Questões de EFAF Educação Física
1.033 Questões
Questão 15 10788091
Concursos P.M. Palminópolis 2013São práticas de um modo de vida que promove a saúde, à exceção:
Questão 10 10775091
UTFPR Inverno 2013/1Para especialista, campanha de Lady Gaga vai ajudar adolescentes a tratarem anorexia e bulimia
RODRIGO LEVINO Editor- Assistente da “ILUSTRADA”
Na semana passada, milhões de adolescentes foram convoca- dos por Lady Gaga a aceitarem seus corpos do jeito que eles são: magros, gordos, pouco importa. “Seja corajoso e celebre seus defeitos perceptíveis condenados pela sociedade”, escreveu ela em seu site e nas redes sociais. A campanha “Body Revolution 2013”, lançada pela cantora em resposta às críticas que recebeu recentemente por estar mais, digamos, “cheinha”, trouxe à tona uma revelação grave. Desde os 15 anos, Gaga diz sofrer transtornos psicológicos alimentares. Trocando em miúdos, ela tem bulimia e anorexia, os mais comuns do gênero, que atingem cerca de 4% da população mundial, segundo a Organização Mundial de Saúde. Adolescentes respondem por dois terços da estatística.
A alternativa que apresenta uma reescrita adequada para o texto acima, sem mudança de significado, é:
Questão 16 10736582
CMR 6º Ano - Português 2013Texto
Futebol na raça
Criado na Inglaterra em 1863, ele desembarcou no Brasil 31 anos depois, na forma de uma bola trazida debaixo do braço pelo estudante paulista Charles Miller. O futebol chegou elitista, racista e excludente. Quando se organizaram os primeiros campeonatos, lá pelo começo do século XX, era esporte de branco, rico, praticado em clubes fechados ou colégios seletos. Negros e pobres estavam simplesmente proibidos de chegar perto dos gramados, mas mesmo a distância perceberam o jogo e deles se agradaram.
Estava ali uma brincadeira feita sob medida para pobre. Não exige equipamento especial além de um objeto qualquer que possa ser chutado como se fosse bola. Pode ser praticado na rua, no pátio da escola, no fundo do quintal. O número e o tipo de jogador dependem apenas de combinação entre as partes. Jogam o forte e o fraco, o baixinho e o altão, o gordo e o magro.
Mauricio Cardoso, Veja, 7 de janeiro de 1998.
Considere o trecho "O futebol chegou elitista, racista e excludente".
A única passagem do texto que contraria diretamente a caracterização do futebol feita no trecho acima é:
Questão 15 10736581
CMR 6º Ano - Português 2013Texto III
O dono da bola
O nosso time estava cheio de amigos. O que nós não tínhamos era a bola de futebol. Só bola de meia, mas não é a mesma coisa.
Bom mesmo é bola de couro, como a do Caloca.
Mas, toda vez que nós íamos jogar com Caloca, acontecia a mesma coisa. E era só o juiz marcar qualquer falta do Caloca que ele gritava logo:
- Assim eu não jogo mais! Dá aqui a minha bola!
- Ah, Caloca, não vá embora, tenha espírito esportivo, jogo é jogo...
- Espírito esportivo, nada! berrava Caloca. E não me chame de Caloca, meu nome é Carlos Alberto!
E assim, Carlos Alberto acabava com tudo que era jogo.
A coisa começou a complicar mesmo, quando resolvemos entrar no campeonato do nosso bairro. Nós precisávamos treinar com bola de verdade para não estranhar na hora do jogo.
Mas os treinos nunca chegavam ao fim. Carlos Alberto estava sempre procurando encrenca:
- Se o Beto jogar de centroavante, eu não jogo!
- Se eu não for o capitão do time, vou embora!
- Se o treino for muito cedo, eu não trago a bola!
E quando não se fazia o que ele queria, já sabe, levava a bola embora e adeus, treino.
Catapimba, que era o secretário do clube, resolveu fazer uma reunião:
- Esta reunião é para resolver o caso do Carlos Alberto. Cada vez que ele se zanga, carrega a bola e acaba com o treino.
Carlos Alberto pulou, vermelhinho de raiva:
- A bola é minha, eu carrego quantas vezes eu quiser!
