Questões de EFAF Educação Física - Esporte e Sociedade
325 Questões
Questão 38 10235445
OBC 1° Fase 2016Ao fazer previsões para a maratona dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, discutiu-se a diferença entre o tempo necessário para completar o percurso para indivíduos do sexo masculino e feminino. Segundo entrevistas com especialistas no assunto, uma das razões para o maior desempenho do homem em relação à mulher seria que ele suportaria uma concentração mais alta de ácido láctico nos músculos durante a corrida.
Esse acúmulo de ácido láctico nos músculos é devido:
Questão 1 10225626
CMR 1º ano - Prova de Matematica 2016A seção de Educação Física do CMR, após ter realizado a medição da altura dos alunos de uma turma do Ensino Médio, construiu a tabela ao lado.
Sobre a tabela ao lado, afirma-se corretamente que:
I - existem mais de 20 alunos com altura menor que 1,80 m.
II - 60% dos alunos estão com altura acima de 1,70 m.
III - a média de altura da turma é de 1,65 m.
São verdadeiras as seguintes afirmações:

Questão 13 10150587
CMJF 1° Ano - Prova de Português 2016TEXTO
O esporte pela inclusão na visão de Andrew Parsons
Para o presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), os Jogos Paralímpicos Rio 2016 serão catalisadores de avanços para a inclusão social da pessoa com deficiência

Andrew Parsons, Presidente do Comité Paralímpico Brasileiro (Foto: CPB)
O esporte é um dos maiores veiculos de mudança das perspectivas em relação às pessoas
com deficiência. “O esporte paralímpico tem impacto na diversidade, no respeito à diferença, afirma
o carioca Andrew Parsons. presidente do Comité Paralímpico Brasileiro (CPB) e vice-presidente do
Comitê Paralímpico Internacional (IPC). Para ele, “nós só mudamos a realidade quando mudamos a
[5] percepção das pessoas .
Nesse sentido, os Jogos Paralímpicos Rio 2016 serão grandes catalisadores, em termos de
avanços para a inclusão social da pessoa com deficiência, sobretudo após a aprovação da Lei
Brasileira de Inclusão (LB!) - também chamada de Estatuto da Pessoa com Deficiência - no ano
passado. “Os Jogos Paralímpicos não são um fim, mas um passo adiante, ajudando a botar a
[10] questão da inclusão na mídia e na agenda das autoridades, opina Parsons. Sob a gestão dele, o
Brasil saltou do 9° lugar no quadro geral das Paralímpiadas de Pequim 2008, com 16 medalhas de
ouro, para o 7° nos Jogos de Londres 2012, com 21 ouros. A meta é atingir o 5° lugar no quadro de
medalhas nos Jogos Paralímpicos Rio 2016.
Nesta entrevista, saiba mais sobre o pensamento de Andrew Parsons, que, no Sustainable
[15] Brands Rio 2016, vai participar da Plenária Impulsionando nosso Propósito Coletivo, no próximo dia
21.
Apesar do progresso verificado entre os atletas, em nível competitivo, o apoio oficial e
empresarial aos esportes paralímpicos ainda enfrenta muitas barreiras. Isso, de alguma
[20] forma, reflete uma realidade quanto à inclusão social dos portadores de deficiências nos
diferentes setores? E o que o esporte tem a ensinar sobre isso?
Andrew Parsons: Em tese, este é o maior desafio. Atualmente, contamos com o apoio do
Ministério do Esporte. que, por meio de convênios. nos dá condição de elaborarmos um calendário
de competições internacionais e treinamentos. Além de podermos contar com uma equipe
[25] multidisciplinar para orientação, desenvolvimento e avaliação dos nossos atletas em diversas
modalidades. O paratletismo conta com o patrocínio da Braskem e 13 modalidades têm o patrocinio
das Loterias da Caixa, nosso maior parceiro. Temos ainda o Time São Paulo, projeto em parceria
com a Secretaria de Direito à Pessoa com Deficiência do Estado de São Paulo, e o Time Rio, com a
Prefeitura da cidade do Rio de Janeiro. Não tenho duvida de que houve mudanças positivas em
[30] relação às questões das pessoas com deficiência, e de que o esporte tem grande parcela de
responsabilidade nisso. O esporte é um dos maiores veículos de mudança das perspectivas em
relação às pessoas com deficiência. Nós só mudamos a realidade quando mudamos a percepção
das pessoas. O esporte paralímpico tem impacto na diversidade, no respeito à diferença.
