Questões de EFAF Educação Física - Esporte e Sociedade
325 Questões
Questão 13 10729777
COLÉGIO SÓLIDO* 1° Ano 2017'Pokemon Go' não é destinado às crianças
Rosely Sayão | 16/08/2016
Muitos pais se afetam tanto com os caprichos dos filhos. O capricho atual é jogar "Pokemon Go". Então vamos enfrentar a fera, já que inúmeros pais querem saber se deixam o filho ter o jogo, qual a idade para começar, se pode prejudicar, se pode beneficiar, qual o tempo que se deve permitir que a criança se dedique ao jogo, como fazer para ela aceitar o limite de tempo etc.
Um pai pegou um táxi só para que o filho conseguisse caçar uma determinada criatura do jogo, outro deixou a filha de 11 anos ir até um lugar que considera perigoso porque ela estava acompanhada de outras colegas e "precisava" muito ganhar um ovo virtual. O pai ficou preocupado, mas permitiu. Assim fica difícil!
Meus caros pais, um jogo é um jogo, apenas isso. As características desse em particular revelam que ele não é destinado às crianças. Quantas delas saem para o espaço público desacompanhadas de um adulto na "vida real"? Como nossas crianças são jovens desde os primeiros anos de vida, porém, foram capturadas pela sensação do momento. Mas os pais devem ter suas referências, e não abdicar delas só porque a atividade virou
febre social.
O primeiro passo é conhecer o jogo: como funciona, quais as metas, o que o filho deve fazer para alcançá-las. Se, para a família, ele não é inconveniente, não transgride os princípios priorizados, não apresenta imagens ou atos que ela não aceite, ela pode permitir que o filho brinque. Não é preciso aprender a jogar ou apreciar, mas é necessário conhecer os princípios básicos do aplicativo antes de permiti-lo.
O segundo passo é avaliar o tempo que o filho tem em seu cotidiano para ajudá-lo a administrar isso entre todas as atividades e ainda ter tempo para ficar sem fazer nada. Como há crianças mais rápidas e outras que dedicam mais tempo a cada atividade, não é possível determinar um tempo padrão. Aqueles que fazem tudo mais rapidamente não podem dedicar tanto tempo ao jogo; os que fazem tudo mais tranquilamente, porém, podem brincar mais, por exemplo.
Uma coisa é certa: a criança e o jovem têm muito o que fazer e pensar, por isso não podem se limitar a uma atividade específica. Caros pais, observem o tamanho e a complexidade do mundo que eles precisam conhecer!
Quando uma criança ou jovem gosta muito de algo, seja por iniciativa pessoal ou por adesão do grupo, é fácil para ele ficar horas e horas só na tanto, devem fazer valer sua autoridade, dizendo "agora chega". Isso vale para tudo, porque os mais novos
ainda não têm ou estão desenvolvendo seu índice de saciedade. E o "agora chega" dos estabelecer esse limite.
Os filhos vão reclamar, choramingar, brigar, implorar, insistir, tentar negociar, seduzir, propor tro-cas, chantagear. São as estratégias que têm para alcançar o que querem. E são, portanto, legítimas.
Os pais precisam bancar tudo isso e firmar sua decisão, mesmo que seja para aguentar cara feia. Aliás, os filhos sabem muito bem que isso costuma funcionar. Mas cara feia passa, lembram disso?
Por fim, é importante ensinar, nas entrelinhas, que não é bom se torna gosto, de uma diversão. É muito melhor prepará-los para que sejam autônomos e livres, não é?
Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/roselysayao/2016/08/1803351
No texto, a autora deixa evidente que
Questão 17 10697836
CMRJ 6° Ano - Matemática 2017Trezentos alunos do CMRJ responderam a uma pesquisa sobre sua preferência em relação aos diversos esportes praticados nas aulas de Educação Física. Os alunos deveriam indicar o esporte que mais gostavam, não sendo possível escolher dois ou mais esportes. A tabela a seguir consolida o resultado da pesquisa.

Os dados da tabela foram representados por meio de um gráfico de colunas divididas igualmente por retas horizontais.
A opção que representa esse gráfico é
Questão 12 10608334
CMB 1º Ano - Língua Portuguesa 2017TEXTO
USO DA TECNOLOGIA — BENEFÍCIOS E MALEFÍCIOS NAS APRENDIZAGENS
Hoje em dia, se falarmos em aprendizagem, em modernidade nas escolas, sem falar no uso
da tecnologia, já estaremos sendo ultrapassados. Esse meio tem contribuído como ferramenta do educador para aprofundar suas metodologias didáticas em sala de aula. Além de provocar o aluno a buscar o conhecimento, a investigar, a pesquisar de forma a confrontar o seu conhecimento prévio com o descoberto, o uso das tecnologias estará proporcionando a abertura de vários caminhos para o aluno chegar até a aprendizagem.
