Questões de Conhecimentos Gerais - Ciências
30 Questões
Questão 21 16230600
FATEC 2025/2A economia verde depende de profissionais voltados para o desenvolvimento sustentável. Entre as possíveis áreas de atuação, pode-se citar
• gestão ambiental, que trabalha na redução de impactos ambientais;
• biocombustíveis, que desenvolve combustíveis a partir de matéria orgânica de origem vegetal ou animal;
• produção agropecuária, que pode promover práticas agropecuárias ecológicas; e
• meio ambiente e recursos hídricos, que asseguram o uso eficiente dos recursos naturais, principalmente água.
Quatro estudantes, Rose, Caio, Rita e Carlos, estão decididos a atuar em apenas uma dentre as áreas mencionadas.
Sabe-se que:
• cada área será escolhida por apenas um dos estudantes;
• Rose não quer trabalhar com a redução de impactos ambientais;
• Caio e Carlos não querem trabalhar com o uso eficiente de recursos naturais; e
• Rita quer trabalhar com o desenvolvimento de biocombustíveis.
Assinale a alternativa que é a única associação correta possível entre área escolhida e o estudante a partir das informações apresentadas.
Questão 1 16142095
IDOMED Medicina - online 2025/2TEXTO 1
ablutomania (a·blu·to·ma·ni·a)
substantivo feminino
– [Psicopatologia] Transtorno patológico que se manifesta numa vontade excessiva de tomar banho ou de lavar.
– Origem etimológica: inglês ablutomania, do latim ablutio, -onis, ablução, lavagem.
Disponível em: https://dicionario.priberam.org/ablutomania. Acesso em: 3 abr. 2025. (Adaptado).
TEXTO 2
'Comecei a lavar muito as mãos a ponto de feri-las': como pessoas com TOC enfrentam as ameaças de contaminação na pandemia
Pessoas diagnosticadas com o transtorno revelam piora dos sintomas durante pandemia da Covid-19.
(1.º§) O Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) pode ser diagnosticado a partir de diferentes sintomas. Com a pandemia do novo coronavírus, alguns pacientes com TOC ligados à contaminação ou à limpeza podem sofrer com as formas de prevenção e com a ideia de que o vírus possa estar em qualquer lugar.
(2.º§) José Alberto Roza Júnior, psicólogo clínico e professor da Universidade São Judas, explica que as pessoas com TOC, com obsessões e compulsões de sujeira têm visto na prática o que elas mais temem: a contaminação. "Entretanto, para elas, o sentido ultrapassa o da população geral que, por mais desconfortável que esteja com as atividades, não apresenta o mesmo sofrimento psíquico dos diagnosticados com TOC."
(3.º§) A bancária Carolina Melo, de 37 anos, começou a perceber que os sintomas estavam piorando quando viu que suas mãos estavam ficando feridas por causa do excesso de limpeza. Ela sempre tem TOC de limpeza, mas só foi diagnosticada aos 18 anos. Atualmente, está de licença no trabalho por causa da doença. "Comecei a lavar muito mais as mãos e usar álcool, a ponto de feri-las e passava álcool compulsivamente no teclado e mouse."
(4.º§) Jhonatan Costa, de 22 anos, foi diagnosticado com 18 anos. Os sintomas começaram ainda na infância em comportamentos ligados a ações que ele pensava serem erradas, que ficavam compulsivamente em seus pensamentos. Com a Covid-19, Jhonatan conta que não tem conseguido sair de casa, que tem se sentido mais ansioso e que tem lavado as mãos excessivamente. Para tentar amenizar os efeitos dos sintomas, ele tem sido acompanhado por um psiquiatra. "Eu tenho muito medo de ser contaminado pelo coronavírus. Eu não estou conseguindo sair de casa para nada. Quase todos os dias eu tenho falta de ar e a certeza que irei morrer por causa desta pandemia. Estou com um medo excessivo de morrer. Só penso nisso agora."
