Questões de EFAF Educação Física
1.033 Questões
Questão 1 10737116
CMBH 6° Ano - Matemática 2012A primeira edição dos Jogos Olímpicos da Era Moderna aconteceu em Atenas, na Grécia, no ano de 1896. O último ocorreu em 2012, em Londres. Houve interrupção dos jogos nos períodos de 1914 a 1918 e de 1939 a 1945, por causa das duas grandes guerras mundiais. Aconteceu, ainda, uma edição comemorativa das Olimpíadas em 1906, na cidade de Atenas.
Sabendo-se que os Jogos Olímpicos ocorrem de quatro em quatro anos e levando-se em conta as informações dadas, o número total de Olimpíadas efetivamente realizadas desde 1896, é igual a:
Questão 9 10735885
CMRJ 6º Ano Matemática 2012O quadro apresenta as medalhas ganhas por quatro países nas olimpíadas de Londres em 2012.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/olimpiadas/medalhas.html
Qual das opções apresenta os gráficos de setores que representam as medalhas ganhas por esses quatro países?
Questão 8 10735881
CMRJ 6º Ano Matemática 2012Marília, Hugo, Pedro e Abel saíram vestindo as camisas de seus times. Cada um torce por um time diferente: Flamengo, Botafogo, Vasco e Fluminense. Sabe-se que Pedro não torce pelo Flamengo; Hugo não torce nem pelo Flamengo nem pelo Botafogo; Abel torce pelo Vasco.
Concluímos, então, que Marília e Hugo, respectivamente, são torcedores do
Questão 2 10735870
CMRJ 6º Ano Matemática 2012O gráfico abaixo apresenta os 260 atletas da delegação brasileira distribuídos de acordo com o número de participações em olimpíadas. Observe-o com cuidado.

Podemos afirmar, portanto, o seguinte
Questão 20 10735862
CMRJ 6º Ano - Português 2012TEXTO
Personalidades brasileiras de sucesso revelam as ideias que nortearam sua vida
Eike Batista,
52 anos, carioca, empresário

Cumpra metas traçadas com disciplina e constância
Minha mãe, Jutta Batista, me fez entender que ter
disciplina faz uma enorme diferença na vida. Eu tinha
por volta de 13 anos quando ela conversou comigo sobre
o assunto. Acordar cedo, cumprir as tarefas, os
[5] horários, ser sempre pontual nos compromissos. No
fundo, tudo é disciplina, e ela me ajudou em todos os aspectos. Eu sofria de asma
quando criança. Minha mãe sabia que uma das maneiras de me curar era nadando.
Então, ela me incentivou na natação, me fez ter disciplina e dedicação. Segui o
conselho e me curei da asma. O que ela me ensinou também foi absolutamente vital
[10] para meu trabalho, como empreendedor e criador de novos negócios. Cumprir as
metas traçadas, com disciplina e constância, e executar os projetos até o fim.
Cumprir todas as regras, sem pular etapas. Graças a esse conselho, também continuo
a fazer exercício pelo menos duas vezes por semana. Tenho 52 anos e uma saúde de
ferro.
Sucesso ou fracasso não são para sempre
Lázaro Ramos, 30 anos, baiano, ator

[15] Em 1998, eu fazia um espetáculo chamado Um tal de Dom
Quixote, com a Companhia Bando de Teatro Olodum. Meu
papel era o de Sancho Pança. Quando a crítica do
espetáculo saiu na imprensa, me fazia enormes elogios.
Disse que eu havia roubado a cena. O título era: ‘Um tal de
[20] Sancho Pança’. Fiquei exultante e fui mostrar a crítica à minha diretora, Cica Carelli.
Ela me disse: ‘Mas por que você está comemorando tanto? Saiba que não existem
nem sucesso nem fracasso permanentes’. Na hora, fiquei chateado por ela ter
cortado a minha onda. De lá para cá, vi que é exatamente assim. Devemos ser
comedidos nas alegrias e nas tristezas da profissão. O conselho que ela me deu, na
[25] verdade, formou parte de minha personalidade, pauta quem sou hoje. Depois de
fazer televisão e de ficar mais popular, com novelas de grande sucesso, sempre
penso nisso e comento sobre o que faço com o máximo de normalidade. Eu me tornei
realmente consciente da possibilidade desses altos e baixos. Isso me ajuda muito a
ter equilíbrio no trabalho e na vida.
Somos todos seres iguais
Juliana Paes, 30 anos, fluminense, atriz

