Questões de EFAF Educação Física - Esporte e Sociedade
325 Questões
Questão 5 10237690
CANGURU Escolar 2013Nos Jogos Olímpicos de 2012, os EUA ganharam o maior número de medalhas: 46 de ouro, 29 de prata e 29 de bronze. A China ficou em segundo lugar com 38 medalhas de ouro, 27 de prata e 23 de bronze.
Quantas medalhas tiveram os EUA a mais do que a China?
Questão 19 10143749
CMB 1º Ano - Língua Portuguesa 2013TEXTO
Ser velho na cidade feita para jovens
O Rio não se preparou para ter a maior taxa de idosos do país e centenas de pessoas procuram as poucas iniciativas do poder público na área de saúde e lazer para quem tem mais de 60 anos.
Se durante séculos a humanidade se ocupou em estender a vida, há décadas a preocupação passou a ser o que fazer com essa tal longevidade. Maria tempera a sua com esperança. Áurea a ofusca com o medo. André nem a nota enquanto espera o fim. Maria da Silva Lima, de 80 anos, moradora de um conjunto habitacional pobre em Vila Cosmos, descobriu nos programas de esportes e de convivência social uma alegria que não tinha nem quando era jovem; Áurea Santos, de 61 anos, residente em Copacabana, caminha todos os dias antes das 7h, embora tenha medo de sair de casa e expor sua fragilidade diante da violência dos pivetes; André Domingos da Silva, de 69 anos e há 17 interno do Abrigo Cristo Redentor, reclama do abandono dos parentes e admite que nada pode fazer para mudar sua vida. Eles formam três faces da faixa etária que mais cresce na população do Rio: 12 em cada cem cariocas tem mais de 60 anos, números que formam a maior taxa de idosos do país. Enquanto driblam os obstáculos nas ruas de uma cidade construída para jovens, os idosos cariocas começam, aos poucos, a ocupar algum espaço na estrutura do poder público. Os degraus dos ônibus continuam altos demais para as frágeis pernas, não há rampas nas calçadas para o acesso em cadeiras de rodas e o sofrimento nas filas de banco e na porta dos postos da Previdência Social ainda é rotina. Mas já há 50 núcleos de convivência com aulas de música, dança e artesanato instalados na cidade pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, além de dezenas de grupos de ginástica e ioga desenvolvidos pela Secretaria Municipal de Esportes e Lazer em todas as regiões. [...]
No Abrigo Cristo Redentor, instituição da prefeitura para abrigar idosos carentes e sem família, a face da terceira idade carioca é a mais dolorosa. São 446 internos que, embora disponham de acomodações razoáveis, cuidados médicos e odontológicos, exercícios físicos e seis refeições por dia, sofrem pelo abandono. A maioria vivia nas ruas. Há quem tenha sido deixado ali pelos parentes. E há também uma polonesa, ex- moradora de Ipanema, poliglota e com muitos carimbos europeus no passaporte, que parou no abrigo por não ter mais alguém no mundo.
— Não tenho nome, não sou ninguém. Me chame de Senhora X. Tudo que tenho e penso do mundo está no passado — diz.
Como ela, o cearense André resume amargamente suas perspectivas:
— Quando entrei aqui achei que ia sair. Agora sei que não tenho para onde ir e que jamais deixarei este lugar.
O GLOBO, Retratos do Rio, 31/3/2001, 3.
TEXTO I
Uma questão de honra
Todas as manhãs, os aposentados Quintério Luca e Esmerado Fabião jogavam
às damas no bar da vila. Ocupavam sempre a mesma mesa, junto à vitrina. As pessoas
passavam e, invariavelmente, encontravam os velhos debruçados sobre o tabuleiro.
Pareciam estátuas guardando o tempo.
[5] [...]
Hora de fechar, Fabião e Quintério se retiravam deitando uma derradeira olhada
sobre o tabuleiro. As peças ficavam em posição estudada e acertada. Dia seguinte,
regressavam e retomavam a partida. Conversavam mais que jogavam. Maldiziam o
mundo, esse mundo em que já nem a terra é natural. Apenas o bar sobrevivia à
[10] deterioração geral. O tempo é um fruto: na medida, amadurece; em demasia, apodrece.
