Questões de EFAF Educação Física - Lazer e Sociedade
184 Questões
Questão 14 10727184
CMC 6º Ano - Português 2013O texto a seguir serve de base para o item.
TEXTO:
A bola
O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua
primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de
plástico. Mas era uma bola.
O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse "Legal!". Ou o que os garotos dizem hoje em
[05] dia quando não gostam do presente ou não querem magoar o velho.
Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.
– Como é que liga? - perguntou.
– Como, como é que liga? Não se liga.
O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
[10] – Não tem manual de instrução?
O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos são
decididamente outros.
– Não precisa manual de instrução.
– O que é que ela faz?
[15] – Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.
– O quê?
– Controla, chuta...
– Ah, então é uma bola.
– Claro que é uma bola.
[20] – Uma bola, bola. Uma bola mesmo.
– Você pensou que fosse o quê?
– Nada, não.
O garoto agradeceu, disse "Legal" de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê,
com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado Monster Ball, em
[25] que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip eletrônico na tela ao
mesmo tempo em que tentavam se destruir mutuamente. O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação
e raciocínio rápido. Estava ganhando da máquina. O pai pegou a bola nova e ensaiou algumas
embaixadas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.
– Filho, olha.
[30] O garoto disse "Legal", mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as mãos e a
cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro de couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual
de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se interessar.
(Luís Fernando Veríssimo – Comédias para ler na escola. Rio de Janeiro, Objetiva, 2001. P. 41.)
Em “Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai.” (linhas 01e 02), a palavra sublinhada pode ser substituída, sem alteração da ideia expressa pelo tempo verbal, por:
Questão 12 10727182
CMC 6º Ano - Português 2013O texto a seguir serve de base para o item.
TEXTO:
A bola
O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua
primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de
plástico. Mas era uma bola.
O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse "Legal!". Ou o que os garotos dizem hoje em
[05] dia quando não gostam do presente ou não querem magoar o velho.
Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.
– Como é que liga? - perguntou.
– Como, como é que liga? Não se liga.
O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
[10] – Não tem manual de instrução?
O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos são
decididamente outros.
– Não precisa manual de instrução.
– O que é que ela faz?
[15] – Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.
– O quê?
– Controla, chuta...
– Ah, então é uma bola.
– Claro que é uma bola.
[20] – Uma bola, bola. Uma bola mesmo.
– Você pensou que fosse o quê?
– Nada, não.
O garoto agradeceu, disse "Legal" de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê,
com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado Monster Ball, em
[25] que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip eletrônico na tela ao
mesmo tempo em que tentavam se destruir mutuamente. O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação
e raciocínio rápido. Estava ganhando da máquina. O pai pegou a bola nova e ensaiou algumas
embaixadas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.
– Filho, olha.
[30] O garoto disse "Legal", mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as mãos e a
cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro de couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual
de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se interessar.
(Luís Fernando Veríssimo – Comédias para ler na escola. Rio de Janeiro, Objetiva, 2001. P. 41.)
“O garoto era bom no jogo.” (linha 26).
Assinale a alternativa em que o vocábulo “bom” está empregado no mesmo sentido que no da frase acima.
Questão 11 10727180
CMC 6º Ano - Português 2013O texto a seguir serve de base para o item.
TEXTO:
A bola
O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua
primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de
plástico. Mas era uma bola.
O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse "Legal!". Ou o que os garotos dizem hoje em
[05] dia quando não gostam do presente ou não querem magoar o velho.
Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.
– Como é que liga? - perguntou.
– Como, como é que liga? Não se liga.
O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
[10] – Não tem manual de instrução?
O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos são
decididamente outros.
– Não precisa manual de instrução.
– O que é que ela faz?
[15] – Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.
– O quê?
– Controla, chuta...
– Ah, então é uma bola.
– Claro que é uma bola.
[20] – Uma bola, bola. Uma bola mesmo.
– Você pensou que fosse o quê?
– Nada, não.
