Questões de EFAF Educação Física - Cultura Corporal
167 Questões
Questão 17 10127297
CMRJ 1° Ano - Prova de Português 2012Já o boxe brasileiro trouxe novidades e boas surpresas. Ausentes do pódio olímpico desde 1968, os pugilistas garantiram medalhas – uma delas, de prata – para a delegação brasileira. Os irmãos Falcão foram o destaque, junto com a boxeadora Adriana Araújo, que conquistou o inédito bronze feminino na categoria até 60 kg.
“Meu pai é conhecido como Touro Moreno. Ele lutou judô em Vitória,
no Espírito Santo, por uns dez anos. Já era faixa preta antes de eu nascer. Foi
para o vale-tudo, ficou conhecido e depois entrou no boxe. Foi dele a ideia de
me dar o nome de Esquiva, porque naquela época o técnico não podia gritar
[5] “Direita, esquerda, esquiva!” para o lutador. Então ele pensou que, se me
chamasse pelo nome, eu já saberia que era para me esquivar. Não tinha como
fugir do destino.
Quando eu era mais novo, não ligava para o boxe, mas com 11 anos
comecei a me envolver, dar uma corridinha e praticar um pouco, por influência
[10] do meu pai. Ele não me obrigava, mas dizia que eu tinha talento, então
comecei a treinar no quintal de casa com ele. Com 13 anos fiz minha primeira
luta: ganhei, fiquei feliz. Era o incentivo de que eu precisava. Depois, vim para
São Paulo com meu irmão mais velho para treinar.
Aos 18 anos, disputei o Campeonato Brasileiro e peguei prata. Alguém
[15] da seleção brasileira me viu e me chamou para fazer parte da equipe. Então,
comecei a viajar. Eu era louco para 1r à Rússia por causa do frio, da neve, que
nunca tinha visto. Cuba também era um lugar que eu queria muito conhecer
pela sua história no boxe. Em 2011 o técnico me avisou do Mundial, que já era
classificatório para a Olimpíada. Deu tudo certo, ganhei o bronze e a vaga. Aí
[20] meu pai ficou feliz. Foi o meu momento de fama, e o dele também — deu um
monte de entrevistas e até hoje fala: “Esse aqui é meu filho, o terceiro melhor
do mundo!” Fico envergonhado, mas é uma felicidade. Eu cheguei mais longe
do que meu pai, mas o meu sucesso é o dele, e o dele é o meu.”
TAM nas nuvens. Ano 05, n° 54, junho/2012. p.98.
Esse texto apresenta características de depoimento ou relato de memórias.
De acordo com suas declarações, ao afirmar que “não tinha como fugir do destino” (linhas 6-7), o autor
Questão 8 10127261
CMRJ 1° Ano - Prova de Português 2012Luis Fernando Veríssimo comenta com humor os jogos olímpicos modernos. Raul Pompeia, escritor brasileiro do final do século XIX, também registrou a impressão produzida pela prática do esporte, introduzida nas escolas brasileiras a partir de 1851. No romance O Ateneu, de 1888, ele assim descreve uma apresentação de ginastas:
Capítulo 1
Diante das fileiras, Bataillard, o professor de ginástica, exultava,
envergando a altivez do seu sucesso na extremada elegância do talhe,
multiplicando por milagroso desdobramento o compêndio inteiro da capacidade
profissional, exibida em galeria por uma série infinita de atitudes.
[5] Ao peito tilintavam-lhe as agulhetas do comando, apensas de cordões
vermelhos em trança. Ele dava as ordens fortemente, com uma vibração
penetrante de corneta que dominava à distância, e sorria à docilidade mecânica
dos rapazes.
