Questões de EFAF Educação Física - Lazer e Sociedade
184 Questões
Questão 4 10130657
CMBH 1º Ano - Prova de português 2007ESCANCARADA: ASSIM É A SUA CASA
Para muitos pais e mães que passaram a infância na pré-história eletrônica, ver o filho de seis anos manusear mouse e teclado com a desenvoltura de quem nasceu para isso – e nasceu mesmo – é de encher o coração de orgulho. Um pequeno empurrão, que nem precisa vir de casa (um colega esperto ou um primo um pouco mais velho fazem o mesmo efeito), e em dois tempos o pequeno gênio domina o vocabulário da rede, baixa música e vídeo, descobre sites, joga on-line, troca mensagens com os amigos. É bom que assim seja? É espetacular. O acesso ao conhecimento e ao infinito mundo de conexões propiciado pela internet é talvez o mais transformador fenômeno do mundo contemporâneo. Nunca é demais exaltar as maravilhas que essa janela virtual para o mundo propicia. Nesta reportagem, porém, vamos falar do lado escuro da força da rede, realidade que nenhum adulto responsável por uma criança conectada pode se permitir ignorar. A internet é um espaço aberto e ingovernável, no qual circula todo tipo de boas e más intenções. Nele, qualquer ser humano que saiba ler está sujeito a encontrar o que quer, o que não quer e o que nem sabe que não quer. Se adultos escorregam na rede, risco muito maior correm as crianças, inexperientes e influenciáveis – situação que demanda dos pais supervisão constante e preocupação permanente, visto que controle total e absoluto eles nunca vão ter. "A gente cresceu ouvindo os pais dizer para não abrir a porta para estranhos, não aceitar carona de desconhecidos, não falar com qualquer um na rua. Pois na internet a criança abre a porta para o mundo. Muitos pais ainda acham que ela está segura dentro do quarto, brincando no computador", espanta-se a gerente da área de segurança da Microsoft no Brasil, Marinês Gomes.
Qualquer especialista que se consulte vai dizer que todo pai e toda mãe de filho pequeno têm a obrigação de se informar e acompanhar suas atividades virtuais. "Ninguém pode dar orientação sobre o que não conhece", diz a psicóloga Ceres Alves de Araújo, de São Paulo. Ceres recomenda que, quando os filhos começam a acessar a internet, os pais estejam do lado, indicando os melhores caminhos, cortando excessos e alertando para os riscos. Tudo isso, evidentemente, com boa dose de sabedoria parental – desde muito antes de a web nascer, a forma de apresentar um conteúdo proibido pode acabar atiçando a curiosidade sobre ele. Não é só para orientar que os adultos responsáveis têm de saber mexer no computador. É para fiscalizar também, vigiar mesmo, clara e abertamente, com a maior naturalidade, sem autoritarismo e sem medo de exercer a obrigação da autoridade. "O pai e a mãe não podem se sentir constrangidos de estar ao lado do filho, cumprindo seu dever de protegê-lo. Se isso começar cedo, vai ser natural, e o filho se sentirá à vontade para chamá-los quando vir algo estranho na internet", afirma a advogada Patrícia Peck, especialista em direito digital.
(...)
Prevenir riscos é tarefa mais fácil para pais que falam o idioma dos downloads, dos games, do MSN, do Orkut e do YouTube. Fundamental mesmo, porém, é prestar atenção. (...) "Estabelecer horário é a primeira medida que um pai deve adotar quando o filho começa a acessar a rede", prega o psiquiatra Içami Tiba. "Computador é diversão. E diversão a gente larga quando é hora de fazer refeições em família e de ir para a cama."
(...)
