Questões de EFAF Educação Física - Biologia e Saúde
167 Questões
Questão 24 15527718
CMRJ 6 Ano 2023Texto:
Correr não causa mais lesões do que outros esportes
Fisioterapeuta especialista em biomecânica da corrida, Raquel Castanharo desmistifica alguns mitos em relação à modalidade
[01] Correr pode causar lesões, mas, ao contrário do que alguns profissionais de saúde podem dizer,
como "pare de correr e comece a nadar ou fazer hidroginástica", eu não vou te dizer isso. Nós, seres
humanos, somos animais corredores. Não somos baleias ou golfinhos feitos apenas para ficar na água.
Então, em vez de se assustar com a possibilidade de correr e se machucar, quero te fornecer ferramentas
[05] para ter uma vida saudável na corrida e também desmistificar algumas crenças.
O primeiro mito é que a corrida causa mais lesões do que outros esportes. Isso não é verdade.
Quando olhamos para as taxas de lesões na corrida em comparação com outros esportes, não há
uma diferença significativa. Pode parecer que sim, porque quem corre geralmente leva a atividade mais a
sério do que alguém que joga uma partida casual de futebol no fim de semana. Qualquer atividade física
[10] possui um certo risco de dores e lesões, como tendinite ou dores musculares. Mas a corrida, na verdade,
ajuda a diminuir o risco de doenças relacionadas ao sedentarismo. O sedentarismo é a principal causa de
doenças que levam à morte no mundo. Ficar em casa no sofá é muito pior do que correr.
E, diferente do que muitos pensam, correr não causa danos aos joelhos. Eu sei que você já ouviu
isso, mas se olharmos para as evidências científicas, não é verdade. Sabe o que realmente prejudica os
[15] joelhos? O sedentarismo, mais uma vez. Aliás, há evidências de que corredores têm menos incidência de
artrose nos joelhos e quadris na velhice.
Mas nem tudo são flores. Se você está correndo e começa a sentir dor, não entre em pânico. Se
você fizer tudo corretamente, essa lesão será apenas um episódio temporário que não vai te afastar da
corrida. Trabalho com corrida há 16 anos e já passei por situações assim. Mais de 5 mil corredores já
[20] passaram pela minha clínica especializada em corrida, e posso te dizer que nunca vi uma lesão ou problema
que tenha impedido alguém de correr para sempre. É um episódio ou um período difícil, mas não é o fim.
Inclusive, pessoas correm mesmo sem pernas. Tenho dois amigos que são amputados devido a acidentes
e ainda assim correm. Um deles é recordista dos 100 metros rasos. Tenha isso em mente.
E o que você pode fazer para tornar esses episódios curtos e evitar que aconteçam com frequência
[25] ao longo da sua vida como corredor? A chave é equilibrar sua capacidade e demanda. Capacidade é o que
seu joelho, seu pé, seu tendão suportam, e demanda é o que você está fazendo com o seu corpo. Se você
estiver impondo uma demanda muito maior do que sua capacidade, lesões e dores ocorrerão. Você precisa
aprender a equilibrar isso. Avalie se sua capacidade está adequada, se está fortalecido corretamente, se
está absorvendo o impacto das suas passadas de forma adequada e se tem boa mobilidade. Às vezes, é
[30] necessário ajustar a demanda, descansar adequadamente e evitar aumentos bruscos nos treinos. Quando
você sabe equilibrar a capacidade e a demanda, fica muito mais fácil controlar pequenos episódios de dor.
Claro, em algum momento você pode precisar de um médico, fisioterapeuta ou um profissional de
educação física. Existe um conceito chamado autoeficácia, que é quando você sabe que sua saúde está em
suas mãos e possui ferramentas para cuidar dela. Buscar ajuda profissional cientificamente embasada ajuda
[35] as pessoas a se recuperarem mais rapidamente, terem menos dor e sofrerem menos lesões. Eu tenho uma
clínica e estou sempre disponível para ajudar, mas é importante que você saiba cuidar de si mesmo antes
mesmo de chegar até aqui.
Quando você sabe equilibrar capacidade e demanda, fica muito mais fácil controlar pequenos
episódios de dor. Compartilhe esse texto com um amigo para que ele saiba que correr não prejudica os
[40] joelhos.
