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Questões de EFAF Educação Física - Lazer e Sociedade

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184 Questões

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Questão 15 10695323
Fácil 00:00

CMRJ 6° Ano - Português 2015
  • EFAF Educação Física
  • Sugira
  • Esporte e Sociedade Lazer e Sociedade
  • Formação de valores Formas de lazer
  • Exibir tags
Resolução comentada

TEXTO

 

Bolinha de gude vence Playstation

Garotada tem computador, celular e videogame moderno, mas não dispensa brincadeira à moda antiga

 

    O sucesso das figurinhas da Copa do mundo, com 2 milhões de pacotinhos vendidos por semana no Brasil, tem surpreendido muitos pais. Afinal, como um hobby que remete aos "velhos tempos", caiu no gosto das novas gerações? Mas os bairros periféricos indicam: manias infantis dos tempos do vovó ainda cativam a molecada.

    João Augusto Diniz, de 12 anos, por exemplo, tem videogame e internet em casa desde os 3, mas não dispensa uma partida de futebol com os amigos na rus onde mora, no bairro do Limão, zena norte. "Adoro jogar bola", resumiu João, enquanto arriscava seus dribles. Além do futebol, a turma do bairro também gosta de bolinha de gude, pelão, pipa e carrinho de rolimã.

    "Estamos vendo a reorganização dos antigos jogos. Para a criança, se uma brincadeira é legal, basta!" disse a psicopedagoga especialista em comportamento Infantil, Maria Irene Maluf. 

    No caso de João, o Incentivo vem dos pais. "A criança precisa aprender a soltar pipa, peão. Não quero meu filho trancado em casa o tempo todo", disse Jorge Diniz, de 43, pai de João.

    No mesmo bairro, Thiago Fernandes da Costa, de 9, também  dá um "pause" no videogame e se diverte na rua. E, se a mãe, Robélia Fernandes, de 32, não o chama para dentro, o menino passa o dia na rua com os amigos. "Ando de bicicleta, brinco de esconde esconde, jogo peão", disse o menino.

    Ué, então para que serve o videogame? "Decidi comprar um para ele, pois ele ficava muito tempo Jogando na casa dos outros", explicou Robélia

     Pais também preferem ruas

    Não são só os garotos que gostam de jogar bola em pleno asfalto ou empinar pipa. Os pais, também, dizem preferir isso, por propiciar um melhor convívio social e aprendizagem.

    "Se ralar na rua, se sujar, tudo isso faz parte do crescimento. Essas brincadeiras são boas e fazem bem até para o preparo físico das crianças, disse Jorge Diniz, pai de Jolo Augusto.

    Mas a questão da segurança preocupa, por isso os pais se viram como podem para tomar conta de seus  pupilos. "A gente procura orientar a respeitar os vizinhos, não brigar, tomar cuidado com os carros, principalmente. Qualquer coisa é melhor que ficar enfiado dentro de casa o dia inteiro", afirma Robélia Nascimento Fernandes.

    Para a psicopedagoga especialista em comportamento infantil, Maia Irene Maluf, o ideal é que haja meio termo entre o tempo dedicado a entretenimentos eletrônicos, com videogames, por exemplo, e as brincadeiras de rua

    É preciso bom senso. Não é comum uma criança não gostar de ficar na frente do computador, assim como é incomum um menino não querer brincar com os coleguinhas", explicou.

    No caso dos passatempos eletrônicos, os pais devem ficar atentos à internet e seus perigos. Por isso, é preferível que um adulto acompanhe a navegação. "Para eles é como um cheque em branco. Qualquer informação, como endereço ou telefone, é repassada sem qualquer censura", afirmou Maria.

(Diário de S. Paulo. Dia a dia, p.8. 7 de mais de 2010)

Assinale a alternativa que, de acordo com o texto, representa um aspecto negativo das brincadeiras de rua.

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Questão 14 10695317
Fácil 00:00

CMRJ 6° Ano - Português 2015
  • EFAF Educação Física
  • Sugira
  • Esporte e Sociedade Lazer e Sociedade
  • Formação de valores Formas de lazer
  • Exibir tags
Resolução comentada

TEXTO

 

Bolinha de gude vence Playstation

Garotada tem computador, celular e videogame moderno, mas não dispensa brincadeira à moda antiga

 

    O sucesso das figurinhas da Copa do mundo, com 2 milhões de pacotinhos vendidos por semana no Brasil, tem surpreendido muitos pais. Afinal, como um hobby que remete aos "velhos tempos", caiu no gosto das novas gerações? Mas os bairros periféricos indicam: manias infantis dos tempos do vovó ainda cativam a molecada.

