Questões de EFAF Educação Física - Cultura Corporal
167 Questões
Questão 1 10727124
CMC 6º Ano - Matemática 2013Em 5 partidas de voleibol, Luisa fez 12, 15, 11, 18 e 14 pontos.
Qual foi a média de pontos que Luisa obteve nessas partidas?
Questão 39 10682493
SENAI 1º Ano - CGE 2070 2013/2Os 100 metros com barreiras é uma modalidade de atletismo disputada nas Olimpíadas por mulheres. Cada barreira é um obstáculo que deve ser saltado pela atleta, compondo um total de 10 barreiras. A primeira é colocada 13 metros depois da linha de partida. Todas são distribuídas a uma mesma distância umas das outras e a última barreira é disposta a 10,5 metros da linha de chegada.
A distância entre uma barreira e outra é igual a
Questão 30 10610646
CMJF 6° Ano - Prova de Matemática 2013TEXTO II

Jogadora Marta conta como foi difícil entrar para o futebol; leia a entrevista.
Marta Vieira da Silva, 27. É mais conhecida pelo primeiro nome e pelos apelidos “Pelé de saias” ou
“Rainha do Futebol”. Eleita por cinco anos seguidos como a melhor jogadora de futebol do mundo
pela FIFA, entre 2006 e 2011, Marta também já conquistou medalha de ouro nos Jogos Pan
Americanos de 2003 a 2007, com a seleção brasileira de Futebol.
[5] Em entrevista por e-mail à "Folhinha", a atleta falou sobre as dificuldades enfrentadas pelas meninas
que decidem jogar futebol, a diferença do tratamento das atletas no Brasil e nos outros países e
lembrou de sua infância na cidade de Dois Riachos, Alagoas, quando jogava bola com os primos e
amigos na rua. Leia abaixo:
“Folhinha" - Quando e como você começou a se interessar por futebol? Como decidiu jogar
[10] profissionalmente?
Marta- Comecei a me interessar por futebol com uns sete a oito anos, brincando. Tenho uma família
muito grande e todos os meus primos e amigos de infância jogavam bola na rua. Quando eu percebi
que levava jeito, decidi que o futebol seria a minha profissão.
Você sofreu preconceito de familiares ou amigos pela sua escolha profissional?
[15] Sim, muito. Sou de Dois Riachos, uma cidade muito pequena do interior de Alagoas. As pessoas na
época não viam com bons olhos uma menina jogando bola no meio de um monte de garotos, e a
minha família pensava da mesma forma.
Quais são as dificuldades que uma menina enfrenta quando decide ser jogadora de futebol?
Ainda acho que é o preconceito, que hoje é menor, mas ainda existe, e a falta de opção de
[20] escolinhas de futebol.
Você nota alguma diferença no tratamento dado às mulheres que jogam futebol nos Estados
Unidos e nos países da Europa, por exemplo, em relação ao tratamento dado a elas no
Brasil?
Na Europa e nos Estados Unidos, onde joguei e ainda jogo, a diferença no tratamento das atletas é
[25] muito grande, a começar pela forma de encarar O futebol feminino como uma modalidade
profissional. No Brasil, essa modalidade ainda é vista como amadora. Na Europa, muitas atletas
vivem do futebol e são seguidas por milhares de fãs mirins e adultos. Os campeonatos nacionais e
internacionais já existem há bastante tempo. A Liga Sueca Feminina, por exemplo, existe desde
1988. As brasileiras continuam lutando pela criação de uma liga feminina.
[30] Na sua opinião, qual o maior obstáculo para o ingresso das meninas nos times de futebol: a
cultura do esporte como uma atividade masculina ou a falta de apoio para as aspirantes a
jogadoras?
Uma coisa leva a outra. Acho que o preconceito que ainda existe, por menor que seja, e o fato de
muitos ainda pensarem que é um esporte voltado ao mundo masculino, faz com que a dificuldade
[35] cresça de uma forma geral, com falta de apoio, patrocínios e interesse no futebol feminino.
Não são raros os casos de meninos que são contratados ainda adolescentes para jogar em
grandes clubes da Europa. Isso acontece também com as jogadoras? Existe um interesse
dos clubes estrangeiros pelas jovens atletas brasileiras?
Acho que interesse por parte dos clubes femininos existe sim, mas é muito complicado, pois os
[40] custos são altos e o nível financeiro de uma equipe feminina não é o mesmo de uma equipe
masculina. Portanto, é muito difícil fazer esse tipo de investimento no futebol feminino logo cedo.