Acabadas as evoluções, apresentaram-se os exercícios. Músculos do
[10] braço, músculos do tronco, tendões dos jarretes, a teoria toda do corpore sano foi
praticada valentemente al, precisamente, com a simultaneidade exata das
extensas máquinas. Houve após o assalto aos aparelhos. Os aparelhos alinhavam-
se a uma banda do campo, a começar do palanque da regente. Não posso dar ideia
do deslumbramento que me ficou dessa parte. Uma desordem de contorções,
[15] deslocadas e atrevidas; uma vertigem de volteios à barra fixa, temeridades
acrobáticas ao trapézio, às perchas, às cordas, às escadas; pirâmides humanas
sobre as paralelas, deformando-se para os lados em curvas de braços e
ostentações vigorosas do tórax; formas de estatuária viva, trêmulas de esforço,
deixando adivinhar de longe o estalido dos ossos desarticulados; posturas de
[20] transfiguração sobre invisível apoio; aqui e ali uma cabecinha loura, cabelos em
desordem cacheados à testa, um rosto injetado pela inversão do corpo, lábios
entreabertos ofegando, olhos semicerrados para escapar à areia dos sapatos,
costas de suor, colando a blusa em pasta, gorros sem dono que caíam do alto e
juncavam a terra; movimento, entusiasmo por toda a parte e a soalheira, branca
[25] nos uniformes, queimando os últimos fogos da glória diurna sobre aquele triunfo
espetaculoso da saúde, da força, da mocidade.
O professor Bataillard, enrubescido de agitação, rouco de comandar,
chorava de prazer. Abraçava os rapazes indistintamente. Duas bandas militares
revezavam-se ativamente, comunicando a animação à massa dos espectadores. O
[30] coração pulava-me no peito com um alvoroço novo, que me arrastava para o meio
dos alunos, numa leva ardente de fraternidade. Eu batia palmas; gritos
escapavam-me, de que me arrependia quando alguém me olhava.
POMPÉIA, Raul. O Ateneu. 4 ed. São Paulo: Moderna, 2004. p. 23-24 (adaptado).
Glossário:
corpore sano: do latim, significa “corpo são”, isto é, saudável (da expressão mens sana in corpore sano: “mente sã, corpo são”).
“O coração pulava-me no peito com um alvoroço novo” é uma passagem do último parágrafo do fragmento lido.
Nela, o pronome pessoal corresponde, semântica e sintaticamente, ao pronome que está em:
Questão 6 10127258
CMRJ 1° Ano - Prova de Português 2012Luis Fernando Veríssimo comenta com humor os jogos olímpicos modernos. Raul Pompeia, escritor brasileiro do final do século XIX, também registrou a impressão produzida pela prática do esporte, introduzida nas escolas brasileiras a partir de 1851. No romance O Ateneu, de 1888, ele assim descreve uma apresentação de ginastas:
Capítulo 1
Diante das fileiras, Bataillard, o professor de ginástica, exultava,
envergando a altivez do seu sucesso na extremada elegância do talhe,
multiplicando por milagroso desdobramento o compêndio inteiro da capacidade
profissional, exibida em galeria por uma série infinita de atitudes.
[5] Ao peito tilintavam-lhe as agulhetas do comando, apensas de cordões
vermelhos em trança. Ele dava as ordens fortemente, com uma vibração
penetrante de corneta que dominava à distância, e sorria à docilidade mecânica
dos rapazes.
Acabadas as evoluções, apresentaram-se os exercícios. Músculos do
[10] braço, músculos do tronco, tendões dos jarretes, a teoria toda do corpore sano foi
praticada valentemente al, precisamente, com a simultaneidade exata das
extensas máquinas. Houve após o assalto aos aparelhos. Os aparelhos alinhavam-
se a uma banda do campo, a começar do palanque da regente. Não posso dar ideia
do deslumbramento que me ficou dessa parte. Uma desordem de contorções,
[15] deslocadas e atrevidas; uma vertigem de volteios à barra fixa, temeridades
acrobáticas ao trapézio, às perchas, às cordas, às escadas; pirâmides humanas
sobre as paralelas, deformando-se para os lados em curvas de braços e
ostentações vigorosas do tórax; formas de estatuária viva, trêmulas de esforço,
deixando adivinhar de longe o estalido dos ossos desarticulados; posturas de
[20] transfiguração sobre invisível apoio; aqui e ali uma cabecinha loura, cabelos em
desordem cacheados à testa, um rosto injetado pela inversão do corpo, lábios
entreabertos ofegando, olhos semicerrados para escapar à areia dos sapatos,
costas de suor, colando a blusa em pasta, gorros sem dono que caíam do alto e
juncavam a terra; movimento, entusiasmo por toda a parte e a soalheira, branca
[25] nos uniformes, queimando os últimos fogos da glória diurna sobre aquele triunfo
espetaculoso da saúde, da força, da mocidade.
