Questões de EFAF Educação Física - Cultura Corporal
167 Questões
Questão 20 10402777
OBI 1° Ano - Nível 1 Fase 1 2016Seleção de basquete
O professor de Educação Física precisa escolher as cinco meninas que iniciarão o jogo final do campeonato de basquete. As jogadoras serão escolhidas entre as armadoras Ana, Cris e Eda; as pivôs Lia, Nina e Pri; e as alas Quita, Sara e Ula. As seguintes condições devem ser obedecidas:
• Se mais de uma armadora é selecionada, então no máximo uma ala é selecionada.
• Se Sara ou Ula não são selecionadas, Lia não pode ser selecionada.
• Pri não pode jogar junto com Lia.
• Cris não pode jogar junto com Pri.
• O time deve ter pelo menos uma jogadora de cada um dos três grupos.
Qual dos seguintes é um time aceitável de acordo com as condições?
Questão 7 10770287
UTFPR Inverno 2015/1TEXTO DE REFERÊNCIA PARA A QUESTÃO.
Videogames provocam agressividade em crianças e adolescentes
(exame.abril.com.br, acesso24/03/2014)
Crianças e adolescentes que jogam videogame regularmente têm mais pensamentos e comportamentos agressivos – é o que mostra um estudo realizado com mais de 3.000 participantes divulgado nesta segunda-feira nos Estados Unidos. Divulgada pelo Journal of the American Medical Association (JAMA) Pediatrics, a pesquisa foi realizada em Singapura durante um período de três anos com crianças de oito a 17 anos de idade, das quais 73% eram do sexo masculino. Os participantes responderam a uma série de perguntas sobre o número de horas por semana em frente ao console, seus jogos preferidos e se haviam batido em alguém que os provocou ou aborreceu. As crianças também foram questionadas sobre sonhos em que atingiam alguém até machucar. “O estudo revela que o fato de passar muito tempo jogando videogames violentos aumenta a longo prazo o comportamento agressivo independentemente do sexo, idade, grau de agressividade inicial dos indivíduos e a intervenção dos pais”, escreveu Douglas Gentille, da Universidade de Iowa, principal autor da pesquisa. Os resultados ilustram os efeitos dos videogames sobre a agressividade em todas as culturas e todas as idades, acrescentou Gentille. Tanto as crianças mais jovens quanto as maiores “foram afetadas de maneira significativa pelos videogames violentos e o estudo sugere que aqueles que começam a jogar mais cedo estariam mais propensos a ter pensamentos agressivos”. Os resultados são consistentes com teorias segundo as quais um dos elementos-chave do desenvolvimento das crianças de seis a oito anos é a aprendizagem social e as normas culturais como a rejeição da agressividade. Grande parte destes valores são adquiridos normalmente quando as crianças chegam à adolescência. Já que uma grande quantidade de jovens e adultos utiliza videogames - mais de 90% dos jovens norte-americanos - “melhorar nossa compreensão sobre seus efeitos é um importante objetivo de investigação com implicações diretas na saúde pública e nas estratégias de intervenção para reduzir o impacto negativo”, ressaltam os investigadores. Para o professor Patrick Wolfe, especialista em estatística da University College London, “os autores do estudo sugerem, mas não demonstram, como os videogames violentos influenciam nos comportamentos agressivos desenvolvendo, com o passar do tempo, uma atitude mental agressiva”. “É importante levar em conta que o que é analisado na pesquisa são respostas a perguntas sobre a conduta agressiva, não o comportamento agressivo em si”, disse Wolfe, em comunicado.
De acordo com o texto, é correto afirmar que:
Questão 3 10726706
CMJF 6° Ano - Prova de Língua Portuguesa (Prova 1) 2015TEXTO








A partir da leitura do texto, pode-se afirmar:
Questão 5 10711855
OBRL 8° Ano - 2° Fase 2015Lion, Jaga, Cheetara e Tygra são 4 amigos que são mestres e martes marciais e combinaram de se encontrar para treinar. Cada um utiliza uma arma diferente, não necessariamente nesta ordem: chicote, escudo, bastão e espada. Sabe-se que Cheetara é mestre no bastão; Jaga não é mestre nem na espada nem no chicote; Tygra é mestre no chicote.
Concluímos, então, que Lion e Jaga, respectivamente, são mestres das seguintes armas:

