Questões de EFAF Educação Física
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Questão 21 10828446
COLUNI/UFV 1° dia 2022/1Becky Redfern: The 'tough ride' to becoming a Paralympic silver medallistFrom the section Disability Sport Becky Redfern said it was "an incredible feeling" to win Paralympic silver in the SB13 100m breaststroke, just over a year after giving birth to her first child.

The 21-year-old Briton thought her swimming career "was over" when she discovered she was pregnant.
Redfern was able to compete in Tokyo because the Games were postponed for 12 months.
"It has been a tough ride but I am just so happy right now," she said.
"I am so proud of myself for everything that I have put myself through in the last couple of years and everything I've achieved today."
The Rio 2016 silver medallist and 2019 world champion led at halfway on Wednesday but was overhauled by Germany's Elena
Krawzow, who won by 0.64 seconds as Redfern clocked one minute 14.10secs.
Redfern, who is visually impaired, gave birth to son Patrick in July 2020.
"When I found out I was pregnant, I thought that my swimming career was done, it was over," she said.
But for Redfern, the 12-month delay to the Paralympics because of Covid-19 "felt like fate, like they'd been postponed for me - I need
to go and prove myself, they're waiting for me".
Although swimming pools were forced to close, British Swimming hired a hot tub for her to train in at home during lockdown.
However, preparing for Tokyo hasn't been her biggest challenge of the past year.
"Being a mum is so hard, it's the hardest thing I've ever had to do," she told BBC Radio 5 Live.
"To top it off with having to race and train - my son's just turned one and isn't sleeping through the night so I'm not getting the
recovery time."
Redfern said she could not wait to be reunited with Patrick so she could "give him a massive cuddle".
She added: "He won't remember it, he's only one, but he will have all these memories to look back on and I know that he'll be proud
of his mummy.
Disponível em: https://www.bbc.com/sport/disability-sport/58411534. Acesso em: 01 set. 2021. (Adaptado).
Com base no texto, analise as alternativas a seguir:
I. Becky Redfern pensou que sua carreira havia acabado por causa da gravidez.
II. Se não fosse pela Covid-19, Becky Redfern não teria participado das paraolimpíadas de Tokyo.
III. Becky Redfern foi medalhista nas paraolimpíadas do Rio.
IV. O maior desafio na vida da medalhista foi se preparar para as paraolimpíadas.
Está CORRETO o que se afirma em:
Questão 20 10828443
COLUNI/UFV 1° dia 2022/1Considere as afirmativas abaixo, atribuindo V para a(s) verdadeira(s) e F para a(s) falsa(s):
( ) Nas Olimpíadas de Tóquio
, os EUA ficaram em
lugar no número de medalhas,
no total, e o Brasil terminou em
lugar, com
medalhas de ouro,
de prata e
de bronze. O número total de medalhas dos EUA é o sextuplo do número de medalhas do Brasil.
( ) Em uma circunferência de centro O e dois ângulos inscritos,
de medida
e
de medida
, o arco AC terá medida maior que o arco DF.

Assinale a sequência CORRETA:
Questão 12 10775696
COLÉGIO SÓLIDO* 1º Ano 2022Brincar faz bem para o cérebro (inclusive dos adultos!) – e quem garante é a ciência

