Questões de EFAF Educação Física - Biologia e Saúde
167 Questões
Questão 38 10235445
OBC 1° Fase 2016Ao fazer previsões para a maratona dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, discutiu-se a diferença entre o tempo necessário para completar o percurso para indivíduos do sexo masculino e feminino. Segundo entrevistas com especialistas no assunto, uma das razões para o maior desempenho do homem em relação à mulher seria que ele suportaria uma concentração mais alta de ácido láctico nos músculos durante a corrida.
Esse acúmulo de ácido láctico nos músculos é devido:
Questão 20 11050606
IFTM Integrados 2015/1IMC é uma sigla utilizada para Índice de Massa Corporal e é uma medida utilizada para medir a obesidade adotada pela Organização Mundial de Saúde (OMS). É o padrão internacional para avaliar o grau de obesidade. O sobrepeso e a obesidade, indicados pelo IMC, são fatores de risco para várias doenças consideradas de alto risco para a Saúde Pública.
O cálculo do IMC é feito dividindo o “peso” (em quilogramas) pela altura (em metros) ao quadrado. A fórmula usada para o cálculo do IMC é: IMC = Peso/Altura2 Após fazer o cálculo observa-se na tabela adotada pela OMS a situação do indivíduo. A seguir, parte da tabela usada para meninos e meninas de 14 e 15 anos de idade.


Paulo é um garoto de 15 anos de idade com 1,70m de altura e peso 70 kg. Ao verificar o seu IMC constatou que está com sobrepeso. Estabeleceu a meta de melhorar seus hábitos alimentares, praticar atividade física e ficar com IMC igual a 20.
Quantos quilogramas Paulo deverá perder para atingir a sua meta?
Questão 28 10772566
COLUNI/UFV 1° Dia 2015As tabelas abaixo fornecem os valores nutricionais de um mesmo produto fabricado por quatro empresas distintas.

Sandra pretende fazer uma refeição que contenha 30 gramas desse produto.
Como deseja ingerir a menor quantidade possível de calorias (kcal), sua preferência deverá ser pelo produto fabricado pela empresa:
Questão 7 10727594
CMC 6º Ano - Português 2015Obesidade infantil
Ao longo das últimas décadas, os hábitos de vida e de alimentação das crianças mudaram
drasticamente. O atual estado de insegurança que levou a maior parte das famílias das grandes cidades a
se mudar de casas para apartamentos, a melhora na renda das famílias de classe baixa e o maior acesso
aos alimentos industrializados, entre outros fatores, potencializaram o surgimento de uma geração de
[5]crianças que se exercita cada vez menos e consome cada vez mais calorias. Mas, ao contrário de
antigamente, quando os quilinhos a mais eram orgulho dos pais, por supostamente serem sinônimos de
saúde, hoje se sabe que eles são porta de entrada para uma das principais epidemias do século 21: a
obesidade infantil.
Dados recentes divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria
[10]com o Ministério de Saúde apontam que uma em cada três crianças de cinco a nove anos de idade está
acima do peso recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Entre os meninos, 16,6% são
obesos, enquanto as meninas somam 11,8%.
Comparado com pesquisas anteriores, o excesso de peso entre as crianças mais do que triplicou
desde 1974: passou de 9,7% para 33,5% atualmente. A obesidade entre os meninos era de apenas 2,9%
[15]do total e nas meninas o índice era de apenas 1,8%.
Uma em cada três crianças sofre com a doença no Brasil, e projeções da Organização Mundial da
Saúde (OMS) apontam que até 2025 o número de crianças com sobrepeso e obesidade pode chegar a 75
milhões, caso nada seja feito. A obesidade na infância pode resultar em sérios riscos à saúde e, no futuro,
desencadear ainda outros problemas de saúde, como apneia do sono, déficit de atenção, problemas sociais
[20]e psicológicos, como estigmatização e baixa autoestima, colesterol elevado, problemas nas articulações e
maior risco de acidente vascular cerebral. O excesso de peso adquirido na infância também pode evoluir
para outros problemas de saúde crônicos associados à obesidade como diabetes, pressão arterial alta e
infarto, decorrentes do grande acúmulo de gordura e açúcares no organismo iniciado precocemente.
É fundamental agir assim que for detectado que a criança está com excesso de peso. Se a
[25]obesidade não for tratada até os dois anos de idade, mesmo que a criança siga com um crescimento
saudável, as chances de a criança se tornar obesa chegam a 20%.
Já os adolescentes com excesso de peso têm 80% de chance de se tornarem adultos obesos. Mas,
com atitudes simples, é possível combater e reverter esse problema.
(GENTIL, Daniel. Revista Voz de Esperança. ano 18, nr 8; 2015, p. 6)
“Dados recentes divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria com o Ministério da Saúde apontam que uma em cada três crianças de cinco a nove anos de idade […]” (linhas 9 e 10).
Assinale o item em que o termo apontar está sendo empregado com o mesmo sentido daquele apresentado no período em destaque.