À volta do tabuleiro os dois tinham construído uma ilha, um castelo sem areia
onde ainda valiam a palavra, a honra e a amizade. Eles os cavalheiros e, no tabuleiro, as
damas.
Quanto mais envelheciam, mais os jogos demoravam. O último decorria havia
[15] semanas. Enquanto um jogava, o outro passava pelo sono. O aconchego do pequeno
bar era o melhor lugar para dormirem. Para eles, o bar era o lar, já que ali estavam longe
da abandonada solidão de seus quartos. E cada um deles era, para o outro, a
humanidade inteira.
Até que, um dia, sucedeu o conflito. Nessa manhã, incidentou-se o seguinte: as
[20] peças haviam mudado de posição. As jogadas se desenhavam agora em desfavor de
Quintério Luca. O velho entesou a voz, em aplicação de zanga:
– Fabião, você veio aqui essa noite?
– Minha honra! - negou Esmerado Fabião.
– O jogo não estava assim, nem tão pouco.
[25] – Mas eu acabei de entrar agora. Entramos juntos, não entramos?
– Então, quem mexeu no tabuleiro? Já viu: o meu jogo encontra-se todo
comestível...
– Com isso eu que não tenho a ver, Quintério.
Mais grave não podia ser. Decidiram consultar o doutor juiz. Encontraram-no na
[30] barbearia do Covane. Altivo, preparado para o corte do cabelo. [...] Permaneceu imóvel e
distante enquanto escutou o relato dos reformados.
– Diga-nos, senhor doutor: pode um jogo mexer-se sozinho à noite?
– Depende - respondeu o juiz.
Passou a mão suada pelo couro descabeludo. E acrescentou, enquanto se
[35] olhava ao espelho:
– São fenômenos.
Os velhos, boquiabertos, sem expressão. Nunca haviam escutado palavra com
tais sílabas. Mas bastava que o juiz a pronunciasse para que ela fosse considerada
verdade.
[40] – É isso que se chamam fenômenos paranormais. Nunca ouviram falar?
– É que, faz anos, estamos aqui na vila, sem sair para nenhum lado.
– Psicocinese, tropismos sem casualidade determinada. Entendem?
Mentiram acenando com as cabeças. Fez-se pausa, espessou-se o silêncio. Os
velhos alinhados, mãos cruzadas em respeito ante a curva do ventre. Mas não havia
[45] mais a ser dito. O juiz, entre vênias e licenças, se retirou. Passando pelos mortais com
seu ar divino, o juiz se resumia numa palavra: fenomenal.
Retiraram-se também os velhos, ombros estreitos, passos miúdos. Na rua,
Esmerado Fabião sublinhou sua inocência:
– Eu não disse que não tinha mexido em nada?
[50] E separaram-se, cada um conforme sua solidão.
Quintério Luca deitou-se no seu quarto, calado, mal digerido. Para ele, aquilo
não tinha volta mesmo. Já não lhe apetecia voltar ao bar, não lhe apetecia viver. Em sua
consciência não havia reverso: confiança manchada, amizade desmanchada.
Noite alta, Quintério saiu de casa, cruzando a vila como a coruja furtiva. Bateu
[55] na porta da residência do juiz. O magistrado, estremunhado, de roupão, entreabriu-lhe
os olhos inquisitivos.
– Desculpe, excelência, mas é que uma pergunta ficou-me encravada e quase
nem consigo respirar.
– Fale, homem.
[60] – É que não entendi bem. Afinal, o compadre Quintério aldrabou ou não?
– A ética, meu caro Quintério Luca, a ética é profundamente irrelevante, num
caso destes. E agora, vá com Deus. Deixe dormir os homens de bem.
Quintério Luca, voz educada, voltou a insistir. O doutor lhe perdoasse, mas não
o mandasse embora assim, na ética de Deus. Era pobre, não tinha palavra dispendiosa.
[65] Mas ele não podia ficar torturado por aquela dúvida. Que aquilo não era um
simples caso de batota ao jogo. Fabião estava a embatotar a vida. Porque, afinal, nunca
tinha sido às damas que eles jogavam. O que faziam, repartidamente, era distraírem a
espera do fim. E o compadre Fabião era a quem confiava sua única e última riqueza:
gordas lembranças, magras confidências.