[35] A Olimpíada é, também, uma oportunidade para chamar a atenção das pessoas, por
meio do esporte, para a questão da inclusão?
A.P.: Os Jogos Paralímpicos do Rio 2016 serão grandes catalisadores, em termos de
avanços para a inclusão social da pessoa com deficiência, sobretudo após a aprovação da Lei
Brasileira de Inclusão (LB), também chamada de Estatuto da Pessoa com Deficiência, no ano
[40] passado. Os Jogos Paralimpicos não são um fim, mas um passo adiante, ajudando a botar a
questão da inclusão na mídia e na agenda das autoridades.
A recente inauguração do Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro, fruto de uma
parceria com o governo paulista, pode ser um marco para uma mudança de mentalidade
[45] sobre essa questão no pais? Ou ainda são necessárias outras medidas, no sentido de se
fazer um trabalho de longo prazo com os atletas?
A.P.: Acredito que o CT veio para ser o eixo de desenvolvimento do esporte paralimpico no
Brasil. Já começamos a utilizá-lo com foco na preparação final para os Jogos do Rio. Ele tem
capacidade para abrigar 15 modalidades e, com certeza, será sede de várias competições
[50] importantes. Mas é preciso atentarmos para o fato de que a base do esporte está na escola. E a
inclusão do aluno com algum tipo de deficiência nas aulas de educação fisica é considerado um
grande avanço. Assim, aumenta-se a base de atletas e difunde-se a prática do esporte entre
pessoas com deficiência, principalmente em alto rendimento.
[55] Qual será o legado da Rio 2016 para os atletas paralimpicos? E qual a sua avaliação
desse legado?
A.P.: Penso que será o maior reconhecimento pela sociedade brasileira, que certamente
abraçará nossos atletas paralimpicos como representantes de um Brasil vencedor, que é o Brasil
Paralimpico. Isso mudará a percepção da população em relação às pessoas com deficiência em
[60] nosso Pais Além disso, teremos legados tangiveis, como o próprio Centro de Treinamento
Paralímpico Brasileiro e o aumento do financiamento ao esporte paralímpico. garantido pela
aprovação e sanção da Lei Brasileira da Inclusão. A soma de tais legados permitirá voos ainda mais
altos em Tóquio 2020 e no papel da pessoa com deficiência no Brasil.
[65] Como o desenvolvimento de novos materiais e tecnologias impacta o desempenho
dos atletas e dos Jogos Paralímpicos?
A.P.: O esporte paraliímpico está para as pessoas com deficiência como a Fórmula 1 está para o
mercado automotivo. Novas tecnologias em próteses e cadeiras de rodas, por exemplo, surgem
primeiro no esporte de alto rendimento para, depois, chegarem às pessoas com deficiência em seu
[70] dia a dia Tais novas tecnologias, em termos de materiais mais leves, resistentes e de melhor
performance, levam os atletas paralimpicos a um novo patamar de rendimento, muitas vezes,
mesmo em relação a atletas sem deficiência. Exemplo disso são as marcas do alemão amputado
Markus Rehm, que, em 2015, no salto em distância, fez a marca de 8,40 m. superior à obtida por
Greg Rutherford, quando conquistou a medalha de ouro olímpica em Londres 2012, com 831
[75] metros.
Sob sua gestão no Comitê Paralímpico Brasileiro, o país saltou do 9º lugar no quadro
geral das Paralímpiadas de Pequim 2008, com 16 medalhas de ouro, para o 7º nos Jogos de
Londres 2012, com 21 ouros. O que esperar dos nossos atletas paralímpicos no Rio 2016?
[80] A.P.: Temos intensificado a preparação nas 22 modalidades do programa dos Jogos
Paralímpicos, dando especial atenção aos principais atletas de cada uma delas. proporcionando-
lhes uma preparação sob medida para cada um deles com os projetos de alto rendimento. Neste .
sentido, 0 foco é a conquista de medalhas de ouro, que são determinantes para atingirmos o 5º
lugar no quadro de medalhas nos Jogos Paralimpicos do Rio de Janeiro, em 2016.