- Pois é isso mesmo! - disse o Beto, zangado. - É por isso que nós não vamos ganhar campeonato nenhum!
- Pois, azar de vocês, eu não jogo mais nessa droga de time, que nem bola tem.
E Caloca saiu pisando duro, com a bola debaixo do braço.
Aí, Carlos Alberto resolveu jogar bola sozinho. Nós passávamos pela casa dele e víamos. Ele batia bola com a parede. Acho que a parede era o único amigo que ele tinha. Mas eu acho que jogar com a parede não deve ser muito divertido.
Porque, depois de três dias, o Carlos Alberto não aguentou mais. Apareceu lá no campinho.
- Se vocês me deixarem jogar, eu empresto a minha bola
Carlos Alberto estava outro. Jogava direitinho e não criava caso com ninguém.
E, quando nós ganhamos o jogo final do campeonato, todo mundo se abraçou gritando:
- Viva!
- Viva o Catapimba!
- Viva!
- Viva o Carlos Alberto!
- Viva!
Então o Carlos Alberto gritou:
- Ei, pessoal, não me chamem de Carlos Alberto! Podem me chamar de Caloca!
ROCHA, Ruth. Marcelo, marmelo, martelo e outras histórias! São Paulo: Moderna, 1999. p. 47-59.
Texto IV
Futebol na raça
Criado na Inglaterra em 1863, ele desembarcou no Brasil 31 anos depois, na forma de uma bola trazida debaixo do braço pelo estudante paulista Charles Miller. O futebol chegou elitista, racista e excludente. Quando se organizaram os primeiros campeonatos, lá pelo começo do século XX, era esporte de branco, rico, praticado em clubes fechados ou colégios seletos. Negros e pobres estavam simplesmente proibidos de chegar perto dos gramados, mas mesmo a distância perceberam o jogo e deles se agradaram.
Estava ali uma brincadeira feita sob medida para pobre. Não exige equipamento especial além de um objeto qualquer que possa ser chutado como se fosse bola. Pode ser praticado na rua, no pátio da escola, no fundo do quintal. O número e o tipo de jogador dependem apenas de combinação entre as partes. Jogam o forte e o fraco, o baixinho e o altão, o gordo e o magro.
Mauricio Cardoso, Veja, 7 de janeiro de 1998.
Os textos III e IV têm em comum o fato de abordarem o tema da prática do futebol
Questão 14 10736580
CMR 6º Ano - Português 2013Texto
O dono da bola
O nosso time estava cheio de amigos. O que nós não tínhamos era a bola de futebol. Só bola de meia, mas não é a mesma coisa.
Bom mesmo é bola de couro, como a do Caloca.
Mas, toda vez que nós íamos jogar com Caloca, acontecia a mesma coisa. E era só o juiz marcar qualquer falta do Caloca que ele gritava logo:
- Assim eu não jogo mais! Dá aqui a minha bola!
- Ah, Caloca, não vá embora, tenha espírito esportivo, jogo é jogo...
- Espírito esportivo, nada! berrava Caloca. E não me chame de Caloca, meu nome é Carlos Alberto!
E assim, Carlos Alberto acabava com tudo que era jogo.
A coisa começou a complicar mesmo, quando resolvemos entrar no campeonato do nosso bairro. Nós precisávamos treinar com bola de verdade para não estranhar na hora do jogo.
Mas os treinos nunca chegavam ao fim. Carlos Alberto estava sempre procurando encrenca:
- Se o Beto jogar de centroavante, eu não jogo!
- Se eu não for o capitão do time, vou embora!
- Se o treino for muito cedo, eu não trago a bola!
E quando não se fazia o que ele queria, já sabe, levava a bola embora e adeus, treino.
Catapimba, que era o secretário do clube, resolveu fazer uma reunião:
- Esta reunião é para resolver o caso do Carlos Alberto. Cada vez que ele se zanga, carrega a bola e acaba com o treino.
Carlos Alberto pulou, vermelhinho de raiva:
- A bola é minha, eu carrego quantas vezes eu quiser!
- Pois é isso mesmo! - disse o Beto, zangado. - É por isso que nós não vamos ganhar campeonato nenhum!
- Pois, azar de vocês, eu não jogo mais nessa droga de time, que nem bola tem.