O professor Bataillard, enrubescido de agitação, rouco de comandar,
chorava de prazer. Abraçava os rapazes indistintamente. Duas bandas militares
revezavam-se ativamente, comunicando a animação à massa dos espectadores. O
[30] coração pulava-me no peito com um alvoroço novo, que me arrastava para o meio
dos alunos, numa leva ardente de fraternidade. Eu batia palmas; gritos
escapavam-me, de que me arrependia quando alguém me olhava.
POMPÉIA, Raul. O Ateneu. 4 ed. São Paulo: Moderna, 2004. p. 23-24 (adaptado).
Glossário:
corpore sano: do latim, significa “corpo são”, isto é, saudável (da expressão mens sana in corpore sano: “mente sã, corpo são”).
A percepção do narrador diante da apresentação dos atletas indica que ele
Questão 5 10127224
CMRJ 1° Ano - Prova de Português 2012Luis Fernando Veríssimo comenta com humor os jogos olímpicos modernos. Raul Pompeia, escritor brasileiro do final do século XIX, também registrou a impressão produzida pela prática do esporte, introduzida nas escolas brasileiras a partir de 1851. No romance O Ateneu, de 1888, ele assim descreve uma apresentação de ginastas:
Capítulo 1
Diante das fileiras, Bataillard, o professor de ginástica, exultava,
envergando a altivez do seu sucesso na extremada elegância do talhe,
multiplicando por milagroso desdobramento o compêndio inteiro da capacidade
profissional, exibida em galeria por uma série infinita de atitudes.
[5] Ao peito tilintavam-lhe as agulhetas do comando, apensas de cordões
vermelhos em trança. Ele dava as ordens fortemente, com uma vibração
penetrante de corneta que dominava à distância, e sorria à docilidade mecânica
dos rapazes.
Acabadas as evoluções, apresentaram-se os exercícios. Músculos do
[10] braço, músculos do tronco, tendões dos jarretes, a teoria toda do corpore sano foi
praticada valentemente al, precisamente, com a simultaneidade exata das
extensas máquinas. Houve após o assalto aos aparelhos. Os aparelhos alinhavam-
se a uma banda do campo, a começar do palanque da regente. Não posso dar ideia
do deslumbramento que me ficou dessa parte. Uma desordem de contorções,
[15] deslocadas e atrevidas; uma vertigem de volteios à barra fixa, temeridades
acrobáticas ao trapézio, às perchas, às cordas, às escadas; pirâmides humanas
sobre as paralelas, deformando-se para os lados em curvas de braços e
ostentações vigorosas do tórax; formas de estatuária viva, trêmulas de esforço,
deixando adivinhar de longe o estalido dos ossos desarticulados; posturas de
[20] transfiguração sobre invisível apoio; aqui e ali uma cabecinha loura, cabelos em
desordem cacheados à testa, um rosto injetado pela inversão do corpo, lábios
entreabertos ofegando, olhos semicerrados para escapar à areia dos sapatos,
costas de suor, colando a blusa em pasta, gorros sem dono que caíam do alto e
juncavam a terra; movimento, entusiasmo por toda a parte e a soalheira, branca
[25] nos uniformes, queimando os últimos fogos da glória diurna sobre aquele triunfo
espetaculoso da saúde, da força, da mocidade.
