Questões de EFAF Educação Física - Cultura Corporal
167 Questões
Questão 13 10797988
Concursos Pref de Santana do Ipanema 2013O Ossada Futebol Clube na sua última partida contra o Saco de Pancada Futebol Clube teve 52,5 % de posse de bola.
Se a partida teve cinquenta minutos e quarenta segundos de bola rolando, o Ossada ficou com a posse da bola durante
Questão 10 10775091
UTFPR Inverno 2013/1Para especialista, campanha de Lady Gaga vai ajudar adolescentes a tratarem anorexia e bulimia
RODRIGO LEVINO Editor- Assistente da “ILUSTRADA”
Na semana passada, milhões de adolescentes foram convoca- dos por Lady Gaga a aceitarem seus corpos do jeito que eles são: magros, gordos, pouco importa. “Seja corajoso e celebre seus defeitos perceptíveis condenados pela sociedade”, escreveu ela em seu site e nas redes sociais. A campanha “Body Revolution 2013”, lançada pela cantora em resposta às críticas que recebeu recentemente por estar mais, digamos, “cheinha”, trouxe à tona uma revelação grave. Desde os 15 anos, Gaga diz sofrer transtornos psicológicos alimentares. Trocando em miúdos, ela tem bulimia e anorexia, os mais comuns do gênero, que atingem cerca de 4% da população mundial, segundo a Organização Mundial de Saúde. Adolescentes respondem por dois terços da estatística.
A alternativa que apresenta uma reescrita adequada para o texto acima, sem mudança de significado, é:
Questão 14 10736580
CMR 6º Ano - Português 2013Texto
O dono da bola
O nosso time estava cheio de amigos. O que nós não tínhamos era a bola de futebol. Só bola de meia, mas não é a mesma coisa.
Bom mesmo é bola de couro, como a do Caloca.
Mas, toda vez que nós íamos jogar com Caloca, acontecia a mesma coisa. E era só o juiz marcar qualquer falta do Caloca que ele gritava logo:
- Assim eu não jogo mais! Dá aqui a minha bola!
- Ah, Caloca, não vá embora, tenha espírito esportivo, jogo é jogo...
- Espírito esportivo, nada! berrava Caloca. E não me chame de Caloca, meu nome é Carlos Alberto!
E assim, Carlos Alberto acabava com tudo que era jogo.
A coisa começou a complicar mesmo, quando resolvemos entrar no campeonato do nosso bairro. Nós precisávamos treinar com bola de verdade para não estranhar na hora do jogo.
Mas os treinos nunca chegavam ao fim. Carlos Alberto estava sempre procurando encrenca:
- Se o Beto jogar de centroavante, eu não jogo!
- Se eu não for o capitão do time, vou embora!
- Se o treino for muito cedo, eu não trago a bola!
E quando não se fazia o que ele queria, já sabe, levava a bola embora e adeus, treino.
Catapimba, que era o secretário do clube, resolveu fazer uma reunião:
- Esta reunião é para resolver o caso do Carlos Alberto. Cada vez que ele se zanga, carrega a bola e acaba com o treino.
Carlos Alberto pulou, vermelhinho de raiva:
- A bola é minha, eu carrego quantas vezes eu quiser!
- Pois é isso mesmo! - disse o Beto, zangado. - É por isso que nós não vamos ganhar campeonato nenhum!
- Pois, azar de vocês, eu não jogo mais nessa droga de time, que nem bola tem.
E Caloca saiu pisando duro, com a bola debaixo do braço.
Aí, Carlos Alberto resolveu jogar bola sozinho. Nós passávamos pela casa dele e víamos. Ele batia bola com a parede. Acho que a parede era o único amigo que ele tinha. Mas eu acho que jogar com a parede não deve ser muito divertido.
Porque, depois de três dias, o Carlos Alberto não aguentou mais. Apareceu lá no campinho.
- Se vocês me deixarem jogar, eu empresto a minha bola
Carlos Alberto estava outro. Jogava direitinho e não criava caso com ninguém.
E, quando nós ganhamos o jogo final do campeonato, todo mundo se abraçou gritando:
- Viva!
- Viva o Catapimba!
- Viva!
- Viva o Carlos Alberto!
- Viva!
Então o Carlos Alberto gritou:
- Ei, pessoal, não me chamem de Carlos Alberto! Podem me chamar de Caloca!
ROCHA, Ruth. Marcelo, marmelo, martelo e outras histórias! São Paulo: Moderna, 1999. p. 47-59.
Duas palavras que sintetizam bem o que ocorre no desfecho da história são
Questão 12 10736578
CMR 6º Ano - Português 2013Texto
O dono da bola
O nosso time estava cheio de amigos. O que nós não tínhamos era a bola de futebol. Só bola de meia, mas não é a mesma coisa.