Fonte http //oglobo globo com/esportes/caminhos-para-o-futuro/0-esporte-pela-inclusao-na-visao-de-anditw-parsons: 19987 usb)
Texto adaptado
Acesso em 03/10/2016
"Nós só mudamos a realidade quando mudamos a percepção das pessoas" (linhas 32 a 33).
A frase do texto em destaque indica que:
Questão 12 10150571
CMJF 1° Ano - Prova de Português 2016TEXTO
O esporte pela inclusão na visão de Andrew Parsons
Para o presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), os Jogos Paralímpicos Rio 2016 serão catalisadores de avanços para a inclusão social da pessoa com deficiência

Andrew Parsons, Presidente do Comité Paralímpico Brasileiro (Foto: CPB)
O esporte é um dos maiores veiculos de mudança das perspectivas em relação às pessoas
com deficiência. “O esporte paralímpico tem impacto na diversidade, no respeito à diferença, afirma
o carioca Andrew Parsons. presidente do Comité Paralímpico Brasileiro (CPB) e vice-presidente do
Comitê Paralímpico Internacional (IPC). Para ele, “nós só mudamos a realidade quando mudamos a
[5] percepção das pessoas .
Nesse sentido, os Jogos Paralímpicos Rio 2016 serão grandes catalisadores, em termos de
avanços para a inclusão social da pessoa com deficiência, sobretudo após a aprovação da Lei
Brasileira de Inclusão (LB!) - também chamada de Estatuto da Pessoa com Deficiência - no ano
passado. “Os Jogos Paralímpicos não são um fim, mas um passo adiante, ajudando a botar a
[10] questão da inclusão na mídia e na agenda das autoridades, opina Parsons. Sob a gestão dele, o
Brasil saltou do 9° lugar no quadro geral das Paralímpiadas de Pequim 2008, com 16 medalhas de
ouro, para o 7° nos Jogos de Londres 2012, com 21 ouros. A meta é atingir o 5° lugar no quadro de
medalhas nos Jogos Paralímpicos Rio 2016.
Nesta entrevista, saiba mais sobre o pensamento de Andrew Parsons, que, no Sustainable
[15] Brands Rio 2016, vai participar da Plenária Impulsionando nosso Propósito Coletivo, no próximo dia
21.
Apesar do progresso verificado entre os atletas, em nível competitivo, o apoio oficial e
empresarial aos esportes paralímpicos ainda enfrenta muitas barreiras. Isso, de alguma
[20] forma, reflete uma realidade quanto à inclusão social dos portadores de deficiências nos
diferentes setores? E o que o esporte tem a ensinar sobre isso?
Andrew Parsons: Em tese, este é o maior desafio. Atualmente, contamos com o apoio do
Ministério do Esporte. que, por meio de convênios. nos dá condição de elaborarmos um calendário
de competições internacionais e treinamentos. Além de podermos contar com uma equipe
[25] multidisciplinar para orientação, desenvolvimento e avaliação dos nossos atletas em diversas
modalidades. O paratletismo conta com o patrocínio da Braskem e 13 modalidades têm o patrocinio
das Loterias da Caixa, nosso maior parceiro. Temos ainda o Time São Paulo, projeto em parceria
com a Secretaria de Direito à Pessoa com Deficiência do Estado de São Paulo, e o Time Rio, com a
Prefeitura da cidade do Rio de Janeiro. Não tenho duvida de que houve mudanças positivas em
[30] relação às questões das pessoas com deficiência, e de que o esporte tem grande parcela de
responsabilidade nisso. O esporte é um dos maiores veículos de mudança das perspectivas em
relação às pessoas com deficiência. Nós só mudamos a realidade quando mudamos a percepção
das pessoas. O esporte paralímpico tem impacto na diversidade, no respeito à diferença.
[35] A Olimpíada é, também, uma oportunidade para chamar a atenção das pessoas, por
meio do esporte, para a questão da inclusão?
A.P.: Os Jogos Paralímpicos do Rio 2016 serão grandes catalisadores, em termos de
avanços para a inclusão social da pessoa com deficiência, sobretudo após a aprovação da Lei
Brasileira de Inclusão (LB), também chamada de Estatuto da Pessoa com Deficiência, no ano
[40] passado. Os Jogos Paralimpicos não são um fim, mas um passo adiante, ajudando a botar a
questão da inclusão na mídia e na agenda das autoridades.