O professor Bataillard, enrubescido de agitação, rouco de comandar,
chorava de prazer. Abraçava os rapazes indistintamente. Duas bandas militares
revezavam-se ativamente, comunicando a animação à massa dos espectadores. O
[30] coração pulava-me no peito com um alvoroço novo, que me arrastava para o meio
dos alunos, numa leva ardente de fraternidade. Eu batia palmas; gritos
escapavam-me, de que me arrependia quando alguém me olhava.
POMPÉIA, Raul. O Ateneu. 4 ed. São Paulo: Moderna, 2004. p. 23-24 (adaptado).
Glossário:
corpore sano: do latim, significa “corpo são”, isto é, saudável (da expressão mens sana in corpore sano: “mente sã, corpo são”).
“Docilidade mecânica dos rapazes” (linhas 7-8) e “simultaneidade exata das extensas máquinas” (linhas 11-12) são duas expressões que refletem uma concepção da atividade esportiva marcada por
Questão 4 10127220
CMRJ 1° Ano - Prova de Português 2012Oλµπαsα
O povo grego considerava os grandes Jogos Pan-Helênicos como os acontecimentos religiosos centrais da vida nacional. Os nomes dos vencedores eram inseridos em documentos oficiais e nestes se fundamentava a cronologia grega. Assim, cada Olimpíada se realizava (porque eram quatro os jogos nacionais) de quatro em quatro anos. Diga-se, de passagem, que as estátuas dos vencedores ornamentavam não apenas os locais da competição, mas ainda as praças públicas de suas respectivas cidades.
BRANDÃO, Junito de Souza. Mitologia grega.vol. III. Petrópolis: Vozes, 1987. p. 45-46 (adaptado). Esportes espontâneos
Esportes espontâneos
Não sei muita coisa a respeito de judô. Sempre me pareceu que uma luta
de judô consiste em um tentando desarrumar o pijama do outro. Mas uma coisa
me surpreendeu, vendo o judô das olimpíadas na T'V: como judoca é emotivo.
Têm-se visto manifestações de sensibilidade em outras modalidades, claro.
[5] Todo mundo se emociona na vitória ou na derrota, na hora das medalhas e na
hora dos hinos. Mas você imaginaria que judocas fossem pessoas duronas, que
soubessem conter suas emoções. O simples fato de o puxa-puxa das suas lutas
não desandar em brigas de rua, com pontapés e ofensas à mãe (pelo contrário,
nada mais civilizado do que as formalidades entre os lutadores antes e depois
[10] das lutas), seria uma prova de controle absoluto. Mas não, judocas choram
quando ganham e choram quando perdem. O que não deixa de ser muito
simpático.
Sempre achei que as olimpíadas se tornariam mais simpáticas se
incluíssem o que se poderia chamar de esportes espontâneos. Por exemplo:
[15] queda de braço e bolinha de gude. A incorporação destas modalidades populares
favoreceria países sem tradição olímpica, que nunca competem nos esportes
nobres, mas poderiam muito bem mandar uma delegação vencedora de
Jogadores de pauzinho (também conhecido como, desculpe, porrinha).
Qualquer frequentador de bar brasileiro conhece o jogo de pega-bolacha,
[20] que consiste em empilhar bolachas de chope na borda da mesa, mandá-las para
o alto com um golpe e tentar agarrá-las no ar. Duvido que o Brasil encontrasse
adversário à sua altura numa competição de pega-bolacha.
Há esportes espontâneos com uma longa história que quem praticou em
criança nunca esquece, como bater figurinha. Com alguns meses de treinamento,
[25] qualquer adulto pode recuperar sua habilidade em bater figurinha e 1r para os
Jogos.
Outras modalidades: embaixada com laranja ou qualquer outra coisa
esférica; tiro ao alvo com bodoque; arremesso de invólucro de canudo soprando
o canudo; par ou ímpar. Etc., etc.
[30] E não vamos nem falar nos vários jogos de cartas, como o truco, nos
quais nossas chances de ganhar o ouro seriam grandes. Talvez houvesse alguma
dificuldade em acordar a delegação do pôquer para o desfile inaugural, e imbuir
todo o mundo do espírito olímpico, mas fora Isso...