    João Augusto Diniz, de 12 anos, por exemplo, tem videogame e internet em casa desde os 3, mas não dispensa uma partida de futebol com os amigos na rus onde mora, no bairro do Limão, zena norte. "Adoro jogar bola", resumiu João, enquanto arriscava seus dribles. Além do futebol, a turma do bairro também gosta de bolinha de gude, pelão, pipa e carrinho de rolimã.

    "Estamos vendo a reorganização dos antigos jogos. Para a criança, se uma brincadeira é legal, basta!" disse a psicopedagoga especialista em comportamento Infantil, Maria Irene Maluf. 

    No caso de João, o Incentivo vem dos pais. "A criança precisa aprender a soltar pipa, peão. Não quero meu filho trancado em casa o tempo todo", disse Jorge Diniz, de 43, pai de João.

    No mesmo bairro, Thiago Fernandes da Costa, de 9, também  dá um "pause" no videogame e se diverte na rua. E, se a mãe, Robélia Fernandes, de 32, não o chama para dentro, o menino passa o dia na rua com os amigos. "Ando de bicicleta, brinco de esconde esconde, jogo peão", disse o menino.

    Ué, então para que serve o videogame? "Decidi comprar um para ele, pois ele ficava muito tempo Jogando na casa dos outros", explicou Robélia

     Pais também preferem ruas

    Não são só os garotos que gostam de jogar bola em pleno asfalto ou empinar pipa. Os pais, também, dizem preferir isso, por propiciar um melhor convívio social e aprendizagem.

    "Se ralar na rua, se sujar, tudo isso faz parte do crescimento. Essas brincadeiras são boas e fazem bem até para o preparo físico das crianças, disse Jorge Diniz, pai de Jolo Augusto.

    Mas a questão da segurança preocupa, por isso os pais se viram como podem para tomar conta de seus  pupilos. "A gente procura orientar a respeitar os vizinhos, não brigar, tomar cuidado com os carros, principalmente. Qualquer coisa é melhor que ficar enfiado dentro de casa o dia inteiro", afirma Robélia Nascimento Fernandes.

    Para a psicopedagoga especialista em comportamento infantil, Maia Irene Maluf, o ideal é que haja meio termo entre o tempo dedicado a entretenimentos eletrônicos, com videogames, por exemplo, e as brincadeiras de rua

    É preciso bom senso. Não é comum uma criança não gostar de ficar na frente do computador, assim como é incomum um menino não querer brincar com os coleguinhas", explicou.

    No caso dos passatempos eletrônicos, os pais devem ficar atentos à internet e seus perigos. Por isso, é preferível que um adulto acompanhe a navegação. "Para eles é como um cheque em branco. Qualquer informação, como endereço ou telefone, é repassada sem qualquer censura", afirmou Maria.

(Diário de S. Paulo. Dia a dia, p.8. 7 de mais de 2010)

De acordo com a informação contida no texto, uma brincadeira saudável NÃO compreende

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Questão 13 10695298
Fácil 00:00

CMRJ 6° Ano - Português 2015
  • EFAF Educação Física
  • Sugira
  • Lazer e Sociedade
  • Formas de lazer Qualidade de vida
  • Exibir tags
Resolução comentada

TEXTO

 

Bolinha de gude vence Playstation

Garotada tem computador, celular e videogame moderno, mas não dispensa brincadeira à moda antiga

 

    O sucesso das figurinhas da Copa do mundo, com 2 milhões de pacotinhos vendidos por semana no Brasil, tem surpreendido muitos pais. Afinal, como um hobby que remete aos "velhos tempos", caiu no gosto das novas gerações? Mas os bairros periféricos indicam: manias infantis dos tempos do vovó ainda cativam a molecada.

    João Augusto Diniz, de 12 anos, por exemplo, tem videogame e internet em casa desde os 3, mas não dispensa uma partida de futebol com os amigos na rus onde mora, no bairro do Limão, zena norte. "Adoro jogar bola", resumiu João, enquanto arriscava seus dribles. Além do futebol, a turma do bairro também gosta de bolinha de gude, pelão, pipa e carrinho de rolimã.

    "Estamos vendo a reorganização dos antigos jogos. Para a criança, se uma brincadeira é legal, basta!" disse a psicopedagoga especialista em comportamento Infantil, Maria Irene Maluf. 

    No caso de João, o Incentivo vem dos pais. "A criança precisa aprender a soltar pipa, peão. Não quero meu filho trancado em casa o tempo todo", disse Jorge Diniz, de 43, pai de João.

    No mesmo bairro, Thiago Fernandes da Costa, de 9, também  dá um "pause" no videogame e se diverte na rua. E, se a mãe, Robélia Fernandes, de 32, não o chama para dentro, o menino passa o dia na rua com os amigos. "Ando de bicicleta, brinco de esconde esconde, jogo peão", disse o menino.