Na casa da advogada carioca Adriana Wanderley, 49 anos, ela é "a chefe" do computador, que divide com os filhos gêmeos, Ana Letícia e Victor, 10. "Eu tinha planos de colocar outro micro no quarto deles, mas desisti porque é mais fácil controlar o uso no escritório", diz. "Eles só entram na internet com minha autorização e não permito o uso de fone de ouvido. Toda conversa pela web é por caixa de som." Adriana também contratou um técnico para instalar bloqueios de acesso e tentar evitar o inevitável quando viu Victor e um colega "procurando sites de mulher pelada". O menino, até onde se sabe, ocupa seu tempo de internet com jogos on-line e baixando músicas, ao passo que sua irmã prefere bater papo com as amigas pelo MSN. "No Brasil é cada vez maior o número de usuárias meninas, que buscam principalmente os softwares de comunicação", diz Alexandre Magalhães, coordenador de análise do Ibope, que faz constantes pesquisas sobre o uso da internet e utiliza os dados da americana NetRatings para estudos comparativos. Deles se depreende que cada vez mais crianças brasileiras entre 2 e 11 anos acessam a web e que elas já passam mais tempo conectadas do que americanos da mesma idade – embora aí entrem variáveis como conexão mais lenta e a conhecida disposição nacional para jogar conversa fora. Outra pesquisa, da Millward Brown, também do grupo Ibope, com crianças paulistanas e cariocas de 8 a 12 anos, confirma o que os pais vêem todo dia em casa: 67% preferem a internet à televisão. Aliás, lembram-se dos tempos em que se falava mal da influência da televisão? Dos videogames? Até das histórias em quadrinhos? Pois é, toda geração vê males rondando os filhos. No caso da internet, o princípio é o mesmo, mas a realidade não permite que tolerância se confunda com indiferença. Os portais para o mundo virtual, que escancaram a sua casa, exigem vigilância. Aos pais que se sentem incomodados com o papel, sugere-se trocar a denominação: em lugar de vigias, intitulem-se guardiães, honestos aliados do lado bom da força.
(Revista Veja, 18 jul 07)
A alternativa que apresenta para a palavra destacada um significado inadequado ao contexto é:
Questão 3 10130651
CMBH 1º Ano - Prova de português 2007ESCANCARADA: ASSIM É A SUA CASA
Para muitos pais e mães que passaram a infância na pré-história eletrônica, ver o filho de seis anos manusear mouse e teclado com a desenvoltura de quem nasceu para isso – e nasceu mesmo – é de encher o coração de orgulho. Um pequeno empurrão, que nem precisa vir de casa (um colega esperto ou um primo um pouco mais velho fazem o mesmo efeito), e em dois tempos o pequeno gênio domina o vocabulário da rede, baixa música e vídeo, descobre sites, joga on-line, troca mensagens com os amigos. É bom que assim seja? É espetacular. O acesso ao conhecimento e ao infinito mundo de conexões propiciado pela internet é talvez o mais transformador fenômeno do mundo contemporâneo. Nunca é demais exaltar as maravilhas que essa janela virtual para o mundo propicia. Nesta reportagem, porém, vamos falar do lado escuro da força da rede, realidade que nenhum adulto responsável por uma criança conectada pode se permitir ignorar. A internet é um espaço aberto e ingovernável, no qual circula todo tipo de boas e más intenções. Nele, qualquer ser humano que saiba ler está sujeito a encontrar o que quer, o que não quer e o que nem sabe que não quer. Se adultos escorregam na rede, risco muito maior correm as crianças, inexperientes e influenciáveis – situação que demanda dos pais supervisão constante e preocupação permanente, visto que controle total e absoluto eles nunca vão ter. "A gente cresceu ouvindo os pais dizer para não abrir a porta para estranhos, não aceitar carona de desconhecidos, não falar com qualquer um na rua. Pois na internet a criança abre a porta para o mundo. Muitos pais ainda acham que ela está segura dentro do quarto, brincando no computador", espanta-se a gerente da área de segurança da Microsoft no Brasil, Marinês Gomes.