Questão 4 10727590
CMC 6º Ano - Português 2015Obesidade infantil
Ao longo das últimas décadas, os hábitos de vida e de alimentação das crianças mudaram
drasticamente. O atual estado de insegurança que levou a maior parte das famílias das grandes cidades a
se mudar de casas para apartamentos, a melhora na renda das famílias de classe baixa e o maior acesso
aos alimentos industrializados, entre outros fatores, potencializaram o surgimento de uma geração de
[5]crianças que se exercita cada vez menos e consome cada vez mais calorias. Mas, ao contrário de
antigamente, quando os quilinhos a mais eram orgulho dos pais, por supostamente serem sinônimos de
saúde, hoje se sabe que eles são porta de entrada para uma das principais epidemias do século 21: a
obesidade infantil.
Dados recentes divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria
[10]com o Ministério de Saúde apontam que uma em cada três crianças de cinco a nove anos de idade está
acima do peso recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Entre os meninos, 16,6% são
obesos, enquanto as meninas somam 11,8%.
Comparado com pesquisas anteriores, o excesso de peso entre as crianças mais do que triplicou
desde 1974: passou de 9,7% para 33,5% atualmente. A obesidade entre os meninos era de apenas 2,9%
[15]do total e nas meninas o índice era de apenas 1,8%.
Uma em cada três crianças sofre com a doença no Brasil, e projeções da Organização Mundial da
Saúde (OMS) apontam que até 2025 o número de crianças com sobrepeso e obesidade pode chegar a 75
milhões, caso nada seja feito. A obesidade na infância pode resultar em sérios riscos à saúde e, no futuro,
desencadear ainda outros problemas de saúde, como apneia do sono, déficit de atenção, problemas sociais
[20]e psicológicos, como estigmatização e baixa autoestima, colesterol elevado, problemas nas articulações e
maior risco de acidente vascular cerebral. O excesso de peso adquirido na infância também pode evoluir
para outros problemas de saúde crônicos associados à obesidade como diabetes, pressão arterial alta e
infarto, decorrentes do grande acúmulo de gordura e açúcares no organismo iniciado precocemente.
É fundamental agir assim que for detectado que a criança está com excesso de peso. Se a
[25]obesidade não for tratada até os dois anos de idade, mesmo que a criança siga com um crescimento
saudável, as chances de a criança se tornar obesa chegam a 20%.
Já os adolescentes com excesso de peso têm 80% de chance de se tornarem adultos obesos. Mas,
com atitudes simples, é possível combater e reverter esse problema.
(GENTIL, Daniel. Revista Voz de Esperança. ano 18, nr 8; 2015, p. 6)
Observe: […] hoje se sabe que eles são porta de entrada para uma das principais epidemias do século 21: a obesidade infantil.” (linhas 7 e 8).
O período em destaque significa, dentro do contexto em que está inserido, que:
Questão 3 10727588
CMC 6º Ano - Português 2015Obesidade infantil
Ao longo das últimas décadas, os hábitos de vida e de alimentação das crianças mudaram
drasticamente. O atual estado de insegurança que levou a maior parte das famílias das grandes cidades a
se mudar de casas para apartamentos, a melhora na renda das famílias de classe baixa e o maior acesso
aos alimentos industrializados, entre outros fatores, potencializaram o surgimento de uma geração de
[5]crianças que se exercita cada vez menos e consome cada vez mais calorias. Mas, ao contrário de
antigamente, quando os quilinhos a mais eram orgulho dos pais, por supostamente serem sinônimos de
saúde, hoje se sabe que eles são porta de entrada para uma das principais epidemias do século 21: a
obesidade infantil.
Dados recentes divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria
[10]com o Ministério de Saúde apontam que uma em cada três crianças de cinco a nove anos de idade está
acima do peso recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Entre os meninos, 16,6% são
obesos, enquanto as meninas somam 11,8%.
Comparado com pesquisas anteriores, o excesso de peso entre as crianças mais do que triplicou
desde 1974: passou de 9,7% para 33,5% atualmente. A obesidade entre os meninos era de apenas 2,9%
[15]do total e nas meninas o índice era de apenas 1,8%.
Uma em cada três crianças sofre com a doença no Brasil, e projeções da Organização Mundial da
Saúde (OMS) apontam que até 2025 o número de crianças com sobrepeso e obesidade pode chegar a 75
milhões, caso nada seja feito. A obesidade na infância pode resultar em sérios riscos à saúde e, no futuro,
desencadear ainda outros problemas de saúde, como apneia do sono, déficit de atenção, problemas sociais
[20]e psicológicos, como estigmatização e baixa autoestima, colesterol elevado, problemas nas articulações e
maior risco de acidente vascular cerebral. O excesso de peso adquirido na infância também pode evoluir
para outros problemas de saúde crônicos associados à obesidade como diabetes, pressão arterial alta e
infarto, decorrentes do grande acúmulo de gordura e açúcares no organismo iniciado precocemente.
É fundamental agir assim que for detectado que a criança está com excesso de peso. Se a
[25]obesidade não for tratada até os dois anos de idade, mesmo que a criança siga com um crescimento
saudável, as chances de a criança se tornar obesa chegam a 20%.
Já os adolescentes com excesso de peso têm 80% de chance de se tornarem adultos obesos. Mas,
com atitudes simples, é possível combater e reverter esse problema.
(GENTIL, Daniel. Revista Voz de Esperança. ano 18, nr 8; 2015, p. 6)
No período: “[...] uma em cada três crianças de cinco a nove anos de idade está acima do peso recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS).” (linhas 16 e 17), a palavra em destaque somente não pode ser substituída, sem perda de sentido, por:
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