A recente inauguração do Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro, fruto de uma
parceria com o governo paulista, pode ser um marco para uma mudança de mentalidade
[45] sobre essa questão no pais? Ou ainda são necessárias outras medidas, no sentido de se
fazer um trabalho de longo prazo com os atletas?
A.P.: Acredito que o CT veio para ser o eixo de desenvolvimento do esporte paralimpico no
Brasil. Já começamos a utilizá-lo com foco na preparação final para os Jogos do Rio. Ele tem
capacidade para abrigar 15 modalidades e, com certeza, será sede de várias competições
[50] importantes. Mas é preciso atentarmos para o fato de que a base do esporte está na escola. E a
inclusão do aluno com algum tipo de deficiência nas aulas de educação fisica é considerado um
grande avanço. Assim, aumenta-se a base de atletas e difunde-se a prática do esporte entre
pessoas com deficiência, principalmente em alto rendimento.
[55] Qual será o legado da Rio 2016 para os atletas paralimpicos? E qual a sua avaliação
desse legado?
A.P.: Penso que será o maior reconhecimento pela sociedade brasileira, que certamente
abraçará nossos atletas paralimpicos como representantes de um Brasil vencedor, que é o Brasil
Paralimpico. Isso mudará a percepção da população em relação às pessoas com deficiência em
[60] nosso Pais Além disso, teremos legados tangiveis, como o próprio Centro de Treinamento
Paralímpico Brasileiro e o aumento do financiamento ao esporte paralímpico. garantido pela
aprovação e sanção da Lei Brasileira da Inclusão. A soma de tais legados permitirá voos ainda mais
altos em Tóquio 2020 e no papel da pessoa com deficiência no Brasil.
[65] Como o desenvolvimento de novos materiais e tecnologias impacta o desempenho
dos atletas e dos Jogos Paralímpicos?
A.P.: O esporte paraliímpico está para as pessoas com deficiência como a Fórmula 1 está para o
mercado automotivo. Novas tecnologias em próteses e cadeiras de rodas, por exemplo, surgem
primeiro no esporte de alto rendimento para, depois, chegarem às pessoas com deficiência em seu
[70] dia a dia Tais novas tecnologias, em termos de materiais mais leves, resistentes e de melhor
performance, levam os atletas paralimpicos a um novo patamar de rendimento, muitas vezes,
mesmo em relação a atletas sem deficiência. Exemplo disso são as marcas do alemão amputado
Markus Rehm, que, em 2015, no salto em distância, fez a marca de 8,40 m. superior à obtida por
Greg Rutherford, quando conquistou a medalha de ouro olímpica em Londres 2012, com 831
[75] metros.
Sob sua gestão no Comitê Paralímpico Brasileiro, o país saltou do 9º lugar no quadro
geral das Paralímpiadas de Pequim 2008, com 16 medalhas de ouro, para o 7º nos Jogos de
Londres 2012, com 21 ouros. O que esperar dos nossos atletas paralímpicos no Rio 2016?
[80] A.P.: Temos intensificado a preparação nas 22 modalidades do programa dos Jogos
Paralímpicos, dando especial atenção aos principais atletas de cada uma delas. proporcionando-
lhes uma preparação sob medida para cada um deles com os projetos de alto rendimento. Neste .
sentido, 0 foco é a conquista de medalhas de ouro, que são determinantes para atingirmos o 5º
lugar no quadro de medalhas nos Jogos Paralimpicos do Rio de Janeiro, em 2016.
Fonte http //oglobo globo com/esportes/caminhos-para-o-futuro/0-esporte-pela-inclusao-na-visao-de-anditw-parsons: 19987 usb)
Texto adaptado
Acesso em 03/10/2016
"Qual será o legado da Rio 2016 para os atletas paralimpicos?" (texto; linhas 55 a 56).