Qualquer especialista que se consulte vai dizer que todo pai e toda mãe de filho pequeno têm a obrigação de se informar e acompanhar suas atividades virtuais. "Ninguém pode dar orientação sobre o que não conhece", diz a psicóloga Ceres Alves de Araújo, de São Paulo. Ceres recomenda que, quando os filhos começam a acessar a internet, os pais estejam do lado, indicando os melhores caminhos, cortando excessos e alertando para os riscos. Tudo isso, evidentemente, com boa dose de sabedoria parental – desde muito antes de a web nascer, a forma de apresentar um conteúdo proibido pode acabar atiçando a curiosidade sobre ele. Não é só para orientar que os adultos responsáveis têm de saber mexer no computador. É para fiscalizar também, vigiar mesmo, clara e abertamente, com a maior naturalidade, sem autoritarismo e sem medo de exercer a obrigação da autoridade. "O pai e a mãe não podem se sentir constrangidos de estar ao lado do filho, cumprindo seu dever de protegê-lo. Se isso começar cedo, vai ser natural, e o filho se sentirá à vontade para chamá-los quando vir algo estranho na internet", afirma a advogada Patrícia Peck, especialista em direito digital.
(...)
Prevenir riscos é tarefa mais fácil para pais que falam o idioma dos downloads, dos games, do MSN, do Orkut e do YouTube. Fundamental mesmo, porém, é prestar atenção. (...) "Estabelecer horário é a primeira medida que um pai deve adotar quando o filho começa a acessar a rede", prega o psiquiatra Içami Tiba. "Computador é diversão. E diversão a gente larga quando é hora de fazer refeições em família e de ir para a cama."
(...)
Na casa da advogada carioca Adriana Wanderley, 49 anos, ela é "a chefe" do computador, que divide com os filhos gêmeos, Ana Letícia e Victor, 10. "Eu tinha planos de colocar outro micro no quarto deles, mas desisti porque é mais fácil controlar o uso no escritório", diz. "Eles só entram na internet com minha autorização e não permito o uso de fone de ouvido. Toda conversa pela web é por caixa de som." Adriana também contratou um técnico para instalar bloqueios de acesso e tentar evitar o inevitável quando viu Victor e um colega "procurando sites de mulher pelada". O menino, até onde se sabe, ocupa seu tempo de internet com jogos on-line e baixando músicas, ao passo que sua irmã prefere bater papo com as amigas pelo MSN. "No Brasil é cada vez maior o número de usuárias meninas, que buscam principalmente os softwares de comunicação", diz Alexandre Magalhães, coordenador de análise do Ibope, que faz constantes pesquisas sobre o uso da internet e utiliza os dados da americana NetRatings para estudos comparativos. Deles se depreende que cada vez mais crianças brasileiras entre 2 e 11 anos acessam a web e que elas já passam mais tempo conectadas do que americanos da mesma idade – embora aí entrem variáveis como conexão mais lenta e a conhecida disposição nacional para jogar conversa fora. Outra pesquisa, da Millward Brown, também do grupo Ibope, com crianças paulistanas e cariocas de 8 a 12 anos, confirma o que os pais vêem todo dia em casa: 67% preferem a internet à televisão. Aliás, lembram-se dos tempos em que se falava mal da influência da televisão? Dos videogames? Até das histórias em quadrinhos? Pois é, toda geração vê males rondando os filhos. No caso da internet, o princípio é o mesmo, mas a realidade não permite que tolerância se confunda com indiferença. Os portais para o mundo virtual, que escancaram a sua casa, exigem vigilância. Aos pais que se sentem incomodados com o papel, sugere-se trocar a denominação: em lugar de vigias, intitulem-se guardiães, honestos aliados do lado bom da força.
(Revista Veja, 18 jul 07)
“No caso da internet, o princípio é o mesmo, mas a realidade não permite que tolerância se confunda com indiferença".
Nesse trecho, as palavras destacadas significam, respectivamente:
Questão 5 10183973
CMM 1° Ano - Prova de Português 2020TEXTO
Jogo Eletrônico: amigo ou vilão?
- Meu filho, há quanto tempo você está na frente desse joguinho? Vamos desligar, rápido! E não joga mais até o fim de semana, escutou??