[70] Foi então que o juiz se alertou, num arrepio. Não foi mais que um simples
rebrilho no escuro: o que Luca trazia por baixo do braço era uma antiga, mas autêntica
espingarda. O juiz aconchegou o roupão como se invadido pelo repentino de um frio.
O velho ainda demorou a perguntar:
– Se eu matar Esmerado Fabião, terei desculpa de sua excelência?
[75] – Não. Terei que o culpar.
– Então, com a devida desculpa, acho que tenho que matar primeiro o senhor
doutor juiz.
E disparou sobre o aterrorizado magistrado. Mas sem ponto na mira. A bala
sulcou os céus, sem rumo. O guarda-costas do juiz, aparecido das traseiras da casa,
[80] devolveu disparo. O velho Quintério Luca tombou vegetalmente, já sem suspiro.
Desde então, quem passa no bar da vila pode ver Esmerado Fabião sentado na
mesma mesa, contemplando a cadeira vaga na sua frente. No intervalo dos cabeceios,
ele vai repetindo meio desvairado:
– É a sua vez, compadre! É a sua vez de pedir.
COUTO, Mia. O fio das missangas: contos. São Paulo: Ed. Companhia das Letras, 2009. (com adaptações)
VOCABULÁRIO
BATOTA: fraude em jogo, trapaça, falcatrua, mentira, roubo.
ALDRABOU: enganou, mentiu em excesso.
CABECEIOS: cochilos.
MISSANGAS: variação etimológica do vocábulo miçanga (coisa de pouco ou nenhum valor, bugiganga).
TEXTO II
O Velho do Espelho
Por acaso, surpreendo-me no espelho: quem é esse
Que me olha e é tão mais velho do que eu?
Porém, seu rosto... é cada vez menos estranho...
Meu Deus, Meu Deus... Parece
Meu velho pai — que já morreu!
Como pude ficarmos assim?
Nosso olhar — duro — interroga:
"O que fizeste de mim?!"
Eu, Pai?! Tu é que me invadiste,
Lentamente, ruga a ruga... Que importa? Eu sou, ainda,
Aquele mesmo menino teimoso de sempre
E os teus planos enfim lá se foram por terra.
Mas sei que vi, um dia — a longa, a inútil guerra! —
Vi sorrir, nesses cansados olhos, um orgulho triste...
QUINTANA, Mário. www.velhosamigos.com.br. Acesso em: 30 set. 2013.
TEXTO III
ODE (OU ELEGIA?) A UM QUASE CALVO
Ontem hoje
E amanhã
O homem o cabelo parte
Parte o cabelo com arte
Até que o cabelo parte

Millôr Fernandes. Ode (ou elegia?) a um quase calvo. Papáverum Millôr. Rio de Janeiro: Nórdica, 1974. P.20.
VOCABULÁRIO
ODE: poema de tom alegre e entusiástico.
ELEGIA: poema de tom terno e triste.
TEXTO IV

(barbosa,gilmar. Cartuns & Humor - Ossos do oficio. São paulo: Escala, 2002.P. 66 [leiaute adaptado].
TEXTO V
Ser velho na cidade feita para jovens
O Rio não se preparou para ter a maior taxa de idosos do país e centenas de pessoas procuram as poucas iniciativas do poder público na área de saúde e lazer para quem tem mais de 60 anos.
Se durante séculos a humanidade se ocupou em estender a vida, há décadas a preocupação passou a ser o que fazer com essa tal longevidade. Maria tempera a sua com esperança. Áurea a ofusca com o medo. André nem a nota enquanto espera o fim. Maria da Silva Lima, de 80 anos, moradora de um conjunto habitacional pobre em Vila Cosmos, descobriu nos programas de esportes e de convivência social uma alegria que não tinha nem quando era jovem; Áurea Santos, de 61 anos, residente em Copacabana, caminha todos os dias antes das 7h, embora tenha medo de sair de casa e expor sua fragilidade diante da violência dos pivetes; André Domingos da Silva, de 69 anos e há 17 interno do Abrigo Cristo Redentor, reclama do abandono dos parentes e admite que nada pode fazer para mudar sua vida. Eles formam três faces da faixa etária que mais cresce na população do Rio: 12 em cada cem cariocas tem mais de 60 anos, números que formam a maior taxa de idosos do país. Enquanto driblam os obstáculos nas ruas de uma cidade construída para jovens, os idosos cariocas começam, aos poucos, a ocupar algum espaço na estrutura do poder público. Os degraus dos ônibus continuam altos demais para as frágeis pernas, não há rampas nas calçadas para o acesso em cadeiras de rodas e o sofrimento nas filas de banco e na porta dos postos da Previdência Social ainda é rotina. Mas já há 50 núcleos de convivência com aulas de música, dança e artesanato instalados na cidade pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, além de dezenas de grupos de ginástica e ioga desenvolvidos pela Secretaria Municipal de Esportes e Lazer em todas as regiões. [...]