(5.º§) Thainã Rodriguês tem 23 anos, e há 5 faz acompanhamento psicológico e psiquiátrico. Ela conta que alguns sintomas apareceram na infância, mas que todos eles eram tratados como se fossem manias. Ela tem TOC de contaminação e de limpeza. Eles foram descobertos em 2018, após o pai ser diagnosticado com um câncer e a sua melhor amiga com uma doença rara no pulmão. "Por conta disso, eu passei a ter muito convívio com hospitais, e o medo de que os dois pegassem qualquer tipo de infecção era muito grande. Com isso, fiquei obcecada por limpeza, tudo em volta deles tinha que estar extremamente limpo. Eu não notei que era uma doença, até as pessoas à minha volta notarem que eu lavava a mão a cada segundo.". Com o tratamento que começou a fazer, Thainã ficou assintomática - até surgir a pandemia. "Meu sintomas voltaram, o medo, o pânico e pavor de me contaminar ressurgiu. Eu passei a lavar as mãos com muita frequência e a tomar vários banhos. Fiquei algumas noites sem dormir."
(6.º§) Thainã tem feito terapia com psicólogos que estão fazendo atendimentos emergenciais. "Eu procurei esses atendimentos algumas vezes e segui todas as dicas. Agora, estou bem melhor. A atividade física tem me ajudado bastante nesse processo."
Disponível em: https://g1.globo.com/bemestar/viva-voce/noticia/2020/05/18/comecei-a-lavar-muito-as-maos-a-ponto-de-feri-las-como-pessoas-comtoc-enfrentam-as-ameacas-de-contaminacao-na-pandemia.ghtml. Acesso em: 3 abr. 2025. (Adaptado).
Em relação aos três relatos trazidos no texto 2, nota-se que a pandemia de Covid-19:
Questão 1 16140722
IDOMED Medicina (edital 2) 2025/1“BRAIN ROT”: PALAVRA DO ANO DO OXFORD DEFINE NOSSO TEMPO FOCADO NAS TELAS
Termo chama a atenção para a exaustão mental que define a vida moderna focada no digital, do trabalho ao lazer
A Oxford University Press anunciou sua palavra do ano nesta semana: “brain rot”, que, em tradução literal, significa apodrecimento cerebral. O termo encapsula a exaustão mental que define a vida moderna focada nas telas. As pessoas passam o dia todo conectadas ao computador ou ao celular no trabalho, apenas para chegar em casa e, mais uma vez, buscar entretenimento diante de uma tela. “Brain rot”, que alguns escrevem como “brainrot” ou “brain-rot”, refere-se ao declínio das capacidades mentais ou intelectuais de uma pessoa devido ao tempo excessivo de consumo de conteúdos, especialmente online, o que começa a ser provado por cientistas em todo o mundo.
A Oxford University Press e outros editores de dicionários tradicionalmente escolhem, no final do ano, uma palavra que captura o espírito dos últimos 12 meses. “Brain rot” levou a coroa de Oxford em 2024 após uma votação pública em que mais de 37 mil pessoas nomearam o termo como sua escolha principal. A expressão ganhou popularidade nas redes sociais para descrever o impacto de atividades repetitivas, seja rolando infinitamente o “feed” do TikTok, assistindo vídeos curtos e sem contexto, ou se perdendo em notícias sensacionalistas.
Além de considerar o número de votos, a Oxford também analisou dados linguísticos. “Nossos especialistas perceberam que ‘brain rot’ ganhou um novo significado este ano como um termo utilizado para capturar preocupações sobre o impacto do consumo excessivo de conteúdo “on-line” de baixa qualidade, especialmente nas redes sociais”, disse a Oxford University Press ao compartilhar sua palavra do ano de 2024. Segundo a organização, o uso do termo aumentou 230% entre 2023 e 2024.
Diversos estudos reforçam que o uso de plataformas como Instagram e TikTok pode levar à ansiedade, depressão e baixa autoestima. Crianças, adolescentes e até mesmo adultos são envergonhados “on-line” e comparam suas vidas com as narrativas criadas e editadas por outros. “Quando passamos horas navegando e rolando, consumimos enormes quantidades de dados sem sentido, notícias negativas e fotos perfeitamente retocadas de amigos e celebridades que nos fazem sentir inadequados”, escreveu o centro de tratamento de saúde mental e dependência Newport Institute em uma descrição de “brain rot” no início deste ano.