Quem de vocês nunca ouviu essas palavras da mamãe ou do papai? Os jogos eletrônicos são uma febre nos dias de hoje, quase todas as crianças tiveram ou têm acesso a jogos de videogame ou de computador. E, cá entre nós, quase todas gostam muito, não é mesmo?
Os pais é que costumam ficar muito apreensivos com esse tipo de diversão de seus pequenos, porque acham que jogar videogame não ensina nada de bom a seus filhos. Mas você sabia que especialistas enxergam muitos pontos positivos na cultura digital?
O professor da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília, na área de Tecnologias na Educação, Gilberto Lacerda, diz que não dá para negar que os jogos eletrônicos fazem parte da cultura do jovem hoje em dia, lembrando que cada vez crianças mais novas, de 4, 5 anos, já se dão muito bem nos joguinhos, deixando muitos adultos no chinelo.
Longe de ser contrário a essa cultura, Gilberto Lacerda diz que os jogos eletrônicos contribuem para que os jovens desenvolvam várias habilidades, como raciocínio lógico e resolução rápida de problemas.
Quando os jogos são online, Lacerda diz que os jovens vivenciam um momento da capacidade de comunicação. Henry Jenkins, especialista em jogos de aprendizado, diz que os jogos eletrônicos encorajam as crianças a adquirirem riscos intelectuais sem grandes medos de fracasso.
“Unir o lúdico e o educativo é o grande desafio dos jogos eletrônicos”, destaca o professor Gilberto Lacerda.
Até aí tudo bem. O problema, diz o professor Gilberto, é quando os jogos de computador se tornam a única forma de lazer da criança. Aí, cabe aos pais – ou quem estiver cuidando da criança – estabelecer limites para os jogos eletrônicos. [...]
Mas ainda existem correntes educacionais que não valorizam tanto a associação entre crianças e jogos eletrônicos ou computadores, principalmente nos sete primeiros anos de vida. As escolas que seguem a pedagogia Waldorf têm como proposta pedagógica o foco no desenvolvimento humano e nas atividades manuais, como o preparo do lanche de cada dia. Ela, ainda, considera fundamental a alternância sadia e equilibrada entre atividade intelectual e prática.
O professor Valdemar W. Setzer, da Universidade de São Paulo, é adepto da pedagogia Waldorf. Para ele, crianças deveriam ficar longe dos computadores porque o aparelho forçaria um pensamento matemático próprio dos adultos, o que seria prejudicial a essa fase da vida dos pequenos.
Observe-se uma criança usando um computador: ela está numa atitude infantil ou adulta?, questiona o professor, que decreta: “deixem as crianças serem infantis, não lhes deem acesso a TV, jogos eletrônicos e computador!”. Ele também diz que o ser humano deve pensar antes de fazer algo, avaliando as consequências de seus atos.
E se os joguinhos forem violentos, aí as críticas são maiores. Eles podem trazer aumento de comportamento agressivo, baixa autoestima, vício e introversão.
Fonte: http://www.plenarinho.gov.br/noticias/reportagem-especial/jogo-eletronico-amigo-ou-vilao. Adaptado.
“Os pais é que costumam ficar muito apreensivos com esse tipo de diversão de seus pequenos, porque acham que jogar videogame não ensina nada de bom a seus filhos” (3° Parágrafo).
A segunda oração, em relação à primeira, apresenta ideia de:
Questão 1 10172724
CMC 1° Ano Prova de Portugues 2020Os riscos da infância na rede
Livro discute o uso da tecnologia pelas crianças e alerta para os perigos da dependência virtual
Especialistas em comportamento digital apontam que as crianças brasileiras são mais ativas do que a
média mundial na internet, o que as tornam perigosamente dependentes dos ambientes virtuais. Celulares e tablets são cada vez mais usados para entreter os pequenos em situações de estresse, como refeições em
restaurantes, por exemplo. Perfis em redes sociais também são criados muito precocemente. Diante deste cenário, já imaginou o que aconteceria se, de um dia para outro, todos os aparelhos eletrônicos deixassem de funcionar? Essa é a proposta de Juliana Grasso, no recém-lançado livro “Amanhã, como será?”, da Tempo Editora.