No Abrigo Cristo Redentor, instituição da prefeitura para abrigar idosos carentes e sem família, a face da terceira idade carioca é a mais dolorosa. São 446 internos que, embora disponham de acomodações razoáveis, cuidados médicos e odontológicos, exercícios físicos e seis refeições por dia, sofrem pelo abandono. A maioria vivia nas ruas. Há quem tenha sido deixado ali pelos parentes. E há também uma polonesa, ex- moradora de Ipanema, poliglota e com muitos carimbos europeus no passaporte, que parou no abrigo por não ter mais alguém no mundo.
— Não tenho nome, não sou ninguém. Me chame de Senhora X. Tudo que tenho e penso do mundo está no passado — diz.
Como ela, o cearense André resume amargamente suas perspectivas:
— Quando entrei aqui achei que ia sair. Agora sei que não tenho para onde ir e que jamais deixarei este lugar.
O GLOBO, Retratos do Rio, 31/3/2001, 3.
É correto afirmar em relação à finalidade dos cinco textos desta avaliação, que
Questão 18 10143741
CMB 1º Ano - Língua Portuguesa 2013TEXTO
Ser velho na cidade feita para jovens
O Rio não se preparou para ter a maior taxa de idosos do país e centenas de pessoas procuram as poucas iniciativas do poder público na área de saúde e lazer para quem tem mais de 60 anos.
Se durante séculos a humanidade se ocupou em estender a vida, há décadas a preocupação passou a ser o que fazer com essa tal longevidade. Maria tempera a sua com esperança. Áurea a ofusca com o medo. André nem a nota enquanto espera o fim. Maria da Silva Lima, de 80 anos, moradora de um conjunto habitacional pobre em Vila Cosmos, descobriu nos programas de esportes e de convivência social uma alegria que não tinha nem quando era jovem; Áurea Santos, de 61 anos, residente em Copacabana, caminha todos os dias antes das 7h, embora tenha medo de sair de casa e expor sua fragilidade diante da violência dos pivetes; André Domingos da Silva, de 69 anos e há 17 interno do Abrigo Cristo Redentor, reclama do abandono dos parentes e admite que nada pode fazer para mudar sua vida. Eles formam três faces da faixa etária que mais cresce na população do Rio: 12 em cada cem cariocas tem mais de 60 anos, números que formam a maior taxa de idosos do país. Enquanto driblam os obstáculos nas ruas de uma cidade construída para jovens, os idosos cariocas começam, aos poucos, a ocupar algum espaço na estrutura do poder público. Os degraus dos ônibus continuam altos demais para as frágeis pernas, não há rampas nas calçadas para o acesso em cadeiras de rodas e o sofrimento nas filas de banco e na porta dos postos da Previdência Social ainda é rotina. Mas já há 50 núcleos de convivência com aulas de música, dança e artesanato instalados na cidade pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, além de dezenas de grupos de ginástica e ioga desenvolvidos pela Secretaria Municipal de Esportes e Lazer em todas as regiões. [...]
No Abrigo Cristo Redentor, instituição da prefeitura para abrigar idosos carentes e sem família, a face da terceira idade carioca é a mais dolorosa. São 446 internos que, embora disponham de acomodações razoáveis, cuidados médicos e odontológicos, exercícios físicos e seis refeições por dia, sofrem pelo abandono. A maioria vivia nas ruas. Há quem tenha sido deixado ali pelos parentes. E há também uma polonesa, ex- moradora de Ipanema, poliglota e com muitos carimbos europeus no passaporte, que parou no abrigo por não ter mais alguém no mundo.