Tentar absorver e lidar com grandes quantidades de conteúdo “cria fadiga mental”, afirmou o instituto. “Isso pode levar a uma queda na motivação, foco, produtividade e energia ao longo do tempo, especialmente entre os jovens.” Com a ascensão do trabalho remoto e a dependência de ferramentas digitais, nossas vidas profissionais tornaram-se ainda mais conectadas às telas. “E-mails” intermináveis, videoconferências e notificações constantes criam uma sensação de cansaço permanente, como se estivéssemos vivendo em um estado de hiperatividade mental, mas com pouca profundidade. Esse excesso de estímulos contribui para a sensação de desgaste descrita pela expressão.
Além disso, a necessidade de estar “sempre disponível” “online” exacerba esse efeito, dificultando a desconexão e aumentando os níveis de estresse e ansiedade. A fadiga de telas no trabalho, condição causada por esse uso prolongado de dispositivos digitais, está associada a uma série de sintomas físicos, mentais e emocionais que podem impactar a produtividade e o bem-estar dos profissionais. O resultado? Uma redução na eficiência e no engajamento dos trabalhadores, além de maiores riscos de erros e insatisfação, o que pode aumentar o “turnover”.
Embora “brain rot” tenha se tornado sinônimo da cultura digital, a expressão tem suas origens no século XIX, muito antes dos vídeos de gatos e as tendências do TikTok se tornarem um hábito no entretenimento “on-line”. Henry David Thoreau foi o primeiro a registrar a frase em seu clássico livro de 1854, “Walden”, uma reflexão sobre a experiência do autor ao viver de forma simples na natureza. No livro, Thoreau observou que a sociedade tende a se inclinar por ideias simples em vez daquelas que exigem mais envolvimento mental: “Enquanto a Inglaterra tenta curar a podridão da batata, ninguém tenta curar a podridão do cérebro — que prevalece muito mais amplamente e fatalmente?”
Enquanto Thoreau usou “brain rot” para criticar a sociedade, os usuários da internet costumam usar o termo de forma bem-humorada e autodepreciativa para descrever a estagnação mental resultante do excesso digital. Ainda assim, a popularidade do termo gerou discussões sérias sobre os efeitos cognitivos e de saúde mental da rolagem sem fim nas redes sociais — e, cada vez mais, da IA gerativa — especialmente entre os jovens. Países e escolas estão intensificando as proibições de celulares como forma de reduzir distrações na sala de aula e, esperançosamente, combater alguns dos supostos efeitos psicológicos adversos do tempo excessivo nas redes sociais.
O reconhecimento de “brain rot” como um reflexo de nossa era digital é também um chamado para repensar nossa relação com a tecnologia.
Disponível em: https://doi.org/10.1590/S0103-40142004000100006. Acesso em: 19 dez. 2024. (Adaptado).
Dentre as informações apresentadas no texto, destaca-se como informação principal o fato de que:
Questão 4 10928218
FPP 2021Os objetivos específicos do Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP) são relacionados abaixo, EXCETO:
Questão 2 10635083
FDF C. Gerais 2020O número de casos confirmados no estado de São Paulo subiu para 2982 em 2019, segundo balanço divulgado em 4 de setembro pela Secretaria Estadual de Saúde. O valor representa um crescimento de 21% em relação ao registro de 2457 casos na semana anterior.
A maioria dos registros se concentra na capital (1883), mas outras 110 cidades do estado também têm confirmações da doença.
(Marcelo Poli e Marina Pinhoni. https://g1.globo.com, 04.09.2019. Adaptado.)
A notícia aborda o aumento no número de casos de
Questão 30 7893285
UFSC Administração 2019Com base no texto a seguir e considerando a gestão de pessoas nas organizações, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.
Cléo trabalha em uma universidade federal e é responsável pelo setor de gestão de pessoas da instituição. Em recente entrevista ao setor de comunicação da universidade, Cléo destacou duas iniciativas recentes de sua gestão: a) a criação de uma escola de líderes com o objetivo de oportunizar aprendizagem ampla aos servidores, desenvolvendo seus conhecimentos, habilidades e atitudes; b) a implantação do feedback 360 graus.
I. A iniciativa “a” de Cléo pode ser relacionada à área de desenvolvimento de pessoas.
II. A iniciativa “b” de Cléo pode ser relacionada à área de avaliação de pessoas.
III. Ambas as iniciativas podem ser relacionadas às áreas de planejamento de pessoas.
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