Questões de EFAF Educação Física - Lazer e Sociedade
184 Questões
Questão 3 10727588
CMC 6º Ano - Português 2015Obesidade infantil
Ao longo das últimas décadas, os hábitos de vida e de alimentação das crianças mudaram
drasticamente. O atual estado de insegurança que levou a maior parte das famílias das grandes cidades a
se mudar de casas para apartamentos, a melhora na renda das famílias de classe baixa e o maior acesso
aos alimentos industrializados, entre outros fatores, potencializaram o surgimento de uma geração de
[5]crianças que se exercita cada vez menos e consome cada vez mais calorias. Mas, ao contrário de
antigamente, quando os quilinhos a mais eram orgulho dos pais, por supostamente serem sinônimos de
saúde, hoje se sabe que eles são porta de entrada para uma das principais epidemias do século 21: a
obesidade infantil.
Dados recentes divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria
[10]com o Ministério de Saúde apontam que uma em cada três crianças de cinco a nove anos de idade está
acima do peso recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Entre os meninos, 16,6% são
obesos, enquanto as meninas somam 11,8%.
Comparado com pesquisas anteriores, o excesso de peso entre as crianças mais do que triplicou
desde 1974: passou de 9,7% para 33,5% atualmente. A obesidade entre os meninos era de apenas 2,9%
[15]do total e nas meninas o índice era de apenas 1,8%.
Uma em cada três crianças sofre com a doença no Brasil, e projeções da Organização Mundial da
Saúde (OMS) apontam que até 2025 o número de crianças com sobrepeso e obesidade pode chegar a 75
milhões, caso nada seja feito. A obesidade na infância pode resultar em sérios riscos à saúde e, no futuro,
desencadear ainda outros problemas de saúde, como apneia do sono, déficit de atenção, problemas sociais
[20]e psicológicos, como estigmatização e baixa autoestima, colesterol elevado, problemas nas articulações e
maior risco de acidente vascular cerebral. O excesso de peso adquirido na infância também pode evoluir
para outros problemas de saúde crônicos associados à obesidade como diabetes, pressão arterial alta e
infarto, decorrentes do grande acúmulo de gordura e açúcares no organismo iniciado precocemente.
É fundamental agir assim que for detectado que a criança está com excesso de peso. Se a
[25]obesidade não for tratada até os dois anos de idade, mesmo que a criança siga com um crescimento
saudável, as chances de a criança se tornar obesa chegam a 20%.
Já os adolescentes com excesso de peso têm 80% de chance de se tornarem adultos obesos. Mas,
com atitudes simples, é possível combater e reverter esse problema.
(GENTIL, Daniel. Revista Voz de Esperança. ano 18, nr 8; 2015, p. 6)
No período: “[...] uma em cada três crianças de cinco a nove anos de idade está acima do peso recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS).” (linhas 16 e 17), a palavra em destaque somente não pode ser substituída, sem perda de sentido, por:
Questão 1 10727582
CMC 6º Ano - Português 2015Obesidade infantil
Ao longo das últimas décadas, os hábitos de vida e de alimentação das crianças mudaram
drasticamente. O atual estado de insegurança que levou a maior parte das famílias das grandes cidades a
se mudar de casas para apartamentos, a melhora na renda das famílias de classe baixa e o maior acesso
aos alimentos industrializados, entre outros fatores, potencializaram o surgimento de uma geração de
[5]crianças que se exercita cada vez menos e consome cada vez mais calorias. Mas, ao contrário de
antigamente, quando os quilinhos a mais eram orgulho dos pais, por supostamente serem sinônimos de
saúde, hoje se sabe que eles são porta de entrada para uma das principais epidemias do século 21: a
obesidade infantil.
Dados recentes divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria
[10]com o Ministério de Saúde apontam que uma em cada três crianças de cinco a nove anos de idade está
acima do peso recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Entre os meninos, 16,6% são
obesos, enquanto as meninas somam 11,8%.
Comparado com pesquisas anteriores, o excesso de peso entre as crianças mais do que triplicou
desde 1974: passou de 9,7% para 33,5% atualmente. A obesidade entre os meninos era de apenas 2,9%
[15]do total e nas meninas o índice era de apenas 1,8%.