(http:/Avww.folha.uol.com.br/folhinha/2013/06/1302974-jogadora-marta-conta-como-foi-dificil-entrar-para-o-futebol-leia-entrevista.shtml - Acesso em 23/09/201 3)
TEXTO III
É uma partida de Futebol (letra e música de Samuel Rosa e Nando Reis
Bola na trave não altera o placar
Bola na área sem ninguém pra cabecear
Bola na rede pra fazer o gol
Quem não sonhou em ser um Jogador de futebol?
[5] A bandeira no estádio é um estandarte
A flâmula pendurada na parede do quarto
O distintivo na camisa do uniforme
Que coisa linda é uma partida de futebol
Posso morrer pelo meu time
[10] Se ele perder, que dor, imenso crime,
Posso chorar se ele não ganhar
Mas se ele ganha, não adianta
Não há garganta que não pare de berrar
A chuteira veste o pé descalço
[15] O tapete da realeza é verde
Olhando para bola eu vejo o sol
Está rolando agora, é uma partida de futebol.
O meio-campo é lugar dos craques
Que vão levando o time todo pro ataque
[20] O centroavante, o mais importante
Que emocionante, é uma partida de futebol.
O goleiro é um homem de elástico
Os dois zagueiros têm a chave do cadeado
Os laterais fecham a defesa
[25] Mas que beleza é uma partida de futebol
Bola na trave não altera o placar
Bola na área sem ninguém pra cabecear
Bola na rede pra fazer o gol
Quem não sonhou em ser um Jogador de futebol?
(www.vagalume.com.br/skank/e-uma-partida-de-futebol.htm| - Acesso em 23/09/2013)
A entrevista da jogadora Marta, nos esclarece que o futebol também é um esporte feminino, já a música, texto, limita essa prática ao universo masculino.
Dentre as alternativas abaixo, o verso que comprova essa afirmativa sobre o texto é:
Questão 28 10610610
CMJF 6° Ano - Prova de Matemática 2013TEXTO

Jogadora Marta conta como foi difícil entrar para o futebol; leia a entrevista.
Marta Vieira da Silva, 27. É mais conhecida pelo primeiro nome e pelos apelidos “Pelé de saias” ou
“Rainha do Futebol”. Eleita por cinco anos seguidos como a melhor jogadora de futebol do mundo
pela FIFA, entre 2006 e 2011, Marta também já conquistou medalha de ouro nos Jogos Pan
Americanos de 2003 a 2007, com a seleção brasileira de Futebol.
[5] Em entrevista por e-mail à "Folhinha", a atleta falou sobre as dificuldades enfrentadas pelas meninas
que decidem jogar futebol, a diferença do tratamento das atletas no Brasil e nos outros países e
lembrou de sua infância na cidade de Dois Riachos, Alagoas, quando jogava bola com os primos e
amigos na rua. Leia abaixo:
“Folhinha" - Quando e como você começou a se interessar por futebol? Como decidiu jogar
[10] profissionalmente?
Marta- Comecei a me interessar por futebol com uns sete a oito anos, brincando. Tenho uma família
muito grande e todos os meus primos e amigos de infância jogavam bola na rua. Quando eu percebi
que levava jeito, decidi que o futebol seria a minha profissão.
Você sofreu preconceito de familiares ou amigos pela sua escolha profissional?
[15] Sim, muito. Sou de Dois Riachos, uma cidade muito pequena do interior de Alagoas. As pessoas na
época não viam com bons olhos uma menina jogando bola no meio de um monte de garotos, e a
minha família pensava da mesma forma.
Quais são as dificuldades que uma menina enfrenta quando decide ser jogadora de futebol?
Ainda acho que é o preconceito, que hoje é menor, mas ainda existe, e a falta de opção de
[20] escolinhas de futebol.
Você nota alguma diferença no tratamento dado às mulheres que jogam futebol nos Estados
Unidos e nos países da Europa, por exemplo, em relação ao tratamento dado a elas no
Brasil?
Na Europa e nos Estados Unidos, onde joguei e ainda jogo, a diferença no tratamento das atletas é
[25] muito grande, a começar pela forma de encarar O futebol feminino como uma modalidade
profissional. No Brasil, essa modalidade ainda é vista como amadora. Na Europa, muitas atletas
vivem do futebol e são seguidas por milhares de fãs mirins e adultos. Os campeonatos nacionais e
internacionais já existem há bastante tempo. A Liga Sueca Feminina, por exemplo, existe desde
1988. As brasileiras continuam lutando pela criação de uma liga feminina.
[30] Na sua opinião, qual o maior obstáculo para o ingresso das meninas nos times de futebol: a
cultura do esporte como uma atividade masculina ou a falta de apoio para as aspirantes a
jogadoras?