— Não tenho nome, não sou ninguém. Me chame de Senhora X. Tudo que tenho e penso do mundo está no passado — diz.
Como ela, o cearense André resume amargamente suas perspectivas:
— Quando entrei aqui achei que ia sair. Agora sei que não tenho para onde ir e que jamais deixarei este lugar.
O GLOBO, Retratos do Rio, 31/3/2001, 3.
A leitura do texto permite afirmar que
Questão 17 10143710
CMB 1º Ano - Língua Portuguesa 2013TEXTO
Ser velho na cidade feita para jovens
O Rio não se preparou para ter a maior taxa de idosos do país e centenas de pessoas procuram as poucas iniciativas do poder público na área de saúde e lazer para quem tem mais de 60 anos.
Se durante séculos a humanidade se ocupou em estender a vida, há décadas a preocupação passou a ser o que fazer com essa tal longevidade. Maria tempera a sua com esperança. Áurea a ofusca com o medo. André nem a nota enquanto espera o fim. Maria da Silva Lima, de 80 anos, moradora de um conjunto habitacional pobre em Vila Cosmos, descobriu nos programas de esportes e de convivência social uma alegria que não tinha nem quando era jovem; Áurea Santos, de 61 anos, residente em Copacabana, caminha todos os dias antes das 7h, embora tenha medo de sair de casa e expor sua fragilidade diante da violência dos pivetes; André Domingos da Silva, de 69 anos e há 17 interno do Abrigo Cristo Redentor, reclama do abandono dos parentes e admite que nada pode fazer para mudar sua vida. Eles formam três faces da faixa etária que mais cresce na população do Rio: 12 em cada cem cariocas tem mais de 60 anos, números que formam a maior taxa de idosos do país. Enquanto driblam os obstáculos nas ruas de uma cidade construída para jovens, os idosos cariocas começam, aos poucos, a ocupar algum espaço na estrutura do poder público. Os degraus dos ônibus continuam altos demais para as frágeis pernas, não há rampas nas calçadas para o acesso em cadeiras de rodas e o sofrimento nas filas de banco e na porta dos postos da Previdência Social ainda é rotina. Mas já há 50 núcleos de convivência com aulas de música, dança e artesanato instalados na cidade pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, além de dezenas de grupos de ginástica e ioga desenvolvidos pela Secretaria Municipal de Esportes e Lazer em todas as regiões. [...]
No Abrigo Cristo Redentor, instituição da prefeitura para abrigar idosos carentes e sem família, a face da terceira idade carioca é a mais dolorosa. São 446 internos que, embora disponham de acomodações razoáveis, cuidados médicos e odontológicos, exercícios físicos e seis refeições por dia, sofrem pelo abandono. A maioria vivia nas ruas. Há quem tenha sido deixado ali pelos parentes. E há também uma polonesa, ex- moradora de Ipanema, poliglota e com muitos carimbos europeus no passaporte, que parou no abrigo por não ter mais alguém no mundo.
— Não tenho nome, não sou ninguém. Me chame de Senhora X. Tudo que tenho e penso do mundo está no passado — diz.
Como ela, o cearense André resume amargamente suas perspectivas:
— Quando entrei aqui achei que ia sair. Agora sei que não tenho para onde ir e que jamais deixarei este lugar.
O GLOBO, Retratos do Rio, 31/3/2001, 3.
O tema central abordado no texto é
Questão 16 10804620
Concursos CÂMARA MUNICIPAL DE BOCAIÚVA DO SUL 2012Guilhermina costuma caminhar todos os dias em sua esteira. Normalmente, ela faz 1 quilômetro em 20 minutos.
Dessa forma, mantendo o mesmo padrão de velocidade, quantos metros ela percorre em uma hora?
Questão 1 10794883
Concursos Pref de Blumenau 2012Na modernidade, o corpo foi descoberto, despido e modelado pelos exercícios físicos da moda. Novos espaços e práticas esportivas e de ginástica passaram a convocar as pessoas a modelarem seus corpos. Multiplicaram-se as academias de ginástica, as alas de musculação e o número de pessoas correndo pelas ruas.
“ SECRETARIA DA EDUCAÇÃO. Caderno do Professor educação física. São Paulo, 2008.”
Diante do texto acima, é possível perceber que:
06
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