Facilitar a aprendizagem para crianças que apresentam múltiplas deficiências, aproximar a realidade dos alunos com o universo em que estamos inseridos, promover a sociabilidade, o desenvolvimento cognitivo, afetivo e até mesmo psicomotor são alguns dos benefícios que a tecnologia dispõe ao aprendente. É de suma importância que os alunos, desde muito cedo, mantenham o contato com as tecnologias, para instigar os seus interesses pela busca do conhecimento e, assim, quem sabe, antes mesmo da formação do Ensino Médio, já tenham em mente uma opinião acerca de sua formação profissional.
No entanto, o uso dos meios tecnológicos não é utilizado tão somente como propagador do
conhecimento e como instrumento facilitador das aprendizagens. Existem, também, alguns
problemas relacionados ao uso da tecnologia, sendo vista, muitas vezes, como influenciadora e
propagadora de assuntos mal intencionados, desvirtuando, principalmente, o pensamento de uma criança em desenvolvimento. O acesso à Internet, em redes de acesso a programas educacionais, muitas vezes, não traz especificamente conteúdos educativos, trazendo jogos ou outra proposta interessante que as induzem a cometerem atos violentos, até mesmo o “bullying”, problema social frequente nas escolas, abandonando o interesse em aprender realmente o que seria necessário a sua formação.
Outra questão a ser repensada sobre o uso da tecnologia é o fato de que a criança, desde
pequena, habitua-se numa espécie de sedentarismo, ficando a maior parte do seu tempo disponível diante do computador, esquecendo que a melhor forma ainda de se aprender, ou estabelecer relações, é por meio de brincadeiras sadias, passeios ao ar livre, atividades que envolvam familiares, amigos, desligando-se, se não totalmente, pelo menos uma boa parte, da ilusão virtual que a tecnologia influencia.
Existe a grande necessidade de proporcionar ao aluno aprendente diversas maneiras de interagir com o conhecimento, e não se pode negar que o uso das tecnologias, aqui destacando o uso da informática em sala de aula, tem muito a acrescentar como fonte de pesquisa. Porém, não se pode deixar de lado o incentivo ao trabalho em grupo, ao manuseio do bom e velho livro didático, as atividades físicas, deixando de lado um pouco do sedentarismo das atividades diante do computador. Logo, é imprescindível haver certo equilíbrio entre o uso da tecnologia como fonte propagadora do conhecimento sem que isso afete as outras relações.
Rubia Denise de Paula. (Com adaptações) Disponível em: https://wmww.portaleducacao.com.br Acesso em 20/08/2017.
O último parágrafo do Texto se inicia com a forma verbal existe. Levando em consideração a perspectiva morfossintática, julgue as assertivas abaixo.
I. A forma verbal em questão pode ser substituída por “há”, sem se alterarem as relações sintáticas e semânticas do período original.
II. A forma verbal “tem” a substituiria adequadamente, respeitando-se a modalidade formal da língua portuguesa.
III. Caso a expressão “a grande necessidade” fosse substituída por “as grandes necessidades”, a forma verbal “existe” deveria ser flexionada no plural.
Está correto o que se afirma em
Questão 9 10608250
CMB 1º Ano - Língua Portuguesa 2017TEXTO
USO DA TECNOLOGIA — BENEFÍCIOS E MALEFÍCIOS NAS APRENDIZAGENS
Hoje em dia, se falarmos em aprendizagem, em modernidade nas escolas, sem falar no uso
da tecnologia, já estaremos sendo ultrapassados. Esse meio tem contribuído como ferramenta do educador para aprofundar suas metodologias didáticas em sala de aula. Além de provocar o aluno a buscar o conhecimento, a investigar, a pesquisar de forma a confrontar o seu conhecimento prévio com o descoberto, o uso das tecnologias estará proporcionando a abertura de vários caminhos para o aluno chegar até a aprendizagem.
Facilitar a aprendizagem para crianças que apresentam múltiplas deficiências, aproximar a realidade dos alunos com o universo em que estamos inseridos, promover a sociabilidade, o desenvolvimento cognitivo, afetivo e até mesmo psicomotor são alguns dos benefícios que a tecnologia dispõe ao aprendente. É de suma importância que os alunos, desde muito cedo, mantenham o contato com as tecnologias, para instigar os seus interesses pela busca do conhecimento e, assim, quem sabe, antes mesmo da formação do Ensino Médio, já tenham em mente uma opinião acerca de sua formação profissional.