Uma coisa leva a outra. Acho que o preconceito que ainda existe, por menor que seja, e o fato de
muitos ainda pensarem que é um esporte voltado ao mundo masculino, faz com que a dificuldade
[35] cresça de uma forma geral, com falta de apoio, patrocínios e interesse no futebol feminino.
Não são raros os casos de meninos que são contratados ainda adolescentes para jogar em
grandes clubes da Europa. Isso acontece também com as jogadoras? Existe um interesse
dos clubes estrangeiros pelas jovens atletas brasileiras?
Acho que interesse por parte dos clubes femininos existe sim, mas é muito complicado, pois os
[40] custos são altos e o nível financeiro de uma equipe feminina não é o mesmo de uma equipe
masculina. Portanto, é muito difícil fazer esse tipo de investimento no futebol feminino logo cedo.
(http:/Avww.folha.uol.com.br/folhinha/2013/06/1302974-jogadora-marta-conta-como-foi-dificil-entrar-para-o-futebol-leia-entrevista.shtml - Acesso em 23/09/201 3)
De acordo com a jogadora Marta, no texto, são obstáculos enfrentados por uma menina que resolve jogar futebol:
Questão 27 10610592
CMJF 6° Ano - Prova de Matemática 2013TEXTO

Jogadora Marta conta como foi difícil entrar para o futebol; leia a entrevista.
Marta Vieira da Silva, 27. É mais conhecida pelo primeiro nome e pelos apelidos “Pelé de saias” ou
“Rainha do Futebol”. Eleita por cinco anos seguidos como a melhor jogadora de futebol do mundo
pela FIFA, entre 2006 e 2011, Marta também já conquistou medalha de ouro nos Jogos Pan
Americanos de 2003 a 2007, com a seleção brasileira de Futebol.
[5] Em entrevista por e-mail à "Folhinha", a atleta falou sobre as dificuldades enfrentadas pelas meninas
que decidem jogar futebol, a diferença do tratamento das atletas no Brasil e nos outros países e
lembrou de sua infância na cidade de Dois Riachos, Alagoas, quando jogava bola com os primos e
amigos na rua. Leia abaixo:
“Folhinha" - Quando e como você começou a se interessar por futebol? Como decidiu jogar
[10] profissionalmente?
Marta- Comecei a me interessar por futebol com uns sete a oito anos, brincando. Tenho uma família
muito grande e todos os meus primos e amigos de infância jogavam bola na rua. Quando eu percebi
que levava jeito, decidi que o futebol seria a minha profissão.
Você sofreu preconceito de familiares ou amigos pela sua escolha profissional?
[15] Sim, muito. Sou de Dois Riachos, uma cidade muito pequena do interior de Alagoas. As pessoas na
época não viam com bons olhos uma menina jogando bola no meio de um monte de garotos, e a
minha família pensava da mesma forma.
Quais são as dificuldades que uma menina enfrenta quando decide ser jogadora de futebol?
Ainda acho que é o preconceito, que hoje é menor, mas ainda existe, e a falta de opção de
[20] escolinhas de futebol.
Você nota alguma diferença no tratamento dado às mulheres que jogam futebol nos Estados
Unidos e nos países da Europa, por exemplo, em relação ao tratamento dado a elas no
Brasil?
Na Europa e nos Estados Unidos, onde joguei e ainda jogo, a diferença no tratamento das atletas é
[25] muito grande, a começar pela forma de encarar O futebol feminino como uma modalidade
profissional. No Brasil, essa modalidade ainda é vista como amadora. Na Europa, muitas atletas
vivem do futebol e são seguidas por milhares de fãs mirins e adultos. Os campeonatos nacionais e
internacionais já existem há bastante tempo. A Liga Sueca Feminina, por exemplo, existe desde
1988. As brasileiras continuam lutando pela criação de uma liga feminina.
[30] Na sua opinião, qual o maior obstáculo para o ingresso das meninas nos times de futebol: a
cultura do esporte como uma atividade masculina ou a falta de apoio para as aspirantes a
jogadoras?
Uma coisa leva a outra. Acho que o preconceito que ainda existe, por menor que seja, e o fato de
muitos ainda pensarem que é um esporte voltado ao mundo masculino, faz com que a dificuldade
[35] cresça de uma forma geral, com falta de apoio, patrocínios e interesse no futebol feminino.
Não são raros os casos de meninos que são contratados ainda adolescentes para jogar em
grandes clubes da Europa. Isso acontece também com as jogadoras? Existe um interesse
dos clubes estrangeiros pelas jovens atletas brasileiras?
Acho que interesse por parte dos clubes femininos existe sim, mas é muito complicado, pois os
[40] custos são altos e o nível financeiro de uma equipe feminina não é o mesmo de uma equipe
masculina. Portanto, é muito difícil fazer esse tipo de investimento no futebol feminino logo cedo.