Fonte: (Adaptado de: www.ge.com.br/acessado em: 08AGO23, às 14h37)
A chave é equilibrar sua capacidade e demanda. Capacidade é o que seu joelho, seu pé, seu tendão suportam, e demanda é o que você está fazendo com o seu corpo. (texto- linhas 25 e 26)
A frase destacada no excerto acima, de acordo com o sentido global do texto, significa que a:
Questão 23 15527713
CMRJ 6 Ano 2023Texto:
Correr não causa mais lesões do que outros esportes
Fisioterapeuta especialista em biomecânica da corrida, Raquel Castanharo desmistifica alguns mitos em relação à modalidade
[01] Correr pode causar lesões, mas, ao contrário do que alguns profissionais de saúde podem dizer,
como "pare de correr e comece a nadar ou fazer hidroginástica", eu não vou te dizer isso. Nós, seres
humanos, somos animais corredores. Não somos baleias ou golfinhos feitos apenas para ficar na água.
Então, em vez de se assustar com a possibilidade de correr e se machucar, quero te fornecer ferramentas
[05] para ter uma vida saudável na corrida e também desmistificar algumas crenças.
O primeiro mito é que a corrida causa mais lesões do que outros esportes. Isso não é verdade.
Quando olhamos para as taxas de lesões na corrida em comparação com outros esportes, não há
uma diferença significativa. Pode parecer que sim, porque quem corre geralmente leva a atividade mais a
sério do que alguém que joga uma partida casual de futebol no fim de semana. Qualquer atividade física
[10] possui um certo risco de dores e lesões, como tendinite ou dores musculares. Mas a corrida, na verdade,
ajuda a diminuir o risco de doenças relacionadas ao sedentarismo. O sedentarismo é a principal causa de
doenças que levam à morte no mundo. Ficar em casa no sofá é muito pior do que correr.
E, diferente do que muitos pensam, correr não causa danos aos joelhos. Eu sei que você já ouviu
isso, mas se olharmos para as evidências científicas, não é verdade. Sabe o que realmente prejudica os
[15] joelhos? O sedentarismo, mais uma vez. Aliás, há evidências de que corredores têm menos incidência de
artrose nos joelhos e quadris na velhice.
Mas nem tudo são flores. Se você está correndo e começa a sentir dor, não entre em pânico. Se
você fizer tudo corretamente, essa lesão será apenas um episódio temporário que não vai te afastar da
corrida. Trabalho com corrida há 16 anos e já passei por situações assim. Mais de 5 mil corredores já
[20] passaram pela minha clínica especializada em corrida, e posso te dizer que nunca vi uma lesão ou problema
que tenha impedido alguém de correr para sempre. É um episódio ou um período difícil, mas não é o fim.
Inclusive, pessoas correm mesmo sem pernas. Tenho dois amigos que são amputados devido a acidentes
e ainda assim correm. Um deles é recordista dos 100 metros rasos. Tenha isso em mente.
E o que você pode fazer para tornar esses episódios curtos e evitar que aconteçam com frequência
[25] ao longo da sua vida como corredor? A chave é equilibrar sua capacidade e demanda. Capacidade é o que
seu joelho, seu pé, seu tendão suportam, e demanda é o que você está fazendo com o seu corpo. Se você
estiver impondo uma demanda muito maior do que sua capacidade, lesões e dores ocorrerão. Você precisa
aprender a equilibrar isso. Avalie se sua capacidade está adequada, se está fortalecido corretamente, se
está absorvendo o impacto das suas passadas de forma adequada e se tem boa mobilidade. Às vezes, é
[30] necessário ajustar a demanda, descansar adequadamente e evitar aumentos bruscos nos treinos. Quando
você sabe equilibrar a capacidade e a demanda, fica muito mais fácil controlar pequenos episódios de dor.
Claro, em algum momento você pode precisar de um médico, fisioterapeuta ou um profissional de
educação física. Existe um conceito chamado autoeficácia, que é quando você sabe que sua saúde está em
suas mãos e possui ferramentas para cuidar dela. Buscar ajuda profissional cientificamente embasada ajuda
[35] as pessoas a se recuperarem mais rapidamente, terem menos dor e sofrerem menos lesões. Eu tenho uma
clínica e estou sempre disponível para ajudar, mas é importante que você saiba cuidar de si mesmo antes
mesmo de chegar até aqui.
Quando você sabe equilibrar capacidade e demanda, fica muito mais fácil controlar pequenos
episódios de dor. Compartilhe esse texto com um amigo para que ele saiba que correr não prejudica os
[40] joelhos.