VERÍSSIMO, Luis Fernando. O Globo, Rio de Janeiro, 05/08/2012. 1º Caderno. p. 19 (adaptado).
“Sempre achei que as olimpíadas se tornariam mais simpáticas se incluíssem o que se poderia chamar de esportes espontâneos.” (linhas 13-14) Nesse período, o termo destacado constitui-se em um elemento de coesão morfologicamente equivalente ao que ocorre em
Questão 3 10127217
CMRJ 1° Ano - Prova de Português 2012Oλµπαsα
O povo grego considerava os grandes Jogos Pan-Helênicos como os acontecimentos religiosos centrais da vida nacional. Os nomes dos vencedores eram inseridos em documentos oficiais e nestes se fundamentava a cronologia grega. Assim, cada Olimpíada se realizava (porque eram quatro os jogos nacionais) de quatro em quatro anos. Diga-se, de passagem, que as estátuas dos vencedores ornamentavam não apenas os locais da competição, mas ainda as praças públicas de suas respectivas cidades.
BRANDÃO, Junito de Souza. Mitologia grega.vol. III. Petrópolis: Vozes, 1987. p. 45-46 (adaptado). Esportes espontâneos
Esportes espontâneos
Não sei muita coisa a respeito de judô. Sempre me pareceu que uma luta
de judô consiste em um tentando desarrumar o pijama do outro. Mas uma coisa
me surpreendeu, vendo o judô das olimpíadas na T'V: como judoca é emotivo.
Têm-se visto manifestações de sensibilidade em outras modalidades, claro.
[5] Todo mundo se emociona na vitória ou na derrota, na hora das medalhas e na
hora dos hinos. Mas você imaginaria que judocas fossem pessoas duronas, que
soubessem conter suas emoções. O simples fato de o puxa-puxa das suas lutas
não desandar em brigas de rua, com pontapés e ofensas à mãe (pelo contrário,
nada mais civilizado do que as formalidades entre os lutadores antes e depois
[10] das lutas), seria uma prova de controle absoluto. Mas não, judocas choram
quando ganham e choram quando perdem. O que não deixa de ser muito
simpático.
Sempre achei que as olimpíadas se tornariam mais simpáticas se
incluíssem o que se poderia chamar de esportes espontâneos. Por exemplo:
[15] queda de braço e bolinha de gude. A incorporação destas modalidades populares
favoreceria países sem tradição olímpica, que nunca competem nos esportes
nobres, mas poderiam muito bem mandar uma delegação vencedora de
Jogadores de pauzinho (também conhecido como, desculpe, porrinha).
Qualquer frequentador de bar brasileiro conhece o jogo de pega-bolacha,
[20] que consiste em empilhar bolachas de chope na borda da mesa, mandá-las para
o alto com um golpe e tentar agarrá-las no ar. Duvido que o Brasil encontrasse
adversário à sua altura numa competição de pega-bolacha.
Há esportes espontâneos com uma longa história que quem praticou em
criança nunca esquece, como bater figurinha. Com alguns meses de treinamento,
[25] qualquer adulto pode recuperar sua habilidade em bater figurinha e 1r para os
Jogos.
Outras modalidades: embaixada com laranja ou qualquer outra coisa
esférica; tiro ao alvo com bodoque; arremesso de invólucro de canudo soprando
o canudo; par ou ímpar. Etc., etc.
[30] E não vamos nem falar nos vários jogos de cartas, como o truco, nos
quais nossas chances de ganhar o ouro seriam grandes. Talvez houvesse alguma
dificuldade em acordar a delegação do pôquer para o desfile inaugural, e imbuir
todo o mundo do espírito olímpico, mas fora Isso...
VERÍSSIMO, Luis Fernando. O Globo, Rio de Janeiro, 05/08/2012. 1º Caderno. p. 19 (adaptado).
No período “Com alguns meses de treinamento, qualquer adulto pode recuperar sua habilidade em bater figurinha” (linhas 24-25), a passagem destacada corresponde à noção adverbial de
06
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