Uma em cada três crianças sofre com a doença no Brasil, e projeções da Organização Mundial da
Saúde (OMS) apontam que até 2025 o número de crianças com sobrepeso e obesidade pode chegar a 75
milhões, caso nada seja feito. A obesidade na infância pode resultar em sérios riscos à saúde e, no futuro,
desencadear ainda outros problemas de saúde, como apneia do sono, déficit de atenção, problemas sociais
[20]e psicológicos, como estigmatização e baixa autoestima, colesterol elevado, problemas nas articulações e
maior risco de acidente vascular cerebral. O excesso de peso adquirido na infância também pode evoluir
para outros problemas de saúde crônicos associados à obesidade como diabetes, pressão arterial alta e
infarto, decorrentes do grande acúmulo de gordura e açúcares no organismo iniciado precocemente.
É fundamental agir assim que for detectado que a criança está com excesso de peso. Se a
[25]obesidade não for tratada até os dois anos de idade, mesmo que a criança siga com um crescimento
saudável, as chances de a criança se tornar obesa chegam a 20%.
Já os adolescentes com excesso de peso têm 80% de chance de se tornarem adultos obesos. Mas,
com atitudes simples, é possível combater e reverter esse problema.
(GENTIL, Daniel. Revista Voz de Esperança. ano 18, nr 8; 2015, p. 6)
Com relação à estrutura do texto em estudo, pode-se afirmar que:
Questão 1 10726557
CMJF 6° Ano - Prova de Matemática (Prova 1) 2015
Cebolinha quer passar o dia das crianças brincando. Ajude-o escolher dois brinquedos dentre as quatro opções seguintes:




O total de escolhas que Cebolinha pode fazer é:
Questão 18 10695389
CMRJ 6° Ano - Português 2015TEXTO
Bolinha de gude vence Playstation
Garotada tem computador, celular e videogame moderno, mas não dispensa brincadeira à moda antiga
O sucesso das figurinhas da Copa do mundo, com 2 milhões de pacotinhos vendidos por semana no Brasil, tem surpreendido muitos pais. Afinal, como um hobby que remete aos "velhos tempos", caiu no gosto das novas gerações? Mas os bairros periféricos indicam: manias infantis dos tempos do vovó ainda cativam a molecada.
João Augusto Diniz, de 12 anos, por exemplo, tem videogame e internet em casa desde os 3, mas não dispensa uma partida de futebol com os amigos na rus onde mora, no bairro do Limão, zena norte. "Adoro jogar bola", resumiu João, enquanto arriscava seus dribles. Além do futebol, a turma do bairro também gosta de bolinha de gude, pelão, pipa e carrinho de rolimã.
"Estamos vendo a reorganização dos antigos jogos. Para a criança, se uma brincadeira é legal, basta!" disse a psicopedagoga especialista em comportamento Infantil, Maria Irene Maluf.
No caso de João, o Incentivo vem dos pais. "A criança precisa aprender a soltar pipa, peão. Não quero meu filho trancado em casa o tempo todo", disse Jorge Diniz, de 43, pai de João.
No mesmo bairro, Thiago Fernandes da Costa, de 9, também dá um "pause" no videogame e se diverte na rua. E, se a mãe, Robélia Fernandes, de 32, não o chama para dentro, o menino passa o dia na rua com os amigos. "Ando de bicicleta, brinco de esconde esconde, jogo peão", disse o menino.
Ué, então para que serve o videogame? "Decidi comprar um para ele, pois ele ficava muito tempo Jogando na casa dos outros", explicou Robélia
Pais também preferem ruas
Não são só os garotos que gostam de jogar bola em pleno asfalto ou empinar pipa. Os pais, também, dizem preferir isso, por propiciar um melhor convívio social e aprendizagem.
"Se ralar na rua, se sujar, tudo isso faz parte do crescimento. Essas brincadeiras são boas e fazem bem até para o preparo físico das crianças, disse Jorge Diniz, pai de Jolo Augusto.