Bom mesmo é bola de couro, como a do Caloca.
Mas, toda vez que nós íamos jogar com Caloca, acontecia a mesma coisa. E era só o juiz marcar qualquer falta do Caloca que ele gritava logo:
- Assim eu não jogo mais! Dá aqui a minha bola!
- Ah, Caloca, não vá embora, tenha espírito esportivo, jogo é jogo...
- Espírito esportivo, nada! berrava Caloca. E não me chame de Caloca, meu nome é Carlos Alberto!
E assim, Carlos Alberto acabava com tudo que era jogo.
A coisa começou a complicar mesmo, quando resolvemos entrar no campeonato do nosso bairro. Nós precisávamos treinar com bola de verdade para não estranhar na hora do jogo.
Mas os treinos nunca chegavam ao fim. Carlos Alberto estava sempre procurando encrenca:
- Se o Beto jogar de centroavante, eu não jogo!
- Se eu não for o capitão do time, vou embora!
- Se o treino for muito cedo, eu não trago a bola!
E quando não se fazia o que ele queria, já sabe, levava a bola embora e adeus, treino.
Catapimba, que era o secretário do clube, resolveu fazer uma reunião:
- Esta reunião é para resolver o caso do Carlos Alberto. Cada vez que ele se zanga, carrega a bola e acaba com o treino.
Carlos Alberto pulou, vermelhinho de raiva:
- A bola é minha, eu carrego quantas vezes eu quiser!
- Pois é isso mesmo! - disse o Beto, zangado. - É por isso que nós não vamos ganhar campeonato nenhum!
- Pois, azar de vocês, eu não jogo mais nessa droga de time, que nem bola tem.
E Caloca saiu pisando duro, com a bola debaixo do braço.
Aí, Carlos Alberto resolveu jogar bola sozinho. Nós passávamos pela casa dele e víamos. Ele batia bola com a parede. Acho que a parede era o único amigo que ele tinha. Mas eu acho que jogar com a parede não deve ser muito divertido.
Porque, depois de três dias, o Carlos Alberto não aguentou mais. Apareceu lá no campinho.
- Se vocês me deixarem jogar, eu empresto a minha bola
Carlos Alberto estava outro. Jogava direitinho e não criava caso com ninguém.
E, quando nós ganhamos o jogo final do campeonato, todo mundo se abraçou gritando:
- Viva!
- Viva o Catapimba!
- Viva!
- Viva o Carlos Alberto!
- Viva!
Então o Carlos Alberto gritou:
- Ei, pessoal, não me chamem de Carlos Alberto! Podem me chamar de Caloca!
ROCHA, Ruth. Marcelo, marmelo, martelo e outras histórias! São Paulo: Moderna, 1999. p. 47-59.
No final da narrativa, a fala ?Ei, pessoal, não me chamem de Carlos Alberto!
Podem me chamar de Caloca!? indica que a personagem pretende
Questão 11 10727180
CMC 6º Ano - Português 2013O texto a seguir serve de base para o item.
TEXTO:
A bola
O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua
primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de
plástico. Mas era uma bola.
O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse "Legal!". Ou o que os garotos dizem hoje em
[05] dia quando não gostam do presente ou não querem magoar o velho.
Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.
– Como é que liga? - perguntou.
– Como, como é que liga? Não se liga.
O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
[10] – Não tem manual de instrução?
O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos são
decididamente outros.
– Não precisa manual de instrução.
– O que é que ela faz?
[15] – Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.
– O quê?
– Controla, chuta...
– Ah, então é uma bola.
– Claro que é uma bola.
[20] – Uma bola, bola. Uma bola mesmo.
– Você pensou que fosse o quê?
– Nada, não.
O garoto agradeceu, disse "Legal" de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê,
com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado Monster Ball, em
[25] que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip eletrônico na tela ao
mesmo tempo em que tentavam se destruir mutuamente. O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação
e raciocínio rápido. Estava ganhando da máquina. O pai pegou a bola nova e ensaiou algumas
embaixadas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.
– Filho, olha.
[30] O garoto disse "Legal", mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as mãos e a
cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro de couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual
de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se interessar.
(Luís Fernando Veríssimo – Comédias para ler na escola. Rio de Janeiro, Objetiva, 2001. P. 41.)
O pai pensa que “(...) os tempos são decididamente outros.” (linhas 11 e 12) porque o filho:
Questão 29 10727159
CMC 6º Ano - Matemática 2013No período da manhã, o sexto ano tem 6 tempos de aula de 45 minutos, de segunda à sexta-feira. Toda semana há 4 tempos de aula de Educação Física e 1 tempo de aula para a Formatura Geral, períodos em que os alunos ficam nas áreas externas da escola. Nos demais tempos os alunos permanecem na sala de aula.
Assim, um aluno do sexto ano deverá permanecer:
06
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