O que o brincar pode fazer pelo seu cérebro?
Ao longo dos últimos anos, diversas áreas da ciência têm se dedicado ao tema. E têm descoberto o poder da brincadeira, não só para o desenvolvimento das crianças, mas também para melhorar a qualidade de vida dos adultos.
Um desses estudos é conduzido pelo psiquiatra e pesquisador Stuart Brown, fundador do The National Institute for Play (Instituto Nacional para o Brincar, em português). Ele começou a estudar o tema quando percebeu, em suas pesquisas, que os grandes criminosos da história apresentaram uma enorme carência de brincadeiras em sua infância.
O oposto de brincar não é trabalhar. É depressão!
“Uma coisa muito peculiar sobre a nossa espécie é que fomos concebidos para brincar ao longo de todo o nosso curso de vida”, destaca Brown. Segundo o pesquisador, a base da confiança humana é estabelecida a partir dos sinais de brincar: tom de voz, gestos corporais, expressões faciais… E nós começamos a perder esses sinais, culturalmente, à medida que nos tornamos adultos. “Isso é uma lástima. Acho que temos muito a aprender.”
Neotenia: você conhece esta palavra?
Stuart Brown acredita que neotenia deveria ser o nome e o sobrenome de cada um de nós. A palavra significa a retenção de qualidades infantis na fase adulta. Segundo diversos estudos antropológicos e de outras áreas, os humanos são as mais “neotênicas” das criaturas: as mais juvenis, flexíveis, plásticas e, portanto, as mais brincalhonas. E isso faz toda a diferença em matéria de adaptabilidade.
Por isso, é importante que cada um de nós analise seu próprio histórico de brincadeiras. Cada um tem um histórico pessoal e único, e que raramente pensamos sobre.
Faça um teste!
Tente resgatar na sua memória a mais antiga, clara e alegre lembrança de brincadeira de sua infância. Seja um brinquedo, um aniversário ou umas férias. E comece a construir, a partir da emoção dessa lembrança, como ela se conecta à sua vida agora. Esse resgate pode levá-lo a tornar a brincadeira uma ferramenta para a vida pessoal e profissional. “Você conseguirá enriquecer sua vida priorizando isso e prestando atenção a isso”, garante Stuart Brown.
“Assim, gostaria de estimular vocês todos a se engajarem não no diferencial trabalhar x brincar — no qual você separa tempo para brincar —, mas que sua vida se infunda minuto a minuto, hora a hora, com corpo, objeto, social, fantasia, em tipos transformacionais de brincadeiras. E creio que vocês terão uma vida melhor e mais realizadora”, completa.
Fonte: https://thegreenestpost.com/brincar-faz-bem-para-o-cerebro-inclusive-dos-adultos-e-quem-garante-e-ciencia
De acordo com o texto, é INCORRETO afirmar que
Questão 3 10736846
COTUCA 2022Leia o texto abaixo para responder às questões.
Quando romantizar a vida dura de atletas vira um problema
FOTO: CARLA CARNIEL / REUTERS

Tatuagem do surfista brasileiro Ítalo Ferreira, medalha de ouro nos jogos de Tóquio
Medalha de prata na ginástica artística, Rebeca Andrade caminhava duas horas com os irmãos para poder treinar em Guarulhos, região metropolitana de São Paulo, quando sua mãe não tinha dinheiro para a condução dos filhos. Medalha de ouro no surf, Ítalo Ferreira usava tampas da caixa de isopor do pai, pescador, para pegar ondas em Baía Formosa, no Rio Grande do Norte.
As histórias de superação dos atletas brasileiros em Olimpíadas são recorrentes. E têm aparecido nos Jogos de Tóquio. Apesar de inspiradoras, elas trazem um problema: podem esconder a falta de investimento no esporte de base e também propagar a ideia de que basta esforço pessoal para subir ao pódio.
Neste texto, o Nexo debate o tema com Christian Dunker, psicanalista, professor do departamento de Psicologia Clínica do Instituto de Psicologia da USP e autor de livros como “Mal-estar, sofrimento e sintoma”, e com Marco Antonio Bortoleto, ex-atleta, professor da Faculdade de Educação Física da Unicamp e presidente da Comissão de Educação da Confederação Brasileira de Ginástica.
Na análise de Dunker, casos como os de Rebeca e Ítalo podem levar a uma percepção bivalente de que, por terem enfrentado dificuldades maiores, a vitória se torna ainda mais “maiúscula”.
“Eles tiveram que enfrentar os adversários externos, a realidade da competição. E os internos, da sua condição de origem, eventualmente a sua condição de gênero, de raça ou de classe. E aí você pode enaltecer que: basta o seu esforço. Qualquer um poderia também, certo? Não. A gente tem que ver que, para as grandes qualidades dela e dele, a gente tem uma quantidade grande de pessoas que tentam e não chegam lá. E não é por falta de esforço”, disse o psicanalista.
“Quando uma pessoa enriquece, logo se diz que ela saiu de uma família humilde. Por estarmos numa sociedade extremamente desigual, há buscas por mecanismos de ascensão social, e o esporte é um deles. E aí quem se torna um ídolo acaba disparador dessa vontade. E não é verdade. Medalha olímpica e ídolos não são para sempre”, disse.
Essa romantização é dura com os atletas que chegam ao topo e com os que traçam um caminho sem atingir o ápice, segundo Bortoleto. “O nosso romance com a sociedade pode ser curto. Tem ídolos que venderam medalha para sobreviver. Tem gente descartada a cada ciclo olímpico. Temos que celebrar, mas ter cuidado com as centenas de Rebecas que tentaram, mas não chegaram lá”, afirmou o ex-ginasta.
Adaptado de Isadora Rupp, 29 de jul de 2021, Nexo Jornal. Disponível em https://www.nexojornal.com.br/ expresso/2021/07/29/Quando-romantizar-a-vida-dura-de-atletas-vira-um-problema. Acesso em 30 jul. 2021.
Após a compreensão do texto, releia o título: “Quando romantizar a vida dura de atletas vira um problema”.
Qual das alternativas a seguir melhor apresenta o sentido com que a palavra romantizar é usada nesse contexto?
Questão 2 10736843
COTUCA 2022Leia o texto abaixo para responder às questões.
Quando romantizar a vida dura de atletas vira um problema
FOTO: CARLA CARNIEL / REUTERS