O garoto agradeceu, disse "Legal" de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê,
com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado Monster Ball, em
[25] que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip eletrônico na tela ao
mesmo tempo em que tentavam se destruir mutuamente. O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação
e raciocínio rápido. Estava ganhando da máquina. O pai pegou a bola nova e ensaiou algumas
embaixadas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.
– Filho, olha.
[30] O garoto disse "Legal", mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as mãos e a
cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro de couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual
de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se interessar.
(Luís Fernando Veríssimo – Comédias para ler na escola. Rio de Janeiro, Objetiva, 2001. P. 41.)
O pai pensa que “(...) os tempos são decididamente outros.” (linhas 11 e 12) porque o filho:
Questão 10 10727178
CMC 6º Ano - Português 2013O texto a seguir serve de base para o item.
TEXTO:
A bola
O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua
primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de
plástico. Mas era uma bola.
O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse "Legal!". Ou o que os garotos dizem hoje em
[05] dia quando não gostam do presente ou não querem magoar o velho.
Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.
– Como é que liga? - perguntou.
– Como, como é que liga? Não se liga.
O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
[10] – Não tem manual de instrução?
O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos são
decididamente outros.
– Não precisa manual de instrução.
– O que é que ela faz?
[15] – Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.
– O quê?
– Controla, chuta...
– Ah, então é uma bola.
– Claro que é uma bola.
[20] – Uma bola, bola. Uma bola mesmo.
– Você pensou que fosse o quê?
– Nada, não.
O garoto agradeceu, disse "Legal" de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê,
com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado Monster Ball, em
[25] que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip eletrônico na tela ao
mesmo tempo em que tentavam se destruir mutuamente. O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação
e raciocínio rápido. Estava ganhando da máquina. O pai pegou a bola nova e ensaiou algumas
embaixadas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.
– Filho, olha.
[30] O garoto disse "Legal", mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as mãos e a
cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro de couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual
de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se interessar.
(Luís Fernando Veríssimo – Comédias para ler na escola. Rio de Janeiro, Objetiva, 2001. P. 41.)
O fato de o filho empregar o termo “legal” ao se referir à bola, indica que o menino:
Questão 9 10727174
CMC 6º Ano - Português 2013O texto a seguir serve de base para o item.
TEXTO:
A bola
O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua
primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de
plástico. Mas era uma bola.
O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse "Legal!". Ou o que os garotos dizem hoje em
[05] dia quando não gostam do presente ou não querem magoar o velho.
Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.
– Como é que liga? - perguntou.
– Como, como é que liga? Não se liga.
O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
[10] – Não tem manual de instrução?
O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos são
decididamente outros.
– Não precisa manual de instrução.
– O que é que ela faz?
[15] – Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.
– O quê?
– Controla, chuta...
– Ah, então é uma bola.
– Claro que é uma bola.
[20] – Uma bola, bola. Uma bola mesmo.
– Você pensou que fosse o quê?
– Nada, não.
O garoto agradeceu, disse "Legal" de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê,
com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado Monster Ball, em
[25] que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip eletrônico na tela ao
mesmo tempo em que tentavam se destruir mutuamente. O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação
e raciocínio rápido. Estava ganhando da máquina. O pai pegou a bola nova e ensaiou algumas
embaixadas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.
– Filho, olha.
[30] O garoto disse "Legal", mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as mãos e a
cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro de couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual
de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se interessar.
(Luís Fernando Veríssimo – Comédias para ler na escola. Rio de Janeiro, Objetiva, 2001. P. 41.)
Na expressão “– Ah, então é uma bola.” (linha 18), percebe-se uma reação de:
Questão 29 10727159
CMC 6º Ano - Matemática 2013No período da manhã, o sexto ano tem 6 tempos de aula de 45 minutos, de segunda à sexta-feira. Toda semana há 4 tempos de aula de Educação Física e 1 tempo de aula para a Formatura Geral, períodos em que os alunos ficam nas áreas externas da escola. Nos demais tempos os alunos permanecem na sala de aula.
Assim, um aluno do sexto ano deverá permanecer:
06
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