Questões de EFAF Educação Física
1.033 Questões
Questão 34 10194867
IFFar* 1° Ano - Processo Seletivo Integrado 2012Em uma corrida de 100m rasos, o vencedor percorreu o trajeto em um intervalo de tempo de 9,2s.
Qual a velocidade média do corredor em m/s?
Questão 19 10127303
CMRJ 1° Ano - Prova de Português 2012Tira

olimpiadas.pop.com.br/tirinhas-pop-4
O humor da tira fundamenta-se numa forma de ironia a uma concepção do senso comum com relação às Olimpíadas.
De acordo com esse pensamento, os jogos olímpicos
Questão 18 10127300
CMRJ 1° Ano - Prova de Português 2012Já o boxe brasileiro trouxe novidades e boas surpresas. Ausentes do pódio olímpico desde 1968, os pugilistas garantiram medalhas – uma delas, de prata – para a delegação brasileira. Os irmãos Falcão foram o destaque, junto com a boxeadora Adriana Araújo, que conquistou o inédito bronze feminino na categoria até 60 kg.
“Meu pai é conhecido como Touro Moreno. Ele lutou judô em Vitória,
no Espírito Santo, por uns dez anos. Já era faixa preta antes de eu nascer. Foi
para o vale-tudo, ficou conhecido e depois entrou no boxe. Foi dele a ideia de
me dar o nome de Esquiva, porque naquela época o técnico não podia gritar
[5] “Direita, esquerda, esquiva!” para o lutador. Então ele pensou que, se me
chamasse pelo nome, eu já saberia que era para me esquivar. Não tinha como
fugir do destino.
Quando eu era mais novo, não ligava para o boxe, mas com 11 anos
comecei a me envolver, dar uma corridinha e praticar um pouco, por influência
[10] do meu pai. Ele não me obrigava, mas dizia que eu tinha talento, então
comecei a treinar no quintal de casa com ele. Com 13 anos fiz minha primeira
luta: ganhei, fiquei feliz. Era o incentivo de que eu precisava. Depois, vim para
São Paulo com meu irmão mais velho para treinar.
Aos 18 anos, disputei o Campeonato Brasileiro e peguei prata. Alguém
[15] da seleção brasileira me viu e me chamou para fazer parte da equipe. Então,
comecei a viajar. Eu era louco para 1r à Rússia por causa do frio, da neve, que
nunca tinha visto. Cuba também era um lugar que eu queria muito conhecer
pela sua história no boxe. Em 2011 o técnico me avisou do Mundial, que já era
classificatório para a Olimpíada. Deu tudo certo, ganhei o bronze e a vaga. Aí
[20] meu pai ficou feliz. Foi o meu momento de fama, e o dele também — deu um
monte de entrevistas e até hoje fala: “Esse aqui é meu filho, o terceiro melhor
do mundo!” Fico envergonhado, mas é uma felicidade. Eu cheguei mais longe
do que meu pai, mas o meu sucesso é o dele, e o dele é o meu.”
TAM nas nuvens. Ano 05, n° 54, junho/2012. p.98.
"Já era faixa preta antes de eu nascer.” (linha 2) Nessa oração, a expressão destacada tem a mesma função sintática do termo sublinhado no período:
Questão 17 10127297
CMRJ 1° Ano - Prova de Português 2012Já o boxe brasileiro trouxe novidades e boas surpresas. Ausentes do pódio olímpico desde 1968, os pugilistas garantiram medalhas – uma delas, de prata – para a delegação brasileira. Os irmãos Falcão foram o destaque, junto com a boxeadora Adriana Araújo, que conquistou o inédito bronze feminino na categoria até 60 kg.
“Meu pai é conhecido como Touro Moreno. Ele lutou judô em Vitória,
no Espírito Santo, por uns dez anos. Já era faixa preta antes de eu nascer. Foi
para o vale-tudo, ficou conhecido e depois entrou no boxe. Foi dele a ideia de
me dar o nome de Esquiva, porque naquela época o técnico não podia gritar
[5] “Direita, esquerda, esquiva!” para o lutador. Então ele pensou que, se me
chamasse pelo nome, eu já saberia que era para me esquivar. Não tinha como
fugir do destino.
Quando eu era mais novo, não ligava para o boxe, mas com 11 anos
comecei a me envolver, dar uma corridinha e praticar um pouco, por influência
[10] do meu pai. Ele não me obrigava, mas dizia que eu tinha talento, então
comecei a treinar no quintal de casa com ele. Com 13 anos fiz minha primeira
luta: ganhei, fiquei feliz. Era o incentivo de que eu precisava. Depois, vim para
São Paulo com meu irmão mais velho para treinar.
Aos 18 anos, disputei o Campeonato Brasileiro e peguei prata. Alguém
[15] da seleção brasileira me viu e me chamou para fazer parte da equipe. Então,
comecei a viajar. Eu era louco para 1r à Rússia por causa do frio, da neve, que
nunca tinha visto. Cuba também era um lugar que eu queria muito conhecer
pela sua história no boxe. Em 2011 o técnico me avisou do Mundial, que já era
classificatório para a Olimpíada. Deu tudo certo, ganhei o bronze e a vaga. Aí
[20] meu pai ficou feliz. Foi o meu momento de fama, e o dele também — deu um
monte de entrevistas e até hoje fala: “Esse aqui é meu filho, o terceiro melhor
do mundo!” Fico envergonhado, mas é uma felicidade. Eu cheguei mais longe
do que meu pai, mas o meu sucesso é o dele, e o dele é o meu.”
TAM nas nuvens. Ano 05, n° 54, junho/2012. p.98.
Esse texto apresenta características de depoimento ou relato de memórias.
De acordo com suas declarações, ao afirmar que “não tinha como fugir do destino” (linhas 6-7), o autor
Questão 16 10127293
CMRJ 1° Ano - Prova de Português 2012O basquete masculino do Brasil terminou os jogos olímpicos em 5° lugar. No confronto com a seleção russa, num jogo emocionante, perdeu na última cesta, de três pontos, pelo placar de 75 a 74. Foi um “duelo de gigantes”, como se pode imaginar. O texto a seguir, que dá prova disso, combina informações técnicas e representações visuais, como desenho e edição de fotografia.

O Globo, 13/08/2012. Caderno Olimpíadas. p.5.
O texto reúne diferentes elementos de composição: linguagem verbal, números, recursos visuais – como setas e linhas pontilhadas – e fotografia.
Esse conjunto tem o objetivo de produzir, no leitor, a sensação de
Questão 15 10127287
CMRJ 1° Ano - Prova de Português 2012Nas recentes Olimpíadas de Londres, o Brasil terminou em 22° lugar no quadro de medalhas. Os atletas brasileiros conquistaram um total de 17 medalhas: 3 de ouro, 5 de prata e 9 de bronze. O resultado supera o de Pequim, em 2008. A tabela a seguir traz outros dados comparativos dos jogos de 2012.

Folha de São Paulo, 13/08/2012. Caderno Esporte – Londres 2012. p. D2 (adaptado).
Comparando as informações de atletas por equipe, população e PIB (Produto Interno Bruto), no quadro acima, conclui-se que
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