    Ué, então para que serve o videogame? "Decidi comprar um para ele, pois ele ficava muito tempo Jogando na casa dos outros", explicou Robélia

     Pais também preferem ruas

    Não são só os garotos que gostam de jogar bola em pleno asfalto ou empinar pipa. Os pais, também, dizem preferir isso, por propiciar um melhor convívio social e aprendizagem.

    "Se ralar na rua, se sujar, tudo isso faz parte do crescimento. Essas brincadeiras são boas e fazem bem até para o preparo físico das crianças, disse Jorge Diniz, pai de Jolo Augusto.

    Mas a questão da segurança preocupa, por isso os pais se viram como podem para tomar conta de seus  pupilos. "A gente procura orientar a respeitar os vizinhos, não brigar, tomar cuidado com os carros, principalmente. Qualquer coisa é melhor que ficar enfiado dentro de casa o dia inteiro", afirma Robélia Nascimento Fernandes.

    Para a psicopedagoga especialista em comportamento infantil, Maia Irene Maluf, o ideal é que haja meio termo entre o tempo dedicado a entretenimentos eletrônicos, com videogames, por exemplo, e as brincadeiras de rua

    É preciso bom senso. Não é comum uma criança não gostar de ficar na frente do computador, assim como é incomum um menino não querer brincar com os coleguinhas", explicou.

    No caso dos passatempos eletrônicos, os pais devem ficar atentos à internet e seus perigos. Por isso, é preferível que um adulto acompanhe a navegação. "Para eles é como um cheque em branco. Qualquer informação, como endereço ou telefone, é repassada sem qualquer censura", afirmou Maria.

(Diário de S. Paulo. Dia a dia, p.8. 7 de mais de 2010)

Releia esta frase do 1° parágrafo: “Afinal, como um hobby que remete aos 'velhos tempos' caiu no gosto das novas gerações?”

A expressão destacada se refere à (ao)

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Questão 12 10695149
Fácil 00:00

CMRJ 6° Ano - Português 2015
  • EFAF Educação Física
  • Sugira
  • Cultura Corporal Lazer e Sociedade
  • Formas de lazer Influências culturais
  • Exibir tags
Resolução comentada

TEXTO

 

Bolinha de gude vence Playstation

Garotada tem computador, celular e videogame moderno, mas não dispensa brincadeira à moda antiga

 

    O sucesso das figurinhas da Copa do mundo, com 2 milhões de pacotinhos vendidos por semana no Brasil, tem surpreendido muitos pais. Afinal, como um hobby que remete aos "velhos tempos", caiu no gosto das novas gerações? Mas os bairros periféricos indicam: manias infantis dos tempos do vovó ainda cativam a molecada.

    João Augusto Diniz, de 12 anos, por exemplo, tem videogame e internet em casa desde os 3, mas não dispensa uma partida de futebol com os amigos na rus onde mora, no bairro do Limão, zena norte. "Adoro jogar bola", resumiu João, enquanto arriscava seus dribles. Além do futebol, a turma do bairro também gosta de bolinha de gude, pelão, pipa e carrinho de rolimã.

    "Estamos vendo a reorganização dos antigos jogos. Para a criança, se uma brincadeira é legal, basta!" disse a psicopedagoga especialista em comportamento Infantil, Maria Irene Maluf. 

    No caso de João, o Incentivo vem dos pais. "A criança precisa aprender a soltar pipa, peão. Não quero meu filho trancado em casa o tempo todo", disse Jorge Diniz, de 43, pai de João.

    No mesmo bairro, Thiago Fernandes da Costa, de 9, também  dá um "pause" no videogame e se diverte na rua. E, se a mãe, Robélia Fernandes, de 32, não o chama para dentro, o menino passa o dia na rua com os amigos. "Ando de bicicleta, brinco de esconde esconde, jogo peão", disse o menino.

    Ué, então para que serve o videogame? "Decidi comprar um para ele, pois ele ficava muito tempo Jogando na casa dos outros", explicou Robélia

     Pais também preferem ruas

    Não são só os garotos que gostam de jogar bola em pleno asfalto ou empinar pipa. Os pais, também, dizem preferir isso, por propiciar um melhor convívio social e aprendizagem.

    "Se ralar na rua, se sujar, tudo isso faz parte do crescimento. Essas brincadeiras são boas e fazem bem até para o preparo físico das crianças, disse Jorge Diniz, pai de Jolo Augusto.