A resposta de Andrew Parsons a essa pergunta no texto:
Questão 11 10150523
CMJF 1° Ano - Prova de Português 2016TEXTO
Esporte paralímpico não é inclusão social, diz ex-BBB tetracampeão mundial

Fernando Fernandes, paratleta e ex-BBB, fala sobre Jogos Olimpicos e Paratimpicos 2016
Imagem. Marlon Falcão/
Divulgação Alexander Vestri
Do UOL. no Rio de Janero
Após perder a vaga na disputa da paracanoagem, Fernando Fernandes não deixou passar a
oportunidade de participar dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio-2016. Em vez do corpo, o
paratleta vai usar a voz: será comentarista da canoagem olímpica e apresentador das Paralímpiadas
na TV.
[5] "Quero transmitir o que significa o esporte, como ele pode transformar a sociedade. Estou aqui
pelo esporte”, afirma o ex-BBB durante festa na Parada Coca-Cola, no Porto Maravilha.
Em 2009, Fernando sofreu um acidente de carro e passou a se dedicar à paracanoagem
depois de ficar paraplégico. Agora o atleta busca defender a imagem do esporte paralímpico e,
principalmente, tirar a imagem de “coitadismo”. “As pessoas precisam entender que não é inclusão, e
[10] sim, exclusão social, porque estamos tirando os melhores atletas para representar o país Trata-se de
esporte de alto rendimento”, explica.
A critica também é direcionada aos próprios atletas. "E preciso que a gente se dê o respeito e
entenda que essa é nossa profissão, é como ganhamos dinheiro. Se os atletas entenderem o esporte
como inclusão social, uma forma de se beneficiar da sua condição, vamos perder credibilidade. E
[15] preciso respeitar a condição, mas sem enxergar isso como uma forma de conseguir obter vantagem”,
insiste Fernando, que diz conversar com os colegas nos bastidores para transmitir um pouco de seu
modo de pensar.
Apesar de o Brasil ser uma das potências mundiais em esportes paralímpicos, no pais ainda
prevalece a obscuridade sobre o tema. Para o tetracampeão mundial da paracanoagem, o que falta
[20] não é reconhecimento, mas conhecimento. "E preciso um trabalho de apresentação, mostrar como
funciona o esporte, como funciona a classificação funcional, para que as pessoas se aproximem
mais”, acredita.
http.//olimpiadas.uol.com br'noticias/redacao/2016/08/19/esporte-paralimpico-nao-e-inclusao-social-diz-ex-bbb= tetracampeao-mundial htm
Texto adaptado
Acesso em 24/09/2016
TEXTO
O esporte pela inclusão na visão de Andrew Parsons
Para o presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), os Jogos Paralímpicos Rio 2016 serão catalisadores de avanços para a inclusão social da pessoa com deficiência

Andrew Parsons, Presidente do Comité Paralímpico Brasileiro (Foto: CPB)
O esporte é um dos maiores veiculos de mudança das perspectivas em relação às pessoas
com deficiência. “O esporte paralímpico tem impacto na diversidade, no respeito à diferença, afirma
o carioca Andrew Parsons. presidente do Comité Paralímpico Brasileiro (CPB) e vice-presidente do
Comitê Paralímpico Internacional (IPC). Para ele, “nós só mudamos a realidade quando mudamos a
[5] percepção das pessoas .
Nesse sentido, os Jogos Paralímpicos Rio 2016 serão grandes catalisadores, em termos de
avanços para a inclusão social da pessoa com deficiência, sobretudo após a aprovação da Lei
Brasileira de Inclusão (LB!) - também chamada de Estatuto da Pessoa com Deficiência - no ano
passado. “Os Jogos Paralímpicos não são um fim, mas um passo adiante, ajudando a botar a
[10] questão da inclusão na mídia e na agenda das autoridades, opina Parsons. Sob a gestão dele, o
Brasil saltou do 9° lugar no quadro geral das Paralímpiadas de Pequim 2008, com 16 medalhas de
ouro, para o 7° nos Jogos de Londres 2012, com 21 ouros. A meta é atingir o 5° lugar no quadro de
medalhas nos Jogos Paralímpicos Rio 2016.
Nesta entrevista, saiba mais sobre o pensamento de Andrew Parsons, que, no Sustainable
[15] Brands Rio 2016, vai participar da Plenária Impulsionando nosso Propósito Coletivo, no próximo dia
21.
Apesar do progresso verificado entre os atletas, em nível competitivo, o apoio oficial e
empresarial aos esportes paralímpicos ainda enfrenta muitas barreiras. Isso, de alguma
[20] forma, reflete uma realidade quanto à inclusão social dos portadores de deficiências nos
diferentes setores? E o que o esporte tem a ensinar sobre isso?