[30] Certa vez, eu estava melindrada por ter de conversar
com o reitor da universidade onde estudava. Eu tinha 19
anos, e meu pai me disse: ‘Nunca tenha medo ou timidez
ao falar com quem quer que seja. Lembre-se sempre de
que somos todos homens mortais, iguais, acima de qualquer cargo, profissão e status.
[35] Mesmo se estiver diante da maior autoridade que você reconheça, encare-a de igual
para igual. Nem de cabeça baixa, pois não deve ter vergonha, nem de nariz em pé,
pois tem de manter a humildade. Encare-a de frente, como iguais que são’. Essas
palavras me acompanham sempre, são como um eco do meu pai em mim. Sempre fui
muito respeitosa, quase tímida quando mais menina, e sempre tive medo de dizer não,
[40] de desagradar. Uma terapeuta me disse uma vez que eu sou uma pessoa que gosta de
agradar. É verdade. Mas o conselho do meu pai me ajuda até hoje a não ter medo de
me colocar, de questionar. Ele me fez ser mais forte e confiante.
(Revista Época, edição no. 596, de 17 de outubro de 2009. Último acesso em 29/09/2012: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EIT631-16091,00.html)
Vocabulário:
1. Pauta (l. 25) – define.
Além da nacionalidade, as personalidades do conjunto dos textos finais têm em comum o
seguinte:
Questão 19 10735860
CMRJ 6º Ano - Português 2012TEXTO
Personalidades brasileiras de sucesso revelam as ideias que nortearam sua vida
Eike Batista,
52 anos, carioca, empresário

Cumpra metas traçadas com disciplina e constância
Minha mãe, Jutta Batista, me fez entender que ter
disciplina faz uma enorme diferença na vida. Eu tinha
por volta de 13 anos quando ela conversou comigo sobre
o assunto. Acordar cedo, cumprir as tarefas, os
[5] horários, ser sempre pontual nos compromissos. No
fundo, tudo é disciplina, e ela me ajudou em todos os aspectos. Eu sofria de asma
quando criança. Minha mãe sabia que uma das maneiras de me curar era nadando.
Então, ela me incentivou na natação, me fez ter disciplina e dedicação. Segui o
conselho e me curei da asma. O que ela me ensinou também foi absolutamente vital
[10] para meu trabalho, como empreendedor e criador de novos negócios. Cumprir as
metas traçadas, com disciplina e constância, e executar os projetos até o fim.
Cumprir todas as regras, sem pular etapas. Graças a esse conselho, também continuo
a fazer exercício pelo menos duas vezes por semana. Tenho 52 anos e uma saúde de
ferro.
Sucesso ou fracasso não são para sempre
Lázaro Ramos, 30 anos, baiano, ator

[15] Em 1998, eu fazia um espetáculo chamado Um tal de Dom
Quixote, com a Companhia Bando de Teatro Olodum. Meu
papel era o de Sancho Pança. Quando a crítica do
espetáculo saiu na imprensa, me fazia enormes elogios.
Disse que eu havia roubado a cena. O título era: ‘Um tal de
[20] Sancho Pança’. Fiquei exultante e fui mostrar a crítica à minha diretora, Cica Carelli.
Ela me disse: ‘Mas por que você está comemorando tanto? Saiba que não existem
nem sucesso nem fracasso permanentes’. Na hora, fiquei chateado por ela ter
cortado a minha onda. De lá para cá, vi que é exatamente assim. Devemos ser
comedidos nas alegrias e nas tristezas da profissão. O conselho que ela me deu, na
[25] verdade, formou parte de minha personalidade, pauta quem sou hoje. Depois de
fazer televisão e de ficar mais popular, com novelas de grande sucesso, sempre
penso nisso e comento sobre o que faço com o máximo de normalidade. Eu me tornei
realmente consciente da possibilidade desses altos e baixos. Isso me ajuda muito a
ter equilíbrio no trabalho e na vida.
Somos todos seres iguais
Juliana Paes, 30 anos, fluminense, atriz

[30] Certa vez, eu estava melindrada por ter de conversar
com o reitor da universidade onde estudava. Eu tinha 19
anos, e meu pai me disse: ‘Nunca tenha medo ou timidez
ao falar com quem quer que seja. Lembre-se sempre de
que somos todos homens mortais, iguais, acima de qualquer cargo, profissão e status.
[35] Mesmo se estiver diante da maior autoridade que você reconheça, encare-a de igual
para igual. Nem de cabeça baixa, pois não deve ter vergonha, nem de nariz em pé,
pois tem de manter a humildade. Encare-a de frente, como iguais que são’. Essas
palavras me acompanham sempre, são como um eco do meu pai em mim. Sempre fui
muito respeitosa, quase tímida quando mais menina, e sempre tive medo de dizer não,
[40] de desagradar. Uma terapeuta me disse uma vez que eu sou uma pessoa que gosta de
agradar. É verdade. Mas o conselho do meu pai me ajuda até hoje a não ter medo de
me colocar, de questionar. Ele me fez ser mais forte e confiante.
(Revista Época, edição no. 596, de 17 de outubro de 2009. Último acesso em 29/09/2012: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EIT631-16091,00.html)
Vocabulário:
1. Pauta (l. 25) – define.
Indique a sequência de palavras que, respectivamente, MELHOR define a ideia principal dos relatos de Eike Batista, Lázaro Ramos e Juliana Paes.
06
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