    Mas a questão da segurança preocupa, por isso os pais se viram como podem para tomar conta de seus  pupilos. "A gente procura orientar a respeitar os vizinhos, não brigar, tomar cuidado com os carros, principalmente. Qualquer coisa é melhor que ficar enfiado dentro de casa o dia inteiro", afirma Robélia Nascimento Fernandes.

    Para a psicopedagoga especialista em comportamento infantil, Maia Irene Maluf, o ideal é que haja meio termo entre o tempo dedicado a entretenimentos eletrônicos, com videogames, por exemplo, e as brincadeiras de rua

    É preciso bom senso. Não é comum uma criança não gostar de ficar na frente do computador, assim como é incomum um menino não querer brincar com os coleguinhas", explicou.

    No caso dos passatempos eletrônicos, os pais devem ficar atentos à internet e seus perigos. Por isso, é preferível que um adulto acompanhe a navegação. "Para eles é como um cheque em branco. Qualquer informação, como endereço ou telefone, é repassada sem qualquer censura", afirmou Maria.

(Diário de S. Paulo. Dia a dia, p.8. 7 de mais de 2010)

Assinale a alternativa que melhor traduz a ideia do título do texto: “Bolinha de gude vence Playstation”.

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Questão 4 10694763
Fácil 00:00

CMRJ 6° Ano - Português 2015
  • EFAF Educação Física
  • Sugira
  • Cultura Corporal Lazer e Sociedade
  • Formas de lazer Influências culturais
  • Exibir tags
Resolução comentada

TEXTO

 

A Bola

    O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola.

    O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse: "Legail". Ou o que os garotos dizem hoje em dia quando não gostam do presente ou não querem magoar o velho.

    Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.

    - Como é que liga? - perguntou.

    - Como, como é que liga? Não se liga.

    O garoto procurou dentro do papel de embrulho.

    - Não tem manual de instrução?

    O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos são decididamente outros.

    - Não precisa manual de instrução.

    - O que é que ela faz?

    - Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.

    - O quê?

    - Controla, chuta...

    - Ah, então é uma bola. Claro que é uma bola.

    - Uma bola, bola. Uma bola mesmo.

    - Você pensou que fosse o quê?

    - Nada, não.

    O garoto agradeceu, disse "Legal de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogane. Algo chamado Monster Ball, em que times monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip eletrônico na tela ao mesmo tempo e tentavam se destruir mutuamente. O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio rápido, Estava ganhando da máquina.

    O pai pegou a bola nova e ensaiou algumas embaixadas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.

    - Filho, olha.

    O garoto disse "Legal" mas não desviou os olhos da tela

   O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro de couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para garotada se interessar.

(VERISSIMO, Luis Fermando, Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.p.p.4)

Assinale a alternativa em que a circunstância expressa pela palavra em destaque está CORRETAMENTE descrita entre parênteses.

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Questão 11 10625958
Fácil 00:00

CMR 6º Ano - Prova de Português 2015
  • EFAF Educação Física
  • Sugira
  • Biologia e Saúde Lazer e Sociedade
  • Benefícios Qualidade de vida
  • Exibir tags
Resolução comentada

Leia o texto seguinte para responder ao item. 

 

TEXTO

 

Que tal transformar alimentos aparentemente pouco nutritivos misturando ingredientes saudáveis à receita?

 

Jessica Seinfeld, cansada de tentar fazer com que seus filhos comessem frutas e verduras, certa vez misturou um purê de abóbora ao costumeiro macarrão da garotada. Todos se deliciaram, sem nem perceber a artimanha da mãe. A experiência levou a outras receitas, igualmente bem-sucedidas, e ela acabou lançando o livro Deliciosos e Disfarçados, em que ensina alguns truques para que os pais transformem alimentos aparentemente pouco nutritivos, como panquecas e tortas, em saudáveis. E sem que seus filhos percebam.

 

O exemplo é interessante porque revela que sempre se pode aumentar a qualidade da alimentação, independente de nossa cultura alimentar ou da de nossos filhos. E comer saudavelmente não é só empanturrar-se de biscoitinhos integrais e se esquecer de comer frutas, legumes e verduras. “O corpo precisa de uma quantidade recomendada de nutrientes. Portanto, o termo certo é alimentação saudável, e não alimento saudável, de uma forma isolada”, diz a nutricionista Gláucia Padovan.

 

Mantendo essas ressalvas em mente, nada nos impede de comer, sem culpa, um combinado de fibras, vitaminas e sais minerais — com aparência de sanduíche ou salgado de botequim.

Gustavo Prudente. Vida Simples. São Paulo, n. 69, p. 61, ago. 2008.

Toda a comunicação é feita com um propósito, na língua os textos foram distribuídos em gêneros, cada um com um objetivo específico.

 

Pensando nisso, qual a finalidade principal do texto?

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