Andrew Parsons: Em tese, este é o maior desafio. Atualmente, contamos com o apoio do
Ministério do Esporte. que, por meio de convênios. nos dá condição de elaborarmos um calendário
de competições internacionais e treinamentos. Além de podermos contar com uma equipe
[25] multidisciplinar para orientação, desenvolvimento e avaliação dos nossos atletas em diversas
modalidades. O paratletismo conta com o patrocínio da Braskem e 13 modalidades têm o patrocinio
das Loterias da Caixa, nosso maior parceiro. Temos ainda o Time São Paulo, projeto em parceria
com a Secretaria de Direito à Pessoa com Deficiência do Estado de São Paulo, e o Time Rio, com a
Prefeitura da cidade do Rio de Janeiro. Não tenho duvida de que houve mudanças positivas em
[30] relação às questões das pessoas com deficiência, e de que o esporte tem grande parcela de
responsabilidade nisso. O esporte é um dos maiores veículos de mudança das perspectivas em
relação às pessoas com deficiência. Nós só mudamos a realidade quando mudamos a percepção
das pessoas. O esporte paralímpico tem impacto na diversidade, no respeito à diferença.
[35] A Olimpíada é, também, uma oportunidade para chamar a atenção das pessoas, por
meio do esporte, para a questão da inclusão?
A.P.: Os Jogos Paralímpicos do Rio 2016 serão grandes catalisadores, em termos de
avanços para a inclusão social da pessoa com deficiência, sobretudo após a aprovação da Lei
Brasileira de Inclusão (LB), também chamada de Estatuto da Pessoa com Deficiência, no ano
[40] passado. Os Jogos Paralimpicos não são um fim, mas um passo adiante, ajudando a botar a
questão da inclusão na mídia e na agenda das autoridades.
A recente inauguração do Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro, fruto de uma
parceria com o governo paulista, pode ser um marco para uma mudança de mentalidade
[45] sobre essa questão no pais? Ou ainda são necessárias outras medidas, no sentido de se
fazer um trabalho de longo prazo com os atletas?
A.P.: Acredito que o CT veio para ser o eixo de desenvolvimento do esporte paralimpico no
Brasil. Já começamos a utilizá-lo com foco na preparação final para os Jogos do Rio. Ele tem
capacidade para abrigar 15 modalidades e, com certeza, será sede de várias competições
[50] importantes. Mas é preciso atentarmos para o fato de que a base do esporte está na escola. E a
inclusão do aluno com algum tipo de deficiência nas aulas de educação fisica é considerado um
grande avanço. Assim, aumenta-se a base de atletas e difunde-se a prática do esporte entre
pessoas com deficiência, principalmente em alto rendimento.
[55] Qual será o legado da Rio 2016 para os atletas paralimpicos? E qual a sua avaliação
desse legado?
A.P.: Penso que será o maior reconhecimento pela sociedade brasileira, que certamente
abraçará nossos atletas paralimpicos como representantes de um Brasil vencedor, que é o Brasil
Paralimpico. Isso mudará a percepção da população em relação às pessoas com deficiência em
[60] nosso Pais Além disso, teremos legados tangiveis, como o próprio Centro de Treinamento
Paralímpico Brasileiro e o aumento do financiamento ao esporte paralímpico. garantido pela
aprovação e sanção da Lei Brasileira da Inclusão. A soma de tais legados permitirá voos ainda mais
altos em Tóquio 2020 e no papel da pessoa com deficiência no Brasil.
[65] Como o desenvolvimento de novos materiais e tecnologias impacta o desempenho
dos atletas e dos Jogos Paralímpicos?
A.P.: O esporte paraliímpico está para as pessoas com deficiência como a Fórmula 1 está para o
mercado automotivo. Novas tecnologias em próteses e cadeiras de rodas, por exemplo, surgem
primeiro no esporte de alto rendimento para, depois, chegarem às pessoas com deficiência em seu
[70] dia a dia Tais novas tecnologias, em termos de materiais mais leves, resistentes e de melhor
performance, levam os atletas paralimpicos a um novo patamar de rendimento, muitas vezes,
mesmo em relação a atletas sem deficiência. Exemplo disso são as marcas do alemão amputado
Markus Rehm, que, em 2015, no salto em distância, fez a marca de 8,40 m. superior à obtida por
Greg Rutherford, quando conquistou a medalha de ouro olímpica em Londres 2012, com 831
[75] metros.