Tatuagem do surfista brasileiro Ítalo Ferreira, medalha de ouro nos jogos de Tóquio
Medalha de prata na ginástica artística, Rebeca Andrade caminhava duas horas com os irmãos para poder treinar em Guarulhos, região metropolitana de São Paulo, quando sua mãe não tinha dinheiro para a condução dos filhos. Medalha de ouro no surf, Ítalo Ferreira usava tampas da caixa de isopor do pai, pescador, para pegar ondas em Baía Formosa, no Rio Grande do Norte.
As histórias de superação dos atletas brasileiros em Olimpíadas são recorrentes. E têm aparecido nos Jogos de Tóquio. Apesar de inspiradoras, elas trazem um problema: podem esconder a falta de investimento no esporte de base e também propagar a ideia de que basta esforço pessoal para subir ao pódio.
Neste texto, o Nexo debate o tema com Christian Dunker, psicanalista, professor do departamento de Psicologia Clínica do Instituto de Psicologia da USP e autor de livros como “Mal-estar, sofrimento e sintoma”, e com Marco Antonio Bortoleto, ex-atleta, professor da Faculdade de Educação Física da Unicamp e presidente da Comissão de Educação da Confederação Brasileira de Ginástica.
Na análise de Dunker, casos como os de Rebeca e Ítalo podem levar a uma percepção bivalente de que, por terem enfrentado dificuldades maiores, a vitória se torna ainda mais “maiúscula”.
“Eles tiveram que enfrentar os adversários externos, a realidade da competição. E os internos, da sua condição de origem, eventualmente a sua condição de gênero, de raça ou de classe. E aí você pode enaltecer que: basta o seu esforço. Qualquer um poderia também, certo? Não. A gente tem que ver que, para as grandes qualidades dela e dele, a gente tem uma quantidade grande de pessoas que tentam e não chegam lá. E não é por falta de esforço”, disse o psicanalista.
“Quando uma pessoa enriquece, logo se diz que ela saiu de uma família humilde. Por estarmos numa sociedade extremamente desigual, há buscas por mecanismos de ascensão social, e o esporte é um deles. E aí quem se torna um ídolo acaba disparador dessa vontade. E não é verdade. Medalha olímpica e ídolos não são para sempre”, disse.
Essa romantização é dura com os atletas que chegam ao topo e com os que traçam um caminho sem atingir o ápice, segundo Bortoleto. “O nosso romance com a sociedade pode ser curto. Tem ídolos que venderam medalha para sobreviver. Tem gente descartada a cada ciclo olímpico. Temos que celebrar, mas ter cuidado com as centenas de Rebecas que tentaram, mas não chegaram lá”, afirmou o ex-ginasta.
Adaptado de Isadora Rupp, 29 de jul de 2021, Nexo Jornal. Disponível em https://www.nexojornal.com.br/ expresso/2021/07/29/Quando-romantizar-a-vida-dura-de-atletas-vira-um-problema. Acesso em 30 jul. 2021.
A descrição dos entrevistados é importante para a construção do argumento do texto principalmente porque
Questão 35 10726849
Colégio Embraer 2022O alvo utilizado em uma competição amadora de Tiro com Arco (Arco e Flecha) tem formato circular e área de 2 025π cm2.
A medida do diâmetro desse alvo é
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