E Caloca saiu pisando duro, com a bola debaixo do braço.
Aí, Carlos Alberto resolveu jogar bola sozinho. Nós passávamos pela casa dele e víamos. Ele batia bola com a parede. Acho que a parede era o único amigo que ele tinha. Mas eu acho que jogar com a parede não deve ser muito divertido.
Porque, depois de três dias, o Carlos Alberto não aguentou mais. Apareceu lá no campinho.
- Se vocês me deixarem jogar, eu empresto a minha bola
Carlos Alberto estava outro. Jogava direitinho e não criava caso com ninguém.
E, quando nós ganhamos o jogo final do campeonato, todo mundo se abraçou gritando:
- Viva!
- Viva o Catapimba!
- Viva!
- Viva o Carlos Alberto!
- Viva!
Então o Carlos Alberto gritou:
- Ei, pessoal, não me chamem de Carlos Alberto! Podem me chamar de Caloca!
ROCHA, Ruth. Marcelo, marmelo, martelo e outras histórias! São Paulo: Moderna, 1999. p. 47-59.
Duas palavras que sintetizam bem o que ocorre no desfecho da história são
Questão 13 10736579
CMR 6º Ano - Português 2013Texto
O dono da bola
O nosso time estava cheio de amigos. O que nós não tínhamos era a bola de futebol. Só bola de meia, mas não é a mesma coisa.
Bom mesmo é bola de couro, como a do Caloca.
Mas, toda vez que nós íamos jogar com Caloca, acontecia a mesma coisa. E era só o juiz marcar qualquer falta do Caloca que ele gritava logo:
- Assim eu não jogo mais! Dá aqui a minha bola!
- Ah, Caloca, não vá embora, tenha espírito esportivo, jogo é jogo...
- Espírito esportivo, nada! berrava Caloca. E não me chame de Caloca, meu nome é Carlos Alberto!
E assim, Carlos Alberto acabava com tudo que era jogo.
A coisa começou a complicar mesmo, quando resolvemos entrar no campeonato do nosso bairro. Nós precisávamos treinar com bola de verdade para não estranhar na hora do jogo.
Mas os treinos nunca chegavam ao fim. Carlos Alberto estava sempre procurando encrenca:
- Se o Beto jogar de centroavante, eu não jogo!
- Se eu não for o capitão do time, vou embora!
- Se o treino for muito cedo, eu não trago a bola!
E quando não se fazia o que ele queria, já sabe, levava a bola embora e adeus, treino.
Catapimba, que era o secretário do clube, resolveu fazer uma reunião:
- Esta reunião é para resolver o caso do Carlos Alberto. Cada vez que ele se zanga, carrega a bola e acaba com o treino.
Carlos Alberto pulou, vermelhinho de raiva:
- A bola é minha, eu carrego quantas vezes eu quiser!
- Pois é isso mesmo! - disse o Beto, zangado. - É por isso que nós não vamos ganhar campeonato nenhum!
- Pois, azar de vocês, eu não jogo mais nessa droga de time, que nem bola tem.
E Caloca saiu pisando duro, com a bola debaixo do braço.
Aí, Carlos Alberto resolveu jogar bola sozinho. Nós passávamos pela casa dele e víamos. Ele batia bola com a parede. Acho que a parede era o único amigo que ele tinha. Mas eu acho que jogar com a parede não deve ser muito divertido.
Porque, depois de três dias, o Carlos Alberto não aguentou mais. Apareceu lá no campinho.
- Se vocês me deixarem jogar, eu empresto a minha bola
Carlos Alberto estava outro. Jogava direitinho e não criava caso com ninguém.
E, quando nós ganhamos o jogo final do campeonato, todo mundo se abraçou gritando:
- Viva!
- Viva o Catapimba!
- Viva!
- Viva o Carlos Alberto!
- Viva!
Então o Carlos Alberto gritou:
- Ei, pessoal, não me chamem de Carlos Alberto! Podem me chamar de Caloca!
ROCHA, Ruth. Marcelo, marmelo, martelo e outras histórias! São Paulo: Moderna, 1999. p. 47-59.
Na passagem " -A bola é minha, eu carrego quantas vezes eu quiser!", o uso do ponto de exclamação tem o efeito de
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