Fonte: (Adaptado de: www.ge.com.br/acessado em: 08AGO23, às 14h37)
Assinale a única alternativa que apresenta uma dedução possível a respeito do seguinte trecho do texto:
Nós, seres humanos, somos animais corredores. Não somos baleias ou golfinhos feitos apenas para ficar na água. (linhas 02 e 03)
Questão 22 15527709
CMRJ 6 Ano 2023Texto:
Correr não causa mais lesões do que outros esportes
Fisioterapeuta especialista em biomecânica da corrida, Raquel Castanharo desmistifica alguns mitos em relação à modalidade
[01] Correr pode causar lesões, mas, ao contrário do que alguns profissionais de saúde podem dizer,
como "pare de correr e comece a nadar ou fazer hidroginástica", eu não vou te dizer isso. Nós, seres
humanos, somos animais corredores. Não somos baleias ou golfinhos feitos apenas para ficar na água.
Então, em vez de se assustar com a possibilidade de correr e se machucar, quero te fornecer ferramentas
[05] para ter uma vida saudável na corrida e também desmistificar algumas crenças.
O primeiro mito é que a corrida causa mais lesões do que outros esportes. Isso não é verdade.
Quando olhamos para as taxas de lesões na corrida em comparação com outros esportes, não há
uma diferença significativa. Pode parecer que sim, porque quem corre geralmente leva a atividade mais a
sério do que alguém que joga uma partida casual de futebol no fim de semana. Qualquer atividade física
[10] possui um certo risco de dores e lesões, como tendinite ou dores musculares. Mas a corrida, na verdade,
ajuda a diminuir o risco de doenças relacionadas ao sedentarismo. O sedentarismo é a principal causa de
doenças que levam à morte no mundo. Ficar em casa no sofá é muito pior do que correr.
E, diferente do que muitos pensam, correr não causa danos aos joelhos. Eu sei que você já ouviu
isso, mas se olharmos para as evidências científicas, não é verdade. Sabe o que realmente prejudica os
[15] joelhos? O sedentarismo, mais uma vez. Aliás, há evidências de que corredores têm menos incidência de
artrose nos joelhos e quadris na velhice.
Mas nem tudo são flores. Se você está correndo e começa a sentir dor, não entre em pânico. Se
você fizer tudo corretamente, essa lesão será apenas um episódio temporário que não vai te afastar da
corrida. Trabalho com corrida há 16 anos e já passei por situações assim. Mais de 5 mil corredores já
[20] passaram pela minha clínica especializada em corrida, e posso te dizer que nunca vi uma lesão ou problema
que tenha impedido alguém de correr para sempre. É um episódio ou um período difícil, mas não é o fim.
Inclusive, pessoas correm mesmo sem pernas. Tenho dois amigos que são amputados devido a acidentes
e ainda assim correm. Um deles é recordista dos 100 metros rasos. Tenha isso em mente.
E o que você pode fazer para tornar esses episódios curtos e evitar que aconteçam com frequência
[25] ao longo da sua vida como corredor? A chave é equilibrar sua capacidade e demanda. Capacidade é o que
seu joelho, seu pé, seu tendão suportam, e demanda é o que você está fazendo com o seu corpo. Se você
estiver impondo uma demanda muito maior do que sua capacidade, lesões e dores ocorrerão. Você precisa
aprender a equilibrar isso. Avalie se sua capacidade está adequada, se está fortalecido corretamente, se
está absorvendo o impacto das suas passadas de forma adequada e se tem boa mobilidade. Às vezes, é
[30] necessário ajustar a demanda, descansar adequadamente e evitar aumentos bruscos nos treinos. Quando
você sabe equilibrar a capacidade e a demanda, fica muito mais fácil controlar pequenos episódios de dor.
Claro, em algum momento você pode precisar de um médico, fisioterapeuta ou um profissional de
educação física. Existe um conceito chamado autoeficácia, que é quando você sabe que sua saúde está em
suas mãos e possui ferramentas para cuidar dela. Buscar ajuda profissional cientificamente embasada ajuda
[35] as pessoas a se recuperarem mais rapidamente, terem menos dor e sofrerem menos lesões. Eu tenho uma
clínica e estou sempre disponível para ajudar, mas é importante que você saiba cuidar de si mesmo antes
mesmo de chegar até aqui.
Quando você sabe equilibrar capacidade e demanda, fica muito mais fácil controlar pequenos
episódios de dor. Compartilhe esse texto com um amigo para que ele saiba que correr não prejudica os
[40] joelhos.
Fonte: (Adaptado de: www.ge.com.br/acessado em: 08AGO23, às 14h37)
Releia a seguinte passagem do texto:
Então, em vez de se assustar com a possibilidade de correr e se machucar, quero te fornecer ferramentas para ter uma vida saudável na corrida e também desmistificar algumas crenças. (linhas 04 e 05)
Nesse fragmento, nota-se, como em outros momentos do texto, a interação com o leitor promovida pela autora do texto.