Mas a questão da segurança preocupa, por isso os pais se viram como podem para tomar conta de seus pupilos. "A gente procura orientar a respeitar os vizinhos, não brigar, tomar cuidado com os carros, principalmente. Qualquer coisa é melhor que ficar enfiado dentro de casa o dia inteiro", afirma Robélia Nascimento Fernandes.
Para a psicopedagoga especialista em comportamento infantil, Maia Irene Maluf, o ideal é que haja meio termo entre o tempo dedicado a entretenimentos eletrônicos, com videogames, por exemplo, e as brincadeiras de rua
É preciso bom senso. Não é comum uma criança não gostar de ficar na frente do computador, assim como é incomum um menino não querer brincar com os coleguinhas", explicou.
No caso dos passatempos eletrônicos, os pais devem ficar atentos à internet e seus perigos. Por isso, é preferível que um adulto acompanhe a navegação. "Para eles é como um cheque em branco. Qualquer informação, como endereço ou telefone, é repassada sem qualquer censura", afirmou Maria.
(Diário de S. Paulo. Dia a dia, p.8. 7 de mais de 2010)
A palavra em destaque no trecho "(...) tempo dedicado a entretenimentos eletrônicos (...) significa literalmente
Questão 17 10695371
CMRJ 6° Ano - Português 2015TEXTO
Bolinha de gude vence Playstation
Garotada tem computador, celular e videogame moderno, mas não dispensa brincadeira à moda antiga
O sucesso das figurinhas da Copa do mundo, com 2 milhões de pacotinhos vendidos por semana no Brasil, tem surpreendido muitos pais. Afinal, como um hobby que remete aos "velhos tempos", caiu no gosto das novas gerações? Mas os bairros periféricos indicam: manias infantis dos tempos do vovó ainda cativam a molecada.
João Augusto Diniz, de 12 anos, por exemplo, tem videogame e internet em casa desde os 3, mas não dispensa uma partida de futebol com os amigos na rus onde mora, no bairro do Limão, zena norte. "Adoro jogar bola", resumiu João, enquanto arriscava seus dribles. Além do futebol, a turma do bairro também gosta de bolinha de gude, pelão, pipa e carrinho de rolimã.
"Estamos vendo a reorganização dos antigos jogos. Para a criança, se uma brincadeira é legal, basta!" disse a psicopedagoga especialista em comportamento Infantil, Maria Irene Maluf.
No caso de João, o Incentivo vem dos pais. "A criança precisa aprender a soltar pipa, peão. Não quero meu filho trancado em casa o tempo todo", disse Jorge Diniz, de 43, pai de João.
No mesmo bairro, Thiago Fernandes da Costa, de 9, também dá um "pause" no videogame e se diverte na rua. E, se a mãe, Robélia Fernandes, de 32, não o chama para dentro, o menino passa o dia na rua com os amigos. "Ando de bicicleta, brinco de esconde esconde, jogo peão", disse o menino.
Ué, então para que serve o videogame? "Decidi comprar um para ele, pois ele ficava muito tempo Jogando na casa dos outros", explicou Robélia
Pais também preferem ruas
Não são só os garotos que gostam de jogar bola em pleno asfalto ou empinar pipa. Os pais, também, dizem preferir isso, por propiciar um melhor convívio social e aprendizagem.
"Se ralar na rua, se sujar, tudo isso faz parte do crescimento. Essas brincadeiras são boas e fazem bem até para o preparo físico das crianças, disse Jorge Diniz, pai de Jolo Augusto.
Mas a questão da segurança preocupa, por isso os pais se viram como podem para tomar conta de seus pupilos. "A gente procura orientar a respeitar os vizinhos, não brigar, tomar cuidado com os carros, principalmente. Qualquer coisa é melhor que ficar enfiado dentro de casa o dia inteiro", afirma Robélia Nascimento Fernandes.
Para a psicopedagoga especialista em comportamento infantil, Maia Irene Maluf, o ideal é que haja meio termo entre o tempo dedicado a entretenimentos eletrônicos, com videogames, por exemplo, e as brincadeiras de rua
É preciso bom senso. Não é comum uma criança não gostar de ficar na frente do computador, assim como é incomum um menino não querer brincar com os coleguinhas", explicou.