Questão 12 10695149
CMRJ 6° Ano - Português 2015TEXTO
Bolinha de gude vence Playstation
Garotada tem computador, celular e videogame moderno, mas não dispensa brincadeira à moda antiga
O sucesso das figurinhas da Copa do mundo, com 2 milhões de pacotinhos vendidos por semana no Brasil, tem surpreendido muitos pais. Afinal, como um hobby que remete aos "velhos tempos", caiu no gosto das novas gerações? Mas os bairros periféricos indicam: manias infantis dos tempos do vovó ainda cativam a molecada.
João Augusto Diniz, de 12 anos, por exemplo, tem videogame e internet em casa desde os 3, mas não dispensa uma partida de futebol com os amigos na rus onde mora, no bairro do Limão, zena norte. "Adoro jogar bola", resumiu João, enquanto arriscava seus dribles. Além do futebol, a turma do bairro também gosta de bolinha de gude, pelão, pipa e carrinho de rolimã.
"Estamos vendo a reorganização dos antigos jogos. Para a criança, se uma brincadeira é legal, basta!" disse a psicopedagoga especialista em comportamento Infantil, Maria Irene Maluf.
No caso de João, o Incentivo vem dos pais. "A criança precisa aprender a soltar pipa, peão. Não quero meu filho trancado em casa o tempo todo", disse Jorge Diniz, de 43, pai de João.
No mesmo bairro, Thiago Fernandes da Costa, de 9, também dá um "pause" no videogame e se diverte na rua. E, se a mãe, Robélia Fernandes, de 32, não o chama para dentro, o menino passa o dia na rua com os amigos. "Ando de bicicleta, brinco de esconde esconde, jogo peão", disse o menino.
Ué, então para que serve o videogame? "Decidi comprar um para ele, pois ele ficava muito tempo Jogando na casa dos outros", explicou Robélia
Pais também preferem ruas
Não são só os garotos que gostam de jogar bola em pleno asfalto ou empinar pipa. Os pais, também, dizem preferir isso, por propiciar um melhor convívio social e aprendizagem.
"Se ralar na rua, se sujar, tudo isso faz parte do crescimento. Essas brincadeiras são boas e fazem bem até para o preparo físico das crianças, disse Jorge Diniz, pai de Jolo Augusto.
Mas a questão da segurança preocupa, por isso os pais se viram como podem para tomar conta de seus pupilos. "A gente procura orientar a respeitar os vizinhos, não brigar, tomar cuidado com os carros, principalmente. Qualquer coisa é melhor que ficar enfiado dentro de casa o dia inteiro", afirma Robélia Nascimento Fernandes.
Para a psicopedagoga especialista em comportamento infantil, Maia Irene Maluf, o ideal é que haja meio termo entre o tempo dedicado a entretenimentos eletrônicos, com videogames, por exemplo, e as brincadeiras de rua
É preciso bom senso. Não é comum uma criança não gostar de ficar na frente do computador, assim como é incomum um menino não querer brincar com os coleguinhas", explicou.
No caso dos passatempos eletrônicos, os pais devem ficar atentos à internet e seus perigos. Por isso, é preferível que um adulto acompanhe a navegação. "Para eles é como um cheque em branco. Qualquer informação, como endereço ou telefone, é repassada sem qualquer censura", afirmou Maria.
(Diário de S. Paulo. Dia a dia, p.8. 7 de mais de 2010)
Assinale a alternativa que melhor traduz a ideia do título do texto: “Bolinha de gude vence Playstation”.
Questão 5 10694785
CMRJ 6° Ano - Português 2015TEXTO
A Bola

O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola.
O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse: "Legail". Ou o que os garotos dizem hoje em dia quando não gostam do presente ou não querem magoar o velho.
Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.
- Como é que liga? - perguntou.
- Como, como é que liga? Não se liga.
O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
- Não tem manual de instrução?
O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos são decididamente outros.
- Não precisa manual de instrução.
- O que é que ela faz?
- Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.
- O quê?
- Controla, chuta...
- Ah, então é uma bola. Claro que é uma bola.
- Uma bola, bola. Uma bola mesmo.
- Você pensou que fosse o quê?
- Nada, não.
O garoto agradeceu, disse "Legal de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogane. Algo chamado Monster Ball, em que times monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip eletrônico na tela ao mesmo tempo e tentavam se destruir mutuamente. O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio rápido, Estava ganhando da máquina.
O pai pegou a bola nova e ensaiou algumas embaixadas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.
- Filho, olha.
O garoto disse "Legal" mas não desviou os olhos da tela
O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro de couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para garotada se interessar.
(VERISSIMO, Luis Fermando, Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.p.p.4)
Assinale o trecho que mostra o motivo que levou o pai a comprar uma bola para o filho.
06
![[Marketing] Questao Topo - deslogado](https://storage.estuda.com.br/banners/0_6b7ebee90b03af1c560c73bb8bcce34a_banner_deslogado_70_dias.png)