Sobre essa interação, é possível afirmar que a autora:
Questão 21 15527560
CMRJ 6 Ano 2023Texto:
Correr não causa mais lesões do que outros esportes
Fisioterapeuta especialista em biomecânica da corrida, Raquel Castanharo desmistifica alguns mitos em relação à modalidade
[01] Correr pode causar lesões, mas, ao contrário do que alguns profissionais de saúde podem dizer,
como "pare de correr e comece a nadar ou fazer hidroginástica", eu não vou te dizer isso. Nós, seres
humanos, somos animais corredores. Não somos baleias ou golfinhos feitos apenas para ficar na água.
Então, em vez de se assustar com a possibilidade de correr e se machucar, quero te fornecer ferramentas
[05] para ter uma vida saudável na corrida e também desmistificar algumas crenças.
O primeiro mito é que a corrida causa mais lesões do que outros esportes. Isso não é verdade.
Quando olhamos para as taxas de lesões na corrida em comparação com outros esportes, não há
uma diferença significativa. Pode parecer que sim, porque quem corre geralmente leva a atividade mais a
sério do que alguém que joga uma partida casual de futebol no fim de semana. Qualquer atividade física
[10] possui um certo risco de dores e lesões, como tendinite ou dores musculares. Mas a corrida, na verdade,
ajuda a diminuir o risco de doenças relacionadas ao sedentarismo. O sedentarismo é a principal causa de
doenças que levam à morte no mundo. Ficar em casa no sofá é muito pior do que correr.
E, diferente do que muitos pensam, correr não causa danos aos joelhos. Eu sei que você já ouviu
isso, mas se olharmos para as evidências científicas, não é verdade. Sabe o que realmente prejudica os
[15] joelhos? O sedentarismo, mais uma vez. Aliás, há evidências de que corredores têm menos incidência de
artrose nos joelhos e quadris na velhice.
Mas nem tudo são flores. Se você está correndo e começa a sentir dor, não entre em pânico. Se
você fizer tudo corretamente, essa lesão será apenas um episódio temporário que não vai te afastar da
corrida. Trabalho com corrida há 16 anos e já passei por situações assim. Mais de 5 mil corredores já
[20] passaram pela minha clínica especializada em corrida, e posso te dizer que nunca vi uma lesão ou problema
que tenha impedido alguém de correr para sempre. É um episódio ou um período difícil, mas não é o fim.
Inclusive, pessoas correm mesmo sem pernas. Tenho dois amigos que são amputados devido a acidentes
e ainda assim correm. Um deles é recordista dos 100 metros rasos. Tenha isso em mente.
E o que você pode fazer para tornar esses episódios curtos e evitar que aconteçam com frequência
[25] ao longo da sua vida como corredor? A chave é equilibrar sua capacidade e demanda. Capacidade é o que
seu joelho, seu pé, seu tendão suportam, e demanda é o que você está fazendo com o seu corpo. Se você
estiver impondo uma demanda muito maior do que sua capacidade, lesões e dores ocorrerão. Você precisa
aprender a equilibrar isso. Avalie se sua capacidade está adequada, se está fortalecido corretamente, se
está absorvendo o impacto das suas passadas de forma adequada e se tem boa mobilidade. Às vezes, é
[30] necessário ajustar a demanda, descansar adequadamente e evitar aumentos bruscos nos treinos. Quando
você sabe equilibrar a capacidade e a demanda, fica muito mais fácil controlar pequenos episódios de dor.
Claro, em algum momento você pode precisar de um médico, fisioterapeuta ou um profissional de
educação física. Existe um conceito chamado autoeficácia, que é quando você sabe que sua saúde está em
suas mãos e possui ferramentas para cuidar dela. Buscar ajuda profissional cientificamente embasada ajuda
[35] as pessoas a se recuperarem mais rapidamente, terem menos dor e sofrerem menos lesões. Eu tenho uma
clínica e estou sempre disponível para ajudar, mas é importante que você saiba cuidar de si mesmo antes
mesmo de chegar até aqui.
Quando você sabe equilibrar capacidade e demanda, fica muito mais fácil controlar pequenos
episódios de dor. Compartilhe esse texto com um amigo para que ele saiba que correr não prejudica os
[40] joelhos.