(http:/Avww.folha.uol.com.br/folhinha/2013/06/1302974-jogadora-marta-conta-como-foi-dificil-entrar-para-o-futebol-leia-entrevista.shtml - Acesso em 23/09/201 3)
Leia a seguinte passagem do texto: “As pessoas na época não viam com bons olhos uma menina Jogando bola no meio de um monte de garotos, e a minha família pensava da mesma forma.” (linhas 15, 16 e 17).
Na intenção de preservar o mesmo sentido, o trecho sublinhado pode ser substituído por:
Questão 26 10610553
CMJF 6° Ano - Prova de Matemática 2013TEXTO

Jogadora Marta conta como foi difícil entrar para o futebol; leia a entrevista.
Marta Vieira da Silva, 27. É mais conhecida pelo primeiro nome e pelos apelidos “Pelé de saias” ou
“Rainha do Futebol”. Eleita por cinco anos seguidos como a melhor jogadora de futebol do mundo
pela FIFA, entre 2006 e 2011, Marta também já conquistou medalha de ouro nos Jogos Pan
Americanos de 2003 a 2007, com a seleção brasileira de Futebol.
[5] Em entrevista por e-mail à "Folhinha", a atleta falou sobre as dificuldades enfrentadas pelas meninas
que decidem jogar futebol, a diferença do tratamento das atletas no Brasil e nos outros países e
lembrou de sua infância na cidade de Dois Riachos, Alagoas, quando jogava bola com os primos e
amigos na rua. Leia abaixo:
“Folhinha" - Quando e como você começou a se interessar por futebol? Como decidiu jogar
[10] profissionalmente?
Marta- Comecei a me interessar por futebol com uns sete a oito anos, brincando. Tenho uma família
muito grande e todos os meus primos e amigos de infância jogavam bola na rua. Quando eu percebi
que levava jeito, decidi que o futebol seria a minha profissão.
Você sofreu preconceito de familiares ou amigos pela sua escolha profissional?
[15] Sim, muito. Sou de Dois Riachos, uma cidade muito pequena do interior de Alagoas. As pessoas na
época não viam com bons olhos uma menina jogando bola no meio de um monte de garotos, e a
minha família pensava da mesma forma.
Quais são as dificuldades que uma menina enfrenta quando decide ser jogadora de futebol?
Ainda acho que é o preconceito, que hoje é menor, mas ainda existe, e a falta de opção de
[20] escolinhas de futebol.
Você nota alguma diferença no tratamento dado às mulheres que jogam futebol nos Estados
Unidos e nos países da Europa, por exemplo, em relação ao tratamento dado a elas no
Brasil?
Na Europa e nos Estados Unidos, onde joguei e ainda jogo, a diferença no tratamento das atletas é
[25] muito grande, a começar pela forma de encarar O futebol feminino como uma modalidade
profissional. No Brasil, essa modalidade ainda é vista como amadora. Na Europa, muitas atletas
vivem do futebol e são seguidas por milhares de fãs mirins e adultos. Os campeonatos nacionais e
internacionais já existem há bastante tempo. A Liga Sueca Feminina, por exemplo, existe desde
1988. As brasileiras continuam lutando pela criação de uma liga feminina.
[30] Na sua opinião, qual o maior obstáculo para o ingresso das meninas nos times de futebol: a
cultura do esporte como uma atividade masculina ou a falta de apoio para as aspirantes a
jogadoras?
Uma coisa leva a outra. Acho que o preconceito que ainda existe, por menor que seja, e o fato de
muitos ainda pensarem que é um esporte voltado ao mundo masculino, faz com que a dificuldade
[35] cresça de uma forma geral, com falta de apoio, patrocínios e interesse no futebol feminino.
Não são raros os casos de meninos que são contratados ainda adolescentes para jogar em
grandes clubes da Europa. Isso acontece também com as jogadoras? Existe um interesse
dos clubes estrangeiros pelas jovens atletas brasileiras?
Acho que interesse por parte dos clubes femininos existe sim, mas é muito complicado, pois os
[40] custos são altos e o nível financeiro de uma equipe feminina não é o mesmo de uma equipe
masculina. Portanto, é muito difícil fazer esse tipo de investimento no futebol feminino logo cedo.
(http:/Avww.folha.uol.com.br/folhinha/2013/06/1302974-jogadora-marta-conta-como-foi-dificil-entrar-para-o-futebol-leia-entrevista.shtml - Acesso em 23/09/201 3)
No texto, o vocábulo que, no trecho "Em entrevista por e-mail à “Folhinha", a atleta falou sobre as dificuldades enfrentadas pelas meninas que decidem jogar futebol...” (linhas 5 e 6), refere-se à palavra:
06
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