No caso dos passatempos eletrônicos, os pais devem ficar atentos à internet e seus perigos. Por isso, é preferível que um adulto acompanhe a navegação. "Para eles é como um cheque em branco. Qualquer informação, como endereço ou telefone, é repassada sem qualquer censura", afirmou Maria.
(Diário de S. Paulo. Dia a dia, p.8. 7 de mais de 2010)
Considere a frase "Adoro jogar bola', resumiu João, enquanto arriscava seus dribles."
Qual das alternativas abaixo substituiria a palavra destacada sem mudar o sentido da frase
Questão 16 10695342
CMRJ 6° Ano - Português 2015TEXTO
Bolinha de gude vence Playstation
Garotada tem computador, celular e videogame moderno, mas não dispensa brincadeira à moda antiga
O sucesso das figurinhas da Copa do mundo, com 2 milhões de pacotinhos vendidos por semana no Brasil, tem surpreendido muitos pais. Afinal, como um hobby que remete aos "velhos tempos", caiu no gosto das novas gerações? Mas os bairros periféricos indicam: manias infantis dos tempos do vovó ainda cativam a molecada.
João Augusto Diniz, de 12 anos, por exemplo, tem videogame e internet em casa desde os 3, mas não dispensa uma partida de futebol com os amigos na rus onde mora, no bairro do Limão, zena norte. "Adoro jogar bola", resumiu João, enquanto arriscava seus dribles. Além do futebol, a turma do bairro também gosta de bolinha de gude, pelão, pipa e carrinho de rolimã.
"Estamos vendo a reorganização dos antigos jogos. Para a criança, se uma brincadeira é legal, basta!" disse a psicopedagoga especialista em comportamento Infantil, Maria Irene Maluf.
No caso de João, o Incentivo vem dos pais. "A criança precisa aprender a soltar pipa, peão. Não quero meu filho trancado em casa o tempo todo", disse Jorge Diniz, de 43, pai de João.
No mesmo bairro, Thiago Fernandes da Costa, de 9, também dá um "pause" no videogame e se diverte na rua. E, se a mãe, Robélia Fernandes, de 32, não o chama para dentro, o menino passa o dia na rua com os amigos. "Ando de bicicleta, brinco de esconde esconde, jogo peão", disse o menino.
Ué, então para que serve o videogame? "Decidi comprar um para ele, pois ele ficava muito tempo Jogando na casa dos outros", explicou Robélia
Pais também preferem ruas
Não são só os garotos que gostam de jogar bola em pleno asfalto ou empinar pipa. Os pais, também, dizem preferir isso, por propiciar um melhor convívio social e aprendizagem.
"Se ralar na rua, se sujar, tudo isso faz parte do crescimento. Essas brincadeiras são boas e fazem bem até para o preparo físico das crianças, disse Jorge Diniz, pai de Jolo Augusto.
Mas a questão da segurança preocupa, por isso os pais se viram como podem para tomar conta de seus pupilos. "A gente procura orientar a respeitar os vizinhos, não brigar, tomar cuidado com os carros, principalmente. Qualquer coisa é melhor que ficar enfiado dentro de casa o dia inteiro", afirma Robélia Nascimento Fernandes.
Para a psicopedagoga especialista em comportamento infantil, Maia Irene Maluf, o ideal é que haja meio termo entre o tempo dedicado a entretenimentos eletrônicos, com videogames, por exemplo, e as brincadeiras de rua
É preciso bom senso. Não é comum uma criança não gostar de ficar na frente do computador, assim como é incomum um menino não querer brincar com os coleguinhas", explicou.
No caso dos passatempos eletrônicos, os pais devem ficar atentos à internet e seus perigos. Por isso, é preferível que um adulto acompanhe a navegação. "Para eles é como um cheque em branco. Qualquer informação, como endereço ou telefone, é repassada sem qualquer censura", afirmou Maria.
(Diário de S. Paulo. Dia a dia, p.8. 7 de mais de 2010)
Assinale a alternativa em que a expressão destacada no trecho tenha o sentido de INCLUSÃO.
06
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