Fonte: (Adaptado de: www.ge.com.br/acessado em: 08AGO23, às 14h37)
Releia a seguinte passagem do texto: "Fisioterapeuta especialista em biomecânica da corrida, Raquel Castanharo desmistifica alguns mitos em relação à modalidade".(subtítulo)
A palavra em destaque ("desmistifica") tem o valor semântico de:
Questão 23 10613471
CMJF 6° Ano - Prova de Matemática 2023TEXTO
Jovem paratleta conta como o esporte ajudou na sua inclusão
Dia do Portador de Deficiência: Rafael Vitorino, de 15 anos, nada desde os dois meses de vida e disputará os Jogos Estudantis do Rio de Janeiro na natação e e-sports
Por Matheus Wenna, 03/12/2020
No dia 3 de dezembro, celebra-se o Dia Internacional do Portador de Deficiência. Para muitos, o esporte é uma potente ferramenta de superação e inclusão social. Foi assim com Rafael Vitorino, o Rafinha, que nasceu com acondroplasia, um dos tipos mais comuns de nanismo. Sua deficiência afeta seus membros, fazendo com que os ossos dos braços e pernas sejam mais curtos que o habitual e causando baixa estatura. Devido a esta condição, começou a nadar ainda bebê e, o que antes era uma recomendação médica e depois virou diversão é, agora aos 15 anos, também uma meta de vida.
“Por conta da minha deficiência, eu tinha uma fragilidade nos ossos, então eu precisava fazer uma atividade física. A mais recomendada pelos médicos foi a natação para trabalhar meus músculos e meus ossos. Eu comecei com dois meses de idade, fui gostando da água, fiquei e com cinco anos já nadava em piscina grande”, conta Rafinha, que sempre se interessou por esportes e também praticou futebol, judô e jiujitsu, mas parou por recomendação pediátrica devido ao impacto destas modalidades.
Em 13 de dezembro, o jovem paratleta entrará mais uma vez na piscina, agora para disputar os Jogos Estudantis do Estado do Rio de Janeiro. Rafinha integra o ranking nacional da modalidade, já disputou outras competições importantes como as Paralimpíadas Escolares, na qual ganhou quatro medalhas no ano passado, e fará sua estreia na competição estadual. Ainda que seu estilo preferido, o borboleta, não esteja contemplado no cronograma do evento, ele quer conquistar medalhas nas provas de nado livre e peito.
Mais do que o sabor da vitória, ele conta como o esporte lhe ajudou não só a vencer desafios dentro da piscina, mas também fora dela. Graças à natação, Rafinha conseguiu mudar a forma como as outras pessoas o enxergam.
“Todo deficiente passa por bullying e o esporte nos ajuda a superar esta barreira. Eu passo a ser identificado não mais como uma pessoa com nanismo, mas sim como um atleta, alguém que nada bem. Quando eu comecei a competir na natação, eu sempre sentia força com meus amigos me dando parabéns pelas minhas medalhas. É um apoio que traz muitos benefícios para qualquer pessoa. Também sinto que no esporte é um ambiente onde sofremos menos preconceito”, destaca o paratleta.
Além de nadar, Rafael também competirá em eSports (jogos eletrônicos) nas modalidades Fortnite e ClashRoyale. Neste caso, as disputas não são separadas para paratletas, uma vez que sua baixa estatura não traz nenhuma desigualdade ou prejuízo de desempenho em relação às pessoas sem deficiência. Mas ele acredita que é da natação que vêm seus maiores reconhecimentos.
Para além do esporte, Rafael exerceu um papel fundamental para a inclusão no ambiente escolar. Após enfrentar dificuldades para utilizar um forno de micro-ondas na escola, desenvolveu um projeto chamado “E se fosse você?”, o qual trabalha a acessibilidade para pessoas com nanismo e busca transformações no espaço para favorecer também cadeirantes e deficientes visuais.
Disponível em: https://ge.globo.com/eu-atleta/noticia/jovem-paratleta-conta-como-o-esporte-ajudou-na-sua-inclusao.ghtml. Acesso em 05 de maio de 2022. Adaptado.
Releia o trecho a seguir
“Após enfrentar dificuldades para utilizar um forno de micro-ondas na escola, desenvolveu um projeto chamado ‘E se fosse você?’ ”
O sinal de interrogação no trecho acima foi utilizado para
Questão 13 15395955
IFRJ 2022Texto III

Disponível em: https://notaterapia.com.br/2017/06/12/10-tirinhas-de-armandinho-sobre-o-fascinante-mundo-dos-livros/. Acesso em: 25 out. 2021.
A resposta do menino Armandinho no último quadro dessa tirinha transmite a ideia de que o corpo perfeito está ligado:
06
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