No entanto, o uso dos meios tecnológicos não é utilizado tão somente como propagador do
conhecimento e como instrumento facilitador das aprendizagens. Existem, também, alguns
problemas relacionados ao uso da tecnologia, sendo vista, muitas vezes, como influenciadora e
propagadora de assuntos mal intencionados, desvirtuando, principalmente, o pensamento de uma criança em desenvolvimento. O acesso à Internet, em redes de acesso a programas educacionais, muitas vezes, não traz especificamente conteúdos educativos, trazendo jogos ou outra proposta interessante que as induzem a cometerem atos violentos, até mesmo o “bullying”, problema social frequente nas escolas, abandonando o interesse em aprender realmente o que seria necessário a sua formação.
Outra questão a ser repensada sobre o uso da tecnologia é o fato de que a criança, desde
pequena, habitua-se numa espécie de sedentarismo, ficando a maior parte do seu tempo disponível diante do computador, esquecendo que a melhor forma ainda de se aprender, ou estabelecer relações, é por meio de brincadeiras sadias, passeios ao ar livre, atividades que envolvam familiares, amigos, desligando-se, se não totalmente, pelo menos uma boa parte, da ilusão virtual que a tecnologia influencia.
Existe a grande necessidade de proporcionar ao aluno aprendente diversas maneiras de interagir com o conhecimento, e não se pode negar que o uso das tecnologias, aqui destacando o uso da informática em sala de aula, tem muito a acrescentar como fonte de pesquisa. Porém, não se pode deixar de lado o incentivo ao trabalho em grupo, ao manuseio do bom e velho livro didático, as atividades físicas, deixando de lado um pouco do sedentarismo das atividades diante do computador. Logo, é imprescindível haver certo equilíbrio entre o uso da tecnologia como fonte propagadora do conhecimento sem que isso afete as outras relações.
Rubia Denise de Paula. (Com adaptações) Disponível em: https://wmww.portaleducacao.com.br Acesso em 20/08/2017.
No primeiro parágrafo do Texto, no fragmento “pesquisar de forma a confrontar o seu conhecimento prévio”, o adjetivo destacado tem o sentido de
Questão 10 10562342
VUNESP Câm. Mun. Sumaré 2017Leia o texto a seguir para responder à questão.
Excesso de atividades
Muitas crianças sofrem com o excesso de atividades porque os pais acreditam que isso vai deixá-las mais preparadas para o futuro, e pensam que é necessário despertar a competitividade desde cedo para garantir o sucesso profissional. Além disso, existe a dificuldade de não ter onde deixar os pequenos durante o dia. Para resolver o problema, os pais mantêm os filhos ocupados o máximo possível. Com as atividades, os pais tentam também aliviar uma certa culpa de sua ausência física e emocional.
É importante que os pais saibam que a criança precisa ter tempo livre para interagir com outras crianças. O estresse diário, comum na vida de adultos, não deveria fazer parte da realidade das crianças.
(http://zh.clicrbs.com.br/s/vida-e-estilo/vida/notícia/2013/03/ agenda-lotada-excesso-de-atividades-pode-ser-prejudicial-para-as- -criancas-4086596.html. Acesso em 18.05.2017. Adaptado)
Conforme o texto, é correto afirmar que o excesso de atividades impostas às crianças
Questão 3 10562173
VUNESP Câm. Mun. Sumaré 2017Leia o texto para responder à questão.
Agenda lotada
Flávia logo percebeu que as outras moradoras do prédio, mãe dos amiguinhos do seu filho, Paulinho, de seis anos, olhavam para ela com um ar de superioridade. Não era para menos. Afinal, o garoto até aquela idade se limitava a brincar e ir à escola. Andava em total descompasso com os outros meninos, que já haviam desenvolvido múltiplas e variadas atividades desde a mais tenra infância. Então, Flávia pediu ao marido que tivesse uma conversa com o filho.
– O que você gostaria de fazer, Paulinho? – perguntou o pai, dando uma de liberal que não costuma impor suas vontades.
– Brincar…
– Você não acha que já passou um pouco da idade, filho? A vida não é uma eterna brincadeira. Você precisa começar a pensar no futuro. Pensar em coisas mais sérias, desenvolver outras atividades. Você não gostaria de praticar algum esporte?
Alheios ao desejo do filho, os pais resolveram colocar Paulinho na natação, na ginástica olímpica, no inglês, judô, francês…
Quando os amiguinhos da rua chamavam Paulinho para brincar depois do colégio, ele respondia:
– Não posso, tenho aula de inglês.
– E depois?
– Vou pro judô.
– Então quando poderemos brincar?
– Não sei. Tenho que ver na agenda.
À noitinha chegava mais cansado do que o pai. Nunca mais brincou. E Paulinho foi ficando adulto antes do tempo, como uma fruta que amadurece antes da hora.
(NOVAES, Carlos Eduardo. A cadeira do dentista. 8a ed. São Paulo: Ática, 2003. Adaptado)
O texto faz uma crítica
06
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