRÔNICOS PELA GERAÇÃO DIGITAL PREOCUPA PAIS
Jogos eletrônicos já foram acusados de causar problemas como obesidade, déficit de atenção, timidez e agressividade excessiva. Outros estudos, porém, alardearam seus benefícios no desenvolvimento de noção espacial, habilidades visuais e motoras e no combate ao declínio mental que surge com a idade. O segredo é o uso adequado, mas para pais da geração digital, isso nem sempre é algo fácil de definir.
Alex de Oliveira, de 13 anos, já se recusou a visitar o pai, em outra cidade, para não ficar longe do videogame. "O pai não deixa ele levar, pois acha que Alex já joga demais durante a semana", conta a mãe, Andréa de Oliveira, de 44 anos. Ela diz que tenta impor limites, mas tem dificuldade. "Nunca foi mau aluno. Então, fico sem argumento."
A diferença entre o uso abusivo e o recreacional da internet e dos jogos eletrônicos ainda é um mistério mesmo para especialistas. Essa geração digital foi educada sob a perspectiva de estar conectada e tem características muito diferentes das anteriores. "Possuem mais amigos virtuais que reais. Preferem conversas on-line", afirma o psicólogo Cristiano Nabuco de Abreu.
Até aí, tudo bem. O problema surge quando o jovem começa a migrar da vida real para a virtual e passa a negligenciar atividades comuns. "A esfera escolar é a mais afetada com queda no rendimento", explica o psiquiatra Daniel Spritzer.
O primeiro passo para a recuperação é identificar a dificuldade que levou ao uso abusivo. Geralmente, são jovens introvertidos que não se sentem muito prestigiados na vida real, mas nos jogos conseguem ser os melhores. Também costumam estar subjacentes problemas de autoimagem e de comunicação com a família.
Como o cérebro de crianças e adolescentes ainda não está totalmente formado, eles têm mais dificuldade para controlar seus impulsos, explica a neuropsicóloga Adriana Foz. "O mundo digital oferece inúmeras oportunidades de desenvolvimento cognitivo, aprendizagem e diversão. Não temos como negar nem omitir, mas aprender a fazer um uso saudável e agregador."
Texto adaptado. Disponível em: https://www.estadao.com.br/noticias/geral,uso-excessivo-de-jogos-eletronicos-pela-geracao-digital-preocupa-paisimp-,675835/. Acesso em: 20 ago. 2019. (Fins pedagógicos).
GLOSSÁRIO
Alardear - anunciar.
Negligenciar - descuidar.
Subjacente - encoberto.
Qual o assunto principal do texto?
Questão 5 12242396
Pref. de Curitiba 8º ano - Língua Portuguesa 2020Leia o texto para responder à questão:
TEXTO


Revista Mundo Estranho. Julho/2016. Ed.183. p. 62. (Fins pedagógicos).
De acordo com o texto, é possível afirmar que:
06
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