Sob sua gestão no Comitê Paralímpico Brasileiro, o país saltou do 9º lugar no quadro
geral das Paralímpiadas de Pequim 2008, com 16 medalhas de ouro, para o 7º nos Jogos de
Londres 2012, com 21 ouros. O que esperar dos nossos atletas paralímpicos no Rio 2016?
[80] A.P.: Temos intensificado a preparação nas 22 modalidades do programa dos Jogos
Paralímpicos, dando especial atenção aos principais atletas de cada uma delas. proporcionando-
lhes uma preparação sob medida para cada um deles com os projetos de alto rendimento. Neste .
sentido, 0 foco é a conquista de medalhas de ouro, que são determinantes para atingirmos o 5º
lugar no quadro de medalhas nos Jogos Paralimpicos do Rio de Janeiro, em 2016.
Fonte http //oglobo globo com/esportes/caminhos-para-o-futuro/0-esporte-pela-inclusao-na-visao-de-anditw-parsons: 19987 usb)
Texto adaptado
Acesso em 03/10/2016
Assinale a alternativa que corresponde às opiniões do presidente do Comité Paralimpico Brasileiro, Andrew Parsons, e a do atleta Fernando Fernandes sobre o processo de inclusão social associado as Paralimpiadas:
Questão 10 10150514
CMJF 1° Ano - Prova de Português 2016TEXTO
Esporte paralímpico não é inclusão social, diz ex-BBB tetracampeão mundial

Fernando Fernandes, paratleta e ex-BBB, fala sobre Jogos Olimpicos e Paratimpicos 2016
Imagem. Marlon Falcão/
Divulgação Alexander Vestri
Do UOL. no Rio de Janero
Após perder a vaga na disputa da paracanoagem, Fernando Fernandes não deixou passar a
oportunidade de participar dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio-2016. Em vez do corpo, o
paratleta vai usar a voz: será comentarista da canoagem olímpica e apresentador das Paralímpiadas
na TV.
[5] "Quero transmitir o que significa o esporte, como ele pode transformar a sociedade. Estou aqui
pelo esporte”, afirma o ex-BBB durante festa na Parada Coca-Cola, no Porto Maravilha.
Em 2009, Fernando sofreu um acidente de carro e passou a se dedicar à paracanoagem
depois de ficar paraplégico. Agora o atleta busca defender a imagem do esporte paralímpico e,
principalmente, tirar a imagem de “coitadismo”. “As pessoas precisam entender que não é inclusão, e
[10] sim, exclusão social, porque estamos tirando os melhores atletas para representar o país Trata-se de
esporte de alto rendimento”, explica.
A critica também é direcionada aos próprios atletas. "E preciso que a gente se dê o respeito e
entenda que essa é nossa profissão, é como ganhamos dinheiro. Se os atletas entenderem o esporte
como inclusão social, uma forma de se beneficiar da sua condição, vamos perder credibilidade. E
[15] preciso respeitar a condição, mas sem enxergar isso como uma forma de conseguir obter vantagem”,
insiste Fernando, que diz conversar com os colegas nos bastidores para transmitir um pouco de seu
modo de pensar.
Apesar de o Brasil ser uma das potências mundiais em esportes paralímpicos, no pais ainda
prevalece a obscuridade sobre o tema. Para o tetracampeão mundial da paracanoagem, o que falta
[20] não é reconhecimento, mas conhecimento. "E preciso um trabalho de apresentação, mostrar como
funciona o esporte, como funciona a classificação funcional, para que as pessoas se aproximem
mais”, acredita.
http.//olimpiadas.uol.com br'noticias/redacao/2016/08/19/esporte-paralimpico-nao-e-inclusao-social-diz-ex-bbb= tetracampeao-mundial htm
Texto adaptado
Acesso em 24/09/2016
No último parágrafo do texto. para indicar a relação entre o esporte paralimpico e o público, o texto relaciona as palavras “reconhecimento” e “conhecimento”.
Tal relação se dá com o objetivo de:
06
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