Com foco no público infanto-juvenil, a publicação conta a história de Gabriel, um garoto de 11 anos
dependente de computadores, tablets e smartphones que se vê completamente perdido após uma tempestade
destruir todos os seus aparelhos eletrônicos. Com o acidente, o menino, que usava os dispositivos para estudar, se comunicar e brincar, precisa redescobrir as brincadeiras e alegrias de uma infância sem tecnologia. A autora se inspirou nas experiências cotidianas para escrever o livro,
“A tecnologia está super disponível, tanto para adultos, quanto para crianças. Hoje, mesmo muito
novinhas, elas assistem a vídeos pelo celular na hora de comer, o que faz muito mal”, diz Juliana. “É possível
retomar as formas antigas de contato, aprendizado e recreação.” Para ela, essa overdose de tecnologia na
infância pode transformar meninas e meninos em adultos antissociais e dependentes. Pesquisa “Kids of Today
and Tomorrow — Um olhar Bem Próximo Sobre Essa Geração”, da Viacom Internacional Media Networks,
valida essa afirmação. Ela indicou que, apesar de o cenário ser sombrio em praticamente todos os países
desenvolvidos, as crianças brasileiras têm uma predisposição maior ao vício virtual.
Disponível em: http:/istoe.com.br/os-riscos-da-infancia-na-rede Acesso em 23 set.2020.
O texto trata de aspectos relevantes de um tema muito atual, além de citar uma obra que também apresenta uma ficção para abordar o mesmo assunto.
Observando a estrutura do texto e demais elementos, identifique o item que melhor o descreve:
Questão 17 10736773
COLÉGIO SÓLIDO* 1º Ano 2019OS PAIS NÃO ENXERGAM A OBESIDADE INFANTIL
As crianças brasileiras estão engordando, e muitos pais não percebem. Para piorar, o sedentarismo infantil, um dos maiores fatores de risco para obesidade, se torna um padrão habitual de comportamento em muitas famílias.
Diversos países têm identificado sobrepeso e obesidade crescentes entre crianças. O Estudo Internacional de Obesidade, feito com 6 mil crianças de 10 anos, em 12 cidades de diferentes países, mostrou que três em cada dez crianças estão nessa situação. Na cidade brasileira de São Caetano do Sul, o índice chega a quase quatro em cada dez crianças.
No Brasil, um estudo, feito pela Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo, com 400 crianças menores de 3 anos, mostrou que quase um terço delas apresentava excesso de peso, mas só 20% das mães percebiam o problema.
Falta de atividade física regular, alimentação com excesso de calorias, mais tempo na frente das telas dos computadores e menos sono são alguns dos fatores identificados pelas pesquisas para explicar o aumento de peso entre as crianças.
Não é difícil entender o que ocorre. Com pais ocupados, falta de segurança, problemas de mobilidade nos centros urbanos e o fascínio que a tecnologia exerce sobre a garotada, fica difícil fazer o jovem sair de casa e se movimentar. As dietas mais fáceis de preparar e consumir costumam ser muito calóricas e pouco saudáveis.
Muitos pais não têm tempo nem paciência de mobilizar os filhos para atividades físicas e para comer melhor (em geral, isso dá mais trabalho). Para pais que, muitas vezes, também são sedentários, comem mal e estão acima do peso, o sobrepeso dos filhos pode ser menos importante. Até a percepção do excesso de peso fica comprometida. Criança sedentária e com excesso de peso tem muito mais chance de ser um adulto nas mesmas condições. No longo prazo, isso pode ser péssimo para a saúde.
Jairo Bouer (Adaptado de http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/)
De acordo com o texto, a obesidade infantil traz como um dos efeitos
Questão 8 10736052
COLÉGIO SÓLIDO* 1º Ano 2018INSTRUÇÃO: Utilize o texto a seguir para responder à questão.
TEXTO

Disponível em: https://cardapiopedagogico.blogspot.com.br/2016/08/obesidade.html
A partir da observação da charge, conclui-se que há uma crítica
06
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